Afinal as coisas parece que podem complicar-se. O "Sol" revela, num texto dos jornalistas Graça Rosendo e Rui Antunes, que o Marítimo deve milhões e que Tonel e ex-preparador físico também são arguidos no processo já divulgado. O Marítimo poderá ter de vir a pagar milhões de euros ao fisco, na sequência do inquérito-crime por indícios de fraude fiscal e branqueamento de capitais: "O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) da Procuradoria-Geral da República, que conduz este inquérito, continua a apurar o valor em falta por conta dos pagamentos feitos a jogadores e treinadores, entre 2000 e 2004, através de offshores, e que não foram declarados às autoridades fiscais e à Segurança Social pelo clube madeirense. O inquérito, tutelado pelo procurador Rosário Teixeira – o mesmo da Operação Furacão – já tem cerca de 50 arguidos, dos quais se destacam, como o SOL revelou na semana passada, os principais dirigentes do Marítimo. O presidente do clube, Carlos Pereira, confirmou na semana passada, que já foi constituído arguido. Entre os visados neste processo – que atinge tanto quem pagou como quem recebeu o dinheiro não declarado – estão também antigos treinadores, como Manuel Cajuda, actualmente no V. Guimarães, e o ex-_-preparador físico da equipa principal, actualmente coordenador do futebol jovem do Nacional da Madeira, David Gomes. O SOL tentou, durante os últimos dias, contactar David Gomes, que é genro de Alberto João Jardim e também já foi constituído arguido no processo, mas o treinador encontra-se de férias incontactável".
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