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sábado, novembro 12, 2022

Cabaz de Natal: produtos alimentares aumentaram 30 por cento

 

Os produtos alimentares estão a registar aumentos consecutivos de preço. O leite, os ovos, a farinha ou o açúcar sofreram aumentos na casa dos 30%. A RTP foi uma mercearia fazer as compras para o Natal e ver quão mais caro pode ser o cabaz este ano.

quinta-feira, novembro 10, 2022

Preço de alimentos e de produtos essenciais aumentou mais de 30%

 

De janeiro até agora, um cabaz de produtos essenciais aumentou mais de 30 por cento. É a conclusão de uma simulação de compra feita pela RTP. Ovos, leites e derivados ou batatas são alguns dos alimentos em que os preços mais subiram.

sexta-feira, novembro 04, 2022

A maior em 30 anos. Inflação ultrapassou a barreira dos 10 por cento

 

Entrámos nos dois dígitos. A inflação em Portugal ultrapassou a barreira dos 10 por cento e atingiu o valor o máximo desde há 30 anos. A subida média dos preços em Outubro foi de 10,2 por cento, uma aceleração de 0,9 pontos em relação a setembro. É preciso recuar até maio de 1992 para encontrar um valor mais alto em Portugal, na altura 10,3 por cento. Os produtos que mais aceleraram a inflação foram a energia e os alimentos.

Taxa de inflação mais alta dos últimos 30 anos

 

O valor divulgado pelo instituto nacional de estatística foi 10,2%. No dia seguinte ao anuncio de novo aumento das taxas de juro, numa subida de 0,75, que fixa agora a taxa em 2%. As prestações do crédito à habitação vão ficar mais caras.

sexta-feira, setembro 02, 2022

INE: Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 9,0% - Agosto de 2022

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 9,0% em agosto (9,1% em julho). O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 6,5% (6,2% no mês anterior), registo mais elevado desde março de 1994. Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 24,0% (taxa inferior em 7,2 p.p. face ao mês precedente), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 15,4% (13,2% em julho).  Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido -0,3% (nula em julho e -0,2% em agosto de 2021). Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 5,3% (4,7% no mês anterior).   O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 9,4% (valor idêntico ao do mês anterior).  Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de agosto de 2022 serão publicados no próximo dia 12 de setembro (INE)

terça-feira, agosto 23, 2022

Fruta e frescos 11% mais caros. Seis meses de guerra esvaziam o bolso dos portugueses

Transportes aéreos, férias organizadas, viagens de barco, gasolina, pão, fruta, carne e peixe estão mais caros desde janeiro. Para compensar, os serviços médicos, computadores e telemóveis estão mais em conta. A economia nacional começa a revelar sinais de fraqueza, seis meses após a invasão da Ucrânia pela Rússia, no dia 24 de fevereiro. O Dinheiro Vivo foi investigar como mudaram os preços de mais de uma centena de rubricas (bens e serviços) do cabaz de referência usado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) para calcular a inflação no consumidor final. Entre janeiro e julho, o leque de diferenças é amplo. Em Portugal, a inflação total deste período ronda os 7%. Tirando os alimentos e a energia, está tudo 5% mais caro. Mas nos alimentos não-transformados, o poder de compra ressente-se bastante: a inflação supera os 11% nestes sete meses. Nos produtos energéticos, é mais do dobro, atingindo 24%. A guerra na Ucrânia veio somar-se a uma situação de constrangimento no abastecimento de matérias-primas que se agravou durante todo o ano de 2021, fazendo subir o custo de alimentos, semicondutores e componentes eletrónicos e petróleo.

segunda-feira, junho 20, 2022

Em três meses, conta de 40 euros de supermercado ficou 12€ mais cara

Rendimentos não subiram, mas os preços de tudo o que compramos dispararam, pressionando brutalmente o orçamento das famílias. Carne, peixe e ovos aumentaram entre 15% e 22%. Encher o depósito custa mais 20 a 30 euros do que em fevereiro. Com a inflação acima das piores previsões e sem fim à vista para a guerra, antecipa-se que o nível de vida ainda piore antes de acabar o ano. Exatamente um mês depois de começar a guerra na Ucrânia, Rita foi às compras e escandalizou-se ao ver que o óleo alimentar tinha duplicado de preço, custando agora mais de 3 euros o litro. Mais do que um litro do melhor azeite disponível. Era efeito direto da súbita saída do mercado de um dos maiores exportadores de cereais da Europa. E a mais ténue consequência da onda de choque que se propagou por todo o mundo, mas mais violentamente sobre a Europa, especialmente vulnerável quer à realidade da guerra quer aos efeitos da incerteza por ela causada. Entre falta de matérias-primas como os cereais mas também o aço, por exemplo, interrupções nas cadeias de abastecimento, escalada dos preços do transporte de mercadorias e o disparar dos custos da produção alimentar e da logística - à boleia da fatura da energia, em particular dos combustíveis, mas também dos fertilizantes e dos contentores, cujo preço se multiplicou até três ou quatro vezes, nos últimos três meses tudo piorou. Se repetisse agora a compra feita no dia 24 de março, os 27 artigos pelos quais pagou 40,72 euros custar-lhe-iam 52,47 euros. Cerca de 12 euros a mais por um rol que incluía produtos de alimentação frescos e processados, como batatas, café, croquetes, macedónia, queijo, manteiga, caldo verde e abacate, e um par de produtos de higiene.

terça-feira, outubro 14, 2008

Taxa de inflação homóloga aumenta para 3,1%

Segundo o INE, "em Setembro de 2008, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação homóloga de 3,1%, uma décima de ponto percentual (p.p.) superior ao valor observado em Agosto de 2008. A variação mensal situou-se em 0,5% ( 0,5% e 0,4%, respectivamente, em Agosto de 2008 e Setembro de 2007). A variação média dos últimos doze meses aumentou para 2,9% (2,8% em Agosto de 2008).O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 3,2%, também uma décima de p.p. superior ao valor do mês anterior. O IHPC apresentou uma variação de 0,5% entre Agosto e Setembro de 2008. A taxa de variação média dos últimos doze meses aumentou 0,1 p.p. para 2,9%". Leia aqui o documento em pdf e aqui consulte separadamente os quadros em excel.