Precisamente, el tiempo es el elemento que más está siendo vigilado en este momento por los respectivos coordinadores de los servicios contraincendios, sobre todo teniendo en cuenta que, en cuanto a las temperaturas se refiere, se van a mantener significativamente altas, como mínimo, hasta mañana martes, día en el que se prevé algún descenso mínimo sobre las altas temperaturas que ayer se registraron en toda la geografía insular. Sin ir más lejos, los vecinos de El Escobonal, en el municipio sureño de Güímar, se las desearon ante la climatología adversa, alcanzándose los 44 grados centígrados a primeras horas de la tarde de ayer. Esta tendencia de temperaturas muy altas mantenidas hacen temer que a los expertos que los incendios que se han declarado en el Archipiélago y que presumiblemente ya se encuentran controlados se reactiven por alguna circunstancia relacionada con la climatología (El Dia)
quarta-feira, agosto 01, 2007
Canárias: Tenerife
Precisamente, el tiempo es el elemento que más está siendo vigilado en este momento por los respectivos coordinadores de los servicios contraincendios, sobre todo teniendo en cuenta que, en cuanto a las temperaturas se refiere, se van a mantener significativamente altas, como mínimo, hasta mañana martes, día en el que se prevé algún descenso mínimo sobre las altas temperaturas que ayer se registraron en toda la geografía insular. Sin ir más lejos, los vecinos de El Escobonal, en el municipio sureño de Güímar, se las desearon ante la climatología adversa, alcanzándose los 44 grados centígrados a primeras horas de la tarde de ayer. Esta tendencia de temperaturas muy altas mantenidas hacen temer que a los expertos que los incendios que se han declarado en el Archipiélago y que presumiblemente ya se encuentran controlados se reactiven por alguna circunstancia relacionada con la climatología (El Dia)
Canárias: Zapatero foi lá ver...
Zapatero anuncia un Consejo de Ministros extraordinario para aprobar ayudas a los damnificados por los incendiosEl presidente del Gobierno, Jose Luis Rodríguez Zapatero, anunció este miércoles la celebración el próximo viernes de un Consejo de Ministros extraordinario y monográfico para aprobar un decreto ley con ayudas para los afectados por los incendios de Canarias y advirtió de que caerá todo el peso de la ley sobre los autores de los fuegos. En rueda de prensa conjunta con el presidente canario, Paulino Rivero, ambos se mostraron esperanzados en que a lo largo del día puedan declararse como controlados los grandes incendios que afectan a las islas. Rodríguez Zapatero, que se reunió en Tenerife con Rivero y con el presidente del Cabildo de Tenerife, Ricardo Melchior así como con los responsables del operativo contra incendios, anunció la próxima creación en Tenerife de una base de la Unidad Militar de Emergencias para lo cual el ministro de Defensa, José Antonio Alonso, viajará próximamente a la isla para decidir su ubicación, que probablemente será en el aeropuerto de los Rodeos. En su visita este miércoles a Canarias, el presidente del Gobierno viajó acompañado por el ministro del Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, y el secretario general de Comunicación, Fernando Moraleda. El presidente del Gobierno canario, Paulino Rivero, agradeció la presencia de Rodríguez Zapatero y anunció que las administraciones central y autonómica pondrán en marcha un plan conjunto contra la erosión en previsión de que posibles lluvias puedan multiplicar los efectos adversos que ya ha tenido el fuego. Rivero señaló que de las 8.000 personas desalojadas ayer, sólo 300 permanecen fuera de sus casas y confió en que si se mantienen las condiciones meteorológicas puedan darse por controlados los incendios en las próximas horas. Rivero y Rodríguez Zapatero coincidieron en que la coordinación entre las administraciones ha sido perfecta, lo que ha sido fundamental para que no se hayan producido daños personales. Leia tudo aqui.
Canárias: consequências incaluláveis
As associações ambientalistas consideram que os incêndios que já devastaram 35 mil hectares nas ilhas Canárias vão ter impactos "incalculáveis" na vida selvagem, especialmente para as espécies endémicas. O isolamento do arquipélago, a cem quilómetros da costa marroquina, faz dele um tesouro para os biólogos. Só a Gran Canaria alberga 50 por cento das espécies que apenas existem em Espanha."Qualquer coisa que destrua estas espécies pode ser absolutamente catastrófica", disse Peter Jones, biólogo conselheiro do Ministério do Ambiente espanhol. Leia aqui.Lisboa: polémica sobre o preço das casas
A FEPICOP - Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas manifesta a sua frontal oposição ao teor da notícia hoje divulgada pelo "Jornal de Negócios", segundo a qual o novo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa teria aceitado diversas condições impostas pelo vereador eleito pelo Bloco de Esquerda para o estabelecimento de uma coligação no executivo camarário, de entre as quais avultaria a obrigação para os promotores imobiliários que operam na capital de venderem ou arrendarem 20 por cento dos seus empreendimentos novos a "preços controlados".Considerando que esta exigência "carece em absoluto de fundamentação legal", a FEPICOP defende que os municípios não têm competência para adoptar uma medida desta natureza, a qual só poderia ser decretada pelo Governo, integrada num novo enquadramento da política de solos e com as adequadas contrapartidas aos promotores. Leia tudo aqui no site da AECOPS. A coisa promete...Aviacção: "Veja" não larga (II)
Já agora, a "Veja" publica aqui a transcrição do diálogo entre os dois pilotos do avião da TAM envolvido no acidente de Congonhas:"A CPI do Apagão Aéreo na Câmara dos Deputados divulgou nesta quarta-feira uma versão traduzida da trancrição (em inglês no original) dos diálogos entre a cabine do Airbus A320 da TAM e a torre do Aeroporto de Congonhas. As conversas, registradas na caixa-preta do avião que caiu em São Paulo, mostram os últimos momentos do vôo 3054. A seguir, os principais trechos:
PILOTO 1: Está ok? Tudo certo?(PILOTO 2 diz que está tudo OK e pergunta onde será o pouso)
(O avião se aproxima do aeroporto e e chama a torre)
(Preparação para o pouso)
TORRE: TAM 3054, 35 à esquerda. Autorizado para pousar. A pista está molhada e escorregadia. O vento é 330 a 8 nós.
TORRE: Inibido a descida para mim. Tira o sinal.
PILOTO 1: Reverso 1 apenas. Spoilers nada.
(Som de batida)
TORRE: Ah, não.
(Som de gritos, voz feminina e batida)".
Há coisas que nem lembram ao diabo...
O tricampeão mundial de Fórmula 1 acumulou várias multas e teve a licença para conduzir suspensa, até completar um curso de reciclagem. Durante uma semana, o antigo campeão do Mundo vai aprender noções de condução defensiva, primeiros socorros, relações interpessoais e código da estrada. Terminado o curso, tem de fazer um teste de 40 perguntas e responder certo a 70 por cento das questões. Só assim poderá voltar à estrada. Piquet faz o curso na companhia da sua mulher, Viviane, que que também superou o limite de infracções previsto, num sistema de pontos em que as multas que caad condutor tiver vão acumulando. O antigo piloto brasileiro encara a prova com «fair play». «O problema não é conduzir a alta velocidade, são multas em geral, parar em lugares em que não se pode, aeroporto, isto e aquilo. Eu acho que é válido», afirmou Piquet, citado pelo Terra (fonte: Maisfutebol)
Aviacção: "Veja" não larga
A revista brasileira "Veja" não larga o assunto e o povo manifetsa-se na rua contra a rebaldaria no sector. Hoje a publicação noticia que "nos últimos momentos do vôo 3054, os comandantes do Airbus A320 da TAM falaram sobre a pista escorregadia, o reverso travado e a dificuldade para frear o avião. As conversas entre os pilotos e a torre do Aeroporto de Congonhas foram divulgadas nesta quarta-feira em sessão da CPI do Apagão Aéreo na Câmara. "Lembre-se: nós só temos um reverso", diz um dos pilotos. "Sim, nós só temos o esquerdo", responde o outro. No fim da gravação, a caixa-preta registrou o desespero dos tripulantes. A CPI divulgou apenas as transcrições dos diálogos -- apesar de ter recebido da Aeronáutica um CD com as gravações, não foi possível reproduzir o áudio, que exige um programa de computador especial para ser ouvido. Os deputados decidiram então ler os trechos das conversas ouvidas na caixa-preta. As conversas mostram as últimas tentativas de parar o avião. Antes do pouso, fica claro que a tripulação sabia que um dos reversos estava travado e que a pista de Congonhas estava escorregadia. "Está tudo OK? Tudo certo?", pergunta um dos pilotos na descida, pouco antes de citar o problema no reverso. Mais adiante, o Airbus recebe autorização da torre para o pouso e ouve a ordem para redução de velocidade para aproximação da pista. Em seguida, um dos tripulantes pergunta à torre sobre a condição da pista, já que estava chovendo. "Está molhada e ainda escorregadia", responde a torre. Instantes depois, o pouso é liberado. A gravação mostra o som do toque na pista de Congonhas. Os momentos mais dramáticos da transcrição aparecem a seguir. "Reverso 1 apenas. Spoilers nada", diz um dos pilotos, já percebendo a impossibilidade de frear. "Olhe isso! Desacelera, desacelera", diz o outro. "Eu não consigo, eu não consigo! Ô meu Deus, ô meu Deus." O segundo piloto diz a frase ouvida por outra aeronave que estava na pista de Congonhas, relatada já no dia do acidente: "Vai, vai. Vira, vira, vira." É quando a gravação registra o primeiro som de batida -, além de gritos ao fundo.Mais dados - Na tarde desta quarta, a CPI do Apagão Aéreo realiza sessão fechada para discutir os dados da outra caixa-preta, que registrou os comandos da aeronave no momento do pouso. O relator da CPI, Marco Maia (PT-RS), disse que só as transcrições não tiram as dúvidas sobre o acidente. "Vamos precisar ainda cruzar os dados da caixa-preta de voz com a caixa de dados para que possamos definir os motivos do acidente. Ainda não dá para responsabilizar os pilotos ou o avião", afirmou ele".Seguradoras também com pança cheia...
São Bento recusa filmagens de filme sobre Pinto da Costa
Já agora, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social
IVG: sabiam que...
28 JUL 07 83% em mobilidade especial são do Ministério da Agricultura
27 JUL 07 Cavaco apela ao diálogo entre governos nacional e regional
27 JUL 07 Ministro das Finanças recusa mais verbas para a Madeira
26 JUL 07 «Entendam-se!», responde Portas às afirmações do primeiro-ministro
26 JUL 07 Provedor quer esclarecer mobilidade especial na DGV
26 JUL 07 Jardim diz que Governo é que está em falta para com a região
26 JUL 07 Marques Mendes desdramatiza polémica da IVG suspensa na Madeira
26 JUL 07 Jardim recusa-se a «alimentar folhetim do aborto»
26 JUL 07 CDS-PP defende a intervenção dos tribunais no caso da lei do Aborto na Madeira
25 JUL 07 Resistência da Madeira é «inadmissível»
25 JUL 07 Governo já criou 41 mil postos de trabalho
25 JUL 07 Mobilidade especial atinge 900 funcionários públicos
25 JUL 07 Madeira «vai ter que aplicar a lei» do aborto
25 JUL 07 Despesa pública vai descer até 40% do PIB em 2009
24 JUL 07 PSD-Madeira pede pareceres sobre inconstitucionalidade da lei
24 JUL 07 Assembleia vota pedidos sobre a constitucionalidade da lei do aborto
23 JUL 07 Madeira tem «margem de decisão» sobre lei do Aborto
23 JUL 07 PS critica silêncio do PSD e do PP perante incumprimento da lei na Madeira
20 JUL 07 Análise do incumprimento da Lei do Aborto cabe à Justiça
20 JUL 07 Madeira recusa assumir encargos com IVG
18 JUL 07 PS, PCP e BE discordam da posição de Jardim
16 JUL 07 Representante da República diz que Madeira não tem condições para aplicação do IGV
16 JUL 07 Jardim diz que Madeira não tem dinheiro para IGV
16 JUL 07 Coordenador de Saúde Reprodutiva admite gabinetes de planemanto familiar nas escolas
16 JUL 07 DGS considera situação na Madeira «eminentemente política»
16 JUL 07 DGS estima 20 mil abortos por ano em Portugal
16 JUL 07 «Portugal é que está na ilegalidade ao aplicar lei», diz Jardim
16 JUL 07 Estado vai gastar pelo menos 5,8 milhões de euros por ano
15 JUL 07 Linha Saúde24 informa sobre locais para fazer interrupção da gravidez
14 JUL 07 DGS garante «rede muito vasta» de locais para realizar IVG
14 JUL 07 Governo regional da Madeira proíbe IVG na ilha
14 JUL 07 Objectores impedem realização de IVG em nove hospitais
13 JUL 07 Movimentos pró-vida marcam acções de protesto este fim-de-semana
13 JUL 07 Viagens para o continente para praticar IVG têm de ser pagas pela Madeira
13 JUL 07 Todos os obstetras do Hospital de Évora são objectores de consciência
13 JUL 07 IVG a pedido da mulher só até às nove semanas e seis dias
12 JUL 07 Administradores hospitalares consideram «absurdo» se Madeira não aplicar a lei
10 JUL 07 Hospitais das Misericórdias recusam fazer IVG
10 JUL 07 Lei não será aplicada na Madeira enquanto TC não se pronunciar
10 JUL 07 Médicos de clínica geral querem maior aposta no planeamento e acompanhamento
10 JUL 07 Linha telefónica auxilia mulheres que queiram abortar
09 JUL 07 Hospital conta com seis obstetras para aplicar nova lei IVG a partir dia 15
09 JUL 07 Linha Opções alerta para as mulheres fragilizadas que querem abortar fora do SNS
09 JUL 07 Governo criou grupo trabalho para estudar entidade gestora da mobilidade
09 JUL 07 Doze hospitais do Norte começam a realizar a IVG
06 JUL 07 Três hospitais já realizam IVG a pedido da mulher
21 JUN 07 Governo Regional da Madeira não vai aplicar nova lei
Portal com fraca aderência das publicações regionais... (II)
Portal com fraca aderência das publicações regionais... (I)
Bagunça no DN de Lisboa?
Ora ai está...
Por lá, 20 mil professores dos quadros podem ficar com horários zero...
CGD também na onda...
Se a moda pega...
O dono de uma concessionária de automóveis de Atlanta, Geórgia, foi acusado de ter morto dois dos seus empregados que lhe exigiam aumento de salário. Rolandas Milinavicius foi formalmente acusado durante uma audiência judicial pelos assassínios de Inga Contreras e Martynas Simokaitis, cometidos na quinta-feira da semana passada, segundo noticia a Lusa.Fontes policiais disseram que Milinavicius, de 38 anos, aparentemente atravessava problemas financeiros e ter-se-á enfurecido quando os dois empregados lhe apresentaram as exigências. Milinavicius entregou-se voluntariamente à polícia no fim-de-semana, confessando ter cometido os homicídios num momento de intensa pressão psicológica, disse um porta-voz da polícia.
Legislativas 2005: Partidos multados em 100 mil euros
Lisboa: Terminal 2 já está...
40% dos funcionários públicos não serão promovidos
Açores: Governo recusa arranque da vinha
O Governo Regional dos Açores "recusa-se a pagar para arrancar vinhas e não vai seguir a política da União Europeia (UE) nesse domínio", garantiu hoje uma fonte da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas. A mesma fonte assegurou à agência Lusa que "independentemente da política seguida pela Europa para a viticultura a região já destinou as verbas que vai disponibilizar, através dos programas operacionais POSEI e Pró-Rural, aos produtores de vinho". A posição do Executivo Regional segue-se ao anúncio feito pela comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer Boel, que manifestou a intenção de arrancar 200 mil hectares de vinhas de baixa qualidade em toda a UE. O objectivo desta medida europeia insere-se no quadro de um plano para responder à concorrência de outras partes do mundo. Ao mesmo tempo, foi proposta a disponibilização de verbas significativas para apoiar os produtores que concordem em arrancarem vinha, a par de 120 milhões por ano, destinados à promoção dos vinhos europeus no estrangeiro. A comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer Boel, fez questão de sublinhar que os produtores apenas arrancarão a vinha "a título voluntário". Nos Açores, contrariando essa orientação vão ser disponibilizadas "através do POSEI, no período 2007/2013, cerca de 2,2 milhões de euros para ajudas à manutenção das vinhas". As ajudas destinam-se às vinhas orientadas para a produção de Vinho de Qualidade Produzido em Região Demarcada (VQPRD), à produção de Vinho Licoroso de Qualidade Produzido em Região Demarcada (VQPRD) e vinho regional. Estão ainda, adiantou a mesma fonte, previstos apoios durante os próximos sete anos para ajudar ao "envelhecimento dos vinhos licorosos açorianos".O montante da ajuda, num máximo de três anos por produtor, é de 10 cêntimos por 100 litros dia para um total de 400 mil litros. Através do programa Pró-Rural estão também disponíveis 20 milhões de euros, entre 2007/2013, destinados à modernização das explorações agrícolas a que também podem aceder os produtores vitivinícolas. A produção de vinho nos Açores foi de 1,8 milhões de litros na campanha 2006/2007, menos 11 por cento do que a verificada na anterior, de acordo com as declarações de colheita dos produtores. Na ilha do Pico a produção foi de 303.750 litros, mais 60.750 litros que na campanha anterior, e na Graciosa a produção subiu aos 18.460 litros, mais 4.260 litros que na campanha anterior. Na ilha Terceira, a produção ficou-se pelos 7.700 litros, menos 3.300 litros que na campanha anterior. De acordo com os serviços oficiais a redução ficou a dever-se a uma menor produção de vinho de castas de produtores directos (vinho de cheiro) motivada pela reconversão das vinhas. A produção das castas europeias aumentou em cerca de 62 mil litros derivado do crescimento de 25 por cento na ilha do Pico e mais 30 por cento na ilha Graciosa, enquanto na ilha Terceira a produção desceu em 30 por cento. Segundo dados de técnicos da Comissão Vitivinícola Regional dos Açores (CVR-Açores), 20 por cento da produção de vinho da região não é declarada pelos pequenos produtores. A área vitivinícola nos Açores é de 1.700 hectares, dos quais 17 por cento são ocupados por vinhas de castas europeias e os restantes por castas de produtores directos (vinho de cheiro da casta Isabella) e vinhas abandonadas. No arquipélago existem, nas ilhas Terceira, Graciosa e Pico, três regiões demarcadas para a produção de vinho, que comercializam cerca de duas dezenas de marcas de vinhos de mesa, licoroso e regional oficialmente reconhecidas (fonte: Açoriano Oriental)
Assembleia da Madeira: novos diplomas
Banca privada: é só encher...
Opinião: DISCURSO SOBRE O MEDO
Orçamento de Estado 2008 continua a apertar...
Canárias: Carlos César expressa solidariedade
O Presidente do Governo açoriano manifestou-se consternado e solidário para com o presidente e a população das Canárias, perante os fogos florestais que atingem o arquipélago espanhol, disponibilizando-se para ajudar no que for preciso.Numa carta enviada ao seu homólogo espanhol, Carlos César confessa-se "muito impressionado pela dimensão e consequências dos incêndios", que têm afectado sobretudo a Gran Canaria, Tenerife, Gomera e Fran Canário. Carlos César, que está de férias no Algarve, refere na missiva enviada a Paulino Rivero Baute que "se tragédias que se revestem desta dimensão sempre nos consternam profundamente, o certo é que a desolação se torna mais intensa quando afectam territórios insulares, que se encontram ligados por laços seculares no âmbito da história da Macaronésia". O chefe do Executivo açoriano ofereceu-se, ainda, para ajudar no que estiver ao seu alcance e "for útil" para as Canárias, dentro das limitações açorianas.MediaMonitor TV Tops: João Jardim o 8º mais visto
A semana de 16 a 22 de Julho ficou marcada pelo rescaldo das Eleições Intercalares de Lisboa que o candidato do PS, António Costa venceu mas sem maioria absoluta. Para a liderança do Top 10 Protagonistas ascendeu Marques Mendes, líder do PSD. O destaque vai para o rescaldo das eleições com a derrota a pôr em causa a liderança actual levando à marcação de eleições directas no partido. Na segunda posição ficou o Primeiro-ministro, José Sócrates com a intervenção no debate do estado da nação onde a oposição confrontou o governo com o aumento do desemprego no país, e o anúncio da nova política de promoção da natalidade com subsídios para famílias com filhos e futuras mães. A terceira posição do Top pertenceu a Paulo Portas, líder do CDS/PP com o rescaldo das eleições onde o CDS/PP perdeu o seu único vereador em Lisboa e para a reunião da Comissão Nacional do Partido onde foram discutidos os resultados eleitorais e a polémica acerca do alegado financiamento partidário relacionado com a compra de submarinos para a Marinha portuguesa.
Outras notícias em destaque:
·O conselho informal da União Europeia pretende estabelecer como prioridade a redução da dependência energética e o recurso às energias renováveis.
·O Governo entrega computadores a inscritos no programa Novas Oportunidades.
·O Parlamento aprovou o novo regime de vínculos, carreiras e remunerações da administração pública. O Governo afirma que esta reforma era inadiável e incontornável.
· Já está em vigor a lei do aborto; a Madeira é a única região do país onde não está a ser aplicada.
·O Presidente da Republica, Cavaco Silva diz que os cidadãos podem recorrer à justiça para fazer cumprir a lei.
·Decorreu o 3º encontro COTEC Europa em Lisboa que reuniu empresários de Portugal, Espanha e Itália. Cavaco Silva foi o anfitrião e recebeu o Rei de Espanha e o Presidente de Itália.
·O Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos afirma que já escolheu o novo director-geral dos Impostos que substituirá Paulo Macedo, mas não quer revelar o nome por enquanto.
·As contas públicas estão melhor que o esperado, com mais receitas e com as despesas controladas. O país poderá fechar o ano com o défice abaixo dos 3%. O clima económico em Portugal atingiu o máximo dos últimos 5 anos. Os indicadores de conjuntura do Banco de Portugal afirmam que a economia mantém o ritmo de recuperação.
·Os 21 radares de controlo de velocidade que começaram a funcionar em algumas vias de Lisboa registaram mais de 2000 veículos em excesso de velocidade no primeiro dia de funcionamento.
·O terminal 2 do aeroporto de Lisboa, destinado a partidas de voos domésticos e que entrará em funcionamento a 1 de Agosto, vai servir mais de dois milhões de passageiros por ano.
·As vendas de automóveis subiram em Junho, o último mês antes da entrada em vigor do novo regime do Imposto Automóvel. No mês passado, graças às campanhas de descontos realizadas pelas marcas, foram vendidos 23 mil veículos, mais 6,6 por cento que em Junho de 2005. As contas são da Associação Europeia de Construtores Automóvel.
·Os medicamentos genéricos portugueses continuam a ser dos mais caros da Europa e já atingem 18,2% de quota em Portugal.
·A base permanente dos meios aéreos da Protecção Civil vai ficar instalada em Ponte de Sôr.
·A Sonae oferece 662 milhões de euros pelo Carrefour. A Sonae fica responsável por quase um terço do sector da distribuição.
·No desporto, clubes preparam as equipas e acertam as últimas contratações e transferências.
·SL Benfica oficialmente no Guiness como o clube com mais associados.
·No Porto Bike Tour, cerca de seis mil pessoas pedalaram, entre a Ponte da Arrábida e o Castelo do Queijo, no Porto, no âmbito da luta contra a droga e por uma vida saudável. (Fonte: Marktest, Julho de 2007)
TV online com menos acessos a partir do lar

Em Junho, a média diária de visitantes destes sites cifrou-se nos 147 mil, menos 4.5% do que em Maio e menos 11.4% do que o observado no mesmo mês do ano precedente. Neste período, foram visitadas 21 milhões de páginas de sites de televisões, uma média de 18 por utilizador. Em páginas visualizadas, também se observou uma quebra de 10.0% face ao mês anterior e de 30.1% relativamente a Junho de 2006. O tempo total de navegação nestes sites superou as 389 mil horas, uma média de 12 975 horas por dia e de 20 minutos por utilizador. O tempo total de navegação esteve 18.0% abaixo do observado no mês precedente e 24.2% abaixo do registado em Junho de 2006. A SIC online mantém-se como o canal de televisão português mais visitado a partir do lar, com 436 mil utilizadores únicos em Junho. A RTP online recebeu 387 mil utilizadores únicos e a TVI online 185 mil. Na SIC online observou-se o maior decréscimo mensal no número de visitantes, menos 7.8% do que no mês anterior, ao passo que na RTP se observou a menor quebra, de 1.3%. A TVI online desceu 2.1% face ao mês anterior.

A RTP online mantém-se na liderança em páginas visitadas, com 3,3 milhões em Junho. A SIC online mantém-se em segundo com cerca de 2,5 milhões de páginas e a TVI online em terceiro, com 1 milhão. No total, estes canais tiveram 6,8 milhões de páginas visitadas, menos 4.3% do que no mês anterior. Em páginas visitadas, a SIC online protagonizou a maior quebra mensal, com menos 16.1% do que no mês anterior.

A TVI online assitiu ao maior aumento mensal, com mais 5.8%. Na RTP online, o número de páginas visualizadas aumentou 3.5%. (Fonte: Marktest, Julho de 2007)
Portugal: 3,5 milhões com email
A utilização desta ferramenta de comunicação é bastante frequente, já que 94.4% dos que usam correio electrónico fizeram-no nos últimos 30 dias. A casa é o local preferido pelos portugueses para aceder ao email, local onde 79.7% dos que usam o serviço costumam consultar e enviar emails. O acesso ao email no local de trabalho é feito por 37.5% dos utilizadores do serviço e 15.7% acede a partir da escola/faculdade. Há ainda 8.4% de utilizadores de correio electrónico que envia emails em casa de amigos ou familiares e 4.8% a partir de outros locais.
Na análise da utilização do correio electrónico entre os vários targets, vemos que este hábito é mais frequente junto dos homens do que das mulheres (respectivamente 50.2% e 34.1%), sendo também mais elevado junto dos jovens (80.2% entre os 15 e os 17 anos e 82.1% entre os 18 e os 24 anos), entre os residentes na Grande Lisboa (54.0%), os indivíduos da classe social alta (91.4%) e os quadros médios e superiores (90.5%). (Fonte: Marktest, Julho de 2007)Lisboa: acordo PS - Bloco
PS recupera intenções de voto dos portugueses
Entre Junho e Julho, apenas o PS e o Bloco de Esquerda viram a sua percentagem de intenção de voto subir, chegando a Julho com 43.9% e 9%, respectivamente. O PSD foi o segundo partido político com maior percentagem de intenção de voto, com 29% menos 1% que no mês de Junho. O Bloco de Esquerda, com uma intenção de voto de 9%, recuperou a terceira posição, o que não se verificava desde Maio de 2006. A coligação CDU (PCP/PEV) desceu para quarto lugar, com uma intenção de voto de 8%. A última posição continua a pertencer ao CDS-PP, que em Julho não foi além dos 6% em termos de intenção de voto. (Fonte: Marktest, Julho de 2007)
Canárias: o drama dos incêndios (II)
La más grave catástrofe ecológica de la historia de Gran Canaria no es obra exclusiva de los elementos (calor excepcional, viento) sino también de la insuficiente previsión, los míseros presupuestos prevencionistas, la ausencia de una estructura de vigilancia inteligente y las improvisaciones que todo lo anterior ocasiona en el enfrentamiento práctico al desastre. Es duro decirlo, pero sería peor callarlo.Los incendios de pasados veranos, también graves pero no apocalípticos como el actual, apenas han servido para estabilizar unos mecanismos de prevención eficientes. Bastó que un ciudadano de dudosa salud mental quisiera "llamar la atención", para contabilizar al día de hoy veinte mil hectáreas calcinadas, cinco mil personas desplazadas de sus hogares o alojamientos, instalaciones destruidas o inutilizadas, casas quemadas, etc.Los elementos naturales han sido importantísimos agentes de la desgracia, sí; pero la gestión para controlar su efecto ha delatado por enésima vez que no aprendemos a dimensionar el siempre latente riesgo. Sin calor y sin viento no habría incendio. Para lo que hay que estar preparados es precisamente para el calor y el viento, empezando por una correcta evaluación de las variables meteorológicas. Angustia el hecho de que este incendio, que el pasado domingo dieron por controlado, siga hoy su destructiva carrera en el sur de la Isla.La ola de calor estaba detectada en toda su magnitud una semana antes de hacerse sentir. ¿Hubo inspecciones de rastrojeras y cortafuegos, o instrucciones especiales a los vigilantes para hacer frente a los riesgos implícitos en la alta temperatura y la eventualidad del viento? Por fortuna no hay que lamentar víctimas humanas, pero su evacuación masiva es un trastorno emocional, económico y laboral que hay que compensar e indemnizar con mayor justicia que el de los daños materiales acordados ayer por el Gobierno de Canarias y el Cabildo insular.Las tensiones y conflictos entre ciudadanos cumbreros y responsables públicos, muchas veces motivadas por la presión que aquellos sufren para hacerles ceder sus propiedades a explotaciones más rentables, les inhiben de aplicar su larga experiencia a la prevención o extinción de los primeros focos del fuego, cuando son incipientes y aún susceptibles de control sin grandes medios. El excesivo proteccionismo puede derivar en desprotección cuando a unos no los dejan y otros no lo hacen. Es imprescindible resolver esas contradicciones, al tiempo que se multiplican los medios técnicos y humanos para prevenir y extinguir.Policía Local, Guardia Civil, bomberos, efectivos de Protección Civil y otros cuerpos, luchan heroicamente contra las llamas y evitan con eficacia el mal supremo de la pérdida de vidas humanas. Pero incluso ellos podrían multiplicar el rendimiento de su esfuerzo y minimizar su propio riesgo personal si los programas, las técnicas y los medios humanos guardasen entre sí la coordinación deseable. Sin ignorar que la catástrofe abate a veces las estructuras más sólidas y completas, el camino que aún hemos de recorrer es muy largo y no debe percibirse tan sólo en la debacle. La vuelta a la normalidad deberá ir en paralelo con una reformulación más seria, compartida y solidaria del proteccionismo forestal, clave de la conservación ecológica en las Islas y en un planeta demasiado expuesto ya a las hecatombes del cambio climático. Además de normalizar la vida de los ciudadanos afectados, e indemnizar justamente sus pérdidas económicas, habría que estar pensando en los medios de evitar en el futuro estas graves zozobras, admitiendo objetivamente que los disponibles han sido ineficientes. Pero hacerlo en caliente, cuando el fuego sigue arrasando hectáreas, e informar a la sociedad con absoluta transparencia (fonte: Editorial do La Provincia)Portugal: 4 milhões fazem férias na praia
A análise deste hábito entre os vários targets mostra-nos algumas diferenças significativas, sobretudo quando analisada a ocupação e a classe social dos indivíduos. Entre as idades, é junto dos jovens entre os 15 e os 24 anos que encontramos mais respostas positivas a esta questão, sendo este um hábito comum a mais de 65% dos jovens desta faixa etária. A análise da região de residência, embora revele menores discrepâncias, mostra que os residentes na Grande Lisboa e no Litoral Centro elegem, mais do que a média, a praia como destino de férias, 58.1% e 55.6%, respectivamente. 
Canárias: Zapaterio vai lá...
Canárias: o drama dos incêndios
El fuego sigue vivo, la tensión latente y los ánimos caldeados. En este estado de casos, es obvio que la prioridad es poner fin a los incendios que han arrasado miles de hectáreas en Gran Canaria y Tenerife y, en menor medida, en La Gomera. El análisis en profundidad y, si corresponde, la depuración de responsabilidades, queda, por tanto, para una fase posterior.Hoy toca, en consecuencia, una primera lectura de los hechos. Y ésta ha de centrarse en la gravedad de lo ocurrido. No hay precedente de una evacuación masiva como la registrada estos días en las citadas islas: 12.000 personas han sido sacadas con urgencia de sus viviendas ante la cercanía de las llamas. Tampoco alcanza la memoria isleña a recordar incendios que en tan corto espacio de tiempo hayan arrasado una superficie tan grande, sembrando un reguero de desolación que se ha llevado por delante valores tan emblemáticos de la flora y fauna isleña como los pinares, palmerales enteros, y colonias de pinzón azul, a lo que se une la no menos dramática pérdida de decenas de viviendas, hoteles e instalaciones complementarias de la oferta turística tan atractivas para el residente y el visitante como Palmitos Park.
Todo eso ha puesto de manifiesto que estamos ante unas circuntancias históricas, en las que la mano del hombre, como parece ser el caso de Gran Canaria, y la naturaleza se han aliado para dar pie a incendios de dimensiones gigantescas. Pero, en paralelo, estamos ante la constatación de que Canarias no estaba preparada para este tipo de incidencias.
La lejanía y la fragmentación territorial, unidas a la complicada orografía de las Islas, han pasado factura de manera más que evidente, pero a grandes males, grandes remedios, o al menos, una previsión adecuada, que es lo que se espera de quienes están al frente de las administraciones públicas. En ese contexto, la primera lección que dejan los incendios es que los medios de lucha contra el fuego han de dimensionarse atendiendo la insularidad, pues todos los expertos coinciden en que es vital llegar al foco de los incendios lo antes posible. Y eso, cuando los equipos aéreos están concentrados en solo una isla o, en el peor de los casos, en la Península, supone un contratiempo que puede resultar fatal.
Se une a ello la obligación de contar con una política de protección del medio ambiente que combine el obligado rigor en la defensa del entorno con la articulación de políticas orientadas precisamente a prevenir los incendios y facilitar su extinción. A tenor de las opiniones de quienes residen en las zonas afectadas, y a tenor también de las primeras valoraciones de naturalistas y colectivos ecologistas, en los últimos años en Canarias ha primado un afán supuestamente proteccionista que ha llenado los boletines oficiales de leyes y decretos, pero que no se han visto acompañados de medidas prácticas.
En tercer lugar, y una vez que el fuego esté extinguido, no se puede demorar la aplicación de una política de reforestación exhaustiva, de manera que ni un solo metro cuadrado afectado por el incendio escape a esa apuesta.
En este contexto, Canarias recibe hoy la visita del presidente José Luis Rodríguez Zapatero. El jefe del Gobierno ya estuvo en Gran Canaria en 2005 para visitar la zona afectada por el fuego que se desató en aquel verano; ahora lo hará con unos incendios mucho más graves. Su visita, como la de toda autoridad, es de agradecer por cuanto revela sensibilidad con las preocupaciones de los ciudadanos. Pero tras ese gesto ha de venir el establecimiento de compromisos claros y su irrenunciable cumplimiento con vistas a conseguir, como antes se apuntaba, que las Islas cuenten con los medios precisos, que no son otros que los que derivan de nuestra lejanía, fragmentación y singularidad climática (fonte: Editorial do Canarias-7)
Canárias: desastre e desolação

