quarta-feira, agosto 01, 2007

Canárias: Tenerife

44 grados en Tenerife
Precisamente, el tiempo es el elemento que más está siendo vigilado en este momento por los respectivos coordinadores de los servicios contraincendios, sobre todo teniendo en cuenta que, en cuanto a las temperaturas se refiere, se van a mantener significativamente altas, como mínimo, hasta mañana martes, día en el que se prevé algún descenso mínimo sobre las altas temperaturas que ayer se registraron en toda la geografía insular. Sin ir más lejos, los vecinos de El Escobonal, en el municipio sureño de Güímar, se las desearon ante la climatología adversa, alcanzándose los 44 grados centígrados a primeras horas de la tarde de ayer. Esta tendencia de temperaturas muy altas mantenidas hacen temer que a los expertos que los incendios que se han declarado en el Archipiélago y que presumiblemente ya se encuentran controlados se reactiven por alguna circunstancia relacionada con la climatología (El Dia)

Canárias: Zapatero foi lá ver...

Zapatero anuncia un Consejo de Ministros extraordinario para aprobar ayudas a los damnificados por los incendios

El presidente del Gobierno, Jose Luis Rodríguez Zapatero, anunció este miércoles la celebración el próximo viernes de un Consejo de Ministros extraordinario y monográfico para aprobar un decreto ley con ayudas para los afectados por los incendios de Canarias y advirtió de que caerá todo el peso de la ley sobre los autores de los fuegos. En rueda de prensa conjunta con el presidente canario, Paulino Rivero, ambos se mostraron esperanzados en que a lo largo del día puedan declararse como controlados los grandes incendios que afectan a las islas. Rodríguez Zapatero, que se reunió en Tenerife con Rivero y con el presidente del Cabildo de Tenerife, Ricardo Melchior así como con los responsables del operativo contra incendios, anunció la próxima creación en Tenerife de una base de la Unidad Militar de Emergencias para lo cual el ministro de Defensa, José Antonio Alonso, viajará próximamente a la isla para decidir su ubicación, que probablemente será en el aeropuerto de los Rodeos. En su visita este miércoles a Canarias, el presidente del Gobierno viajó acompañado por el ministro del Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, y el secretario general de Comunicación, Fernando Moraleda. El presidente del Gobierno canario, Paulino Rivero, agradeció la presencia de Rodríguez Zapatero y anunció que las administraciones central y autonómica pondrán en marcha un plan conjunto contra la erosión en previsión de que posibles lluvias puedan multiplicar los efectos adversos que ya ha tenido el fuego. Rivero señaló que de las 8.000 personas desalojadas ayer, sólo 300 permanecen fuera de sus casas y confió en que si se mantienen las condiciones meteorológicas puedan darse por controlados los incendios en las próximas horas. Rivero y Rodríguez Zapatero coincidieron en que la coordinación entre las administraciones ha sido perfecta, lo que ha sido fundamental para que no se hayan producido daños personales. Leia tudo aqui.

Canárias: consequências incaluláveis

As associações ambientalistas consideram que os incêndios que já devastaram 35 mil hectares nas ilhas Canárias vão ter impactos "incalculáveis" na vida selvagem, especialmente para as espécies endémicas. O isolamento do arquipélago, a cem quilómetros da costa marroquina, faz dele um tesouro para os biólogos. Só a Gran Canaria alberga 50 por cento das espécies que apenas existem em Espanha."Qualquer coisa que destrua estas espécies pode ser absolutamente catastrófica", disse Peter Jones, biólogo conselheiro do Ministério do Ambiente espanhol. Leia aqui.

Lisboa: polémica sobre o preço das casas

A FEPICOP - Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas manifesta a sua frontal oposição ao teor da notícia hoje divulgada pelo "Jornal de Negócios", segundo a qual o novo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa teria aceitado diversas condições impostas pelo vereador eleito pelo Bloco de Esquerda para o estabelecimento de uma coligação no executivo camarário, de entre as quais avultaria a obrigação para os promotores imobiliários que operam na capital de venderem ou arrendarem 20 por cento dos seus empreendimentos novos a "preços controlados".Considerando que esta exigência "carece em absoluto de fundamentação legal", a FEPICOP defende que os municípios não têm competência para adoptar uma medida desta natureza, a qual só poderia ser decretada pelo Governo, integrada num novo enquadramento da política de solos e com as adequadas contrapartidas aos promotores. Leia tudo aqui no site da AECOPS. A coisa promete...

Aviacção: "Veja" não larga (II)

Já agora, a "Veja" publica aqui a transcrição do diálogo entre os dois pilotos do avião da TAM envolvido no acidente de Congonhas:

"A CPI do Apagão Aéreo na Câmara dos Deputados divulgou nesta quarta-feira uma versão traduzida da trancrição (em inglês no original) dos diálogos entre a cabine do Airbus A320 da TAM e a torre do Aeroporto de Congonhas. As conversas, registradas na caixa-preta do avião que caiu em São Paulo, mostram os últimos momentos do vôo 3054. A seguir, os principais trechos:
PILOTO 1: Está ok? Tudo certo?(PILOTO 2 diz que está tudo OK e pergunta onde será o pouso)
PILOTO 1: Eu acabei de informar.
PILOTO 2: Eu não ouvi, desculpe, ela falando.
PILOTO 1: Mas ela ouviu. Congonhas.
PILOTO 2: É Congonhas? Que bom. Ela deve ter ouvido, obrigado.
PILOTO 1: Lembre-se que temos apenas um reverso.
PILOTO 2: Sim, nós só temos o esquerdo.
(O avião se aproxima do aeroporto e e chama a torre)
PILOTO 1: Boa tarde.
PILOTO 2: Boa tarde
PILOTO 1: Torre de São Paulo, aqui é TAM 3054.
TORRE: TAM 3054, reduza a velocidade mínima para aproximação. O vento é norte 106.
PILOTO 1: Eu vou reportar quando estiver OK.
TORRE: Autorizado. (A 6.000 pés, trens de pouso são acionados; avião sobrevoa Diadema)
(Preparação para o pouso)
PILOTO 1: Aterrissando sem azul. Pista de chegada à vista, pousando.Um dos comandantes pergunta à torre sobre a condição da chuva, da pista, se ela está escorregadia.
PILOTO 1: TAM em aproximação final a duas milhas de distância. Poderia confirmar condições?TORRE: Está molhada e ainda escorregadia
TORRE: Eu reportarei quando a 35 estiver liberada. 3054 na final.(Torre informa sobre decolagem de outro avião)
TORRE: TAM 3054, 35 à esquerda. Autorizado para pousar. A pista está molhada e escorregadia. O vento é 330 a 8 nós.
PILOTO 1: 330 a 8, é o vento.
TORRE: Checado, 3054, 3054 roger. O pouso está liberado. O pouso está liberado.(Piloto automático é desligado)
TORRE: Inibido a descida para mim. Tira o sinal.
PILOTO 2: Um ponto agora. OK?
PILOTO 1: OK.TORRE: OK. Retardar, retardar. (Ruído do motor aumenta; som de toque na pista)
PILOTO 1: Reverso 1 apenas. Spoilers nada.
PILOTO 2: Olhe isso! Desacelera! Desacelera!
PILOTO 1: Eu não consigo, eu não consigo. Ó, meu Deus! Ó, meu Deus!
PILOTO 2: Vai! Vai! Vira! Vira! Vira!
(Som de batida)
TORRE: Ah, não.
(Som de gritos, voz feminina e batida)".

Há coisas que nem lembram ao diabo...

Nelson Piquet ficou sem carta e teve de voltar à escola de condução

O tricampeão mundial de Fórmula 1 acumulou várias multas e teve a licença para conduzir suspensa, até completar um curso de reciclagem. Durante uma semana, o antigo campeão do Mundo vai aprender noções de condução defensiva, primeiros socorros, relações interpessoais e código da estrada. Terminado o curso, tem de fazer um teste de 40 perguntas e responder certo a 70 por cento das questões. Só assim poderá voltar à estrada. Piquet faz o curso na companhia da sua mulher, Viviane, que que também superou o limite de infracções previsto, num sistema de pontos em que as multas que caad condutor tiver vão acumulando. O antigo piloto brasileiro encara a prova com «fair play». «O problema não é conduzir a alta velocidade, são multas em geral, parar em lugares em que não se pode, aeroporto, isto e aquilo. Eu acho que é válido», afirmou Piquet, citado pelo Terra (fonte: Maisfutebol)

Aviacção: "Veja" não larga

A revista brasileira "Veja" não larga o assunto e o povo manifetsa-se na rua contra a rebaldaria no sector. Hoje a publicação noticia que "nos últimos momentos do vôo 3054, os comandantes do Airbus A320 da TAM falaram sobre a pista escorregadia, o reverso travado e a dificuldade para frear o avião. As conversas entre os pilotos e a torre do Aeroporto de Congonhas foram divulgadas nesta quarta-feira em sessão da CPI do Apagão Aéreo na Câmara. "Lembre-se: nós só temos um reverso", diz um dos pilotos. "Sim, nós só temos o esquerdo", responde o outro. No fim da gravação, a caixa-preta registrou o desespero dos tripulantes. A CPI divulgou apenas as transcrições dos diálogos -- apesar de ter recebido da Aeronáutica um CD com as gravações, não foi possível reproduzir o áudio, que exige um programa de computador especial para ser ouvido. Os deputados decidiram então ler os trechos das conversas ouvidas na caixa-preta. As conversas mostram as últimas tentativas de parar o avião. Antes do pouso, fica claro que a tripulação sabia que um dos reversos estava travado e que a pista de Congonhas estava escorregadia. "Está tudo OK? Tudo certo?", pergunta um dos pilotos na descida, pouco antes de citar o problema no reverso. Mais adiante, o Airbus recebe autorização da torre para o pouso e ouve a ordem para redução de velocidade para aproximação da pista. Em seguida, um dos tripulantes pergunta à torre sobre a condição da pista, já que estava chovendo. "Está molhada e ainda escorregadia", responde a torre. Instantes depois, o pouso é liberado. A gravação mostra o som do toque na pista de Congonhas. Os momentos mais dramáticos da transcrição aparecem a seguir. "Reverso 1 apenas. Spoilers nada", diz um dos pilotos, já percebendo a impossibilidade de frear. "Olhe isso! Desacelera, desacelera", diz o outro. "Eu não consigo, eu não consigo! Ô meu Deus, ô meu Deus." O segundo piloto diz a frase ouvida por outra aeronave que estava na pista de Congonhas, relatada já no dia do acidente: "Vai, vai. Vira, vira, vira." É quando a gravação registra o primeiro som de batida -, além de gritos ao fundo.Mais dados - Na tarde desta quarta, a CPI do Apagão Aéreo realiza sessão fechada para discutir os dados da outra caixa-preta, que registrou os comandos da aeronave no momento do pouso. O relator da CPI, Marco Maia (PT-RS), disse que só as transcrições não tiram as dúvidas sobre o acidente. "Vamos precisar ainda cruzar os dados da caixa-preta de voz com a caixa de dados para que possamos definir os motivos do acidente. Ainda não dá para responsabilizar os pilotos ou o avião", afirmou ele".

Recomendo o site da revista, aqui.

Seguradoras também com pança cheia...

Sector segurador com melhor ano de sempre em 2006
O presidente da Associação Portuguesa de Seguros afirmou que o sector segurador alcançou o melhor resultado de sempre o ano passado ao atingir 708 milhões de euros de lucro, mais 55% comparativamente a 2005. «Estes resultados, se excluirmos as operações extraordinárias [relativas a ajustamentos contabilísticos de operações realizadas pelo grupo Espírito Santo na Tranquilidade], foram de 532 milhões de euros, mesmo assim, o melhor resultado recorrente de sempre», disse Jaime de Almeida, responsável da APS. E não se preocupe, porque segundo o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, este ano o sector segurador em Portugal «vai evoluir no mesmo sentido positivo ndo verificado em 2006. «O sector segurador em 2007, apesar de um conjunto diversificado de desafios, deverá apresentar uma tendência positiva que vai no mesmo sentido da verificada em 2006», disse Jaime d´Almeida na conferência de imprensa, em Lisboa, onde foram apresentados os resultados do sector relativos ao ano passado.

São Bento recusa filmagens de filme sobre Pinto da Costa

Ontem, terceiro dia de rodagem de ‘Corrupção’, os trabalhos arrancaram cedo na escadaria da Assembleia da República, em Lisboa. E cedo começaram os entraves às filmagens, ainda com poucos planos rodados sob a orientação do realizador, João Botelho. “Têm alguma autorização para filmar aqui?”, questionou o tenente-coronel Vítor Dias Rosa, supervisor da segurança da AR. A produção do novo filme inspirado no livro ‘Eu, Carolina’ reagiu prontamente e logo surgiu na mão daquele responsável um documento da Câmara Municipal de Lisboa a viabilizar a captação de imagens na via pública. Aliás, até ao momento da interrupção, elementos da PSP estavam mesmo encarregues do corte de trânsito na via, durante a filmagem de cada cena. “Estou farto de boicotes! Onde está a liberdade de expressão?”, perguntava, irritado, o cineasta, enquanto o director de produção da Utopia tentava resolver o impasse. “Podemos filmar até onde? O passeio também é deles?”, ironizava Botelho. “Quero a América aqui. Lá pode-se filmar o assassinato do Bush sem ninguém impedir!”. Leia tudo aqui.

Já agora, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social

Já agiora, porque falamos de portais, aproveito patra iunbformar que o Gabinete para os Meios de Comunicação Social entrou em funcionamento no dia 1 de Junho de 2007, substituindo o Instituto da Comunicação Social, nas suas atribuições e competências. Esta alteração enquadra-se no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE). O enredeço é este.

IVG: sabiam que...

Fiscalização sucessiva da lei do aborto pode demorar dois anos
Rui Moura Ramos do Tribunal Constitucional revelou que o tempo que demora a apreciação sucessiva de um diploma varia muito e «depende do volume de trabalho» dos juízes ou se existem muitos pedidos de fiscalização preventiva, esses têm prioridade e em alguns casos prazos. O Governo Regional da Madeira, liderado por Alberto João Jardim, recusa aplicar a nova lei da interrupção voluntária da gravidez enquanto o Tribunal Constitucional não se pronunciar sobre o diploma. Esta atitude foi criticada pelo primeiro-ministro, José Sócrates, numa entrevista à SIC: «Esse é um caso sério e considero-o inadmissível». A fiscalização sucessiva - que não impede a entrada em vigor da lei - pode ser solicitada ao Tribunal Constitucional por um décimo dos deputados (23), para que se pronuncie se determinada legislação, mesmo que já aprovada, promulgada e em vigor, está de acordo com a Constituição. No Palácio Ratton há algumas dezenas de pedidos de fiscalização sucessiva, entre eles à lei de Procriação Medicamente Assistida, entregue há vários meses, e que ainda não foi apreciado pelos juízes. Depois de chegarem ao tribunal, os pedidos são enviados para o gabinete do presidente do TC, que os distribui por um juiz, acompanhado de um memorando que indicia o sentido do acórdão, podendo o processo prolongar-se de seis meses a mais de dois anos. A nova lei do aborto entrou em vigor a 15 de Julho em todo o país, excepto na Madeira, onde o executivo liderado por Alberto João Jardim se recusa a aplicá-la até que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre a conformidade do diploma do governo socialista« (fonte: Sol), Recordo que será isto que a Assembleia Legislativa da Madeira vai solicitar, depois de hoje ter sido aprovado o pedido de um parecer a um especialista (Jorge Bacelar) na sequência da aprovação de uma resolução em plenário. Será que durante dois anos vamos ter novela? Já agora, e com base na informação do semanário Sol, deixo uma cronologia de algumnas das principais noticas relascionadas come ste tema, devidamente "linkadas":
28 JUL 07 Lei do aborto «está em vigor na Madeira»
28 JUL 07 83% em mobilidade especial são do Ministério da Agricultura
27 JUL 07 Cavaco apela ao diálogo entre governos nacional e regional
27 JUL 07 Ministro das Finanças recusa mais verbas para a Madeira
26 JUL 07 «Entendam-se!», responde Portas às afirmações do primeiro-ministro
26 JUL 07 Provedor quer esclarecer mobilidade especial na DGV
26 JUL 07 Jardim diz que Governo é que está em falta para com a região
26 JUL 07 Marques Mendes desdramatiza polémica da IVG suspensa na Madeira
26 JUL 07 Jardim recusa-se a «alimentar folhetim do aborto»
26 JUL 07 CDS-PP defende a intervenção dos tribunais no caso da lei do Aborto na Madeira
25 JUL 07 Resistência da Madeira é «inadmissível»
25 JUL 07 Governo já criou 41 mil postos de trabalho
25 JUL 07 Mobilidade especial atinge 900 funcionários públicos
25 JUL 07 Madeira «vai ter que aplicar a lei» do aborto
25 JUL 07 Despesa pública vai descer até 40% do PIB em 2009
24 JUL 07 PSD-Madeira pede pareceres sobre inconstitucionalidade da lei
24 JUL 07 Assembleia vota pedidos sobre a constitucionalidade da lei do aborto
23 JUL 07 Madeira tem «margem de decisão» sobre lei do Aborto
23 JUL 07 PS critica silêncio do PSD e do PP perante incumprimento da lei na Madeira
20 JUL 07 Análise do incumprimento da Lei do Aborto cabe à Justiça
20 JUL 07 Madeira recusa assumir encargos com IVG
18 JUL 07 PS, PCP e BE discordam da posição de Jardim
16 JUL 07 Representante da República diz que Madeira não tem condições para aplicação do IGV
16 JUL 07 Jardim diz que Madeira não tem dinheiro para IGV
16 JUL 07 Coordenador de Saúde Reprodutiva admite gabinetes de planemanto familiar nas escolas
16 JUL 07 DGS considera situação na Madeira «eminentemente política»
16 JUL 07 DGS estima 20 mil abortos por ano em Portugal
16 JUL 07 «Portugal é que está na ilegalidade ao aplicar lei», diz Jardim
16 JUL 07 Estado vai gastar pelo menos 5,8 milhões de euros por ano
15 JUL 07 Linha Saúde24 informa sobre locais para fazer interrupção da gravidez
14 JUL 07 DGS garante «rede muito vasta» de locais para realizar IVG
14 JUL 07 Governo regional da Madeira proíbe IVG na ilha
14 JUL 07 Objectores impedem realização de IVG em nove hospitais
13 JUL 07 Movimentos pró-vida marcam acções de protesto este fim-de-semana
13 JUL 07 Viagens para o continente para praticar IVG têm de ser pagas pela Madeira
13 JUL 07 Todos os obstetras do Hospital de Évora são objectores de consciência
13 JUL 07 IVG a pedido da mulher só até às nove semanas e seis dias
12 JUL 07 Administradores hospitalares consideram «absurdo» se Madeira não aplicar a lei
10 JUL 07 Hospitais das Misericórdias recusam fazer IVG
10 JUL 07 Lei não será aplicada na Madeira enquanto TC não se pronunciar
10 JUL 07 Médicos de clínica geral querem maior aposta no planeamento e acompanhamento
10 JUL 07 Linha telefónica auxilia mulheres que queiram abortar
09 JUL 07 Hospital conta com seis obstetras para aplicar nova lei IVG a partir dia 15
09 JUL 07 Linha Opções alerta para as mulheres fragilizadas que querem abortar fora do SNS
09 JUL 07 Governo criou grupo trabalho para estudar entidade gestora da mobilidade
09 JUL 07 Doze hospitais do Norte começam a realizar a IVG
06 JUL 07 Três hospitais já realizam IVG a pedido da mulher
21 JUN 07 Governo Regional da Madeira não vai aplicar nova lei

Portal com fraca aderência das publicações regionais... (II)

Reordo que o endereço do portal é este e que uma visita hoje efectuada, no que à Madeira, depois de escolher a Região e o Funchal a resposta foi esta: "Não existem publicações para o Concelho seleccionado"... Segundo o próprio Portal, até ao momento, foram já requeridas 26 inscrições de publicações periódicas neste Portal, tendo 15 sido deferidas. Entre os que se encontram em instalação, assinala-se a presença de jornais dos distritos de Aveiro, Bragança, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Porto e Viana do Castelo. ESte portal, destina-se a alojar as edições electrónicas das publicações periódicas regionais resulta do novo regime de incentivo à leitura e ao acesso à informação, vulgarmente conhecido por porte pago, e tem em vista estimular a inovação tecnológica do sector e expandir as possibilidades de acesso às publicações periódicas portuguesas em qualquer parte do mundo.

Portal com fraca aderência das publicações regionais... (I)

Os jornais regionais não têm aderido ao portal que visa compensar a redução do porte-pago por falta de acesso ou de conhecimento da Internet e a existência de sites próprios. Criado em Abril no âmbito do plano do Governo para reduzir as despesas com a Comunicação Social, nomeadamente com o porte-pago (comparticipação do Estado nos custos de expedição de publicações periódicas), o Portal da Imprensa Regional permite albergar 500 publicações, mas tem actualmente menos de 30 títulos inscritos, estando disponíveis apenas 16.Destes, quase metade (6) não estão visíveis no portal, remetendo para páginas sem conteúdo ou para informação de manutenção do site.Entre os jornais regionais contactados pela Lusa, vários escusaram-se a responder, alegando desconhecer o portal, sendo que apenas o director do semanário Diário do Alentejo, Francisco Pacheco, elogiou sem reservas o Portal da Imprensa Regional, considerando ter «todo o interesse».Ainda assim, o Diário do Alentejo não é um dos títulos incluídos na lista dos 16 disponíveis.«Não há motivação para lá estarmos», garantiu à Lusa o director do Jornal do Barlavento, Hélder Nunes, explicando que o título já dispõe de uma versão online do jornal.«Se puderem ver na Internet, de forma gratuita, [os leitores] não vão comprar os jornais», criticou Hélder Nunes, questionando um incentivo à leitura de jornais «feito através da Internet».«A intenção do Governo de disponibilizar um portal por querer deixar de apoiar o envio de jornais regionais para o estrangeiro» é uma «castração da imprensa regional», acusou.Também para Luís Nave, coordenador do Jornal do Fundão, a existência do Portal da Imprensa Regional «não faz sentido».O responsável, que alegou que o jornal já tinha um site próprio antes da criação do portal, considera que a medida governamental «não beneficia em nada» o Jornal do Fundão, «nem compensa a redução do porte-pago».Apesar de admitir que só no final do Verão terá ideia dos prejuízos causados pela diminuição dos apoios para expedição do jornal, Luís Nave adianta que o preço da assinatura anual já teve de ser «muito aumentado», passando de 27 euros para 30 no território nacional, 60 na Europa e 90 no resto do mundo.Já o director do Comarca da Sertã, João Miguel, admite que o portal pode constituir uma vantagem e que é «bem intencionado».No entanto, não pediu ainda para que o título que dirige passe a ser ali disponibilizado.«O nosso leque de assinantes tem um nível cultural reduzido e a Internet 'passa ao lado' de muitos», explicou João Miguel, adiantando acreditar que essa seja uma condição frequente em todo o Interior do país.Os leitores «principalmente das comunidades no estrangeiro, não têm computador ou já não se interessam por jornais portugueses», reforçou o director do jornal O Interior, Luís Baptista-Martins.Apesar de ter aderido ao portal «logo depois de ter sido anunciado», o responsável do título não viu ainda «quaisquer vantagens».«Aderimos para procurar chegar a mais pessoas e estamos acessíveis no portal desde Maio», explicou, assegurando, no entanto, que «não houve nenhum acréscimo de visitas de leitores».Assumindo sentir «uma certa desilusão porque esperava que houvesse uma promoção do portal por parte do Governo», Luís Baptista-Martins diz que não registou «nenhuma mais-valia».Já para Pedro Faria, do jornal Terra Quente, a adesão «foi uma mais-valia» até porque o título ainda não tinha site.No entanto, Pedro Faria considera que essa vantagem não compensou a redução já do porte-pago.«Perdemos entre 10 e 20 por cento de assinantes e nem pensar que o portal compensa essas perdas», disse, acrescentando existir ainda outro problema causado pela «necessidade de mão-de-obra para actualizar o site».«No início controlei o número de pessoas que visitavam o site e fiquei muito surpreendido, talvez porque o portal tivesse sido muito badalado e as pessoas tivessem curiosidade», mas a versão online deixou de ser actualizada por falta de tempo e de interesse, disse.A falta de adesão dos jornais regionais é reconhecida pelo subdirector do Gabinete para os Meios de Comunicação Social, entidade que dirige o portal, que avança, no entanto, estarem a ser preparados incentivos como acções de formação.«Admito que alguns possam pensar que colocar o jornal neste serviço possa ser mais complexo do que é na realidade», mas este «é um software amigável, que tem potencialidades e interesse para os jornais», defende João Paulo Palha. Com 29 candidaturas requeridas, o portal conta com 16 jornais online, o que para este responsável «não está muito fora das expectativas», embora João Paulo Palha assegure querer que «haja mais [adesões]».O plano governamental de redução do porte-pago determina que os jornais regionais recebam este ano uma comparticipação dos custos de envio de 60 por cento, sendo o valor diminuído para 50 por cento em 2008 e 40 por cento em 2009.Em 2005, foram gastos pelo Estado 11 milhões de euros no porte-pago, sendo que 532 publicações receberam apoio. No ano passado, o número de jornais que tiveram porte-pago foi de 434 (fonte: Sol).

Bagunça no DN de Lisboa?

O despedimento do editor de economia do jornal Diário de Notícias (DN) está a aumentar o clima de tensão na redacção do jornal dirigido por João Marcelino. O abaixo-assinado contra a dispensa de João d’Espiney pede uma intervenção «imediata e profunda» do Conselho de Redacção. O documento que atesta contra o despedimento do editor de Economia do DN manifesta «apreensão pela forma como a Direcção» do jornal «se vem relacionado com os seus trabalhadores» e põe em causa actuação do Conselho de Redacção neste caso. O documento, já assinado por cerca de quarenta pessoas, segundo um jornalista do DN, pretende fazer com que o Conselho de Redacção tenha uma «intervenção imediata e profunda» no que diz respeito às razões que levaram ao despedimento de João D’Espiney, editor de Economia. O jornalista foi despedido, dias antes de terminar o seu período de trabalho experimental, sem razão aparente, visto que não lhe teria «sido transmitido, de forma clara, a insatisfação da Direcção com o seu trabalho», afirma o abaixo-assinado. O conselho de Redacção reuniu com a direcção do jornal e emitiu um comunicado, que fonte não identificada do DN classificou como «lacónico» e pouco interventivo. O comunicado afirmava apenas o lamento pela cessação de funções de João D’Espiney. O ambiente na redacção do DN está nesta altura muito tenso, num culminar de alguns meses de despedimentos sem existir substituição dos jornalistas que são dispensados. «As pessoas não são substituídas e os que ficam têm muito mais trabalho para fazer», disse a fonte do diário. Contudo, o que de facto está a preocupar os jornalistas do DN é a sucessão de despedimentos que os faz recear a manutenção dos seus empregos (fonte: Sol)

Ora ai está...

Procuradoria arquiva caso da licenciatura de Sócrates
A Procuradora Cândida Almeida decidiu arquivar o processo de investigação à alegada falsificação do diploma de engenharia do Primeiro-ministro, José Sócrates. A informação foi divulgada há minutos no site da procuradoria-geral da República: o processo de investigação à alegada falsificação do diploma de engenharia de José Socrates foi arquivado por não se terem verificado quaisquer indícios da prática do crime de falsificação de documento autêntico ou de uso de documento falsificado. Na mesma nota, a procuradora Cândida Almeida, nomeada por Pinto Monteiro para investigar o caso, eclarece que foram feitas duas buscas e 27 interrogatórios.

Por lá, 20 mil professores dos quadros podem ficar com horários zero...

Segundo a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmou hoje que 20 mil professores poderão ficar com horários zero em Setembro, para além dos cinco mil contratados que a ministra da Educação já admitiu que serão despedidos. O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, que falava em conferência de imprensa, referiu que a imposição do Estatuto da Carreira Docente aos educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário vem criar mecanismos "muito negativos" no que respeita à regulação da relação laboral e às condições de trabalho dos professores. Leia a notícia.

CGD também na onda...

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) obteve um resultado líquido consolidado de 489,7 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, um valor que representa um aumento de 26 por cento face ao período homólogo de 2006. A progressão do produto da actividade (bancária e seguradora) e o crescimento dos resultados em operações financeiras destacam-se nos resultados semestrais do grupo CGD, divulgados hoje através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Se a moda pega...

Empresário mata dois empregados que lhe pediram aumento
O dono de uma concessionária de automóveis de Atlanta, Geórgia, foi acusado de ter morto dois dos seus empregados que lhe exigiam aumento de salário. Rolandas Milinavicius foi formalmente acusado durante uma audiência judicial pelos assassínios de Inga Contreras e Martynas Simokaitis, cometidos na quinta-feira da semana passada, segundo noticia a Lusa.Fontes policiais disseram que Milinavicius, de 38 anos, aparentemente atravessava problemas financeiros e ter-se-á enfurecido quando os dois empregados lhe apresentaram as exigências. Milinavicius entregou-se voluntariamente à polícia no fim-de-semana, confessando ter cometido os homicídios num momento de intensa pressão psicológica, disse um porta-voz da polícia.

Legislativas 2005: Partidos multados em 100 mil euros

Os partidos políticos terão de pagar 116.033 euros em coimas por irregularidades e ilegalidades praticadas na campanha para as legislativas de Fevereiro de 2005, montante já atenuado pelo facto de ter sido a primeira vez que se aplicou a nova lei de financiamento das campanhas eleitorais. O PSD foi o partido que recebeu a factura mais alta, seguido do CDS-PP e do PS. Mas ninguém saiu ileso desta corrida eleitoral. O acórdão do Tribunal Constitucional (TC) que aplicou as coimas foi remetido há dias para os partidos políticos, para eventual recurso dos montantes aplicados. Mas só destes, uma vez que as infracções cometidas já tinham sido identificadas no ano passado (em acórdão publicado no Diário da República a 11 de Janeiro deste ano). Na altura, os partidos responderam às objecções da Entidade das Contas e Financiamento Políticos (ECFP). Agora, é tempo de pagar.O PSD, então liderado por Santana Lopes, foi o partido a quem foi aplicada a multa mais elevada: 25.104 euros. Ao CDS-PP são cobrados 23.231 euros pelas várias infracções cometidas, e ao PS 21.357. Na "segunda divisão" estão a CDU (PCP e PEV), cujas coimas somam 15.737 euros, e o BE (11.241).Dos partidos que não conseguiram assento parlamentar, o PND foi o mais autuado (6369 euros), seguido do PCTP/MRPP (4496). PDA, PNR, PH e POUS seguem-se com valores decrescentes. As coimas foram aplicadas, de acordo com o acórdão de 18 de Julho, não apenas tendo em conta o incumprimento de cada dever legal, mas também a sua gravidade e o montante de financiamento envolvido em cada caso.Os donativos são, por exemplo, uma fonte de problemas legais para os partidos. O CDS-PP, o PSD e a CDU receberam montantes que não foram justificados com cheques ou extracto bancário que permita identificar o dador, como a lei obriga. No caso do CDS, nem sequer foi possível avaliar o montante. Já o PSD recebeu 57.399 euros e a CDU 11.759 euros em dinheiro que não foram devidamente documentados, impedindo o tribunal de controlar a sua regularidade. Mas também o PS e o BE mereceram reparos nas suas contas devido a donativos, o primeiro no montante de 381 mil euros e o segundo no valor de 4160 euros. Nestes dois casos, o problema é que estas entregas foram feitas depois do acto eleitoral, a 20 de Fevereiro de 2005, o que só é admitido a título excepcional, para que não haja risco de confusão entre as contas da campanha e as contas dos partidos.Outra situação comum a CDS-PP, PSD e CDU foi a não apresentação dos extractos bancários de movimentos das contas da campanha. E todos os partidos são punidos por não terem cumprido integralmente a obrigação de apresentar uma lista das receitas angariadas (o PS cumpriu, mas como o fez fora de prazo foi também responsabilizado).As coimas foram aplicadas por determinação do Ministério Público, e o TC avisa que o processo prossegue, para determinar agora a responsabilidade dos mandatários financeiros. O acórdão que determinou as coimas por incumprimento da lei de financiamento das campanhas eleitorais restringe-se aos factos e documentos apresentados pelos partidos. Pelo menos neste caso, ignoram-se as suspeitas de financiamentos ilegais denunciadas pelos jornais. É o caso das suspeitas em torno do financiamento da campanha eleitoral do PS no Brasil, depois de a polícia brasileira ter detido dois portugueses no âmbito da chamada "Máfia dos Bingos" (fonte: Publico)

Lisboa: Terminal 2 já está...

O ministro das Obras Públicas anunciou que até ao final de 2008 será adicionado ao novo terminal do aeroporto de Lisboa um piso subterrâneo, para que a nova infra-estrutura possa ser utilizada para chegadas. Mário Lino, que falava durante a inauguração do novo terminal de passageiros do aeroporto da Portela, que entrará em funcionamento na quarta-feira, disse que a nova infra-estrutura, que numa primeira fase é destinada apenas a partidas, fica «desde já» preparada para chegadas, podendo, «no espaço de três a quatro anos, ser utilizada por qualquer companhia aérea, incluindo as low cost e as charter». O novo terminal de passageiros do aeroporto de Lisboa, um investimento de 20 milhões de euros, destina-se a partidas de voos domésticos operados pela TAP, SATA e Aerocondor, com origem em Lisboa e tendo como destino os aeroportos de Faro, Porto, Bragança, Vila Real, Madeira e Açores. O ministro das Obras Públicas afirmou que entre Janeiro e Julho, o aeroporto da Portela registou um crescimento acumulado do número de passageiros de 8,6 por cento, prevendo-se que chegar ao final do ano com 13,3 milhões de passageiros. Valores que, para Mário Lino, demonstram que «o aeroporto da Portela não tem condições para dar resposta, num futuro próximo, às necessidades do país e que Portugal precisa de um novo aeroporto internacional». «Na verdade, não obstante os esforços empreendidos, a capacidade do aeroporto da Portela nunca atingirá os níveis adequados e compatíveis com os respectivos índices de procura, não estando à altura dos desafios que o país pretende enfrentar», sublinhou o ministro, acrescentando que o «atraso na concretização do projecto do novo aeroporto de Lisboa já está a penalizar o país».

40% dos funcionários públicos não serão promovidos

Segundo as regras definidas pelas Finanças, os funcionários públicos que não foram avaliados nos últimos anos, não serão promovidos em 2008, avança a edição de hoje do Diário Económico. Nesta situação estão 40% dos trabalhadores da função pública que, segundo o jornal, não vão progredir. Isto de acordo com os critérios definidos ontem numa circular da Direcção Geral do Orçamento (DGO) sobre a preparação do Orçamento do Estado para 2008. Segundo a circular, os funcionários que não foram avaliados entre 2004 a 2007 apenas conquistam um ponto por cada ano sem nota, sendo necessários dez pontos para a progressão na carreira, segundo as novas regras do Sistema de avaliação do Estado (SIADAP). O Diário Económico salienta ainda que, tendo em conta que 2006 foi o ano em que mais funcionários públicos foram avaliados, significa que apenas uma ínfima parte conseguirá obter os 10 pontos para ter direito à promoção. Em 2004, o primeiro ano do SIADAP, apenas foram avaliados 5% dos 740 mil funcionários e, em 2005, a percentagem pouco subiu. O Ministério das Finanças afirmou ao jornal que a circular da DGO «reflecte apenas critérios indicativos para a feitura do Orçamento do Estado», sublinhando que apenas será válido o novo diploma dos vínculos, carreiras e remunerações bem como o novo SIADAP. O primeiro diploma já foi aprovado na generalidade na Assembleia da República, em Julho, e o segundo aguarda ainda pelo debate parlamentar, o que deverá acontecer em Setembro (fonte: Sol)

Açores: Governo recusa arranque da vinha

O Governo Regional dos Açores "recusa-se a pagar para arrancar vinhas e não vai seguir a política da União Europeia (UE) nesse domínio", garantiu hoje uma fonte da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas. A mesma fonte assegurou à agência Lusa que "independentemente da política seguida pela Europa para a viticultura a região já destinou as verbas que vai disponibilizar, através dos programas operacionais POSEI e Pró-Rural, aos produtores de vinho". A posição do Executivo Regional segue-se ao anúncio feito pela comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer Boel, que manifestou a intenção de arrancar 200 mil hectares de vinhas de baixa qualidade em toda a UE. O objectivo desta medida europeia insere-se no quadro de um plano para responder à concorrência de outras partes do mundo. Ao mesmo tempo, foi proposta a disponibilização de verbas significativas para apoiar os produtores que concordem em arrancarem vinha, a par de 120 milhões por ano, destinados à promoção dos vinhos europeus no estrangeiro. A comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer Boel, fez questão de sublinhar que os produtores apenas arrancarão a vinha "a título voluntário". Nos Açores, contrariando essa orientação vão ser disponibilizadas "através do POSEI, no período 2007/2013, cerca de 2,2 milhões de euros para ajudas à manutenção das vinhas". As ajudas destinam-se às vinhas orientadas para a produção de Vinho de Qualidade Produzido em Região Demarcada (VQPRD), à produção de Vinho Licoroso de Qualidade Produzido em Região Demarcada (VQPRD) e vinho regional. Estão ainda, adiantou a mesma fonte, previstos apoios durante os próximos sete anos para ajudar ao "envelhecimento dos vinhos licorosos açorianos".
O montante da ajuda, num máximo de três anos por produtor, é de 10 cêntimos por 100 litros dia para um total de 400 mil litros. Através do programa Pró-Rural estão também disponíveis 20 milhões de euros, entre 2007/2013, destinados à modernização das explorações agrícolas a que também podem aceder os produtores vitivinícolas. A produção de vinho nos Açores foi de 1,8 milhões de litros na campanha 2006/2007, menos 11 por cento do que a verificada na anterior, de acordo com as declarações de colheita dos produtores. Na ilha do Pico a produção foi de 303.750 litros, mais 60.750 litros que na campanha anterior, e na Graciosa a produção subiu aos 18.460 litros, mais 4.260 litros que na campanha anterior. Na ilha Terceira, a produção ficou-se pelos 7.700 litros, menos 3.300 litros que na campanha anterior. De acordo com os serviços oficiais a redução ficou a dever-se a uma menor produção de vinho de castas de produtores directos (vinho de cheiro) motivada pela reconversão das vinhas. A produção das castas europeias aumentou em cerca de 62 mil litros derivado do crescimento de 25 por cento na ilha do Pico e mais 30 por cento na ilha Graciosa, enquanto na ilha Terceira a produção desceu em 30 por cento. Segundo dados de técnicos da Comissão Vitivinícola Regional dos Açores (CVR-Açores), 20 por cento da produção de vinho da região não é declarada pelos pequenos produtores. A área vitivinícola nos Açores é de 1.700 hectares, dos quais 17 por cento são ocupados por vinhas de castas europeias e os restantes por castas de produtores directos (vinho de cheiro da casta Isabella) e vinhas abandonadas. No arquipélago existem, nas ilhas Terceira, Graciosa e Pico, três regiões demarcadas para a produção de vinho, que comercializam cerca de duas dezenas de marcas de vinhos de mesa, licoroso e regional oficialmente reconhecidas (fonte: Açoriano Oriental)

Assembleia da Madeira: novos diplomas

Não chegaram a tempo novos diplomas que apenas serão discutidos pela Assembleia Legislativa da Madeira em Outubro, alguns deles me parecem importantes:
- Projecto de resolução do PCP intitulado "Delegação de Deputados à Venezuela";
- Proposta de decreto legislativo intitulada "Adapta à Região Autónoma da Madeira o Sistema Nacional de Certificação Energética e da qualidade do ar interior nos edifícios";
- Proposta de decreto legislativo que "Estabelece os princípios e normas a que deve obedecer a organização da administração directa e indirecta na Região Autónoma da Madeira ";
- Proposta de decreto legislativo que define para a Região Autónoma da Madeira o "Modelo de governação dos respectivos programas operacionais regionais e a articulação com os demais financiamentos com origem na União Europeia, de que seja beneficiária a Região";
- Proposta de decreto legislativo regional que "Cria o Instituto de Desenvolvimento Regional" (substitui o Instituto de Gestão dos Fundos Comunitários)

Banca privada: é só encher...

A soma dos lucros dos quatro maiores bancos privados portugueses subiu 23%, para 1,137 mil milhões de euros, no primeiro semestre, face a igual período de 2006, embora penalizada pela queda de resultados do BCP. Os lucros do banco presidido por Paulo Teixeira Pinto caíram 22,2%, para 307,9 milhões de euros. Uma queda de resultados que foi explicada, pelo presidente do maior banco privado português em conferência de imprensa, com o impacto negativo da Oferta Pública de Aquisição sobre o BPI. Lei aqui.

Opinião: DISCURSO SOBRE O MEDO

"Numa maçadora entrevista à SIC, o nosso querido primeiro-ministro tentou minimizar e, até, desacreditar o artigo de Manuel Alegre, no Público, no qual criticava o autoritarismo e o medo ressurgentes. Sócrates repetiu o já por nós sabido. E os entrevistadores, apesar da agressividade sorridente, apenas expuseram a modéstia dos pessoais recursos. Sócrates não possui o talento das suas farsas e começa a ser deprimente a grosseria das respostas. O homem dissimula, com o enfatuado das frases, o facto de que não dispõe de ideias de seu.A verdade é que o discurso sobre o medo, de Manuel Alegre, propiciava uma discussão, pelo menos curiosa, dos nossos comportamentos. A indiferença aborrecida com que o primeiro-ministro empalmou a questão, e o silêncio sem condolências com que os entrevistadores o admitiram, chegaram para se entender da inutilidade do insólito encontro a três (...)". Leia o artigo de Baptista-Bastos, aqui.

Orçamento de Estado 2008 continua a apertar...

O Orçamento do Estado para o próximo ano não prevê a compra e o aluguer ou arrendamento de carros e edifícios por parte do sector público, segundo as indicações do secretário de Estado do Orçamento numa circular. Na circular sobre o Orçamento do Estado para 2008, Emanuel Santos refere que "não poderão ser inscritas dotações orçamentais" que se destinem à compra ou locação financeira de "material de transporte", com excepção dos veículos de emergência ou assistência médica, forças de segurança e bombeiros. Na mesma circular, o governante refere que o próximo orçamento irá reflectir "a continuação do esforço de consolidação orçamental", assente na redução da despesa primária (sem juros), e que todos os ministérios devem organizar os seus orçamentos com base nos "plafonds" definidos em Conselho de Ministros para cada um deles.Esses tectos de despesa ainda não foram divulgados publicamente.

Rally Vinho da Madeira (VI)

Rally Vinho da Madeira (V)

Rally Vinho da Madeira (IV)

Rally Vinho da Madeira (III)

Rally Vinho da Madeira (II)

Rally Vinho da Madeira (I)

Canárias: Carlos César expressa solidariedade

O Presidente do Governo açoriano manifestou-se consternado e solidário para com o presidente e a população das Canárias, perante os fogos florestais que atingem o arquipélago espanhol, disponibilizando-se para ajudar no que for preciso.Numa carta enviada ao seu homólogo espanhol, Carlos César confessa-se "muito impressionado pela dimensão e consequências dos incêndios", que têm afectado sobretudo a Gran Canaria, Tenerife, Gomera e Fran Canário. Carlos César, que está de férias no Algarve, refere na missiva enviada a Paulino Rivero Baute que "se tragédias que se revestem desta dimensão sempre nos consternam profundamente, o certo é que a desolação se torna mais intensa quando afectam territórios insulares, que se encontram ligados por laços seculares no âmbito da história da Macaronésia". O chefe do Executivo açoriano ofereceu-se, ainda, para ajudar no que estiver ao seu alcance e "for útil" para as Canárias, dentro das limitações açorianas.

MediaMonitor TV Tops: João Jardim o 8º mais visto

Na semana de 16 a 22 de Julho, as primeiras posições do Top 10 Programas mantêm-se inalteradas. A liderar o top ficou a novela Ilhas dos Amores da TVI seguida da novela Doce Fugitiva e da novela Páginas da Vida da SIC, que entretanto chegou ao fim. O Telejornal, na quarta posição, foi o único programa da RTP1 a fazer parte do Top. O Jornal da Noite e a reportagem SIC, Esculturas Humanas entraram para a quinta e sétima posição respectivamente. A fechar a tabela, ficou a novela Tu e Eu que na semana anterior se encontrava na décima posição.



A semana de 16 a 22 de Julho ficou marcada pelo rescaldo das Eleições Intercalares de Lisboa que o candidato do PS, António Costa venceu mas sem maioria absoluta. Para a liderança do Top 10 Protagonistas ascendeu Marques Mendes, líder do PSD. O destaque vai para o rescaldo das eleições com a derrota a pôr em causa a liderança actual levando à marcação de eleições directas no partido. Na segunda posição ficou o Primeiro-ministro, José Sócrates com a intervenção no debate do estado da nação onde a oposição confrontou o governo com o aumento do desemprego no país, e o anúncio da nova política de promoção da natalidade com subsídios para famílias com filhos e futuras mães. A terceira posição do Top pertenceu a Paulo Portas, líder do CDS/PP com o rescaldo das eleições onde o CDS/PP perdeu o seu único vereador em Lisboa e para a reunião da Comissão Nacional do Partido onde foram discutidos os resultados eleitorais e a polémica acerca do alegado financiamento partidário relacionado com a compra de submarinos para a Marinha portuguesa.

Outras notícias em destaque:
·Metade do Governo de Lisboa apresentou esta segunda-feira, em Bruxelas, o programa, na respectiva área, da presidência portuguesa da União Europeia, garantindo no entanto que a agenda doméstica continuará à frente das obrigações europeias.
·O conselho informal da União Europeia pretende estabelecer como prioridade a redução da dependência energética e o recurso às energias renováveis.
·O Governo entrega computadores a inscritos no programa Novas Oportunidades.
·O Parlamento aprovou o novo regime de vínculos, carreiras e remunerações da administração pública. O Governo afirma que esta reforma era inadiável e incontornável.
· Já está em vigor a lei do aborto; a Madeira é a única região do país onde não está a ser aplicada.
·O Presidente da Republica, Cavaco Silva diz que os cidadãos podem recorrer à justiça para fazer cumprir a lei.
·Decorreu o 3º encontro COTEC Europa em Lisboa que reuniu empresários de Portugal, Espanha e Itália. Cavaco Silva foi o anfitrião e recebeu o Rei de Espanha e o Presidente de Itália.
·O Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos afirma que já escolheu o novo director-geral dos Impostos que substituirá Paulo Macedo, mas não quer revelar o nome por enquanto.
·As contas públicas estão melhor que o esperado, com mais receitas e com as despesas controladas. O país poderá fechar o ano com o défice abaixo dos 3%. O clima económico em Portugal atingiu o máximo dos últimos 5 anos. Os indicadores de conjuntura do Banco de Portugal afirmam que a economia mantém o ritmo de recuperação.
·Os 21 radares de controlo de velocidade que começaram a funcionar em algumas vias de Lisboa registaram mais de 2000 veículos em excesso de velocidade no primeiro dia de funcionamento.
·O terminal 2 do aeroporto de Lisboa, destinado a partidas de voos domésticos e que entrará em funcionamento a 1 de Agosto, vai servir mais de dois milhões de passageiros por ano.
·As vendas de automóveis subiram em Junho, o último mês antes da entrada em vigor do novo regime do Imposto Automóvel. No mês passado, graças às campanhas de descontos realizadas pelas marcas, foram vendidos 23 mil veículos, mais 6,6 por cento que em Junho de 2005. As contas são da Associação Europeia de Construtores Automóvel.
·Os medicamentos genéricos portugueses continuam a ser dos mais caros da Europa e já atingem 18,2% de quota em Portugal.
·A base permanente dos meios aéreos da Protecção Civil vai ficar instalada em Ponte de Sôr.
·A Sonae oferece 662 milhões de euros pelo Carrefour. A Sonae fica responsável por quase um terço do sector da distribuição.
·No desporto, clubes preparam as equipas e acertam as últimas contratações e transferências.
·SL Benfica oficialmente no Guiness como o clube com mais associados.
·No Porto Bike Tour, cerca de seis mil pessoas pedalaram, entre a Ponte da Arrábida e o Castelo do Queijo, no Porto, no âmbito da luta contra a droga e por uma vida saudável. (Fonte: Marktest, Julho de 2007)

TV online com menos acessos a partir do lar

Foram 1 191 mil os residentes no Continente com 4 e mais anos que, em Junho, acederam a sites de televisão a partir de casa, um valor 2.8% acima do registado no mês precedente e 2.4% abaixo do verificado no mês homólogo de 2006.


Em Junho, a média diária de visitantes destes sites cifrou-se nos 147 mil, menos 4.5% do que em Maio e menos 11.4% do que o observado no mesmo mês do ano precedente. Neste período, foram visitadas 21 milhões de páginas de sites de televisões, uma média de 18 por utilizador. Em páginas visualizadas, também se observou uma quebra de 10.0% face ao mês anterior e de 30.1% relativamente a Junho de 2006. O tempo total de navegação nestes sites superou as 389 mil horas, uma média de 12 975 horas por dia e de 20 minutos por utilizador. O tempo total de navegação esteve 18.0% abaixo do observado no mês precedente e 24.2% abaixo do registado em Junho de 2006. A SIC online mantém-se como o canal de televisão português mais visitado a partir do lar, com 436 mil utilizadores únicos em Junho. A RTP online recebeu 387 mil utilizadores únicos e a TVI online 185 mil. Na SIC online observou-se o maior decréscimo mensal no número de visitantes, menos 7.8% do que no mês anterior, ao passo que na RTP se observou a menor quebra, de 1.3%. A TVI online desceu 2.1% face ao mês anterior.


A RTP online mantém-se na liderança em páginas visitadas, com 3,3 milhões em Junho. A SIC online mantém-se em segundo com cerca de 2,5 milhões de páginas e a TVI online em terceiro, com 1 milhão. No total, estes canais tiveram 6,8 milhões de páginas visitadas, menos 4.3% do que no mês anterior. Em páginas visitadas, a SIC online protagonizou a maior quebra mensal, com menos 16.1% do que no mês anterior.


A TVI online assitiu ao maior aumento mensal, com mais 5.8%. Na RTP online, o número de páginas visualizadas aumentou 3.5%. (Fonte: Marktest, Julho de 2007)

Portugal: 3,5 milhões com email

Os dados da 1ª vaga de 2007 do Bareme Internet, o estudo de base do Netpanel, mostram que 3 470 mil indivíduos costumam utilizar o serviço de correio electrónico. Este valor representa 41.7% do universo composto pelos residentes no Continente com 15 e mais anos e 90.4% do total de utilizadores de internet. A maioria destes indivíduos, cerca de 2 milhões, possui mais do que uma conta de email, o que significa que 57.2% dos que utilizam o correio electrónico têm mais do que um email. No total, existirão mais de sete milhões de contas de email no país.
A utilização desta ferramenta de comunicação é bastante frequente, já que 94.4% dos que usam correio electrónico fizeram-no nos últimos 30 dias. A casa é o local preferido pelos portugueses para aceder ao email, local onde 79.7% dos que usam o serviço costumam consultar e enviar emails. O acesso ao email no local de trabalho é feito por 37.5% dos utilizadores do serviço e 15.7% acede a partir da escola/faculdade. Há ainda 8.4% de utilizadores de correio electrónico que envia emails em casa de amigos ou familiares e 4.8% a partir de outros locais.
Na análise da utilização do correio electrónico entre os vários targets, vemos que este hábito é mais frequente junto dos homens do que das mulheres (respectivamente 50.2% e 34.1%), sendo também mais elevado junto dos jovens (80.2% entre os 15 e os 17 anos e 82.1% entre os 18 e os 24 anos), entre os residentes na Grande Lisboa (54.0%), os indivíduos da classe social alta (91.4%) e os quadros médios e superiores (90.5%). (Fonte: Marktest, Julho de 2007)

Lisboa: acordo PS - Bloco

António Costa já chegou a um acordo com José Sá Fernandes, vereador independente eleito pelo Bloco de Esquerda, para formar o novo executivo da Câmara Municipal de Lisboa, que hoje à tarde tomará posse. Mas nem mesmo com o acordo está alcançada a maioria na câmara. Costa aceitou as seis condições do vereador eleito pelo Bloco de Esquerda. Os promotores imobiliários vão ser obrigados a vender ou a arrendar 20 por cento das casas a preços abaixo do mercado. Segundo a edição de hoje do "Jornal de Negócios" a venda desses 20 por cento será mesmo a preços sociais. Falta apenas definir os critérios e o público-alvo desta medida. Leia aqui.

PS recupera intenções de voto dos portugueses

Após a descida observada em Junho, o Partido Socialista volta a subir em termos de percentagem de intenção de voto, de acordo com os dados de Julho do Barómetro Marktest/DN/TSF.

Entre Junho e Julho, apenas o PS e o Bloco de Esquerda viram a sua percentagem de intenção de voto subir, chegando a Julho com 43.9% e 9%, respectivamente. O PSD foi o segundo partido político com maior percentagem de intenção de voto, com 29% menos 1% que no mês de Junho. O Bloco de Esquerda, com uma intenção de voto de 9%, recuperou a terceira posição, o que não se verificava desde Maio de 2006. A coligação CDU (PCP/PEV) desceu para quarto lugar, com uma intenção de voto de 8%. A última posição continua a pertencer ao CDS-PP, que em Julho não foi além dos 6% em termos de intenção de voto. (Fonte: Marktest, Julho de 2007)

Canárias: o drama dos incêndios (II)

LA CATÁSTROFE DE LA INSUFICIENCIA
La más grave catástrofe ecológica de la historia de Gran Canaria no es obra exclusiva de los elementos (calor excepcional, viento) sino también de la insuficiente previsión, los míseros presupuestos prevencionistas, la ausencia de una estructura de vigilancia inteligente y las improvisaciones que todo lo anterior ocasiona en el enfrentamiento práctico al desastre. Es duro decirlo, pero sería peor callarlo.Los incendios de pasados veranos, también graves pero no apocalípticos como el actual, apenas han servido para estabilizar unos mecanismos de prevención eficientes. Bastó que un ciudadano de dudosa salud mental quisiera "llamar la atención", para contabilizar al día de hoy veinte mil hectáreas calcinadas, cinco mil personas desplazadas de sus hogares o alojamientos, instalaciones destruidas o inutilizadas, casas quemadas, etc.Los elementos naturales han sido importantísimos agentes de la desgracia, sí; pero la gestión para controlar su efecto ha delatado por enésima vez que no aprendemos a dimensionar el siempre latente riesgo. Sin calor y sin viento no habría incendio. Para lo que hay que estar preparados es precisamente para el calor y el viento, empezando por una correcta evaluación de las variables meteorológicas. Angustia el hecho de que este incendio, que el pasado domingo dieron por controlado, siga hoy su destructiva carrera en el sur de la Isla.La ola de calor estaba detectada en toda su magnitud una semana antes de hacerse sentir. ¿Hubo inspecciones de rastrojeras y cortafuegos, o instrucciones especiales a los vigilantes para hacer frente a los riesgos implícitos en la alta temperatura y la eventualidad del viento? Por fortuna no hay que lamentar víctimas humanas, pero su evacuación masiva es un trastorno emocional, económico y laboral que hay que compensar e indemnizar con mayor justicia que el de los daños materiales acordados ayer por el Gobierno de Canarias y el Cabildo insular.Las tensiones y conflictos entre ciudadanos cumbreros y responsables públicos, muchas veces motivadas por la presión que aquellos sufren para hacerles ceder sus propiedades a explotaciones más rentables, les inhiben de aplicar su larga experiencia a la prevención o extinción de los primeros focos del fuego, cuando son incipientes y aún susceptibles de control sin grandes medios. El excesivo proteccionismo puede derivar en desprotección cuando a unos no los dejan y otros no lo hacen. Es imprescindible resolver esas contradicciones, al tiempo que se multiplican los medios técnicos y humanos para prevenir y extinguir.Policía Local, Guardia Civil, bomberos, efectivos de Protección Civil y otros cuerpos, luchan heroicamente contra las llamas y evitan con eficacia el mal supremo de la pérdida de vidas humanas. Pero incluso ellos podrían multiplicar el rendimiento de su esfuerzo y minimizar su propio riesgo personal si los programas, las técnicas y los medios humanos guardasen entre sí la coordinación deseable. Sin ignorar que la catástrofe abate a veces las estructuras más sólidas y completas, el camino que aún hemos de recorrer es muy largo y no debe percibirse tan sólo en la debacle. La vuelta a la normalidad deberá ir en paralelo con una reformulación más seria, compartida y solidaria del proteccionismo forestal, clave de la conservación ecológica en las Islas y en un planeta demasiado expuesto ya a las hecatombes del cambio climático. Además de normalizar la vida de los ciudadanos afectados, e indemnizar justamente sus pérdidas económicas, habría que estar pensando en los medios de evitar en el futuro estas graves zozobras, admitiendo objetivamente que los disponibles han sido ineficientes. Pero hacerlo en caliente, cuando el fuego sigue arrasando hectáreas, e informar a la sociedad con absoluta transparencia (fonte: Editorial do La Provincia)

Portugal: 4 milhões fazem férias na praia

Em 2006, o Consumidor contabiliza 3 991 mil portugueses que dizem fazer férias na praia, um número que representa 48.0% do universo composto pelas residentes no Continente com 15 e mais anos. Nos últimos 10 anos assistiu-se a uma tendência de baixa entre 1999 e 2003, mas depois dessa data tem sido crescente o número dos que preferem a praia como destino de férias.A análise deste hábito entre os vários targets mostra-nos algumas diferenças significativas, sobretudo quando analisada a ocupação e a classe social dos indivíduos. Entre as idades, é junto dos jovens entre os 15 e os 24 anos que encontramos mais respostas positivas a esta questão, sendo este um hábito comum a mais de 65% dos jovens desta faixa etária. A análise da região de residência, embora revele menores discrepâncias, mostra que os residentes na Grande Lisboa e no Litoral Centro elegem, mais do que a média, a praia como destino de férias, 58.1% e 55.6%, respectivamente.


Entre as ocupações, os quadros médios e superiores e os estudantes destacam-se claramente, pois 76.0% dos primeiros e 68.8% dos segundos escolhe fazer férias na praia. Entre as classes sociais, também são grande as oscilações, sendo os indivíduos das classes sociais alta e média alta os que mais dizem ir de férias para a beira-mar, 68.5%, contrariamente aos 26.6% de indivíduos da classe baixa que escolhem o mesmo destino para fazer férias. (Fonte: Marktest, Julho de 2007)

Canárias: Zapaterio vai lá...

El presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero viaja hoy a Canarias con el fin de evaluar personalmente la situación provocada por los incendios declarados en el archipiélago. El jefe del Ejecutivo viajará primero a Tenerife, donde llegará en torno a las 10.00 horas al aeropuerto de Los Rodeos y, seguidamente se trasladará al Centro de Coordinación Operativa Insular (CECOPIN), donde se entrevistará con el presidente del Gobierno de Canarias, Paulino Rivero. Además, en este centro, ubicado en el pabellón de deportes Santiago Martín, mantendrá una reunión con el delegado y los subdelegados del Gobierno en las islas, así como con responsables de los equipos que participan en las tareas de extinción de los incendios. En torno al mediodía, Zapatero viajará a Las Palmas de Gran Canaria, donde celebrará otro encuentro con autoridades y responsables de los operativos contra el fuego y, previsiblemente, se desplazará a alguna de las áreas afectadas por los incendios. Imaginem que Zapatero amuava porque o PSOE ganhou as eleições regionais em Canárias mas não chegou a acordo para a formação do governo, constituído por PP e Coligação de Canárias?

Canárias: o drama dos incêndios

Editorial. Las primeras lecturas del fuego
El fuego sigue vivo, la tensión latente y los ánimos caldeados. En este estado de casos, es obvio que la prioridad es poner fin a los incendios que han arrasado miles de hectáreas en Gran Canaria y Tenerife y, en menor medida, en La Gomera. El análisis en profundidad y, si corresponde, la depuración de responsabilidades, queda, por tanto, para una fase posterior.
Hoy toca, en consecuencia, una primera lectura de los hechos. Y ésta ha de centrarse en la gravedad de lo ocurrido. No hay precedente de una evacuación masiva como la registrada estos días en las citadas islas: 12.000 personas han sido sacadas con urgencia de sus viviendas ante la cercanía de las llamas. Tampoco alcanza la memoria isleña a recordar incendios que en tan corto espacio de tiempo hayan arrasado una superficie tan grande, sembrando un reguero de desolación que se ha llevado por delante valores tan emblemáticos de la flora y fauna isleña como los pinares, palmerales enteros, y colonias de pinzón azul, a lo que se une la no menos dramática pérdida de decenas de viviendas, hoteles e instalaciones complementarias de la oferta turística tan atractivas para el residente y el visitante como Palmitos Park.
Todo eso ha puesto de manifiesto que estamos ante unas circuntancias históricas, en las que la mano del hombre, como parece ser el caso de Gran Canaria, y la naturaleza se han aliado para dar pie a incendios de dimensiones gigantescas. Pero, en paralelo, estamos ante la constatación de que Canarias no estaba preparada para este tipo de incidencias.
La lejanía y la fragmentación territorial, unidas a la complicada orografía de las Islas, han pasado factura de manera más que evidente, pero a grandes males, grandes remedios, o al menos, una previsión adecuada, que es lo que se espera de quienes están al frente de las administraciones públicas. En ese contexto, la primera lección que dejan los incendios es que los medios de lucha contra el fuego han de dimensionarse atendiendo la insularidad, pues todos los expertos coinciden en que es vital llegar al foco de los incendios lo antes posible. Y eso, cuando los equipos aéreos están concentrados en solo una isla o, en el peor de los casos, en la Península, supone un contratiempo que puede resultar fatal.
Se une a ello la obligación de contar con una política de protección del medio ambiente que combine el obligado rigor en la defensa del entorno con la articulación de políticas orientadas precisamente a prevenir los incendios y facilitar su extinción. A tenor de las opiniones de quienes residen en las zonas afectadas, y a tenor también de las primeras valoraciones de naturalistas y colectivos ecologistas, en los últimos años en Canarias ha primado un afán supuestamente proteccionista que ha llenado los boletines oficiales de leyes y decretos, pero que no se han visto acompañados de medidas prácticas.
En tercer lugar, y una vez que el fuego esté extinguido, no se puede demorar la aplicación de una política de reforestación exhaustiva, de manera que ni un solo metro cuadrado afectado por el incendio escape a esa apuesta.
En este contexto, Canarias recibe hoy la visita del presidente José Luis Rodríguez Zapatero. El jefe del Gobierno ya estuvo en Gran Canaria en 2005 para visitar la zona afectada por el fuego que se desató en aquel verano; ahora lo hará con unos incendios mucho más graves. Su visita, como la de toda autoridad, es de agradecer por cuanto revela sensibilidad con las preocupaciones de los ciudadanos. Pero tras ese gesto ha de venir el establecimiento de compromisos claros y su irrenunciable cumplimiento con vistas a conseguir, como antes se apuntaba, que las Islas cuenten con los medios precisos, que no son otros que los que derivan de nuestra lejanía, fragmentación y singularidad climática (fonte: Editorial do Canarias-7)

Canárias: desastre e desolação


Os incêndios deixarão marcas nas Canárias por muitos anos, em Gran Canária e também em Tenerife. Recomendo a leituta dos jornais locais: Canarias-7 (El fuego no está controlado pero la estabilidad permite el regreso de los vecinos a sus hogares), El Dia (El mayor desastre ecológico) ou La Provincia (Los frentes principales del incendio que afecta desde hace seis días a la isla de Gran Canaria aun no se dan por controlados, aunque la situación de "estabilidad" de las últimas horas ha permitido el regreso de algunos de los 5.200 vecinos desalojados a sus viviendas. Así lo confirmaron tanto fuentes del Centro Coordinador de Emergencias y Seguridad del Gobierno de Canarias como el presidente del Cabildo de Gran Canaria, José Miguel Pérez, quien insistió en destacar que esto no significa que los fuegos estén controlados.

Conselho Económico e Social da RAM

Há uma coisa que eu nunca entendi. Juntamente com os candidatos aos demais instituições, regionais e/ou nacionais, nos quais a Assembleia Legislativa elege representantes, e que foram todos eleitos, o PSD da Madeira remeteu à Mesa do parlamento a candidatura ao Conselho Económico e Social da RAM (2 efectivos e dois vogais). Tratando-se de um órgão consultivo importante e sabendo-se que o Presidente e Vice-Presidente são indicados pela ALRAM, não deixa de ser esquisito que este processo eleitoral tenham sido "encostado" por uma razão muito simples: faltou a declaração de aceitação de um candidato proposto!
Vamos a factos: o PSD candidatou em ofício, Francisco Santos (Presidente da ACIF) a Presidente do CES da RAM e Machado de Andrade (administrador do Banif) a Vice-Presidente. Rui Cortes, ligado a um grupo empresarial regional e Gonçalo Henriques, igualmente ligado a um grupo empresarial familiar conhecido, foram os candidatos a vogais. Todos assinaram os respectivos termos de aceitação menos um, Francisco Santos. Estranhamente o processo eleitoral não se realizou. Sem que nenhuma explicação tivesse sido dada...

Mata da Albergaria e a taxa

Porque não no Parque Natural da Madeira ou Parque Ecológico do Funchal? Recentemente passei pelo Gerês – onde vou frequentemente – e constatei que nesta época de verão, a entidade gestora daquele espaço (Parque Natural da Peneda-Gerês), Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, aplica o pagamento de uma taxa de acesso á Mata da Albergaria, válida para um dia inteiro, e que, entre outras limitações, proíbe, ao longo de 6 quilómetros de estrada., estacionar ou parar automóveis dentro daquela Mata. Eu sei que isso na Madeira, até pela dimensão, seria impensável. Mas quanto à taxa, para ajudar à conservação do Parque Ecológico do Funchal, nada impede que isso fosse feito. Recomendo um site não oficial mas que está excelente, aqui. Caso queiram, existe o site oficial que também é muitíssimo bom. E se um dia for possível, vão ao Gerês.