quinta-feira, janeiro 16, 2014

Nota

Fui desafiado nas redes sociais a comentar a "cachá" do DN da Madeira de hoje (aqui e aqui). Como facilmente percebem eu não comento notícias relativamente às quais desconheço em absoluto os seus contornos e sobre as quais nunca tinha ouvido falar. Só hoje pelo DN. Sem colocar em causa, obviamente a perspicácia do DN. Mas uma coisa é certa:o futuro líder do PSD da Madeira será eleito num processo absolutamente livre e serás aquele que os militantes do PSD regional entenderem. E não importa discutir ou perorar, melhor dizendo, se vão escolher o melhor. As pessoas já perceberam, e se não perceberam cometem um erro, que um boletim de voto na mão de um cidadão, seja em eleições, seja em diretas de partidos, reflete sempre uma opção tomada com liberdade e em liberdade. E com convicção. Ninguém ouse pensar que controla ou manipula a opção livre e a consciência das pessoas. Há exemplos que sobejam. Um segundo comentário, até perceber o que realmente se passa com este assunto, é este: é tempo, até pelo muito que continua a estar em causa para todos nós, enquanto região, do PSD da Madeira deixar de aparecer em primeiras páginas de jornais por causa de assuntos sobre os quais temo não representem uma mais-valia para ninguém. E não vou discutir porque razão isso acontece, com que objetivos e com que interesses. Assim como acho que isenção e observância de rigor deontológico são fundamentais para que não se caia num certo ridículo corporativista de pretender pressionar, manipular ou condicionar instituições, de fora para dentro. Muito menos no quadro de um processo de decisão com uma amplitude circunscrita (porque partidário) que a seu tempo, irreversivelmente, vai ocorrer. E cujo desfecho terá que ser respeitado. Tal como acho que as pessoas, mesmo na diferença, devem ser respeitadas.