São cada vez mais os fiadores em apuros que recorrem à Deco por não conseguirem pagar os empréstimos à habitação. Muitas penhoras chegam sem aviso prévio por parte da banca e desequilibram os orçamentos familiares (veja aqui o vídeo da RTP sobre este tema)
segunda-feira, dezembro 10, 2012
Historia de una bomba en primera persona
Li no El Confidencial que “Joziane se acercó a Jennifer y la cogió de la mano para hacerla sentir que había alguien con ella. Trató de despejar los escombros y los cristales de las ventanas. Charlaron sin sentido, simplemente para mantener a su hermana consciente. Esta fue la escena que el padre de las jóvenes encontró al regresar del supermercado. Su rostro estaba lleno de horror. "Padre, por favor sólo tienes que ayudar a Jennifer", comenzó a gritar Joziane. La niña estaba temblando, había perdido grandes cantidades de sangre. Finalmente, toda la familia logró salir del edificio con la ayuda de los agentes de seguridad y los vecinos. A partir de ese momento, Joziane solo recuerda que alguien la cogióen brazos y la ayudó a salir de ese infierno. Ese fue el momento en que Hasan la capturó con la cámara. Ahora en el hospital, Joziane reflexiona: "Este incidente no hará que odie a mi querido país del Líbano. Pero no puedo negar que tengo miedo de mi barrio y de Beirut ".
"Sentí como si fuera el fin del mundo"
Joziane Shedid, ese era el nombre que buscaban. Después de ver las impactantes fotografías de Hasan Shaaban, la periodista Maria Semerdjian sabía que tenía que encontrar a la protagonista de las imágenes para contar en primera persona cómo sucedieron los hechos aquel día. El 19 de octubre, la protagonista de esta historia resultó herida cuando un coche bomba explotó a la hora punta en la zona centro de Beirut (Líbano), en el barrio de Ashrafiyeh, de mayoría cristiana. Además de Joziane, 78 personas resultaron heridas y ocho perdieron la vida, entre ellos el jefe del servicio de seguridad interna de Líbano, Wissam al-Hassan. El ex primer ministro de El Líbano y líder opositor, Saad Hariri, responsabilizó a Siria de los hechos. La periodista Maria Semerdjian reconstruye la secuencia del atentado a partir de las fotografías de Hasan Shaaban. En la fotografía, Joziane Shedid posa en el hospital libanés canadiense de Beirut
La búsqueda para reconocer a la chica de la fotografía fue complicada. Al principio no nos dimos cuenta de que era la hermana mayor de Jennifer Shedid, otra víctima de la misma bomba que Hasan había fotografiado ese fatídico día. Realizamos búsquedas de clínica en clínica y finalmente nos enteramos de que la joven que buscábamos se llamaba Joziane Shedid y estaba en el Hospital libanés canadiense”.
Formação médica em risco?
Segundo o Sol, num texto da jornalista Catarina Guerreiro, “os hospitais universitários têm cada vez menos partos devido à baixa da natalidade e ao excesso de oferta de serviços. A situação está a ameaçar a qualidade de ensino a alunos e internos. A quebra de natalidade e o excesso de maternidades em certas zonas estão a ameaçar a qualidade do ensino médico. Os hospitais universitários deparam-se com uma quebra do número de partos, sendo o caso mais grave o que se vive no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde este ano apenas se irão realizar 2.350, quando o ano passado se fizeram 2.674. «Já perdemos 300 partos com a abertura do Hospital de Loures, estando previsto perder 500. E não faz qualquer sentido um hospital destes não ter partos para a capacidade que tem. O ideal seria fazer 2.800/3.000 por ano» , explica Luís Graça, director de serviço daquela unidade de saúde, acrescentando ser fundamental que os hospitais universitários tenham «patologias» e material para «ensinar os alunos e os internos» . Este ano o Santa Maria tem 23 formandos. A situação pode piorar com a abertura, em Fevereiro de 2013, do novo Hospital de Vila Franca de Xira, uma parceria público privada com o Grupo Mello em que foi acordada a realização de 1.000 partos e que não pode ser alterada sob pena de o Estado ter de indemnizar o privado.
Também o Hospital Universitário da Covilhã, pertencente à Universidade da Beira Interior, se depara com uma situação preocupante. Ali fazem-se apenas cerca de 650 partos e na carta hospitalar – documento feito pela Entidade Reguladora de Saúde (em discussão pública até 31 de Dezembro) – os peritos defendem mesmo o seu encerramento e a junção deste ao Hospital de Castelo Branco que faz 400 partos/ ano, que integraria também o Hospital da Guarda (que faz 750 partos/ano). No entanto, esta questão não é pacífica no sector. Há médicos, como Luís Graça, que consideram a opção de fecho da Covilhã «uma tragédia» . Outros têm posição oposta. «Se calhar não faz sentido a Covilhã ter Hospital Universitário» , diz outro especialista, adiantando que o importante não é enviar grávidas para um hospital por ser universitário, mas sim por ter muita actividade médica. No Hospital Universitário de São João, no Porto, e no Hospital Universitário Daniel de Matos, em Coimbra, também se estão a verificar quebras. Nesta última região, por exemplo, está prevista para breve a fusão com a Maternidade Bissaya Barreto. Braga, o quinto Hospital Universitário, parece ser a excepção conseguindo atingir os 3.000 partos este ano, não estando assim ameaçado.
Fechos em Lisboa e Coimbra
Além de afectar os hospitais universitários, a quebra de natalidade está também a dificultar que a maioria dos hospitais do país cumpra o critério internacional, definido pela Organização Mundial de Saúde, que estabelece os 1.500 partos por ano como o limite abaixo do qual não é aconselhável manter as maternidades abertas devido a dificuldades de prática médica. «Um dos casos gritantes é o de Vila do Conde, que faz 900 partos, e devia ser integrado no Hospital de Matosinhos» , refere Luís Graça, membro da Comissão Nacional de Saúde Materna, da Criança e do Adolescente, nomeada pelo director-geral de Saúde em Agosto deste ano. O médico confirma que a diminuição de partos deixa muitos blocos longe do critério dos 1500 nascimentos, mas lembra que há casos em que a falta de acesso das populações obriga a que se mantenha aberta a maternidade. É o que se passa em Beja, cujo encerramento forçaria as grávidas de risco, por exemplo, a virem para Lisboa. Segundo fontes clínicas, pelo país há muitas unidades que não seriam necessárias, como a de Torres Vedras que tem de recorrer a tarefeiros. Mas apesar desta opinião ser unânime, fonte oficial do Ministério da Saúde adianta que não estão previstos fechos de maternidades a não ser em Coimbra e Lisboa. Na capital, está previsto o encerramento da Maternidade Alfredo da Costa, que apesar de ter sido anunciado há vários meses ainda não foi concretizado. Declarações recentes da presidente do Centro Hospitalar Lisboa Central, Teresa Sustelo, marcam o fecho da maternidade lisboeta para 31 de Dezembro”.
Navegar no mar Ártico
O navio OB River chega à Rússia depois de ter saído da Noruega em Novembro. Se conseguir chegar ao destino, o Japão, será o primeiro navio do género a navegar no mar Ártico.
Mundo vive tempo propício ao “regresso do fascismo”?
Segundo o Correio da Manhã, “o Mundo vive hoje “um panorama sombrio” e propício ao aparecimento de “movimentos fascistas”, defendeu o professor de Direito brasileiro Eduardo Faria. “Caminhamos para uma posição de vitória dos mercados que vêem os direitos dos cidadãos como custo económico. No choque da panela de barro com a de ferro quebra a mais fraca, mas as desigualdades sociais abrem caminho ao regresso do fascismo”, disse o catedrático, na Conferência ‘Tribunais, Cidadania e Direitos’, na biblioteca da Assembleia da República. O jurista defendeu que a “crescente presença dos mercados leva os Estados a reformar e a uniformizar as legislações à escala mundial dentro do que interessa às grandes empresas e grandes bancos”. Confrontado com a expressão ‘refundação do Estado Social’, utilizada pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho para sublinhar a necessidade de cortar 4 mil milhões de euros na despesa pública, o jurista afirmou: “Não conheço a realidade portuguesa do ponto de vista do discurso político, mas 80 por cento dos países da ONU alteraram as suas constituições entre os anos 1990 e 2000 e utilizaram expressões como essa. Por trás desse discurso existe a vontade de eliminar direitos dos cidadãos e valorizar critérios económicos em detrimento dos democráticos”. O analista considera que com o poder crescente do sector financeiro e de entidades transnacionais, os Estados, os sindicatos e os partidos estão “em crise”, com os “movimentos de rua” a oferecerem uma resistência mais eficaz. "Pela primeira vez os mercados começam a ficar assustados com as manifestações de rua", afirmou José Eduardo Faria na conferência promovida pela Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), sublinhando: Estes movimentos trazem uma advertência: lideranças irresponsáveis e inconsequentes podem levar ao reaparecimento de aventuras autoritárias e totalitárias, cujos resultados vimos há 70 anos”.
Sá Carneiro vs Passos Coelho. Descubra as diferenças
“Sá Carneiro: 32 anos depois, um programa demasiado actual” é o vídeo que o Instituto Sá Carneiro lançou ontem (no aniversário da morte do fundador). É_verdade para a meia-dúzia de medidas convenientemente apresentadas, mas não podia estar mais ao lado no que à visão estratégica dos dois sociais-democratas diz respeito. O i leu os discursos de Sá Carneiro entre 1975 e 1980 e comparou-os, em pontos-chave, com aquilo que pensa Passos. Descubra as (muitas) diferenças.
O PSD de Sá Carneiro
Social-Democrata
Em tempos de afirmação, a definição da social-democracia era recorrente nos discursos de Sá Carneiro. A descolagem fazia-se relativamente ao “capitalismo”, mas sobretudo ao que chamava de “regime marxista-leninista-colectivista”. A definição da linha ideológica era, por isso mesmo, simplesmente o socialismo. “Somos socialistas no sentido humano e personalista da mensagem socialista, visamos construir, não apenas a democracia política, mas a democracia económica e social, assente na vontade do povo”, repetia então Sá Carneiro.
Anti-liberalismo
Em entrevista ao“Tempo” em 1980, Sá Carneiro rejeita o capitalismo liberal. “A social-democracia rejeitou, e bem, o capitalismo liberal e enveredou por outras formas económicas em que é mais importante uma política de preços de rendimentos, de salários, de justa distribuição de rendimentos, de participação dos trabalhadores nas empresas e nas próprias decisões conjunturais do que propriamente da propriedade dos meios de produção”.
Contra o CDS
Sá Carneiro divergia do CDS porque pugnava “pela edificação de uma sociedade em que a economia esteja ao serviço dos mais fracos e desprotegidos e não pretendemos enveredar pelos caminhos de uma política predestinada a beneficiar os que se limitam a viver à custa da riqueza acumulada, dos que se vêem forçados a vender a sua força de trabalho ao grande latifundiário absentista e insensível às realidades dos tempos de hoje, como de ontem e de amanhã”. Na época, apesar de Freitas do Amaral sempre ter considerado o CDS um partido do centro, estava mais à direita que o PSD.
Acesso à educação
Em Janeiro de 1976, Sá Carneiro afirmava que “a democracia económica envolve a participação de todos na organização colectiva da satisfação das necessidades, com igualdade de todos ao bem-estar e à segurança social, e com a intervenção colectiva nas formas e nos objectivos de produção”. Também falava na “eliminação das distinções de classe, de estado e de função social” como condição para “a democracia social e cultural”. Defendia “o livre acesso de todos à educação”, considerando que “a libertação dos homens das condições de alienação, opressão e exploração não depende apenas da garantia de direitos políticos e sociais mas também da realização das condições económicas que permitam o seu real exercício”. O que era “impossível na sociedade capitalista [...] incompatível com a democracia integral e autêntica que, como sociais-democratas, defendemos”.
Austeridade
“Não é com simples medidas de austeridade que se relança a nossa economia, que se resolve o problema do desemprego”. A frase do fundador do PSD data de 1975 e continua com Sá Carneiro a descrever as medidas então tomadas pelo governo provisório como “quase todas” “necessárias” mas com a “consciência que elas não se destinam a resolver problemas futuros, destinam-se a tapar buracos”. Uma postura que manteve anos mais tarde, com o FMI no país. A partir do conforto da cadeira de ex-líder, que ocupava naquela altura, Sá Carneiro preocupava-se com a repercussão que as medidas pedidas ao país trariam para ao consumo privado quando “o problema do consumo é sobretudo o de excesso de consumo público. Aí devia pois incidir especialmente a austeridade. Mas é o contrário que se tem visto”, dizia.” Insiste-se cada vez mais na austeridade para os particulares, aumentam-se os impostos e os preços sobem em flecha, mas vemos que a Administração Pública, a Presidência da República e o Governo gastam cada vez mais”, rematava.
O PSD de Passos Coelho
Social-Democrata
O tempo político é outro e o posicionamento do partido na era Passos Coelho riscou o socialismo da sua definição. Aliás, para Passos os valores sociais-democratas rejeitam “os ismos que em nome de ideologias sacrificam as pessoas e promovem a existência de uma burocracia sem rosto”. A ideia central da social-democracia actual é o indivíduo e a iniciativa individual, com liberdade “no espaço público, na actividade económica, na vida privada, no exercício pleno da cidadania”. Para Passos, o socialismo é apenas e só o outro lado da barricada política.
Liberalismo
Em Abril de 2008, Pedro Passos Coelho afirmava-se claramente “um liberal”. “Não tenho medo das palavras. Eu sou um reformista e um liberal. Não sou de direita nem sou de esquerda. Acredito nas pessoas e na sua iniciativa e acredito que são as empresas que criam riqueza, criando emprego e criando valor”. Passos disse ao que vinha: “O Estado tem um peso excessivo na economia” e só deve estar onde os privados não querem ou não podem.
Conta com o CDS
Mesmo depois de se demarcar do partido então liderado por Freitas do Amaral, foi Sá Carneiro o primeiro a inaugurar as coligações com o CDS, quando avançou para a coligação pré-eleitoral Aliança Democrática. Passos Coelho, na campanha de 2011, constata a história e não ataca o CDS. “Há muitos anos a esta parte o PSD e o CDS têm vindo a apresentar convergências e até de governo”. No debate com Paulo Portas antes das eleições, Passos foi suave e conciliador: “O PSD contará sempre com o CDS para governar, mesmo que tenha maioria absoluta”. Não teve e a história repetiu-se mais uma vez.
Acesso à educação
É a polémica mais recente do actual governo. Em entrevista à TVI, Passos considerou que a Constituição premitiria mais alterações às funções do Estado na área da Educação e da Saúde. E quanto ao ensino disse mesmo que havia “margem de liberdade” para Portugal “poder ter um sistema de financiamento mais repartido entre cidadãos e a parte fiscal directa que é assegurada pelo Estado”. A ideia custou caro ao primeiro-ministro que nos dias seguintes se viu confrontado com um coro contra os co-pagamentos da educação. O governo ficou a braços com muitas explicações e ainda há dois dias, a partir de Cabo Verde, Passos teve de dar garantias de que a ideia estava fora de planos pelo menos para o ensino obrigatório. “Não é possível, em termos de ensino obrigatório, criar taxas desta natureza”, disse. Mas a semente ficou lançada” (texto das jornalistas do Jornal I, Ana sá Lopes e Rita Tavares, com a devida vénia)
A dimensão do desemprego espanhol
Os números do desemprego em Espanha estão a assumir proporções assustadoras. Veja as comparações e perceba a dimensão do problema Espanhol (Dinheiro Vivo)
...mas Durão Barroso recusa responsabilidade do seu governo na situação do país!
Segundo o Expresso, "Durão Barroso rejeitou responsabilidade do seu governo na grave situação financeira a que Portugal chegou e deixou em aberto um regresso à vida política portuguesa depois de terminar o mandato como presidente da Comissão Europeia. "No ano em que eu concluí o meu mandato [de primeiro-ministro português, em 2004], conseguimos por o défice nos valores desejados, a menos de 57 % do PIB, (...) E agora, quando Portugal pediu o programa, estava em 107% do PIB. Alguma coisa se passou", disse José Manuel Durão Barroso em entrevista à SIC. "Portanto, há responsabilidades, e temos de as assumir como país, mas atenção: não foi o meu governo que criou esta situação muitíssimo grave", acrescentou. Questionado sobre se pretende regressar à política ativa em Portugal depois de terminar o segundo mandato como presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso assegurou que não tomou "nenhuma decisão" e recusou "fazer especulações". "O futuro a Deus pertence. Há muitas coisas que não dependem de nós e, sobretudo, não podemos ter a pretensão de controlar o futuro", afirmou.
Durão Barroso espera que Portugal não peça condições iguais às da Grécia
O presidente da Comissão Europeia afirmou esperar que Portugal não reclame a aplicação do princípio de igualdade para obter as mesmas condições da Grécia, porque isso faria baixar a confiança dos investidores em Portugal. "O princípio está lá e pode ser eventualmente aplicado. Espero que Portugal não chegue a uma situação como a da Grécia, em que tenha que aplicar essas mesmas condições, que já são vistas como de um país que não foi capaz de cumprir o programa. É isso que Portugal quer?", questionou. Durão Barroso frisou que o objetivo de Portugal "é voltar aos mercados" no final de 2013 e que a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional consideram que "isso é possível", dado o "comportamento notável" de Portugal no cumprimento do programa. "É notável como, em tão pouco tempo, Portugal conseguiu distinguir-se de uma situação como é a da Grécia, porque, no inicio, a tendência dos investidores era pôr Portugal exatamente na mesma categoria da Grécia", disse. "Portugal vai cumprir este programa, a Grécia está a negociar um segundo programa (...) porque o primeiro não funcionou", frisou. Durão Barroso salientou que "lutou pelo princípio da igualdade", mas sublinhou que a situação dos dois países "é de facto muito diferente" e embora haja "a possibilidade de conseguir uma equiparação das condições", isso não é desejável. "Estamos a lidar com um problema que também é de confiança. Portugal está a conseguir, apesar das dificuldades, nomeadamente o desemprego, que é, a meu ver, o primeiro problema. Portugal está a conseguir reganhar, a pouco e pouco, a confiança dos investidores", disse"
Em entrevista à RTP Guterres assume parte da responsabilidade pela situação do país...
António Guterres assume alguma responsabilidade pela situação em que o país se encontra. O antigo primeiro-ministro aceitou o desafio da RTP para uma entrevista e explica por que impulsionou a compra dos submarinos (veja aqui o vídeo da RTP sobre este tema)
António Guterres explica opção por submarinos
António Guterres assume alguma responsabilidade pela atual situação do país. Numa entrevista à RTP, o antigo primeiro-ministro reconhece que todos os ex-chefes de governo têm culpa por Portugal não ter conseguido um melhor nível de desenvolvimento. Guterres explicou também que foi "convencido" de que, para renovar a marinha devia comprar os submarinos (veja aqui o vídeo da RTP sobre esta notícia)
Antena 1: entrevista a Frederico Duarte Carvalho
A queda do Cessna na freguesia de Camarate a 4 de Dezembro de 1980, que vitimou o então primeiro-ministro, Sá Carneiro, o ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, e todos os passageiros e tripulação, foi provocada por um atentado. A convicção é do jornalista Frederico Duarte Carvalho, autor do livro “Camarate – Sá Carneiro e as Armas para o Irão”, que recorda que a Assembleia da República já reconheceu isto em 2004. Frederico Duarte Carvalho afirma que começou a investigar o caso Camarate no dia seguinte à queda do avião e revela alguns dos passos que foi seguindo nesta investigação, que lança pistas sobre ligações entre este acidente e um negócio de venda de armas que nunca foi investigado. Nesta entrevista conduzida pelo jornalista Ricardo Alexandre, Frederico Duarte Carvalho defende que Marcelo Rebelo de Sousa não pode continuar a dizer que o atentado era destinado a Adelino Amaro da Costa sem estar a mentir, tendo em conta aquilo que é revelado por este livro (oiça aqui a entrevista)
Antena 1: entrevista a Adelino Gomes
Uma tese de doutoramento e os conhecimentos de mais de 40 anos de ofício de Adelino Gomes resultaram recentemente no livro “Nos Bastidores dos Telejornais - RTP, SIC e TVI”, que é produto também de um trabalho de observação nas redações dos três canais generalistas portugueses. No dia em que o antigo provedor do ouvinte da rádio pública apresenta o resultado do projeto “Carta de Princípios do Jornalismo na Era da Internet”, Adelino Gomes recorda à Antena1 a sua experiência mais recente nos bastidores dos telejornais da RTP, SIC e TVI. Nesta entrevista conduzida pelo jornalista Ricardo Alexandre, Adelino Gomes afirma que os alinhamentos dos telejornais são preparados segundo critérios jornalísticos, mas podem ser destruídos durante a emissão, devido à obsessão pela concorrência a que os jornalistas não são capazes de resistir, mesmo no serviço público. O autor e jornalista defende que a reflexão crítica é a melhor arma para combater o apelo da audiência e da concorrência, porque neste momento os jornalistas estão a falhar e não estão a ser responsáveis (oiça aqui a entrevista)
EUA querem enviar nova missão para Marte em 2020
Os Estados Unidos querem enviar uma nova missão para Marte em 2020 e, se tudo correr como o planeado, dentro das próximas duas décadas poderá haver uma missão tripulada. Para já, a NASA está a analisar as primeiras amostras recolhidas pela sonda "Curiosity", sendo que os primeiros resultados que chegaram do planeta vermelho não trazem sinais de vida.
Os 10 países mais corruptos do mundo
E se os países mais corruptos do mundo formassem uma associação criminosa? Os 10 países mais corruptos do mundo segundo os Sopranos (Dinheiro Vivo)
Apanhados...
Depois da popularidade dos apanhados brasileiros em que o fantasma de uma menina aparecia num elevador, agora é a vez de um morto... ganhar vida. O programa de Silvio Santos, da estação brasileira SBT, voltou a dar uns sustos de morte. Primeiro foi o fantasma da menina no elevador. Agora, o cenário é o mesmo, mas em vez de um fantasma, as pessoas ficam presas juntamente com um caixão. Este abre-se e o susposto morto cai. Seguem-se gritos, algum pânico, mas mesmo o que tentavam manter uma relativa calma, não aguentaram o que se seguiu: o morto ganhou vida. Só por uma vez o próprio autor dos apanhados acaba ele por ficar... apanhado. É que ao tentar sair do caixão, este caiu. Já com outras pessoas e para aumentar o pânico, até os funcionários da funerária também eles fingem entrar em pânico ao ver o morto mexer-se (DN)
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Menina Fantasma no Elevador
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Tiro no chefe
Alemanha: a prisão que não existia
Li na Sábado que “durante anos, a prisão de Hohenschönhausen em Berlim, na Alemanha, permaneceu na clandestinidade. O complexo, gerido pela Stasi (o Ministério para a Segurança do Estado, a polícia secreta da República Democrata Alemã), nunca surgiu nos mapas, mas sabe-se que os presos eram torturados. Entre 1951 e 1989 milhares de pessoas foram detidas nesta prisão, sobretudo dissidentes políticos. Alguns deles foram detidos pelas autoridades quando tentavam passar para a Alemanha Ocidental. A maioria foi submetida a duros interrogatórios. Philipp Lohöfener, o fotógrafo que retratou o local, disse em entrevista à ‘Wired’: “Quando se entra naquelas salas, não é apenas a experiência visual que é assustadora: o cheiro e o som dos passos também. É um sentimento desconfortável”.
À terceira, cartéis de droga mataram a mulher que os desafiou
Segundo a revista Sábado, “o corpo de Maria Santos Gorrostieta foi encontrado numa berma de estrada. Deixa três filhos, mas já é uma heroína no México. Quando em 2008 assumiu o cargo de presidente da câmara de Tiquicheo e fez da luta contra os cartéis de droga uma bandeira do seu mandato, Maria Santos Gorrostieta sabia que estava provavelmente a assinar a sua sentença de morte. Com apenas 32 anos e uma carreira recente como médica, Gorrostieta não se atemorizou com os 20 políticos já assassinados pelos cartéis na guerra civil que assola as regiões fronteiriças do México com os Estados Unidos e que já causou a morte a 60 mil pessoas nos últimos 6 anos. A primeira tentativa foi em Outubro de 2009. Gorrostieta ia no carro com o marido quando sofreu uma emboscada de várias homens armados. Ele morreu, ela sobreviveu. Em Janeiro de 2010, nova tentativa com o mesmo método. Foi baleada várias vezes, mas voltou a sobreviver. Gorrostieta fez questão de mostrar as marcas no corpo para que todo o México visse a brutalidade dos cartéis. As suas declarações foram um novo acto de desafio: “Não me posso render quando tenho três filhos, que tenho de educar pelo exemplo, e também em memória do homem da minha vida, o pai dos meus três pequeninos, que me ensinou o valor das coisas e a lutar por elas.” No dia 14 de Novembro, Gorrostieta foi dada como desaparecida. O corpo (com sinais de tortura e queimaduras) foi encontrado numa berma de estrada. O segundo marido está desaparecido”.
Earth at Night
This view of Earth at night is a cloud-free view from space as acquired by the Suomi National Polar-orbiting Partnership Satellite. A joint program by NASA and NOAA, Suomi NPP captured this nighttime image by the day-night band of the satellite's Visible Infrared Imaging Radiometer Suite VIIRS. It combines the Earth at night view created by NASA's Earth Observatory with data processed by NOAA's National Geophysical Data Center with the EO Blue Marble: Next Generation.
Milhares de pessoas pedem reforma antecipada para escapar às penalizações
O Governo garante que todos os pedidos de reforma entregues até aos últimos dias do ano serão abrangidos pelas regras atuais. Milhares de pessoas estão a pedir a reforma antecipada para escapar às penalizações do próximo ano. Os serviços do estado estão sobrelotados e havia o risco de alguns processos passarem para o ano seguinte em que as reformas serão ainda mais baixas
Crédito malparado ultrapassou os cinco mil milhões de euros em outubro
Li no site da SIC que "os créditos de cobrança duvidosa concedidos a particulares ultrapassaram os cinco mil milhões de euros, em outubro, dos quais cerca de metade são relativos à compra de habitação, segundo as estatísticas do Banco de Portugal. Dos cinco mil milhões de euros de créditos por cobrar em outubro, 2,2 mil milhões eram correspondentes a habitação, 1,5 mil milhões relativos ao consumo e 1,3 destinados a "outros fins", com o rácio de crédito vencido a atingir os 4,1%. Em setembro, o malparado das famílias chegava aos 4,99 mil milhões de euros. Também as empresas revelaram em outubro mais dificuldades em pagar os seus empréstimos com os incumprimentos a chegarem aos 10,7 mil milhões de euros, acima dos 10,3 mil milhões registados no mês anterior. As empresas de construção e o setor do comércio e reparação automóvel representam mais de metade deste crédito malparado: 5,5 mil milhões de euros. A percentagem de crédito vencido às empresas subiu de 28,4% em setembro para 28,4% em outubro".
Autoridades fiscais investigam esquemas que permitem às multinacionais fugir aos impostos
A evasão fiscal custa todos os anos milhões de euros aos estados-membros da União Europeia. As autoridades fiscais estão, por isso, atentas sobretudo a grandes empresas norte-americanas com grande faturação na Europa e que praticamente não pagam impostos. Multinacionais tecnológicas como a Google, a Apple, o Facebook e a Amazon estão a ser investigadas por fuga aos impostos.
Marques Mendes aconselha ministros a usar a afetividade em vez da frieza tecnocrática
Luís Marques Mendes aconselha os ministros do Governo a usarem mais a afetividade e pedagogia no discurso e menos frieza tecnocrática. Depois das duras críticas que fez ao ministro das Finanças, o ex-líder do PSD lembrou, hoje, na universidade política do PSD, que há várias maneiras de dizer o mesmo.
Viva o regabofe da bandalhice
Desde que entrou em funções, o Governo já criou quase uma centena de grupos de trabalho e de comissões técnicas e nomeou 830 pessoas.
Cada vez mais famílias com dificuldades em pagar despesas essenciais
As famílias portuguesas têm cada vez mais dificuldades em pagar despesas essenciais e já devem 49 milhões de euros em luz e gás. Na maior parte dos casos, o abastecimento foi cortado o que deixou muitos os agregados em situação ainda mais dramática.
Exclusivo "Económico": Plano B para 2013 tem cortes de 830 milhões
Garante o jornalista do Económico, Luís Pires, que "se a execução orçamental derrapar, o Governo vai recorrer a medidas que se inserem no âmbito da reforma do Estado. Algumas das medidas a aplicar no âmbito da reforma do Estado deverão ter impacto já em 2013. O Governo assume isso mesmo no Orçamento do Estado e o primeiro-ministro já disse que o "plano de contingência" do Governo para o próximo ano, caso a execução orçamental não corra como previsto, inclui medidas que se inserem nos cortes estruturais de despesa. A primeira referência a um plano de contingência para o próximo ano surgiu no relatório da Comissão Europeia sobre a quinta avaliação ao programa português, publicada no dia 11 de Outubro. No documento, Bruxelas apontava que, além das medidas de consolidação previstas, o Governo iria preparar "medidas de contingência do lado da despesa", caso o aumento da receita fiscal previsto no OE/13 saísse furado, como aconteceu este ano - recorde-se que a derrapagem na receita tornou impossível atingir a meta do défice originalmente prevista para 2012, de 4,5% do PIB, obrigando à revisão da mesma para 5% do PIB. A 30 de Outubro, no Parlamento, no primeiro dia do debate na generalidade do OE/13, Passos Coelho admitiu a existência desse plano B e quantificou-o: vale 0,5% do PIB, ou seja, cerca de 830 milhões de euros. "O Governo está na disponibilidade de adoptar medidas de contingência no valor de 0,5% do PIB", disse então, em resposta ao deputado Honório Novo, do PCP, que questionou a referência de Bruxelas a um plano B do qual o Executivo ainda não tinha falado. Além das medidas que ficam na gaveta para o caso de alguma coisa correr mal, o Governo assume que uma parte dos cortes com que está a contar para reduzir o défice no próximo ano - de 5% do PIB para 4,5% do PIB - também se inserem no âmbito da reforma do Estado. Recorde-se que o Governo inscreveu no OE/13 medidas de aumento da receita na ordem dos quatro mil milhões de euros, às que se somam um esforço de 2,7 mil milhões do lado da despesa - que na prática significam um corte de apenas 1.025 milhões, já que é preciso descontar o impacto da devolução de um subsídio aos funcionários públicos e de 1,1 aos pensionistas. E o documento frisa que as medidas do lado da despesa "fazem parte do processo em curso de identificação de cortes estruturais". Nesse sentido, o Executivo já assumiu que os ganhos de eficiência "de pelo menos quatro mil milhões de euros" nas funções do Estado serão distribuídos por 2013 e 2014. Ainda não especificou nem calendarizou as medidas, remetendo essas informações para Fevereiro, após a conclusão da sétima revisão ao memorando de entendimento com a ‘troika".
Exclusivo "Económico": Segurança Social e Educação suportam 85% da reforma do Estado
Segundo a jornalista do Económico, Márcia Galrão, "Vítor Gaspar pediu corte de mil milhões de euros na Educação e 2.700 milhões na Segurança Social. Segurança Social e Educação são as funções sociais do Estado que vão suportar a maior fatia do corte de 4,4 mil milhões de euros que o Governo tem de fazer no âmbito da reforma do Estado. Ao que o Diário Económico apurou, só nestas duas áreas, o Ministério das Finanças definiu uma redução de cerca de 3.700 milhões de euros, o que corresponde a 85% do total do corte na despesa. A Saúde também será chamada a contribuir, mas apenas com um corte de cerca de 180 milhões. Às áreas da Justiça, Defesa e Administração Interna caberá uma fatia de 500 milhões de euros, como tinha já sido confirmado publicamente pela ministra Paula Teixeira da Cruz. No total, chegar-se-á a cerca de 4,4 mil milhões de euros, um valor ligeiramente superior aos quatro mil milhões inicialmente anunciados pelo primeiro-ministro. O grosso destas reduções está previsto para 2014, mas uma parte (832 milhões de euros) poderá avançar já no próximo ano (ver texto ao lado). Estes números fazem parte de um ‘draft' que o ministério de Vítor Gaspar enviou a cada um dos ministros de Passos, após a avaliação feita pelo Banco Mundial e pelo FMI. A partir desta base de trabalho, cada tutela terá de encontrar medidas de corte na despesa para cumprir os valores indicados. O plano final têm de ficar fechado até Fevereiro, altura da próxima avaliação da ‘troika'. O Diário Económico sabe que nos ministérios mais afectados, os cortes são vistos como "muito difíceis" de alcançar.
A Segurança Social é a função do Estado mais afectada, chamada a cortar 2.800 milhões de euros, sendo que essas reduções afectarão não só as prestações sociais (da responsabilidade do ministério de Mota Soares), mas também as pensões pagas pela Caixa Geral de Aposentações e ADSE, duas matérias na órbita das Finanças. Recorde-se que apenas 2,3% das pensões acima de 1.350 euros são responsabilidade do ministério da Segurança Social. As chamadas "pensões douradas" estão praticamente todas a cargo das Finanças, sendo que será aqui que o Governo terá maior margem para intervir. Também na ADSE, a ‘troika' obriga a cortes progressivos na despesa para que este subsistema de saúde dos funcionários públicos se torne auto-sustentável em 2016. Na entrevista à TVI, na semana passada, Passos Coelho tinha já deixado claro que as prestações sociais e os salários iam ser os principais afectados pelos cortes. "Eu tenho de ser sério nisto. 70% da nossa despesa é em prestações sociais e despesas com pessoal. Parece-me evidente que vamos ter de cortar nestas rubricas", sublinhou o primeiro-ministro, acrescentando: "É difícil rever despesa do Estado sem rever prestações sociais e salários".
Também a Educação - cujo corte definido por Gaspar ascende a mil milhões de euros - foi apontada pelo chefe do Governo como uma área com "alguma margem de liberdade" para repartir o esforço da refundação do Estado. Depois da polémica dos co-pagamentos no ensino, que o primeiro-ministro veio mais tarde afastar, o Governo pondera três cenários para reformar o sector: o cheque-ensino, a revisão dos contratos de associação ou a concessão de escolas públicas a privados. A Segurança Social e a Educação foram exactamente apontadas por Abebe Selassie, chefe da missão da ‘troika', como áreas onde o investimento público é demasiado elevado para os resultados que se obtêm: "[na Educação] o dinheiro gasto e o número de professores por aluno tendem a ser muito elevados, mas nos resultados obtidos vocês estão na média ou até abaixo relativamente aos países de referência", afirmou em entrevista ao Dinheiro Vivo. Quanto à Segurança Social deixou o aviso: "Portugal precisa de pensar melhor como pode equilibrar o sistema de pensões".
Contactado, o Ministério das Finanças não respondeu até ao fecho da edição. Recorde-se, contudo, que Vítor Gaspar, já disse que as "áreas prioritárias" para "cortes substanciais na despesa" serão "prestações sociais, educação e segurança (ao nível da administração interna e defesa)". O ministério da Saúde não reconhece o corte de 180 milhões de euros no sector, contudo fonte oficial do gabinete de Paulo Macedo diz que o valor "é bastante comedido e não compromete a continuação do Serviço Nacional de Saúde universal e tendencialmente gratuito, nem afecta o acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde".
Espaço: Apollo 17: câmara fotográfica de astronauta ficou na lua até hoje
Segundo o DN de Lisboa, num texto da jornalista Aldara Rodrigues, "o comandante da última missão do projeto Apollo deixou a sua câmara fotográfica na lua há 40 anos atrás, na esperança de que um dia alguém a trouxesse de volta. Eugene Cernan foi o último homem a caminhar na lua. Depois de 40 anos, a sua câmara fotográfica continua no mesmo sítio onde foi deixada, com a lente apontada para o espaço, diz o site do jornal britânico 'The Telegraph'. A câmara, uma 'Hasselbblad', usada para captar muitas das imagens da missão, foi deixada para trás na esperança de que um dia futuros astronautas a trouxessem de volta. O facto de ter sido deixada com a lente a apontar para o espaço não foi ao acaso. O objetivo era que a lente absorvesse radiação cósmica de modo a que, futuros astronautas, pudessem medir o nível da mesma. Este seria o último experiência da missão de 1972, diz o site do jornal britânico 'The Daily Mail'. O anúncio foi hoje feito pelo próprio Cernan, no 40.º aniversário da missão Apollo 17, a última do projeto. Atualmente com 78 anos, o astronauta expressou a sua tristeza pelo facto de as suas pegadas serem as últimas deixadas na superfície lunar, diz o mesmo jornal. Após a missão de Cernan e da sua equipa, mais três missões estavam previstas. No entanto acabaram por não se realizar devido a cortes orçamentais. O astronauta acabou por admitir que ter deixado a sua câmara pode não ter sido uma boa ideia. "Eu deixei a minha Hasselblad lá com as lentes apontadas para o zénite, sendo a ideia um dia alguém a trazer de volta e descobrir o nível de deterioração que a radiação solar cósmica causou à lente", afirmou, citado pelo 'The Daily Mail'. O astronauta afirmou ser importante regressar à lua mas, antes, convém "criar lá uma base para podermos usar técnicas de propulsão mais avançadas", cita o mesmo jornal.A câmara continua até hoje no mesmo lugar"
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Jornalismo: o “FT Deutschland” vestiu-se luto no último dia em que foi para as bancas
Segundo o Jornal de Negócios, "12 anos de resultados negativos ditaram o encerramento do jornal alemão que foi lançado numa parceria entre o Financial Times e um grupo de media alemão, que actualmente é dono da publicação. A crise do sector dos media também se faz sentir na maior economia da Zona Euro, pressionando as receitas de circulação e de publicidade. O "Financial Times Deutschland" ("FTD") pintou-se de preto no último dia em que vai para as bancas. O luto pontua a última edição de um jornal que sempre apresentou resultados a vermelho: ao longo dos 12 anos de existência nunca teve resultados positivos. "Preto, finalmente", é a manchete da publicação que se faz notar pela cor salmão das suas páginas. A edição "on-line" do recorda as várias histórias que foram avançadas pelo jornal, em primeira mão. O "FT Deutschland" foi lançado no ano 2000 pela Pearson, que edita o "Financial Times" londrino, e o grupo de media Bertelsmann Gruner & Jahr, tendo apostado desde o início em recorrer a fontes não identificadas para dar notícias sem ter de recorrer aos canais oficiais de empresas e governos, refere a Bloomberg. A chanceler alemã Angela Merkel expressou as suas condolências e apelou para que o sector da imprensa escrita mantenha a moral em alta. "Considero a imprensa escrita muito importante", disse Merkel, numa declaração citada pelo britânico "Financial Times". Depois da fundação no ano 2000, , em 2003, a Pearson viria a abandonar a sociedade que lançou o "FTD" e o jornal passou a ser uma publicação independente. Além do nome, só a cor a unia ao homónimo britânico. "Os tempos estão difíceis e não é um segredo que o negócio de alguns jornais está a atingir um fundo", disse o analista do Informa Media & Telecoms, Nick thomas, citado pela Bloomberg. "A transição para o digital tem sido lenta e as receitas da edição ‘on-line’ não existem", sintetizou. A assinalar a última edição, o jornal deixou cair as letras N, A, C e I do nome, ficando apenas "Final Times".
Jornalismo: "Não importa o que é que o fotógrafo fez; o que é que nós faríamos?"
"A fotografia de um homem encurralado na linha do metro momentos antes de morrer esmagado pelo comboio que avança na sua direcção está a motivar um intenso debate em Nova Iorque: por que é que num dos sistemas de transportes públicos mais frequentados do mundo, ninguém tentou ajudar o homem? A imagem, publicada na terça-feira na primeira página do New York Post, mostra um homem a tentar escapar do fosso do metro de Nova Iorque. De acordo com testemunhas que se encontravam no local no momento do acidente, havia outras pessoas na plataforma, mas a fotografia não inclui mais ninguém, além da vítima, Ki-Suck Han, de 58 anos, que caiu na linha de metro depois de ter sido empurrado. "Depois de empurrão fatal no metro, a pergunta: Não havia heróis?", foi o título de um artigo no New York Times um dia depois do acidente. "A fotografia de um homem sozinho numa linha do metro numa das cidades mais populosas do mundo vem lembrar que, quando alguma coisa má acontece, quase sempre dependemos apenas de nós próprios", lamentou o jornalista demedia daquele jornal, David Carr. Não é a primeira vez que um caso destes acontece em Nova Iorque e o homem suspeito de empurrar Ki-Suck Han, um mendigo de 30 anos que terá tido uma altercação com a vítima momentos antes, já foi detido pela polícia. Mas as circunstâncias deste caso estão a ser tema de discussão porque um fotógrafo estava na estação de West 49th Street e 7th Avenue, no momento do acidente, e tirou fotografias. O New York Post, um tablóide local que pertence a Rupert Murdoch, publicou as imagens na sua edição de terça-feira, nomeadamente na primeira página, com o título: "Empurrado para a linha de metro, este homem está à beira de morrer." No pé da página, em letras garrafais, lê-se "CONDENADO". A publicação e tratamento das imagens provocaram uma onda de críticas recriminatórias ao New York Post, que foi acusado de mau gosto e de ter ultrapassado os limites da ética jornalística. "O Post explorou a morte de alguém para obter o máximo efeito comercial", escreveu Carr. O fotógrafo freelance que captou as imagens, R. Umar Abbasi, tem estado no centro das críticas por ter tirado fotografias em vez de tentar ajudar Ki-Suck Han. Em entrevistas e num artigo publicado no site do New York Post, ele tem repetido que estava demasiado longe para poder alcançar o homem. "Não me posso deixar abalar pelos críticos de bancada. Eles não estavam lá. Eles não fazem ideia do quão depressa tudo se passou. Eles não sabem o que é que teriam feito", escreveu. "O que é triste é que havia pessoas próximo da vítima que viram e não fizeram nada." Abbasi diz que não fez as imagens propositadamente, mas disparou a câmara e o flash várias vezes para tentar alertar o condutor do comboio. Barbie Zelizer, professora de jornalismo na Annenberg School for Communication da Universidade da Pensilvânia, defende a decisão de publicar as imagens. "Já vimos debates como este antes, em que o fotógrafo e a publicação são recriminados pela natureza difícil do que está a ser retratado", diz ao PÚBLICO.
Jornal e fotógrafo não passam de bodes expiatórios dos nossos "sentimentos não resolvidos em relação ao que as imagens noticiosas devem mostrar". Isto é, "nós aceitamos imagens explicitamente violentas o tempo todo, na televisão, no cinema, na Net. Mas não somos capazes de ver imagens de violência nas notícias, quando as notícias são precisamente a plataforma encarregada de nos mostrar o que acontece no mundo", nota Zelizer, autora do livro About to Die: How News Images Move the Public. "Temos de exigir das imagens o mesmo que exigimos das palavras. Ou seja: este acto violento aconteceu, isto é notícia, não gostaríamos de ser informados sobre isto num texto? Se tem valor noticioso para ser relatado num texto, também tem valor noticioso para ser mostrado em fotografias", diz. E, como escreveu David Carr no New York Times, a imagem publicada pelo Post convida à auto-reflexão. "Não importa o que é que o fotógrafo fez; o que é que nós faríamos?" (texto da jornalista Kathleen Gomes no Publico, com a devida vénia)
La crisis también golpea al fútbol alemán: el Alemannia Aachen, en bancarrota...
Li no ABC que “a punto de cumplir 112 años, el Alemannia Aachen vive los peores momentos de su historia por culpa de un agujero en las cuentas que obligará al club a declararse insolvente y bajar así a la Regionalliga, cuarta división del fútbol germano. Los intentos por salvar al Alemannia resultaron en vano, imposible para los gestores manejar algo más de cuatro millones de euros de deuda. «La pérdida mensual sería cada vez mayor, la quiebra es inevitable», explicaba este viernes el abogado del club en una sala de prensa blindada por la policía porque medio centenar de hinchas intentaban entrar por la fuerza. «Es el peor día en la historia del club», acertaba a explicar Meino Heyen, presidente del club. El Alemannia Aachen se fundó en 1900 por un grupo de 18 estudiantes de la ciudad de Aachen que colocaron delante del nombre de la ciudad el nombre en latín de Alemania, en parte como signo nacionalista (Aachen se encuentra junto a la frontera con Bélgica y los Países Bajos) pero también para diferenciarse del Aachen FC.
Un Segunda en la UEFA
El Alemannia es un clásico de la segunda división alemana que ha disfrutado de un par de momentos de postín, imborrable por ejemplo el recuerdo de los sesenta cuando el equipo logró el subcampeonato de la Bundesliga a solo ocho puntos del Bayern de Gerd Muller, aunque la temporada siguiente el equipo se hundió al recibir 83 goles y lograr solo un punto lejos de su estadio en Aquisgrán. La segunda etapa dorada le llegó al Alemannia en la temporada 2003-04 al plantarse en la final de la Copa tras derrotar al 1860 Múnich, Bayern y Borussia Mönchengladbach. Aunque el equipo de Aquisgrán perdió la final con el Werder Bremen se ganó el derecho a ganar la UEFA el año siguiente y, todavía en Segunda, llegó hasta los octavos de final.
El drama del nuevo estadio
Dos temporadas más tarde el equipo logró ascender a la Bundesliga, lo que mejoró todavía más sus cuentas pese a que no fue capaz de mantener la categoría. El club se aventuró entonces a cambiar su viejo estadio por un recinto moderno a la altura de los tiempos. El sueño se tornó pesadilla porque los resultados dejaron de acompañar y pagar los 50 millones de euros del estadio se convirtió en misión imposible. El Ayuntamiento echó una mano en 2010 pero la deuda no ha dejado de crecer. «Habríamos acabado la temporada con un déficit de dos cifras. No hay dinero en la caja, no podemos capear la situación durante más tiempo», subraya el abogado para conmoción de los futbolistas y aficionados. «Todavía no he digerido la situación, debemos permanecer unidos», explica Uwe Scherr, director deportivo del equipo. El Alemannia Aachen se declarará en bancarrota oficialmente la próxima semana, lo que derivará en su descenso automático según las normas de la Federación Alemana (DFB). La solución será pedir una licencia para jugar en la cuarta división presentando un plan de solvencia. Solo así el Aachen podrá celebrar el próximo 16 de diciembre su 112 cumpleaños”.
La UE lanza un plan contra los paraísos fiscales y anuncia un NIF europeo
Segundo o El Confidencial, “la crisis aguza el ingenio. La UE anunció ayer un plan de lucha contra el fraude fiscal con un objetivo: pinchar la enorme bolsa de dinero negro que recorre Europa, y que, según sus cálculos, podrían alcanzar el billón de euros. O lo que es lo mismo, una cantidad similar al PIB de España, la quinta economía del continente. El plan fue presentado ayer por el comisario Algirdas Semeta, responsable de fiscalidad, y la primera Recomendación prevé la adopción en la UE -más allá de las medidas internacionales actuales- de una “posición de fuerza contra los paraísos fiscales”. Para lograrlo, se pretende utilizar criterios comunes, por lo que se invita a los Estados miembros a “identificar esos paraísos y a introducirlos en unas listas negras nacionales”. La Recomendación incluye medidas específicas para convencer a esos países no miembros de la Unión Europea de la necesidad de aplicar las normas de gobernanza que rigen en la UE. Con la segunda Recomendación se pretende abordar el asunto de la “planificación fiscal agresiva”, en palabras de la Comisión. Y en este sentido se proponen diferentes vías para corregir los tecnicismos y las lagunas legales que algunas empresas aprovechan para evitar el pago de lo que equitativamente les corresponde. Dicho en otras palabras de la Comisión, se trata de acabar con la operativa de aquellas empresas y particulares que cumplen la letra de la ley, pero no su espíritu. La Recomendación anima a los Estados miembros a reforzar sus convenios de doble imposición para evitar que puedan dar como resultado “una ausencia total de tributación”. Se les anima también a adoptar para la lucha contra las prácticas abusivas una norma general común que permita basar los impuestos en las actividades económicas reales y dejar de lado “cualquier montaje artificial” con el que se pretenda eludirlos. Entre las otras iniciativas que prevé el plan de acción presentado figuran la adopción de un código del contribuyente o la creación de un número de identificación fiscal de la Unión Europea, similar al que hoy tienen todos los contribuyentes españoles (NIF). Esto quiere decir que las Agencias Tributarias francesa o alemana podrían conocer en tiempo real las operaciones que realizara un español en sus países, lo que dificultaría la elusión de rentas. Igualmente, se propone la revisión de las disposiciones que establecen para la lucha contra las prácticas abusivas las directivas de la UE más importantes y el establecimiento de unas directrices comunes para rastrear los flujos de dinero. La UE, además, pretende acabar con lo que denomina “competencia fiscal perniciosa”, que permite a muchas empresas eludir el pago de impuestos. En los últimos años se han conocido casos como los de Google, Inditex o Starbucks, que se han aprovechado de legislaciones laxas como la de Irlanda para pagar menos impuestos. De ahí que se inste a los Estados miembros a que “den un nuevo impulso a los trabajos de elaboración del código de conducta de la UE en materia de fiscalidad de las empresas”. Y, en este sentido, se plantea identificar los casos en los que los países den un tratamiento fiscal excesivamente favorable para los no residentes, o acabar con los beneficios fiscales concedidos a pesar de la ausencia de cualquier actividad económica real.
Listas negras
Se estudia, incluso, la posibilidad de que la UE disfrute de un régimen sancionador similar contra el fraude fiscal y crear una web con información fiscal por países. En el caso de los paraísos fiscales, lo que se propone es que los 27 cuenten con una lista única y que, de forma unitaria, planteen una estrategia común para evitar que sigan siendo zonas opacas en materia de información tributaria. Con la creación de esas ‘listas negras’ de los Estados miembros se pretende socavar la reputación de una jurisdicción como socio internacional “confiable y reconocido”. Además, los Estados miembros estarían obligados a renegociar, suspender o incluso cancelar los convenios de doble imposición firmados con esos territorios. El plan de la UE es continuación de las iniciativas tomadas en las últimas cumbres del G-20 y de la OCDE, y también en el Consejo Europeo de marzo, donde los jefes de Estado y de Gobierno se comprometieron a ser más agresivos en la lucha contra el fraude fiscal. Es en este marco en el que entrará en vigor el próximo 1 de enero la Directiva sobre Cooperación Administrativa. En la actualidad, según los datos de la UE, las agencias tributarias nacionales cuentan con información compartida sobre bases imponibles equivalentes a unos 20.000 millones de euros. Esta información la intercambian los Estados miembros y cinco países fuera de la UE, entre ellos Suiza y Liechtenstein, así como diez territorios dependientes o asociados, incluyendo Jersey, Guernsey, la Isla de Man, las Islas Caimán y Aruba”.
La independencia de Cataluña tendría «efectos muy adversos» para las entidades financieras catalanas
Escreve o ABC que "podrían enfrentarse a «una fuga de depósitos» y les serían «imposible» financiarse en los mercados de capitales, según el Instituto de Macroeconomía y Finanzas. El Instituto de Macroeconomía y Finanzas (IMF), dirigido por David Taguas, ha advertido de que una hipotética independencia de Cataluña tendría unos "efectos muy adversos" para su sistema financiero, que irían desde la fuga de depósitos de las entidades catalanas hasta la imposibilidad de financiarse en los mercados de capitales y la suspensión de pagos o la quiebra. En un artículo realizado por el subdirector del IMF, Carmelo Tajadura, titulado 'La intermediación financiera ante la hipótesis de independencia de Cataluña', se afirma que en el caso más favorable, las entidades catalanas se verían sometidas a un "intenso debilitamiento" y a la división de su negocio, que mayoritariamente se encuentra fuera de Cataluña. En el peor de los escenarios, las entidades sufrirían una "ausencia absoluta de crédito, sin poder descartarse la suspensión de pagos o la quiebra". El estudio del IMF, de la Universidad Camilo José Cela, recuerda que en Cataluña existen actualmente tres entidades financieras en las que el poder de decisión se conserva dentro de esa región: Caixabank, Sabadell y Catalunya Banc. Estas tres entidades, sobre todo las dos primeras, tienen una fuerte presencia fuera de Cataluña. En concreto, señala el informe, Caixabank cuenta con más del 60% de su negocio fuera de Cataluña (en el resto de España) y el Sabadell, sobre todo tras la compra de CAM, "está en una situación similar". Según el IMF, Cataluña supone el 19,06% del total de crédito de España, casi tres puntos más que el 16,21% de los depósitos, mientras que los depósitos de Cataluña sólo suponen el 55% de los créditos. Además, resalta que "la brecha entre créditos y depósitos de Cataluña es la más elevada entre todas las comunidades autónomas: más de 150.000 millones, es decir el 76% del PIB de Cataluña". En esta situación, el instituto dirigido por David Taguas advierte que la hipótesis de independencia de Cataluña supondría "efectos muy adversos" para su sistema financiero. En primer lugar, indica que las entidades financieras catalanas podrían enfrentarse a una fuga de depósitos en el resto de España que "no podrían ser contrarrestados por el flujo contrario que podría también producirse, en Cataluña, desde el resto de entidades financieras a las entidades catalanas, como consecuencia fundamentalmente de la confianza en las grandes entidades Santander o BBVA". El IMF considera que "la sustitución a corto de esos fondos recurriendo a los mercados no sería nada fácil para Caixabank y Sabadell, que encontrarían serias reticencias para obtener financiación inmediata sustitutoria de esas fugas de depósitos, en un ambiente dominado por la incertidumbre".
Financiación vía BCE
En tercer lugar, pronostica que la transferencia de fondos hacia Cataluña a partir de los depósitos del resto de España dejaría de ser una fuente estable de financiación. Por ello, "las entidades financieras catalanas tendrían que reordenar su negocio y separar el negocio "catalán" del "español" sin transferirse fondos entre ambos". De la misma forma, según el análisis del IMF, el resto de entidades financieras españolas también debería ajustar sus transferencias de recursos entre el resto de regiones y Cataluña. "Si no lo hicieran, es seguro que serían forzadas a ello por la regulación y por la propia actitud de la clientela". El subdirector del IMF cree que la financiación para las entidades bancarias catalanas en los mercados "sólo podría resultar más difícil" e incluso en el caso de una independencia pactada, la reticencia de los mercados, ante el incremento de la incertidumbre, les haría retraerse, al menos a corto plazo. "En el caso de independencia unilateral, financiarse en los mercados se convertiría en absolutamente imposible para las entidades financieras catalanas a corto plazo", indica. Además advierte que "la financiación vía BCE (que, a 30 de junio de 2012, supone la considerable cifra de 65.500 millones de euros entre las tres entidades catalanas) se acabaría al salir Cataluña de la Unión Europea".
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