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quarta-feira, novembro 02, 2011

Assembleia Regional: dos 47 eleitos 6 não ficam

Dos 47 deputados eleitos, seis não exercerão funções, embora um deles tome posse para proceder de imediato à suspensão do mandato. A saber:
- CDS/PP - José Manuel Rodrigues, suspensão de mandato por ser deputado na Assembleia da República;
- PS - Isabel Sena Lino, suspensão de mandato por ser deputada na Assembleia da República;
- MPT - João Isidoro, formalizou a renúncia ao mandato, conforme tinha anunciado logo após a sua eleição;
- PSD - Alberto João Jardim, João Cunha e Silva e Jaime Freitas, suspensão do mandato por integrarem o futuro Governo Regional (os dois primeiros já em funções).

sexta-feira, julho 22, 2011

Miguel Mendonça: tudo normal

O Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira encontra-se em casa, e amanhã vai ao Conselho Regional do PSD. Miguel Mendonça deslocou-se durante a tarde de hoje ao Hospital Nélio Mendonça, por mera decisão preventiva, onde ficou algum tempo, cerca de hora em meia, em observação, mas teve alta e regressou a casa. Não há qualquer situação de alarme, nem muito menos nenhum dado novo, clinicamente falando, no que ao estado de saúde do Presidente do parlamento diz respeito.

domingo, setembro 20, 2009

Quem sairá?

Quando Jacinto Serrão retomar o seu lugar de deputado regional do PS na Assembleia da Madeira, em Novembro, quem sairá: Victor Freitas ou Jaime Leandro? Aparentemente a resposta é fácil: o último a entrar sai. Mas só aparentemente. O caso pode não ser tão pacífico como parece. Mas depois explico na certeza de que o assunto está a ser ponderado para que se evitem situações passíveis de gerar broncas.

segunda-feira, março 30, 2009

Açores: Assembleia também alterou lei orgânica

A Assembleia Legislativa dos Açores também alterou a respectiva lei orgânica com a publicação, em 3 de Março passado, do Decreto Legislativo Regional n.º 3/2009/A - Alteração ao Decreto Legislativo Regional n.º 54/2006/A, de 22 de Dezembro (Orgânica dos Serviços da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores). O documento diz no preâmbulo: "A alteração da Lei Eleitoral da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, operada pela Lei Orgânica n.º 5/2006, de 31 de Agosto, introduziu o círculo regional de compensação, aumentando em cinco o número de deputados. Tal facto acarreta, desde logo, o aumento anual das despesas da Assembleia Legislativa com remunerações, representação e encargos sociais, a que acrescem as despesas com as respectivas deslocações e ajudas de custos. A eleição do dia 19 de Outubro de 2008 trouxe, ainda, a duplicação dos partidos políticos com assento parlamentar e, em consequência, mais dois grupos parlamentares e uma nova representação parlamentar. Esta nova realidade exige a imediata revisão dos regimes de financiamento da actividade parlamentar e de constituição dos gabinetes dos grupos e representações parlamentares, sob pena de a sua aplicação ao novo quadro parlamentar — de maior proporcionalidade e pluralidade — evidenciar algumas injustiças relativas no tratamento dado aos diversos partidos e acarretar um aumento exponencial dos custos da Assembleia Legislativa. As distorções de proporcionalidade na representação parlamentar, motivadas pela anterior lei eleitoral, que a orgânica da Assembleia Legislativa, na actual redacção, procurou corrigir através de uma discriminação positiva das representações parlamentares e dos grupos parlamentares mais pequenos, deixaram de verificar -se com o actual sistema eleitoral. Acresce que a manutenção dos actuais regimes de financiamento da actividade parlamentar e de constituição dos gabinetes dos grupos e representações parlamentares implicaria, só por si, um aumento das despesas anuais da Assembleia Legislativa superior a € 800 000. Dentro de um espírito de equidade e de contenção das despesas propõe-se também o estabelecimento de um montante financeiro máximo, por grupo parlamentar e por sessão legislativa, para as despesas inerentes à realização de jornadas parlamentares, bem como a fixação de critérios objectivos para o controlo das despesas correntes no âmbito do apoio ao funcionamento logístico dos grupos e representações parlamentares". Obviamente que a realidade é substancialmente diferente da que a rejeitada alteração à lei orgânica para a Assembleia Legislativa da Madeira preconizava.

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Assembleia dos Açores: PS impõe corte nas verbas aos partidos

O parlamento açoriano aprovou 5ª feira uma proposta do PS que reduz as despesas com pessoal de apoio aos grupos parlamentares. A oposição contestou perante a imposição dos socialistas que visa criar dificuldades aos partidos nos Açores
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quarta-feira, janeiro 28, 2009

Notícias do "paraíso"

Voto do BE não passa na Assembleia
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PS acusa PSD de incoerência
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Bloco acusa socialistas
O Bloco de Esquerda acusa o Partido Socialista de querer silenciar os novos partidos no parlamento açoriano.
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Mercado imobiliário paralisado na Terceira

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Açores: publicado programa de governo e comissões parlamentares

- Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores n.º 2/2009/A, publicada no Diário da República nº 9, Série I de 14 de Janeiro de 2009, da Região Autónoma dos Açores, Assembleia Legislativa - Aprova o Programa do X Governo Regional dos Açores.
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- Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores n.º 3/2009/A, publicada no Diário da República nº 9, Série I de 14 de Janeiro de 2009, da Região Autónoma dos Açores, Assembleia Legislativa - Aprova o elenco das comissões especializadas permanentes da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.
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- Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores n.º 1/2009/A, publicada no Diário da República nº 8, Série I de 13 de Janeiro de 2009, da Região Autónoma dos Açores, Assembleia Legislativa - Aprova o 2.º orçamento suplementar da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores para o ano de 2008.

domingo, dezembro 07, 2008

Assembleia: a história do "vice-presidente" não eleito

Porque motivo o PS não consegue eleger o seu Vice-Presidente? Os madeirenses querem entender o que se passa, os factos e não deturpações, deambulações ou tentativas de manipulação político-partidária. Tentemos colmatar essa eventrual falta de informação:
- O Estatuto Político da Madeira e o Regimento da Assembleia Legislativa, determinam que o Parlamento regional terá três vice-presidentes, sendo dois do PSD e 1 do maior partido da oposição;
- Recordo que a eleição desses três vice-presidentes foi uma norma aprovada no contexto do Estatuto Político de 1999, e transporta obrigatoriamente para os regimentos que desde então têm sido aprovados, dado que o Estatuto, uma lei aprovada pela Assembleia da República, tem um valor superior ao Regimento, aprovado por mera resolução;
- Admito que os 3 vice-presidentes tenham sido pensados e aprovados num contexto de 59 deputados em funções desde 1996 (o Estatuto, repito, foi aprovado em 1999), mas com clara tendência a aumentar, o que se verificou quando o universo parlamentar regional passou para 61 deputados em 2000 e 68 deputados eleitos em 2004;
- Em Maio de 2007, realizaram-se eleições regionais na Madeira, com uma nova lei eleitoral, um novo modelo de eleição dos deputados (círculo único) e um total de deputados fixado em 47, menos 21 que os eleitos em 2004 e menos 14 mandatos que os eleitos em 2000;
- Pode-se colocar questionar se se justifica, numa Assembleia Legislativa com 47 deputados, a existência de 3 vice-presidentes, os mesmos de um parlamento com 61 ou 68 lugares. Penso que não, que 2 Vice-Presidentes seriam suficientes, mas a verdade é que enquanto se mantiver em vigor o Estatuto de 1999, essa norma tem que ser cumprida;
- Em 2000 e 2004, os Açores elegeram 52 deputados, mas a revisão da lei eleitoral em vez de diminuir aumentou para 57 o número de eleitos! Não acham estranho? É que enquanto a Madeira, em Maio de 2007, tinha 231.606 eleitores inscritos, dos quais votaram 140.497 (60,8%), em Outubro de 2008, nos Açores, estavam inscritos 192.943 eleitores, dos quais votaram apenas 90.030 (46,7%!). O paradoxo é que nos Açores - e não me venham com o argumento das nove ilhas, tal como o Porto Santo não teve o seu círculo próprio – existe uma média de 3.384,9 eleitores por deputado, enquanto que na Madeira essa média, em 2007, é de 4.927,7 eleitores por deputado enquanto que na Assembleia da República, com base nos resultados de 2005, os 8.944.508 eleitores propiciaram uma média de 38.936,9 eleitores por cada um dos 230 deputados eleitos;
- O Regimento em vigor nos Açores determina (Artigo 27.º - Composição) que “a Mesa da Assembleia é composta pelo Presidente, por dois Vice-Presidentes e dois Secretários”. Neste momento foram eleitos um vice-presidente do PS e outro vice-presidente do PSD;
- Quanto à Assembleia da República, está definido regimentalmente (Artigo 22.º - Composição da Mesa da Assembleia) que Mesa da Assembleia “é composta pelo Presidente da Assembleia, por quatro Vice-Presidentes, quatro Secretários e quatro Vice-Secretários”. O artigo 23º esclarece depois que “cada um dos quatro maiores grupos parlamentares propõe um Vice-Presidente e, tendo um décimo ou mais do número de Deputados, pelo menos um Secretário e um Vice-Secretário”. Portanto, face ao exposto, o PSD da Madeira não pode, nem deve, impedir essa eleição, nem nunca poderia ter um comportamento desviante do que é normal;
- Então o que se passa? O PS avançou em 2007 com a candidatura de Bernardo Martins, antigo líder parlamentar dos socialistas (até Maio de 2007) e actual presidente da 5ª Comissão Especializada (Assuntos Sociais), na altura vista como uma forma de “compensar” o deputado de Machico pelo afastamento da liderança do grupo parlamentar, hipótese negada pelos socialistas;
- De quantos votos precisa um vice-presidente para ser eleito? Da maioria absoluta dos deputados em efectividade de funções (47). A maioria absoluta desses deputados significa 24 votos, metade+1. Na última eleição (falhada), registaram-se 23 votos a favor de Martins (ficou a um voto dessa maioria absoluta) contra 22 não. A eleição não se consumou;
- Porque é que isso acontece? O PSD já revelou que atribui apenas 10 votos, ou seja, só 10 dos seus 33 deputados votam no candidato proposto pelo PS. Considerando que a oposição junta soma 14 deputados (7 do PS, 2 do PCP, 2 do CDS, 1 o Bloco de Esquerda, 1 do PT e 1 do PND), caso todos estes deputados votassem no candidato do PS, e adicionassem os tais 10 votos do PSD, Martins teria sido eleito;
- Afinal o que acontece para que isso não aconteça? O PSD recusa dar mais do que os 10 votos que diz serem os necessários para viabilizar a eleição do Vice-Presidente do PS, num contexto em que toda a oposição estaria unida no apoio ao candidato do PS; o problema reside exactamente aqui, é que a oposição não consegue os votos que precisa porque o deputado do Partido da Terra sistematicamente recusa votar em Martins;
- Porquê? O PSD responde ao facto de Martins ter participado contra Jaime Ramos, na Legislatura anterior, devido a acontecimentos registados numa reunião da Conferência de Líderes, processo que corre os seus trâmites, encontrando-se suspenso neste momento até porque envolve deputados com direito à respectiva imunidade. Quanto ao deputado do PT – o que explica os ataques que sobre ele são feitos por outros partidos da oposição, inclusivamente com recurso a questões pessoais – João Isidoro já por diversas vezes revelou que recusa votar em quem foi um dos principais responsáveis pelo seu processo der expulsão do PS, assim como um dos mentores do processo de despedimento de uma funcionária do PS que, por sinal é a mulher de Isidoro. Ou seja, o PSD sabe que mesmo garantindo os tais 10 votos, a posição do PT, que eu considero compreensível, garante que Bernardo nunca conseguirá a eleição pretendida;
- Qual a saída, perante estes factos? Antes de mais considerar uma fantochada este processo eleitoral, porque, embora se trate de um acto eleitoral feito por voto secreto, as pessoas à partida sabem que os deputados da oposição votarão num determinado candidato, pelo que nem qualquer secretismo fica garantindo nem a própria liberdade de decisão dos deputados é respeitada, na medida em que são obrigados a votar de uma determinada maneira. Desde quando qualquer pessoa é obrigada em votar num candidato em concreto, ainda por cima, quando em relação a ele, existem motivos, até de divergência pessoal, que impedem que isso não aconteça? Daí o adjectivo propositadamente por mim utilizado - fantochada. Qual a solução? Eventualmente uma alteração deste modelo. Como? Confesso que não tenho ideias formadas. Deixo isso aos deputados regionais e aos dirigentes políticos.

quarta-feira, novembro 19, 2008

Açores: discurso do presidente do parlamento

Ja está disponível, aqui, o discurso do Presidente da Assmebleia Legfslativa dos Açores, proferido ontem durante a cerimónia de posse do novo gabinete regional dos Açores, uma vez mais liderado por Carlos César. Uma curiosidade para a seguinte passagem: "É certo que podemo-nos orgulhar da nossa tradição parlamentar. Aqui, as regras cumprem-se, as oposições vêem respeitados os seus direitos, participam da Mesa e presidem a Comissões. Aqui podem vir – e têm vindo felizmente – as mais diversas Autoridades nacionais, desde as governativas ao Senhor Presidente da República. Porque todos têm como certo que aqui a liberdade, firmeza e frontalidade de posição, bem como a pluralidade de convicções e argumentação sempre casaram bem com o estrito cumprimento das regras democráticas e o liso e devido trato institucional".

segunda-feira, novembro 17, 2008

Açores: Francisco Coelho eleito Presidente da Assembleia

Está confirmado. Fernando Meneses foi afastado deliberadamente. O socialista Francisco Coelho foi eleito Presidente da Assembleia Legislativa Regional dos Açores, substituindo deste modo e de forma inesperada Meneses.

Açores: PS afasta Menezes da Presidência da Assembleia!

Surpresa. Uma situação que certamente ainda fará correr muita tinta, Fernando Menezes, presidente da Assembleia Legislativa dos Açores, e deputado eleito pela Terceira, foi preterido para o cargo pelo líder parlamentar do PS. Menezes vai abandonar as funções parlamentares o que implicará a provável renúncia ao cargo. Em círculos políticos da oposição local, fala-se em "saneamento" mas o indigitado desmente polémicas. De facto, li hoje que "Francisco Coelho, deputado do PS eleito pela ilha Terceira, foi o nome escolhido pelo Grupo Parlamentar da maioria socialista para candidato à presidência da Assembleia Legislativa dos Açores. O deputado socialista, que nas últimas legislaturas assumiu o cargo de líder parlamentar, surge agora como o candidato à presidência do principal órgão da autonomia regional, o Parlamento açoriano. Francisco Coelho vai substituir no cargo Fernando Menezes, que deixa o Parlamento açoriano, apesar de ter sido eleito pela ilha do Faial. A candidatura foi confirmada à saída da reunião pelo presidente do PS/Açores, Carlos César, no final de uma reunião com o Grupo Parlamentar, que recusou, no entanto, a ideia de existir polémica em torno desta escolha. "Não houve polémica nenhuma, portanto, são totalmente falsas quaisquer informações sobre polémicas a este respeito, como, aliás, têm sido despropositadas as referências da Comunicação Social tem feito sobre todos os nomes do Governo", lamentou. O nome de Francisco Coelho foi apresentado, numa fase inicial, durante uma reunião do Secretariado Regional do PS/Açores, sábado na ilha Terceira, a par de Hélder Silva, deputado eleito pelo Faial. A escolha dos deputados socialistas (30) acabou por recair sobre Francisco Coelho, ficando Hélder Silva como líder parlamentar. Nas restantes bancadas parlamentares, António Soares Marinho assume a liderança da bancada social-democrata, enquanto que Artur Lima fica a liderar o grupo parlamentar do CDS/PP. Zuraida Soares lidera a bancada do Bloco de Esquerda no Parlamento açoriano, que têm ainda representações da CDU e PPM. A eleição do presidente da Assembleia Regional vai decorrer hoje à tarde, altura em que o novo parlamento saído das eleições de Outubro será instalado"!

terça-feira, setembro 23, 2008

Madeira: parlamento arranca a 1 de Outubro

Partindo do princípio de que não estou a divulgar…”informação privilegiada”, até porque no final da reunião foram prestadas declarações aos jornalistas, direi apenas que da reunião da Comissão Permanente, hoje realizada, saíram as seguintes decisões:
- plenário a 1 de Outubro preenchido com os processos eleitorais para a Mesa;
- Reunião de líderes marcada para 6 de Outubro para definir o agendamento das reuniões plenárias seguintes;
- Instalação das comissões especializadas (constituídas por 7 deputados do PSD, 1 do PS e 1 dos demais partidos de oposição, neste caso por via de um entendimento estabelecido entre estes), no dia 6 de Outubro às 10 horas.
Relativamente ao processo das obras que serão necessárias no plenário, dada a evidente degradação da estrutura (paredes), foi informada a Comissão que está em fase de elaboração um memorando informativo, a ser distribuído provavelmente na próxima reunião de líderes, mas que as obras, por razões burocráticas relacionadas com a elaboração do projecto e abertura de concurso, nunca começarão antes de Janeiro de 2009.