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quinta-feira, agosto 01, 2013
domingo, setembro 19, 2010
Pelo menos metade dos enfermeiros em formação não vai entrar no SNS...
Li no Publico que "mesmo no cenário mais ambicioso de aumento da entrada de enfermeiros no Serviço Nacional de Saúde (SNS) no futuro, perto de metade dos profissionais que sairão das faculdades até 2020 não será absorvida pelas unidades de saúde públicas, se as estimativas do estudo da Universidade de Coimbra (UC) se confirmarem. Basta reparar que as necessidades calculadas de recrutamento de pessoal de enfermagem para o sistema público oscilavam, para o período entre 2008-2020, entre os 14.239 (cenário de base populacional) e os 22.406 profissionais (cenário mais ambicioso, de "tendência"), de acordo com as contas efectuadas pela equipa da UC. E, em cada ano, estão a sair mais de 3500 profissionais das escolas de Enfermagem. A situação neste grupo profissional alterou-se completamente em menos de uma década. De uma falta gritante de enfermeiros passou-se para um excesso na oferta. À semelhança do que sucedeu em outros países, devido à escassez de enfermeiros, Portugal até se viu obrigado a contratar estrangeiros - que chegaram a representar mais de cinco por cento do total, em 2003. Em 2007, porém, o número de estrangeiros a praticar enfermagem no continente já correspondia apenas a 2,2 por cento do total. Em menos de uma década, houve um boom na capacidade formativa que, entre 1999 e 2007, cresceu cerca de 200 por cento. E, em 2007, encontrar de imediato um emprego no sistema público já só era possível para uma minoria: nesse ano em que o número de diplomados ascendeu a 3470, o SNS apenas absorveu 37 por cento do total, revela o estudo. Face a esta realidade, no grupo profissional dos enfermeiros, que é muito jovem ao contrário do que acontece com o dos médicos, deveria considerar-se a possibilidade de "haver já uma retracção" na oferta formativa, defende Helena Peixoto. Como 45 por cento da oferta é privada, "se calhar o ajustamento vai fazer-se por aí", adianta. "Não se pode manter este ritmo ad aeternum. É necessário trabalhar imediatamente a oferta de formação num plano estratégico claro de médio e longo prazo", corrobora a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta Sousa. Na OE, há 61 mil inscritos, mas este número inclui os reformados. No activo serão 40 e poucos mil, estima a bastonária. Maria Augusta Sousa lembra que a OE apresentou há mais de dois anos (Junho de 2008), ao Ministério do Ensino Superior, uma proposta neste sentido, entretanto também enviada para o Ministério da Saúde. Mas ainda não há resposta. "Esta é uma matéria sensível", explica". Leia tudo aqui.domingo, maio 23, 2010
Portugal: mais de 2.500 enfermeiros podem ser despedidos?
Escreve a jornalista do Diário Económico, Catarina Duarte, que “depois dos médicos e dos administradores hospitalares, também os enfermeiros se insurgiram ontem contra as medidas de austeridade decididas pelo Governo. Depois dos médicos e dos administradores hospitalares, também os enfermeiros se insurgiram ontem contra as medidas de austeridade decididas pelo Governo. A serem aplicadas ao sector da saúde "de forma cega e indiscriminada", haverá uma ruptura nos serviços, pondo em causa o Serviço Nacional de Saúde (SNS), alertou o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses. "Mais de 2500 enfermeiros contratados podem ser despedidos", afirmou o SEP num comunicado, onde manifestou igualmente receio pela "degradação das condições de trabalho dos enfermeiros", antevendo "graves consequências" no normal funcionamento dos serviços de saúde, com repercussões na qualidade e segurança dos cuidados prestados aos utentes. "Num contexto em que já hoje se verificam graves carências de enfermeiros nos mais diversos serviços de saúde, a ser aplicada esta medida [congelamento das admissões na Administração Pública] (...) redundará na incapacidade dos enfermeiros de continuarem a assegurar o normal funcionamento dos serviços", pode ler-se também no documento. Depois do ministro Teixeira dos Santos ter anunciado que a saúde não ficaria de fora das medidas de austeridade, várias vozes alertaram para o risco de ruptura de alguns serviços de saúde. "A determinação de que não vai haver entrada de funcionários na administração pública é uma medida global mas que não faz sentido ser aplicada à saúde, em particular aos médicos. Não é aceitável, nem pode acontecer", afirmou ao Diário Económico o presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Pedro Lopes. Conforme o Diário Económico avançou na quinta-feira, a Ministra da Saúde, Ana Jorge, tem tentado um acordo com as Finanças. O ministério de Teixeira dos Santos já mostrou abertura para ter em conta a especificidade deste sector e acatar "necessidades". Ou seja, o ministério da Saúde analisa as necessidades das unidades de saúde, propõe e articula admissões com as Finanças".
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Madeira: a propósito da enfermagem
Aliás, quando se fala em enfermagem na Madeira, a primeira questão que começa a colocar-se, com pertinência, e que eu acho que deve ser discutida com toda a frontalidade, tem a ver com a coragem de haver quem aborde com coragem uma matéria que parece ser "tabu" e que tem a ver com o facto de precisarmos de saber se a Madeira, considerando a sua dimensão, territorial e quer enquanto mercado profissional, justifica a existência de duas instituições superiores de formação de profissionais de enfermagem, o que impede a concentração de recursos e de meios numa instituição única (e confesso que a UMa me parece ser, por natureza, o local adequado para isso), e qual a relação entre os estudantes que terminam a sua licenciatura e a capacidade de absorção destes por parte da estrutura regional de saúde, ou seja, qual o grau de dificuldade que hoje sentem para a sua plena integração profissional. Sinceramente acho que estas questões deveriam ser colocadas em cima da mesa, discutidas e analisadas com frontalidade e, caso se chegue a essa conclusão, que fossem tomadas as decisões consentâneas. Por exemplo seria interessante sabermos quantos profissionais de enfermagem estão neste momento sem colocação e quantos estão a trabalhar de forma precária. E se esta realidade estatística sustenta a pressão da frequência formativa exercida por duas instituições sem ligações entre elas.
domingo, janeiro 11, 2009
Enfermeiros portugueses emigram para Inglaterra
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Avanço na cura do cancro da mama
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Falta de informação a pais com filhos deficientes
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