Li no Jornal I, num texto do jornalista Filipe Paiva Cardoso que "num mundo tomado pela propaganda, quase tanto como hoje, ainda que então menos disfarçada, também a fotografia da elevação da foice e do martelo sobre o Reichstag, imagem-ícone da tomada de Berlim pelos soviéticos foi retocada para ficar mais apelativa, tendo a sua data sido adulterada para a tornar ainda mais impressionante. A história foi contada pelo diário espanhol “ABC”, a 23 de Março último, que chamou à adulteração da fotografia a “incrível mentira soviética”. O jornal espanhol citava o historiador Jesús Hernández, autor do “As 100 Melhores Histórias da Segunda Guerra Mundial”, livro onde menciona as alterações feitas à fotografia. Supostamente, os corajosos soldados soviéticos subiram ao Reichstag para içar a bandeira durante os combates, tendo o momento sido capturado por acaso por um fotografo. Contudo, o momento só se deu depois de terminados os combates e da rendição de Berlim, a 2 de Maio de 1945, e não a 16 de Abril, como então foi amplamente reproduzido. Além desta alteração, outros dois elementos foram adulterados na imagem:primeiro, foram adicionadas colunas de fumo à mesma para tornar mais credível que tivesse sido tirada durante os combates – fumo que já não encontra na imagem que usamos. Depois foi apagado o relógio que está no pulso direito do soldado que está a elevar a bandeira – relógio esse que está visível na nossa imagem –, já que foi roubado a um alemão. A fotografia adulterada chegou aos jornais russos a 13 de Maio e foi muito reproduzida a partir de então. Esta “incrível mentira”, porém, foi apenas um pormenor numa guerra em que todos os beligerantes apostaram fortemente na propaganda e nos gabinetes de censura"
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sábado, maio 02, 2015
quinta-feira, dezembro 12, 2013
terça-feira, julho 02, 2013
Encontros do Governo com a comunicação social
O
Governo teve o primeiro encontro diário com os jornalistas. A ideia foi do
secretário de Estado adjunto do Ministério do Desenvolvimento Regional e
procura tornar mais transparente a relação com a comunicação social.
terça-feira, setembro 11, 2012
Propaganda à moda de Passos: "Os ensinamentos na íntegra"
"As quatro folhas A4 em que constam as normas para responder às perguntas, sobretudo da imprensa, sobre as medidas de austeridade anunciadas:
Responde com energia e ambição ao maior problema que enfrentamos no nosso processo de ajustamento o desemprego.
Combate a subida do desemprego porque:
· Reduz bastante os desincentivos à contratação de trabalhadores;
· Alivia as condições de tesouraria das empresas - e por isso diminui a pressão para os despedimentos;
· Permite baixar custos, o que aumenta a competitividade das empresas exportadoras e das empresas que no mercado nacional concorrem com importações, e, no caso das empresas produtoras de bens não-transaccionáveis, permite baixar preços, o que, por sua vez, aumenta o rendimento disponível das famílias num período de recessão económica. Quanto a este último caso, deve ser deixada uma nota de exortação às empresas para que adiram a este esforço nacional de redução dos custos e preços, e façam traduzir este alívio das contribuições para a Segurança Social nas suas políticas de preços.
· Permite aumentar as perspectivas de investimento, tanto das empresas nacionais, como do potencial investimento directo estrangeiro.
· É complementar à nova legislação laboral, que entrou recentemente em vigor. A conjugação dos dois efeitos oferece mais competitividade ao trabalho.
· O crescimento do desemprego é explicado como resultado de desequilíbrios estruturais da economia portuguesa. Só pode começar a ser resolvido com medidas estruturais como esta desvalorização fiscal.
· As nossas empresas têm feito um esforço notável para o crescimento das exportações, mas o ambiente internacional é cada vez mais difícil, por isso precisamos de garantir que este esforço tem continuidade e que é devidamente apoiado.
· Esta é uma medida que tem a capacidade de operar dos diferentes modos ao mesmo tempo, sendo por isso mais eficaz: alivia a tesouraria das empresas, permite reduzir custos nos mercados internacionais e também no mercado interno, tornando as nossas empresas mais competitivas e aliviando o esforço das famílias. Pode ser igualmente um modo de relançar o investimento e de tornar mais fácil o acesso ao crédito bancário para as empresas, porque melhora a sua situação financeira.
· Reequilibra as contas da Segurança Social, preservando o futuro, pensões, reformas, acesso aos mais desprotegidos da sociedade, e reforço de verbas para o desemprego.
· Ao aumentar o emprego, diminui a despesa da segurança Social, com subsídios.
· Promove aumento da arrecadação fiscal pelo aumento do número de activos.
· Comissário do emprego, Lazlo Andor; "criação do emprego tem de ser uma prioridade em si mesma, porque o emprego gera crescimento. Os países sob programa não podem simplesmente esperar que o emprego seja esperado como resultado do crescimento e da procura externa."
· Corresponde à decisão do Tribunal Constitucional sobre a repartição dos sacrifícios. Há um alargamento do universo sujeito às políticas orçamentais de austeridade. Mas esta solução, e ao invés das alternativas que foram sendo avançadas na imprensa nas últimas semanas (aumento generalizado de impostos, sobretaxas extraordinárias, aumentos do IVA, etc.), em vez de provocar efeitos recessivos adicionais sobre a economia, tem pelo contrário efeitos positivos a curto e médio prazo sobre o emprego/desemprego.
Empresas deixam de ter a seu cargo a maior fatia das contribuições da segurança social
· A proposta não é inédita. Além disso, países com maior estabilidade social do que nós e com um forte Estado social optaram por diferentes distribuições entre trabalhador e empresa nas contribuições. Alguns exemplos europeus:
Responde com energia e ambição ao maior problema que enfrentamos no nosso processo de ajustamento o desemprego.
Combate a subida do desemprego porque:
· Reduz bastante os desincentivos à contratação de trabalhadores;
· Alivia as condições de tesouraria das empresas - e por isso diminui a pressão para os despedimentos;
· Permite baixar custos, o que aumenta a competitividade das empresas exportadoras e das empresas que no mercado nacional concorrem com importações, e, no caso das empresas produtoras de bens não-transaccionáveis, permite baixar preços, o que, por sua vez, aumenta o rendimento disponível das famílias num período de recessão económica. Quanto a este último caso, deve ser deixada uma nota de exortação às empresas para que adiram a este esforço nacional de redução dos custos e preços, e façam traduzir este alívio das contribuições para a Segurança Social nas suas políticas de preços.
· Permite aumentar as perspectivas de investimento, tanto das empresas nacionais, como do potencial investimento directo estrangeiro.
· É complementar à nova legislação laboral, que entrou recentemente em vigor. A conjugação dos dois efeitos oferece mais competitividade ao trabalho.
· O crescimento do desemprego é explicado como resultado de desequilíbrios estruturais da economia portuguesa. Só pode começar a ser resolvido com medidas estruturais como esta desvalorização fiscal.
· As nossas empresas têm feito um esforço notável para o crescimento das exportações, mas o ambiente internacional é cada vez mais difícil, por isso precisamos de garantir que este esforço tem continuidade e que é devidamente apoiado.
· Esta é uma medida que tem a capacidade de operar dos diferentes modos ao mesmo tempo, sendo por isso mais eficaz: alivia a tesouraria das empresas, permite reduzir custos nos mercados internacionais e também no mercado interno, tornando as nossas empresas mais competitivas e aliviando o esforço das famílias. Pode ser igualmente um modo de relançar o investimento e de tornar mais fácil o acesso ao crédito bancário para as empresas, porque melhora a sua situação financeira.
· Reequilibra as contas da Segurança Social, preservando o futuro, pensões, reformas, acesso aos mais desprotegidos da sociedade, e reforço de verbas para o desemprego.
· Ao aumentar o emprego, diminui a despesa da segurança Social, com subsídios.
· Promove aumento da arrecadação fiscal pelo aumento do número de activos.
· Comissário do emprego, Lazlo Andor; "criação do emprego tem de ser uma prioridade em si mesma, porque o emprego gera crescimento. Os países sob programa não podem simplesmente esperar que o emprego seja esperado como resultado do crescimento e da procura externa."
· Corresponde à decisão do Tribunal Constitucional sobre a repartição dos sacrifícios. Há um alargamento do universo sujeito às políticas orçamentais de austeridade. Mas esta solução, e ao invés das alternativas que foram sendo avançadas na imprensa nas últimas semanas (aumento generalizado de impostos, sobretaxas extraordinárias, aumentos do IVA, etc.), em vez de provocar efeitos recessivos adicionais sobre a economia, tem pelo contrário efeitos positivos a curto e médio prazo sobre o emprego/desemprego.
Empresas deixam de ter a seu cargo a maior fatia das contribuições da segurança social
· A proposta não é inédita. Além disso, países com maior estabilidade social do que nós e com um forte Estado social optaram por diferentes distribuições entre trabalhador e empresa nas contribuições. Alguns exemplos europeus:
· A medida não é inédita até porque recupera, numa modalidade diferente, o projecto de "desvalorização fiscal" que foi avançado no passado recente pelo PSD e pelo Governo. Só que desta feita através das contribuições sociais dos trabalhadores e já não do IVA. Sendo um imposto regressivo, o IVA afectaria desproporcionadamente as famílias mais pobres pelo que o aumento do IVA que seria necessário teria um impacte social mais nocivo do que a subida das contribuições sociais dos trabalhadores.
Insensibilidade social?
· Os trabalhadores do sector privado e do sector público de menores rendimentos serão protegidos por um crédito fiscal em sede de IRS, por intermédio do qual terão ou uma redução do imposto a pagar, ou uma devolução maior. Os parceiros sociais terão um contributo muito importante a dar na definição do esquema mais adequado para proteger estes trabalhadores.
Novo aumento de impostos?
· A medida não pode ser vista como uma subida de impostos. As contribuições dos trabalhadores sobem, mas as contribuições das empresas descem. Como um todo, a economia não fica mais sobrecarregada com impostos/contribuições. Isso é que é importante salvaguardar. O impacto na atividade económica será positivo.
Acórdão do Tribunal Constitucional
· O Tribunal Constitucional nunca exigiu uma igualdade estrita entre os contributos do sector público e do sector privado porque a situação é muito diferente num e noutro. O que se exige é que todos participem e que exista proporcionalidade nos diferentes contributos para a resolução dos nossos problemas. O Tribunal Constitucional nunca determinou que o corte dos subsídios não podia ser mantido, mas sim que este corte teria de ser acompanhado por uma contribuição do sector privado.
· A medida corresponde à decisão do Tribunal Constitucional sobre a repartição dos sacrifícios. Há um alargamento do universo sujeito às políticas orçamentais de austeridade. Mas esta solução, e ao invés das alternativas que foram sendo avançadas na imprensa nas últimas semanas (aumento generalizado de impostos, sobretaxas extraordinárias, aumentos do IVA, etc.), em vez de provocar efeitos recessivos adicionais sobre a economia, tem pelo contrário efeitos positivos a curto e médio prazo sobre o emprego/desemprego.
· O Orçamento para 2013 incluirá medidas que tributam os rendimentos da riqueza e do capital, bem como os lucros das grandes empresas, como sucedeu já este ano.
Patrões
· Reforça os capitais das empresas, com repercussões na tesouraria das empresas, diminuindo os custos financeiros, relacionados com custos bancários no pagamento de despesas correntes, como salários. Não é o reforço de capitais para os bolsos dos patrões, é para o reforço e salvar as empresas e o emprego.
· A medida contribui para o desendividamento das empresas portuguesas (são das mais endividadas do mundo desenvolvido e é uma das razões porque não conseguem ter acesso a financiamento bancário).
Decisões do BCE de ontem:
1. Premeia o esforço dos Governos que têm sucesso com os programas de ajustamento. Quem não cumpre, não tem ajuda do BCE.
2. Dirige-se ao problema europeu que há muito é sublinhado pelo Governo português, perante o silêncio da oposição, e que consiste na fragmentação financeira do mercado interno europeu, em grande medida responsável pelas crescentes dificuldades de financiamento das nossas empresas.
3. Portugal terá acesso ao apoio BCE, em meados de 2013, porque está a cumprir, com sucesso, o programa de ajustamento.
4. Para ter acesso à compra de dívida pelo BCE, outro países terão de se submeter a programas de ajustamento. Por exemplo, se Espanha requerer ajuda do BCE, terá de acordar um programa (com o FMI e CE) com objectivos claros quanto aos défices orçamentais.
5. Não há nenhuma hipótese de alívio de austeridade, enquanto Portugal não concluir com sucesso o seu programa de ajustamento.
6. O BCE só apoiará Portugal apenas para facilitar a entrada nos mercados internacionais de dívida, em meados do próximo ano" (notícia do Expresso, com a devida vénia)
Insensibilidade social?
· Os trabalhadores do sector privado e do sector público de menores rendimentos serão protegidos por um crédito fiscal em sede de IRS, por intermédio do qual terão ou uma redução do imposto a pagar, ou uma devolução maior. Os parceiros sociais terão um contributo muito importante a dar na definição do esquema mais adequado para proteger estes trabalhadores.
Novo aumento de impostos?
· A medida não pode ser vista como uma subida de impostos. As contribuições dos trabalhadores sobem, mas as contribuições das empresas descem. Como um todo, a economia não fica mais sobrecarregada com impostos/contribuições. Isso é que é importante salvaguardar. O impacto na atividade económica será positivo.
Acórdão do Tribunal Constitucional
· O Tribunal Constitucional nunca exigiu uma igualdade estrita entre os contributos do sector público e do sector privado porque a situação é muito diferente num e noutro. O que se exige é que todos participem e que exista proporcionalidade nos diferentes contributos para a resolução dos nossos problemas. O Tribunal Constitucional nunca determinou que o corte dos subsídios não podia ser mantido, mas sim que este corte teria de ser acompanhado por uma contribuição do sector privado.
· A medida corresponde à decisão do Tribunal Constitucional sobre a repartição dos sacrifícios. Há um alargamento do universo sujeito às políticas orçamentais de austeridade. Mas esta solução, e ao invés das alternativas que foram sendo avançadas na imprensa nas últimas semanas (aumento generalizado de impostos, sobretaxas extraordinárias, aumentos do IVA, etc.), em vez de provocar efeitos recessivos adicionais sobre a economia, tem pelo contrário efeitos positivos a curto e médio prazo sobre o emprego/desemprego.
· O Orçamento para 2013 incluirá medidas que tributam os rendimentos da riqueza e do capital, bem como os lucros das grandes empresas, como sucedeu já este ano.
Patrões
· Reforça os capitais das empresas, com repercussões na tesouraria das empresas, diminuindo os custos financeiros, relacionados com custos bancários no pagamento de despesas correntes, como salários. Não é o reforço de capitais para os bolsos dos patrões, é para o reforço e salvar as empresas e o emprego.
· A medida contribui para o desendividamento das empresas portuguesas (são das mais endividadas do mundo desenvolvido e é uma das razões porque não conseguem ter acesso a financiamento bancário).
Decisões do BCE de ontem:
1. Premeia o esforço dos Governos que têm sucesso com os programas de ajustamento. Quem não cumpre, não tem ajuda do BCE.
2. Dirige-se ao problema europeu que há muito é sublinhado pelo Governo português, perante o silêncio da oposição, e que consiste na fragmentação financeira do mercado interno europeu, em grande medida responsável pelas crescentes dificuldades de financiamento das nossas empresas.
3. Portugal terá acesso ao apoio BCE, em meados de 2013, porque está a cumprir, com sucesso, o programa de ajustamento.
4. Para ter acesso à compra de dívida pelo BCE, outro países terão de se submeter a programas de ajustamento. Por exemplo, se Espanha requerer ajuda do BCE, terá de acordar um programa (com o FMI e CE) com objectivos claros quanto aos défices orçamentais.
5. Não há nenhuma hipótese de alívio de austeridade, enquanto Portugal não concluir com sucesso o seu programa de ajustamento.
6. O BCE só apoiará Portugal apenas para facilitar a entrada nos mercados internacionais de dívida, em meados do próximo ano" (notícia do Expresso, com a devida vénia)
quinta-feira, março 01, 2012
Governo acaba com contrato para tratar imagem externa
Li no Sol, num texto da jornalista Helena Pereira que “numa altura em que Portugal volta a estar no olho do furacão, o Governo desistiu de recorrer à ajuda de empresas internacionais de relações públicas. No ano passado, o gabinete do secretário de Estado-adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, celebrou um contrato com o Brunswick Group para «apoio na área da comunicação internacional no âmbito da execução do Memorando de Entendimento». Em Dezembro, o gabinete de Moedas dizia ao SOL «não excluir a possibilidade de voltar a recorrer aos serviços da Brunswick Group», o que, afinal, não veio a acontecer. Nos jornais internacionais Portugal continua a fazer títulos e não por boas razões. Um artigo do Financial Times sugeriu que Portugal e Grécia deveriam declarar já falência, enquanto que o Wall Street Journal insistia que Portugal vai ter mesmo que pedir um segundo pacote de ajuda financeira. Contactado pelo SOL, o gabinete do secretário de Estado-adjunto admite ter desistido da assessoria que era feita pelo Brunswick Group ou para tratar da imagem externa do país. «Entendeu-se que não é necessário», garantiu fonte oficial. No Verão do ano passado, o Governo tinha escolhido o Brunswick Group por ajuste directo (63 mil euros por um contrato de três meses) «dada a enorme experiência internacional do grupo» e porque «o serviço prestado constituiu importante contributo para definir uma eficaz comunicação externa da boa execução que Portugal está a fazer dos compromissos assumidos junto dos nossos parceiros internacionais». Mesmo assim, nas últimas semanas, o Governo tem-se esforçado por marcar presença nos meios de comunicação internacionais, como resposta aos ataques que vai sofrendo. Carlos Moedas publicou um artigo no Wall Street Journal, garantindo que Portugal vai recuperar competitividade apesar dos «ventos contrários». O tiro, contudo, não foi certeiro. O mesmo artigo acrescentava que, com o corte na despesa pública, ia ser possível descer os impostos, mas o próprio Moedas viria a público esclarecer que se tratou de um erro da tradução das suas palavras para inglês. No início do mês, foi Vítor Gaspar quem deu uma entrevista ao Financial Times para garantir que Portugal vai cumprir o acordo com a troika. E já esta semana Miguel Relvas disse ao jornal espanhol ABC que Portugal está a ser «um caso de sucesso» como a Irlanda. No meio deste turbilhão, o Governo está também a mexer nas próprias assessorias de imprensa das embaixadas. Em alguns casos, como Madrid ou Brasília, os assessores de imprensa foram mandados regressar”.
quarta-feira, setembro 09, 2009
Democracia: palhaçada na inauguração de um Hospital
O caso tem sido abafado, mas é realmente um exemplo do que é a "democracia" dos socialistas continentais, e de como não funciona a propaganda socialista. O Sindicato dos Enfermeiros denunciou a situação que a Ministra disse desconhecer «totalmente»: "No dia seguinte à inauguração do novo hospital de Seia foram «retiradas algumas camas» da unidade de cuidados continuados, situação que está a causar a «indignação» dos profissionais de saúde, refere o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), citado pela Lusa. O novo hospital foi inaugurado na passada segunda-feira pela ministra da Saúde, Ana Jorge, representando um investimento de cerca de 7,5 milhões de euros e vai servir 50 mil habitantes daquela região. Segundo o dirigente do SEP na Guarda, Honorato Robalo, a empresa que cedeu as camas para equipar a unidade de cuidados continuados integrados «não tinha disponibilidade de entrega» e, no dia a seguir à inauguração, «foi lá buscar uma parte delas». O dirigente sindical não precisou o número exacto de camas. Já o presidente da câmara de Seia, Eduardo Brito, disse à Lusa que «foram retiradas seis camas porque houve um engano no fornecimento, não era aquela referência que tinha sido pedida». O autarca garante que «no dia 15 de Setembro todas as camas serão repostas». A unidade de cuidados continuados integrados tem uma capacidade total para 70 camas. Para o sindicalista do SEP, «é de lamentar que havendo uma visita ministerial para implementar novos serviços, os mesmos não estejam apetrechados por meios técnicos e humanos», o que mostra que «estão a inaugurar os equipamentos à pressa, com intenções puramente eleitoralistas». Honorato Robalo anunciou que o SEP irá, «junto do conselho de administração da Unidade Local de Saúde da Guarda [que tutela o hospital de Seia] saber as razões objectivas por que as camas foram retiradas». Já o autarca Eduardo Brito reconheceu que o presidente da Unidade Local de Saúde, Fernando Girão, «devia ter mais cuidado» com situações desta natureza.«Só devia substituir estas camas quando viessem as novas, para não dar azo de que houve alguma farsa no dia da inauguração do hospital», declarou. A ministra da Saúde, Ana Jorge, confrontada hoje com o assunto, disse desconhecer «totalmente» que a mobília da unidade de cuidados continuados integrados de Seia tenha sido retirada dias depois da inauguração. «Custa-me acreditar que seja assim. Aquilo que se diz muitas vezes lá por Seia e pela Guarda muitas vezes não corresponde à verdade», afirmou, em Serradas, concelho de Penela, à margem da inauguração de uma unidade de cuidados continuados integrados. A governante salientou, no entanto, que o caso «terá de ser averiguado». Veja aqui o video com a reportagm da TVI sobre esta mais-valia para a democracia de excitamentos...
domingo, julho 12, 2009
Ele já começou...
Em Paredes nas Novas Fronteiras dedicadas à Juventude José Sócrates mostrou-se satisfeito com o número de vagas abertas no Ensino Superior
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José Sócrates argumenta que o novo parque químico de Estarreja transmite confiança à economia. O primeiro-ministro inaugurou o investimento de 250 milhões de euros e elogiou o trabalho de Manuel Pinho.
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José Sócrates defendeu um pacto entre o Estado e as pequenas e médias empresas para criar mais exportações. O líder do PS encerrou o fórum Novas Fronteiras dedicado à economia, associando a modernização do país ao papel do estado e dos investimentos públicos.
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José Sócrates reservou o anúncio de várias medidas para o último debate do Estado da Nação da legislatura. O primeiro-ministro anunciou um reforço de 115 milhões de euros para a construção de novos equipamentos sociais e 20 milhões para a modernização dos centros de saúde.
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Vão ser reforçados os apoios de acção social escolar para os estudantes universitários. A decisão foi anuncida por José Sócrates no debate quinzenal no Parlamento. A Oposição criticou, dizendo que as medidas apresentadas não vão de encontro às necessidades
Nota: o que vale é que o povo já não se deixa enganar por esta gente, pela força da propaganda e pelo facilitismo das proemssas a pataco que revelam o desespero depois da derrota nas europeias. O que dirão os socialistas locais,vesgos como são, a tudo isto, quando no caso da Madeira, são céleres com denúncias e participações à Comissão Nacional de Eleições contra João Jardim? E a isto que Sócrates anda a fazer - já antes das europeias -chama-se o quê? Brincar à "cabra cega"?...
terça-feira, maio 12, 2009
Campanha? Propaganda? Cá nada. Isso é só na Madeira...
Mas nenhum destes casos pode ser comparável ao que Alberto João Jardim sempre faz na Madeira, há muitos anos... Quem disser isso é um "mentiroso". Antão os coitadinhos dos sociaslistas daquelas bandas teriam a lata de fazer o mesmo - cópia fiel - que os socialistas desta banda criticam em cartas à CNE, conferências de imprensa diárias, comunicados, telefonemas com SMS para jornalistas, etc e tal. Cá nada. Propaganda? Isto? Campanha eleitoral? Eleições, ganhar votos? O que é isso? Em Lisboa ninguém sabe do que se trata...
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Na Madeira já tinha dado participação do PS na CNE...
Na Madeira já tinha dado origem a uma participação do PS local na Comissão Nacional de Eleições acusando o Governo Regional e Alberto João Jardim de andarem em pré-campanha eleitoral em vésperas de eleições. E a não sei quantas conferências de imprensa, comunicados e telefonemas com SMS aos jornalistas... Como é a nivel nacional ninguém fala na curiosidade de um comportamento exactamente cópia fiel do que é feito na Madeira por João Jardim. Afinal o que dizem os socialistas locais a tudo isto? Segundo a RTP, "até Julho serão adjudicadas obras em 100 escolas secundárias do país, o anúncio foi feito na visita que José Sócrates fez a duas escolas secundárias de Lisboa, a Pedro Nunes e a Filipa de Lencastre. Escolas já em obras há alguns meses". Campanha? O tanas! Isso é só na Madeira com o PSD e Jardim...
quinta-feira, outubro 16, 2008
Professores enxovalhados com "Magalhanices"?
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Formação Magalhães
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Formação do computador Magalhães na mira de professores - As acções de formação do computador Magalhães para os professores estão a gerar polémica. Alguns docentes colocaram vídeos na Internet a ridicularizar os "workshops" que foram dados pelo Ministério da Educação (veja aqui a notícia da RTP sobre este tema);***
Os Contemporâneos e o Magalhães
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Professores voltam às ruas de Lisboa em Novembro
A Plataforma Sindical de Professores convocou uma manifestação para reiniciar a luta contra o modelo de avaliação de professores (veja aqui a notícia da RTP). Finalmente aos professores recomendo a leitura de uma entrevista da Ministra da Educação à revista Visão, com o título "Tenho surpreendido muito, não é?' na qual ela é apresentada como "a mais reformista dos ministros de Sócrates avisa os sindicatos para cumprirem o acordado em matéria de avaliação dos professores, dá um puxão de orelhas aos editores e defende o ensino obrigatório até aos 18 anos"...
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