Fui
desafiado nas redes sociais a comentar a "cachá" do DN da Madeira de hoje (aqui e aqui). Como
facilmente percebem eu não comento notícias relativamente às quais
desconheço em absoluto os seus contornos e sobre as quais nunca tinha
ouvido falar. Só hoje pelo DN. Sem colocar em causa, obviamente a
perspicácia do DN. Mas uma coisa é certa:o futuro líder do PSD da
Madeira será eleito num processo absolutamente livre e serás aquele
que os militantes do PSD regional entenderem. E não importa discutir ou
perorar, melhor dizendo, se vão escolher o melhor. As pessoas já
perceberam, e se não perceberam cometem um erro, que um boletim de voto
na mão de um cidadão, seja em eleições, seja em diretas de partidos,
reflete sempre uma opção tomada com liberdade e em liberdade. E com
convicção. Ninguém ouse pensar que controla ou manipula a opção livre e a
consciência das pessoas. Há exemplos que sobejam. Um segundo
comentário, até perceber o que realmente se passa com este assunto, é
este: é tempo, até pelo muito que continua a estar em causa para todos
nós, enquanto região, do PSD da Madeira deixar de aparecer em primeiras
páginas de jornais por causa de assuntos sobre os quais temo não
representem uma mais-valia para ninguém. E não vou discutir porque razão
isso acontece, com que objetivos e com que interesses. Assim como acho
que isenção e observância de rigor deontológico são fundamentais para
que não se caia num certo ridículo corporativista de pretender
pressionar, manipular ou condicionar instituições, de fora para dentro.
Muito menos no quadro de um processo de decisão com uma amplitude
circunscrita (porque partidário) que a seu tempo, irreversivelmente, vai
ocorrer. E cujo desfecho terá que ser respeitado. Tal como acho que as
pessoas, mesmo na diferença, devem ser respeitadas.