quinta-feira, agosto 07, 2008

Vamos ter que nos chatear?

Há uma coisa que me faz uma confusão enorme. Afinal a Madeira quer ou não a Universidade da Madeira? Existe ou não uma “guerra” entre a UMa tutelada pelo governo de Lisboa e a Madeira? Ou existem “guerras” entre alguns departamentos governamentais e alguns departamentos da Universidade? Não percebo. Há anos que não entendo o que ali se passa. Mas quando insinuam que faço o “jogo” da UMA, pelo simples facto de lá ter andado (entre outras, diga-se para conhecimento dos ditos), só porque aparentemente alguns departamentos de ”iluminados” de pacotilha não podem ser beliscados, começo a “passar-me dos carretos”. Durante anos era público que havia uma utilização abusiva do nome de “Alberto João”, que tudo dizia, tudo mandava fazer, acabando o Presidente por pagar as favas apesar de nunca ter sido tido ou achado fosse para o quer fosse. Era uma abusiva utilização do Presidente de tal modo que deixava alguns de “diarreia”. Depois passaram a falar de meias histórias ou meias verdades contadas, mas o Presidente do Governo continuava a mandar fazer ou a mandar dizer. Agora é diferente. Se Alberto João Jardim diz puxa-se a orelha, logo aparece alguém mais solícito, de segunda ou terceira linha, a dizer que sim senhor, que o Presidente mandou espetar-lhe uma faca nas costas. Não satisfeitos, outros lhe sucedem a contar que afinal, ouviram o Presidente mandar fuzilar. O puxão de orelhas virou no que se vê! Moral, da história, o Presidente do Governo continua a borrifar-se para essas tretas todas porque a política tem vários patamares de actuação. E sobretudo farto de passividade, do acomodamento e do silêncio – eu sei! Ainda hoje tivemos um exemplo a propósito dos Jogos Olímpicos. Mal seria que o líder de um governo chegue ao ponto de ter que fazer o que compete aos seus colaboradores mais directos. Parece que a moda pegou. Pegou, melhor dizendo, comigo não pega. Porque para além de eu saber como funcionam as coisas, tenho um princípio sagrado: nunca minto, e podem acreditar nisso, nunca minto. Nem neste blogue. Posso cometer lapso por deficiente informação. Porque sei que se um dia for apanhado a mentir, é a credibilidade que se perde. E a moral para falar seja de quem for. Podem acusar-se de tudo, menos disso. Estamos entendidos? E não inventem histórias para não nos chatearmos, certo?

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