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sexta-feira, março 06, 2009

Depurações em Havana?

Foi noticiado que "dois dos mais altos responsáveis do Governo cubano, Felipe Pérez Roque, e Carlos Lage, apresentaram a demissão das funções que exerciam no aparelho de Estado e do Partido Comunista. As renúncias ocorreram quatro dias depois de um e outro terem sido afastados das funções que ocupavam. Roque, 43 anos, que era ministro das Relações Exteriores, e Carlos Lage, 57, que também era vice-Presidente, despediram-se em duas cartas publicadas no Granma, o jornal oficial do PC, onde reconhecem os “erros” cometidos, sem dizer quais. O primeiro era deputado e membro do Comité Central do PC, o segundo, além de igualmente parte do CC e do Bureau Político do partido, era deputado, membro do Conselho de Estado e vice-Presidente. O ex-chefe da diplomacia cubana dirigiu as questões externas do país desde 1999, depois de ter sido secretário particular de Fidel Castro. O outro demissionário era um dos “jovens” promitentes da hierarquia. Afastados na segunda-feira pelo Presidente Raúl Castro, foram depois criticados pelo irmão, que sem pôr em causa o seu “valor pessoal” considerou que foram “indignos” no desempenho dos cargos que ocupavam". Também com o título "Raúl Castro remodela los puestos clave del Gobierno cubano", o jornal espanhol "El Mundo" sublinhou que "el presidente de Cuba, Raúl Castro, aprobó este lunes una profunda reforma de su Gobierno con la fusión de varios ministerios y la sustitución de algunos de sus titulares, entre ellos el vicepresidente, Carlos Lage Dávila; el canciller, Felipe Pérez Roque, y el ministro de Economía, José Luis Rodríguez García. Entre estos "movimientos", los que más destacan son las destituciones —sin indicar una nueva función— del canciller Pérez Roque y el de Lage, dos constantes del gobierno cubano en los últimos años. Pérez Roque será sustituido por el viceministro Bruno Rodriguez. El hasta ahora ministro de Exteriores había sido durante casi una década secretario personal del convaleciente líder Fidel Castro y llegó a ser considerado su "delfín". Su salida del gobierno se produce justo después de varios éxitos de política exterior y justo en un momento en el que Cuba mira a EEUU atentamente para ver si el nuevo presidente modificará el embargo contra la isla. Carlos Lage, considerado el arquitecto de las tímidas reformas económicas de la década de 1990, ha sido sustituido como secretario ejecutivo del Consejo de Ministros por José Amado Ricardo Guerra, hasta ahora jefe de la Secretaría del Ministro de las Fuerzas Armadas. Lage mantiene, al menos por el momento, su puesto como vicepresidente del Consejo de Estado, el 'ejecutivo' de la isla. La crisis de gobierno afecta también a otros puestos clave en la política economía: José Luis Rodríguez García, Ministro de Economía y Planificación, que también ostentaba el rango de vicepresidente del Consejo de Ministros y de su Comité Ejecutivo, y Raúl de la Nuez, ministro de comercio exterior. Un comunicado del Consejo de Estado leído por la televisión cubana explicó que la decisión se tomó en "consonancia" con el anuncio de Raúl Castro en su asunción presidencial, el 24 de febrero del año pasado, de reducir y reestructurar la Administración del Estado. Entonces, Castro proclamó su compromiso a "hacer más eficiente la gestión del Gobierno". Según la nota oficial, a éstos seguirán otros cambios por la "necesidad de continuar estudiando la actual estructura del gobierno para reducir gradualmente su envergadura y elevar su eficacia".

quinta-feira, novembro 27, 2008

Ricardo Costa é novo director-adjunto do Expresso

Uma surpresa. Segundo o Sol, num texto da jornalista Margarida Davim, "o director-geral adjunto da SIC vai passar a ocupar o lugar de director-adjunto do jornal Expresso. Ricardo Costa continua no entanto a colaborar com a televisão, como assessor do director-geral Luís Marques. Ricardo Costa é o novo director-adjunto do Expresso. O anúncio foi feito hoje, pela Impresa, depois de o Conselho de Redação do semanário ter dado luz verde à nomeação de Costa para um lugar que estava vago desde a saída do jornal de Cândida Pinto. O jornalista, que ocupava até aqui o cargo de director-geral adjunto da SIC vai, contudo, continuar a colaborar com o canal de Francisco Pinto Balsemão. Em comunicado enviado às redacções, a Impresa esclarece que Ricardo Costa vai continuar na SIC«na qualidade de assessor do director-geral, em todas as áreas relacionadas com a convergência e a integração de conteúdos entre os meios do Grupo», ocupando um lugar na «task-force que se ocupará da melhoria do desempenho da estação». O anúncio das novas funções de Costa surge na sequência da saída do editor de política do Expresso, Nuno Saraiva – que vai integrar a redacção do Diário de Notícias".