fonte: DN de Lisboa
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segunda-feira, novembro 04, 2013
sexta-feira, abril 03, 2009
PJ: Farinha vira chefe do "CSI" português
O actual responsável da Policia Judiciária na Madeira, Carlos Farinha - tal como já tínhamos dado conta há vários dias neste blogue - toma posse segunda-feira em Lisboa noutro cargo, como foi hoje oficialmente revelado: "A nova estrutura directiva da Polícia Judiciária toma posse na próxima segunda-feira, às 12h00, em cerimónia a realizar na Directoria de Lisboa. A nomeação de José Brás para a liderança da Directoria de Lisboa é uma das mudanças mais significativas. Brás é um dos quadros mais experientes da PJ que liderou o combate à droga com resultados excepcionais. Na Directoria de Lisboa vai ter como número dois o coordenador Vitor Alexandre e o reforço de Paulo Rebelo, que estava colocado em Portimão. A Unidade Nacional de Combate à Droga vai ser chefiada por Ferreira Leite (que estava na Directoria de Lisboa) e Carlos Farinha, actualmente colocado no Funchal, vai liderar o Laboratório de Polícia Científica. Em Faro fica o procurador-adjunto Mota Carmo. Nas Unidades de Combate ao Terrorismo e Criminalidade Económica ficam os actuais directores, Luis Neves e o juiz Moreira da Silva". O que não foi ainda revelado é que esta semana a PJ na Madeira deverá receber um reforço de mais 7 a 8 novos inspectores.
terça-feira, março 31, 2009
PJ: Carlos Farinha de saída
O actual responsável pela Polícia Judiciária na Madeira está de regresso a Lisboa, dentro de 2 semanas, sendo substituído durante a fase em que não for nomeado um substituto Coordenador Ricardo Silva. Desconhece-se se Carlos Farinha ocupará uma posição de destaque na estrutura nacional da instituição, relativamente à qual o Diário da República de 25 de Março último (Diário da República nº 59, Série I) publicou vários novos diplomas relacionados com uma reforma anunciada pelo governo socialista: Portaria n.º 304/2009, Portaria n.º 305/2009, e Portaria n.º 306/2009.
sexta-feira, novembro 21, 2008
A CMF e a PJ: e as causas?
Se a ideia é por via do empolamento de títulos, vender exemplares ou dar a uma determinada notícia uma amplitude que não tem, então a técnica está correcta, e consta de qualquer manual do jornalismo. Basta ver, todos os dias, o desfasamento entre o conteúdo de um texto, e o título, a capa de uma revista e a notícia no interior, a dimensão utilizada nas primeiras páginas dos jornais para destacar um determinado título e o “flop” que depois representa a notícia em si mesma. Mas não é disso que vou falar. Gostaria apenas de perceber porque motivo o DN de hoje, perspicaz, e muito bem, na notícia sobre as audições que a Polícia Judiciária está a efectuar a técnicos da Câmara do Funchal – pelo menos foi isso que li – não conseguiu desta feita saber, ao contrário de outras vezes, qual o assunto que está na base, agora, destas iniciativas policiais, que suspeitas existem afinal, qual o sector envolvido, que tipo de ilegalidades estão alegadamente sob suspeita e investigação, que serviços prestados estão sob investigação, etc. Lendo a notícia do DN fica-se apenas a saber que “todos os dias a PJ ouve pessoas, faz interrogatórios, desta vez foram chamados alguns quadros da Câmara”. Mas o essencial não é isso...
segunda-feira, outubro 13, 2008
PJ acredita que ela se lançou ao rio...
Segundo o Correio da Manhã, "a Judiciária já não tem esperança de encontrar com vida Ana Ribeiro, a jovem de Vila Nova de Gaia, de apenas 14 anos, desaparecida há 14 dias. Inquirições feitas aos amigos e a análise aos seus objectos pessoais levam as autoridades a acreditar que Ana se suicidou. Embora não tenha deixado qualquer carta de despedida, há diversos registos no seu computador que apontam no mesmo sentido, tal como as mensagens de despedida que enviou aos amigos. "Quando a Ana aparecer, ela é que pode dizer o que aconteceu", diz a mãe ao Correio da Manhã, não escondendo a revolta por as autoridades não estarem a procurar a filha com vida. O mesmo sentimento é partilhado pelos amigos, que ontem, face aos desenvolvimentos da investigação, não se quiseram alongar em comentários. A verdade é que o rasto das pistas fornecidas pelos familiares e pelos amigos levou a PJ à hipótese, cada vez mais provável, de que a jovem se tenha atirado de uma das pontes que separam as margens do Douro. Mergulhadores dos Bombeiros Sapadores do Porto têm feito buscas na zona à procura do cadáver da menina. "As correntes são muito fortes na zona e o facto de não sabermos qual o local de onde ela se pode ter atirado dificulta as buscas", disse um responsável da PJ ao Correio da Manhã. Nas últimas 24 horas família e amigos não receberam qualquer sinal da jovem e a cada dia que passa se questionam sobre o que pode ter levado Ana a dizer que se ia atirar da ponte do Infante. Apesar de os pais se terem separado há pouco tempo, os amigos garantem que ela não tinha reagido mal à situação. Mostrava maior sofrimento pela sua relação com Pedro ter terminado".
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