Con 46 millones de habitantes y 17 autonomías divididas en 50 provincias, sin contar con Ceuta ni Melilla, España tiene a su disposición 52 aeropuertos, el 90% de ellos gestionado por Aena. Apenas unos pocos, como el de Ciudad Real, Lérida o Castellón, han sido impulsados por las comunidades autónomas, entidades locales y el sector privado.
sexta-feira, dezembro 28, 2012
2012. Era para ser o princípio do fim da crise. Mas não foi...
O ano ainda nem tinha começado e Álvaro Santos Pereira já via a luz. 2012 teve promessas de Passos Coelho, certezas de Vítor Gaspar, avisos de Cavaco Silva e silêncios de Paulo Portas. Pelo meio, o Tribunal Constitucional derruba a estratégia do Governo e o défice derrapa estrondosamente. É então óbvio que as promessas não se podem concretizar. E entre a TSU, medida non grata, e o enorme aumento de impostos (o que 2012 terá tido de mais perene), assim se passou um ano de "ainda mais" austeridade.
Contra branqueamentos: Passos Coelho prometeu há um ano um conjunto de reformas estruturais...
Passos Coelho volta a falar ao país na habitual mensagem do dia Natal. Há um ano o primeiro-ministro reconheceu que havia muito para mudar e prometeu um conjunto de reformas profundas que tornassem o país mais justo e com mais igualdade de oportunidades. No entanto, ao longo do ano de 2012, Passos foi oscilando no discurso entre reprimendas aos portugueses, promessas de recuperação económica até ao desabafo da semana passada de que Portugal está a travar uma guerra tão injusta quanto a do ultramar.
Paulo Macedo garante que SNS vai continuar a ser "universal e "tendencialmente gratuito”
O ministro da Saúde garante que o Serviço Nacional de Saúde vai continuar a ser universal. Na visita que fez ao Hospital de S. José, em Lisboa, Paulo Macedo avisou, no entanto, que vai ter que haver contenção na saúde.
Espanha: “Las comunidades acumulan facturas pendientes de pago por 13.730 millones”
Segundo o El Pais, “las comunidades viven ahogadas por la falta de liquidez. La estructura del gasto regional —destinan más del 75% de los recursos a educación, sanidad y servicios sociales— dificulta el ahorro en costes corrientes. Los ingresos caen, a pesar de las ayudas estatales, y las facturas se acumulan en la bandeja de “pendientes de pago”. Las autonomías tienen deudas pendientes de abonar por importe de 13.730 millones de euros, según el último informe sobre ejecución presupuestaria mensual de las comunidades hasta octubre de 2012 publicado por el Ministerio de Hacienda la semana pasada. Estos datos solo están disponibles a partir de agosto, cuando el Departamento que dirige el ministro Cristóbal Montoro comenzó a divulgar un Resumen Ejecutivo con estas cifras lo que dificulta la comparación con meses anteriores. Esta deuda no supone un mayor déficit porque se trata de facturas contabilizadas pero no pagadas. También incluye obligaciones de pago con Hacienda y la Seguridad Social. A pesar de todo, las comunidades han reducido la morosidad en 8.296 millones de euros, lo que les da un respiro respecto al año pasado. Este descenso se debe sobre todo al plan de pago a proveedores que puso en marcha el Gobierno a principios de año. Las comunidades pudieron liquidar facturas por importe de 18.000 millones. Pero el plan estatal estaba limitado a proveedores corrientes: farmacéuticas, suministradores de material sanitario, y facturas de convenios de la administración con otros acreedores quedaron fuera. “Para el verano que viene todas las Administraciones Públicas van a aplicar la Ley de morosidad. Todas las Administraciones Públicas en sus diferentes niveles van a aplicar los plazos de esa ley. Van a pagar a proveedores a 30 días”, afirmó el ministro Cristóbal Montoro la semana pasada. “No voy a consentir facturas en el cajón ni deuda comercial reconocida no pagada”, admitió el ministro quien amenazó a las autonomías más morosas con obligarles a adherirse al Fondo de Liquidez Autonómico (FLA), el instrumento que ha puesto en marcha el Ejecutivo para facilitar liquidez a los territorios. Este fondo conlleva importantes exigencias presupuestarias (ajustes de gastos e ingresos). Algunas comunicadas han reclamado al Ejecutivo que les ayude a hacer tabla rasa con las deudas de años anteriores. Para ello piden a Hacienda que eleve el techo de deuda para poder financiar facturas contabilizadas pero no pagadas. La Ley de Estabilidad, aprobada este año, les impide elevar su deuda sin autorización. El Consejo de Política Fiscal y Financiera —el órgano de interloción entre Hacienda y los consejeros de Economía— fijó en julio los objetivos de estabilidad presupuestaria para 2013: un límite de déficit del 0,7% del PIB; y el techo de deuda en el 16% del PIB regional. Eso reduce la capacidad de aumentar la deuda de las regiones para pagar sus facturas pendientes. Otra de las opciones que proponen algunas comunidades sería abrir el Fondo de Liquidez Autonómico (FLA) de 2013 para que se pudiera financiar facturas impagadas de años anteriores.
Hasta ahora este fondo de liquidez cubría los vencimientos de deuda financiera y una parte del déficit —el 0,65%— que se les autorizaba en 2012 [la meta para este año es limitar la desviación presupuestaria hasta el 1,5% del PIB]. Por eso, el Gobierno estudia permitir financiar a través del FLA toda la desviación presupuestaria de las comunidades en 2013 cuando las autonomías tendrán que limitar el desfase entre gastos e ingresos en el 0,7% del PIB. Por contra, acumulan derechos pendientes de cobro hasta octubre por 5.374 millones, la mitad por impuestos pendientes de recibir. El problema de la deuda con proveedores podría crecer. Una de las preocupaciones de Hacienda con las comunidades es que algunas están retrasando la contabilización en el presupuesto de algunas facturas. Hasta octubre la cuenta 413 “acreedores por obligaciones pendientes de aplicar a presupuesto” [donde las comunidades registran el gasto de las facturas pero no las contabilizan en el presupuesto] asciende a 6.032 millones de euros, el doble que el año pasado. Esta peculiar cuenta es el fondo donde van a parar los gastos que se van a pagar el año que viene. Canarias (1.339 millones), Castilla-La Mancha (1.295 millones) y la Comunidad Valencia (991 millones) son las que más pagos están aplazando con este método. Montoro aludió esta semana a esta peculiar cuenta. “No existía cuando nosotros dejamos el Gobierno y ahora que estamos de nuevo en el Gobierno, va a volver a no existir”, indicó a modo de amenaza para las comunidades autónomas. Algunas de estas se sienten molestas con estas declaraciones porque consideran que desde el Ejecutivo no se valora bien el esfuerzo que están haciendo por limitar el déficit y reducir la morosidad. Las comunidades han contabilizado en el Presupuesto 10.968 millones de euros en deuda con suministradores de años anteriores. Es decir, han pagado facturas de otros años por ese importe, fundamentalmente por el pago a provedores”.
Deputados gregos votam contra investigação a lista de suspeitos de fuga ao fisco!
Segundo o Publico, “a Comissão parlamentar decide contra a continuação da investigação sobre o que aconteceu à chamada lista Lagarde de gregos com contas em bancos suíços. Os deputados da comissão das instituições parlamentares e de transparência votaram contra a continuação da investigação à chamada “lista Lagarde”, de gregos com contas na Suíça e que poderão ter fugido ao fisco. Este voto – que não exclui que possa ser feita uma investigação especial por um outro organismo parlamentar – foi feito depois da chegada oficial à Grécia da lista. A lista de mais de 2000 nomes, entregues em 2010 ao Governo grego pela então ministra das Finanças de França, Christine Lagarde, foi depois dada como perdida pelas autoridades de Atenas e tinha chegado oficialmente ao país na sexta-feira passada. A comissão vetou, por uma pequena maioria (sete contra seis), um pedido do partido Syriza (coligação de esquerda radical) para que fosse investigada a razão do falhanço das autoridades em investigar a lista, conta o diário Kathimerini na sua edição em inglês. Os votos contra foram dos conservadores do Nova Democracia (excepto um deputado), dos socialistas do PASOK, do Esquerda Democrática (no governo em coligação com o Nova Democracia) e do Aurora Dourada (extrema-direita). A lista que foi entregue entretanto às autoridades financeiras foi já alvo de grande polémica na Grécia. Um jornalista que divulgou os nomes, Costas Vaxevanis, foi prontamente acusado pelas autoridades, e muitos gregos não entendem como é que o processo do jornalista foi tão rápido enquanto as autoridades não tinham sequer começado a investigar as possíveis fugas ao fisco dos que têm as contas no estrangeiro”.
Empresas de gestão de condomínios afetadas por dívidas de mais de milhões de euros
Milhares de portugueses deixaram de pagar a conta do condomínio. Só as empresas de gestão e administração de prédios dizem que têm em mãos dívidas de mais de mil milhões de euros.
Gaspar perde 1,7 mil milhões...
Segundo a jornalista do Correio da Manhã, Raquel Oliveira, “o aumento da carga fiscal está a traduzir-se em menos receitas para o Estado. Até Novembro, entraram nos cofres públicos 28,8 mil milhões de euros, menos 1,7 mil milhões do que em igual período do ano passado, ou seja, uma descida de quase seis por cento”. Com a execução a 82,2 por cento, o Governo precisa de arrecadar 6,2 mil milhões de euros este mês, caso contrário não conseguirá cumprir os objectivos revistos em Outubro no Orçamento Rectificativo. A queda nas receitas fiscais é transversal, atingindo quer os impostos directos (IRS e IRC), quer os indirectos, com destaque para o IVA, o imposto que mais contribui para os cofres estatais. A receita do IVA foi, de Janeiro a Novembro, de 11,8 mil milhões de euros, menos 319,4 milhões do que em igual período de 2011, o que corresponde a uma queda de 2,6%. O aumento do IVA para 23 por cento na restauração é, além da redução generalizada do consumo, uma das principais razões para a descida da receita deste imposto, reclamando o sector quebras no negócio entre 30 e 40 por cento. Uma redução que, a par de outros sectores, justifica a queda de 813 milhões de euros em IRC, cerca de 19 por cento, até Novembro. Também o Imposto sobre Veículos (ISV) continuou a trajectória descendente, registando até Novembro uma descida de 43,4 por cento, ou seja, menos 254,8 milhões de euros. Um valor que não surpreende o secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP). "Está em linha com o que tem vindo a registar-se e demonstra que esta política de aumentar os impostos em 2012 sobre os comerciais ligeiros só veio provocar descidas nas vendas", sublinhou ontem ao Correio da Manhã Hélder Pedro. O dirigente da ACAP acusa o Governo de "estar alheio ao sector automóvel" e antecipa, para 2013, a continuação da "redução das vendas e das receitas fiscais". A forte queda nas vendas de automóveis - que atingiu até Novembro 37,4% (menos 53 211 veículos ligeiros) - contribuiu ainda para a queda no IVA, uma vez que este imposto incide sobre o ISV.
SUBSÍDIOS CUSTAM 7 MILHÕES POR DIA
A crise laboral está a custar uma média de sete milhões de euros por dia em prestações como o subsídio de desemprego e o apoio ao emprego, de acordo com a execução orçamental da Segurança Social até Novembro. Face ao ano passado, as contas agravaram-se em mais de 451 milhões de euros. A receita registou uma diminuição de 79,4 milhões de euros, e a despesa um acréscimo de 768,5 milhões, devido sobretudo ao acréscimo com prestações sociais. Ainda segundo as contas apresentadas pelo Ministério da Segurança Social, liderado por Pedro Mota Soares, o excedente orçamental da Segurança Social caiu para metade de Outubro para Novembro deste ano, apesar de o Governo ter transferido para este subsector, nos primeiros 11 meses do ano, mais 322,5 milhões de euros do que há um ano”.
Marcelo Rebelo de Sousa: “2013 vai ser pior do que 2012”
Segundo o Publico, “cortes orçamentais serão mais sentidos no próximo ano, defende o comentador e conselheiro de Estado. Marcelo Rebelo de Sousa disse este domingo que o próximo ano vai ser ainda mais difícil do que 2012. Isto dois dias depois de o primeiro-ministro ter dito no Parlamento que o ano que está a chegar ao fim foi o pior desde 1974. O antigo líder do PSD defendeu no seu comentário semanal da TVI que a crise económica será mais sentida em 2013, com a aplicação do Orçamento do Estado, que prevê ainda mais cortes e, sobretudo, um enorme aumento de impostos. “O país vai estar muito irritado economicamente, vão existir alguns ataques cardíacos”, disse o professor, lembrando os cortes orçamentais previstos e o agravamento fiscal para o próximo ano. Para Marcelo Rebelo de Sousa as previsões não são de melhoria a nível económico e social. No entanto, o comentador não acredita que possa acontecer um 2013 uma crise política. “Não haverá espaço para crises políticas e governamentais”, acrescentou Marcelo, explicando a importância que o Presidente da República terá durante o próximo ano. “Cavaco Silva terá um papel crescente em termos de moderação porque 2013 será pior do que 2012.” Quanto à posição de Paulo Portas no Governo, Marcelo acredita que se manterá ao nível deste ano. “O CDS nunca será um aliado incondicional do PSD mas também nunca romperá prematuramente”, defendeu Marcelo. Em jeito de balanço do ano, o professor diz que 2012 fica marcado pela crescente divisão em Portugal, como se existissem dois países . Há o Portugal visto pelo Governo e o Portugal visto pelos Portugueses, argumentou. O Governo vê o que corre bem e aplica as reformas estruturais e orçamentais com optimismo, ao passo que os portugueses as recebem com pessimismo. “O que os portugueses vêem é que o défice falhou, o desemprego aumentou, foi adiada a média de crescimento para 2014, o Orçamento foi um sarilho para pôr de pé”, destacou Marcelo, defendendo que o ideal para 2013 era que estas duas visões se aproximassem. Como figuras do ano, o antigo líder do PSD destacou a nível internacional o presidente norte-americano Barack Obama, reeleito este ano, e a chanceler alemã Angela Merkel, “porque manda na Europa”. A nível nacional, Marcelo Rebelo de Sousa elegeu novamente Merkel por “mandar na nossa vida". “A troika é a Merkel, a Merkel é a troika”. Logo depois, apontou como figuras do ano em Portugal o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, “que é quem manda cá dentro por conta da troika”, e os próprios portugueses".
Menos austeridade à boleia da Irlanda?
Segundo o Sol, num texto dos jornalistas David Dinis e Luís Gonçalves, “o FMI autorizou a Irlanda a adiar parte do programa de austeridade para 2015, caso a economia caia mais do que o esperado este ano. Portugal poderá receber o mesmo tratamento. A troika poderá estar disponível para aplicar em Portugal a flexibilização anunciada, esta semana, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para a Irlanda. O país, também sob intervenção, foi autorizado a adiar ou suavizar a sua política de austeridade, caso a evolução da economia local seja pior do que o estimado pelos credores. Nas conclusões da última avaliação feita pelo FMI à Irlanda, o chefe de missão no país, David Lipton, afirmou que, «se o crescimento para o próximo ano ficar abaixo do esperado, as medidas extra de consolidação devem ser adiadas até 2015 para proteger a retoma». A margem de flexibilização dada à Irlanda pelo FMI deverá vir a ser oferecida também a Portugal, adiantaram ao SOL duas fontes próximas da troika. A possibilidade de abrandar ou adiar algumas medidas de austeridade, entre este ano e 2014, em Portugal é uma hipótese bem vista dentro do FMI – que partilha o grupo de resgate com a Comissão Europeia (CE) e o Banco Central Europeu (BCE). Na última terça-feira, o socialista Pedro Silva Pereira não perdeu a oportunidade para confrontar o ministro das Finanças. Numa audição parlamentar a propósito da sexta avaliação da troika a Portugal, o ex-ministro de José Sócrates apontou para as notícias do dia: «O FMI diz agora que, se falhar as metas económicas para 2013, a Irlanda não deve introduzir medidas adicionais até 2015», disse o deputado, referindo a proposta como desejável também para Portugal. A pergunta veio de seguida: «O sr. ministro está disponível para tomar esta atitude?». Vítor Gaspar deixou correr o debate e nunca respondeu ao socialista. A atitude do Governo português continua a ser uma incógnita sobre se irá tentar aproveitar mais uma ‘folga’ dada a um dos países intervencionados pela troika. A Irlanda recebeu ‘luz verde’ para adiar a austeridade e a Grécia beneficiou de uma descida de juros e de melhores condições nos seus empréstimos. Para uma das fontes contactadas pelo SOL, a atitude do Governo deverá ser igual a anteriores flexibilizações disponibilizadas pelos credores externos: negar que precisa até ao último minuto. Tal aconteceu com a descida dos juros dos empréstimos da troika em 2011, com a compra de dívida soberana pelo BCE_ou com a flexibilização das metas do défice para 2012 e 2013. Neste último caso, o Governo rejeitou publicamente, durante meses, que iria pedir mais tempo para cumprir os défices acordados com os credores, apesar da disponibilidade pública demonstrada por responsáveis de Bruxelas e do FMI devido aos desvios crescentes na execução orçamental. Acabou, porém, por solicitar aos credores mais um ano para atingir o défice de 3%. O mesmo se poderá passar agora com um eventual abrandamento da austeridade”.
Espanha: “Hacienda podrá impedir abrir más 'embajadas' a las CCAA que incumplan el deficit”
Li no El Mundo que “el Ministerio de Asuntos Exteriores y de Cooperación permitirá a las Comunidades Autónomas abrir oficinas en el extranjero para promocionarse, pero informando previamente al Gobierno. Según consta en el borrador del anteproyecto de la Ley de Acción Exterior, al que ha tenido acceso Europa Press, el Ministerio de Hacienda deberá hacer un informe sobre si la propuesta autonómica responde al principio de eficiencia en la gestión de los recursos públicos. El anteproyecto del Ministerio dirigido por José Manuel García-Margallo introduce aquí un aspecto muy novedoso, pues establece que ese informe de Hacienda "tendrá carácter vinculante cuando se trate de Comunidades Autónomas que hayan incumplido su objetivo de estabilidad presupuestaria". La norma recoge la oferta que García-Margallo ha hecho a las comunidades autónomas, y que ya se está aplicando, para que instalen sus oficinas en el exterior dentro de las Embajadas con el fin de ahorrar costes cuando así lo permita la disponibilidad de espacio en la legación. Otro de los aspectos contemplados en el borrador es la pretensión de Exteriores de fijar por ley la posibilidad de que el Gobierno pueda "exigir el reembolso" del dinero público desembolsado para pagar el rescate o asistencia de ciudadanos españoles en el exterior cuando éstos se hayan expuesto "voluntariamente" a una situación de riesgo.
Unidad de acción
El principio que impregna todo el anteproyecto de la ley es el de la unidad de la acción exterior, que hoy ejercen desde el Gobierno, la Corona, las Cortes, hasta las Fuerzas Armadas, pasando por las Comunidades Autónomas y los entes locales, entre otros. El ministro, cuya intención inicial era haber presentado el anteproyecto al Consejo de Ministros para su aprobación antes del verano, reconoció el miércoles pasado que las negociaciones en torno al borrador de la norma que su departamento tiene preparado desde hace "cinco meses" no están siendo "en absoluto sencillas". Admitía que su propuesta no contaba aún ni con el consenso dentro de la Carrera Diplomática ni con el resto de otros Ministerios a los que afectaría la ley. En un desayuno informativo, revelaba que "casi todas" las observaciones que otros departamentos han presentado al borrador "tienen carácter corporativo". Las pegas que otros Ministerios ponen a la propuesta de García-Margallo tienen que ver fundamentalmente con la intención del ministro de convertir a las Embajadas en los verdaderos coordinadores de la acción exterior del Estado, informan a Europa Press fuentes diplomáticas. Inspirándose en el modelo del servicio exterior europeo, Exteriores ha propuesto que, de forma paulatina, todas las oficinas de la Administración se vayan integrando en la Embajada y que los diferentes agregados y consejeros dependan orgánicamente del embajador, aunque pueda seguir recibiendo órdenes de los Ministerios de los que procedan. En aquellas misiones donde se proceda a esta integración, la norma establece que todos los funcionarios tendrán las mismas condiciones de trabajo, en función de su categoría profesional y el puesto que ocupen, en lo relativo a retribuciones, vacaciones y permisos, cobertura sanitaria y asistencia a la escolarización de los hijos, con independencia del departamento del que procedan. Además, estas nuevas misiones integradas dispondrán de una Sección de Servicios Comunes que integrará al personal de gestión, administrativo y auxiliar, del que ahora se dotan de manera separada los Ministerios, con el fin de reducir costes y reducir la necesidad de contratar personal con esta gestión compartida, que incluye también los recursos materiales, como los coches oficiales. Aquí es donde el anteproyecto de ley se ha topado con las principales reticencias, sobre todo por parte del cuerpo de técnicos comerciales, dependientes del Ministerio de Economía, que temen perder capacidad adquisitiva e independencia. Hay que tener en cuenta que en la actualidad, algunos jefes de Oficinas Comerciales cobran más que el propio embajador. También los propios miembros de la Carrera Diplomática han puesto pegas a la propuesta. No convence la redacción de la norma que abre la puerta a que el Gobierno nombre embajadores a profesionales no diplomáticos. La Asociación de Diplomáticos Españoles, mayoritaria en el sector, ha hecho llegar al ministro que la ley debería establecer de una forma más clara la reserva del puesto de embajador para los miembros de la Carrera. En los pasillos del Ministerio también se escuchan quejas por el "hermetismo" con que el equipo del ministro ha elaborado el texto y la falta de un debate interno en la casa sobre la futura ley. Lo cierto es que antes de García-Margallo, prácticamente todos sus antecesores intentaron sacar adelante una ley para reformar el servicio exterior, pero fracasaron en el intento, encallados en las peleas de competencias entre los distintos Ministerios.
Embajadas compartidas
La propuesta de Exteriores incorpora la posibilidad de integrar a funcionarios españoles en las delegaciones de la UE en el extranjero en los que España no tenga Embajada. Esta fórmula se pondrá en práctica desde primeros de 2013 en Yemen, donde España cerrará su Embajada y pasará a operar desde la delegación europea desde primeros de 2013. También habla de la posibilidad de crear Misiones Diplomáticas Conjuntas u oficinas consulares con otros socios de la UE en terceros estados, especialmente en aquellos donde no haya delegación europea. Por otra parte, el texto concede a la Comisión de Exteriores del Congreso la potestad de solicitar la comparecencia, a puerta cerrada, de los embajadores nombrados por el Gobierno para que informen sobre los objetivos de su misión. El Congreso no tendrá capacidad, como ocurre en EEUU, de vetar el nombramiento del embajador”.
"Newsweek" cierra su edición de papel con una simbólica portada
Li no El Pais que “el semanario Newsweek, un icono de la prensa mundial, ha publicado su último número en papel. La despedida de la revista incluye una portada icónica: sobre una foto en blanco y negro de su vieja sede en Nueva York, un único titular: #LASTPRINTISSUE (#últimonumeroimpreso), un guiño a las redes sociales ahora que la revista pasa a ser digital, aunque dentro deThe Daily Beast. Después de 79 años de vida, Newsweek anunció en octubre que cerraría su edición impresa por la caída de ventas (un 35% menos que en 2010) unida a la de la publicidad. La revista difundía más de 4 millones de ejemplares en los años 80 frente a 1,4 millones el año pasado. Mientras, las visitas a The Daily Beast, del mismo grupo editor, habían crecido un 70% en el último año. Antes del cierre, Newsweek intentó remontar la crisis con portadas cada vez más llamativas. En mayo pasado, en una polémica portada, calificó a Obama como “primer presidente gay”. Unos meses antes, sacó una fotografía en portada de la excandidata a la nominación presidencial republicana Michele Bachmann en la que aparecía con una mueca y que la mayoría de medios serios en EEUU hubiesen descartado”.
Comércio: os números do 3º trimestre
Apesar do saldo positivo entre o número de lojas que abriram e as que encerraram, perderam-se 6000 postos de trabalho no 3º trimestre do ano (Dinheiro Vivo)
O que vai aumentar em 2013
Electricidade, gás, transportes e portagens. Em 2013, os preços voltam a subir e a factura final vai aumentar. Veja quanto (Dinheiro Vivo)
Antigo bispo de Setúbal diz que Governo de Passos Coelho não está à altura
O antigo bispo de Setúbal D. Manuel Martins diz que o Governo não está à altura do momento que o país atravessa. D. Manuel Martins defende uma remodelação do executivo, mas reparte também as responsabilidade com a Igreja: diz que a instituição não está atenta às transformações do mundo
Bispo do Porto admite que é dificil estar preparado para problemas
O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, admite que é dificil estar preparado para a dimensão dos problemas que o país vive e daqueles que vai continuar a enfrentar no próximo ano
Menos 130 mil viram mensagem de Natal de Passos Coelho
Segundo o Dinheiro Vivo, “cerca de 430 mil portugueses assistiram dia de Natal, na RTP, às 21h, à mensagem do primeiro-ministro. Feitas a comparação ao mesmo dia de 2011, ainda que o sistema de audiometria tenha mudado, são menos 130 mil pessoas a ver e ouvir o líder do governo. Segundo dados fornecidos pela Mediamonitor/CAEM, a mensagem de Pedro Passos Coelho totalizou, este ano, uma audiência média de 4,5%, o equivalente a 429 mil pessoas (e um share de 10,7%), contra uma audiência de 5,9% (559,6 mil pessoas) e um de share 17,7%, no dia 25 de dezembro de 2011. Estes valores fizeram com que o "programa" não constasse sequer nos 20 mais vistos do dia, apesar de passar no horário tradicionalmente com mais audiência, o prime time. Aqui algumas reações. Recuando dez natais, segundo os mesmo dados, obseva-se que o discurso mais visto foi o de José Sócrates, dia 25 de dezembro de 2008, estava a crise a dar sinais evidentes de querer instalar-se. Nesse ano, 824 mil pessoas ouviram o então primeiro-ministro, que totalizou uma audiência média de 8,7% e um share de 26,5%. Desde então, as audiência foram caíndo gradualmente na RTP1, embora as mensagens de José Sócartes fossem dos mais vistos. Relativamente à restante programação, o filme Pirata das Caraíbas - Por Estranhas Marés, emitido na SIC, foi o mais visto do dia de Natal com mais de 1,3 milhões de telespectadores, o equivalente a uma audiência média de 14,5% e um share de 33,1%. Com a aposta marcadamente na ficção, designadamente no cinema, a batalha das audiências foi ganha pela SIC, que fechou o dia com um rating de 28,9%, seguida da TVI (23,1%), Cabo (20,1%), Outros (13%), RTP1 (12,2%) e RTP2 (2,6%)”.
"O primeiro-ministro resolveu guardar todo o otimismo para a mensagem de Natal
O comentador da SIC Miguel Sousa Tavares analisou, no Jornal da Noite, a mensagem de boas festas de Pedro Passos Coelho. De acordo com Sousa Tavares, "o primeiro-ministro resolveu guardar todo o otimismo para a mensagem de Natal". O comentador alegou ainda que "Passos Coelho está desfasado da realidade".
Sousa Tavares acusa Vítor Gaspar de gerir o país de uma forma "completamente cega”
Cavaco Silva, Passos Coelho, Vítor Gaspar, Paulo Portas e António José Seguro foram figuras em destaque durante o ano. Miguel Sousa Tavares acusa Vítor Gaspar de gerir o país de uma forma "completamente cega" e de Passos Coelho ser o seu "seguidor número um". Quanto a Paulo Portas, Sousa Tavares diz que "não conseguiu conquistar o espaço político", enquanto Cavaco Silva "teve o deslize monumental no discurso sobre as reformas". No que diz respeito a António José Seguro, Sousa Tavares diz não o convencer.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





