Mostrar mensagens com a etiqueta aviacção. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aviacção. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, julho 01, 2009

Aviação: Virgin vai despedir?

Segundo a jornalista do Publico, Daniela Teles Fernandes, "a companhia aérea britânica anunciou hoje reduções nas suas operações e a possibilidade de vir a eliminar 600 empregados.Segundo a BBC on-line, os voos entre Londres e Chicago poderão ser interrompidos este Inverno e um dos dois voos diários entre Londres e Hong Kong poderá ser suspenso. No total a companhia pretende reduzir sete por cento da sua capacidade de produção no Inverno de 2008/2009. Como resultado Virgin Atlantic irá começar consultar os seus colaboradores sobre a hipótese de um despedimento colectivo no total de 600 empregados.Apesar de no mês de Fevereiro a Virgin ter registado um aumento dos lucros, não conseguiu escapar imune à crise económica que afectou gravemente o sector de aviação".

terça-feira, junho 30, 2009

Aviação: companhias perderam 2,1 mil milhões até Abril

Escreve a jornalista Raquel de Almeida Correia do Publico que "as perdas das companhias de aviação a nível mundial, nos primeiros quatro meses de 2009, ultrapassaram os 2,1 mil milhões de euros, de acordo com dados da Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA). Mantendo as previsões de prejuízos globais de nove mil milhões de dólares (6,4 mil milhões de euros, ao câmbio actual) para o corrente ano, os números hoje apresentados pela IATA confirmam "a deterioração da indústria face ao ano passado", refere a associação em comunicado. A IATA, que representa mais de 200 companhias de aviação, assegura que os impactos da alta do preço do petróleo ainda não chegaram ao fim e que deverão continuar a "minar" as empresas ao longo de 2009. O combustível para aviação subiu perto de 20 dólares por barril nos últimos dois meses e está agora 75 por cento mais caro do que os valores mínimos atingidos no final de 2008, de acordo com um relatório do Financial Monitor, citado pela Reuters".
***

quarta-feira, abril 22, 2009

TAP afunda-se?

TAP perde 212,4 mil euros por dia com a brasileira VEM
Li aqui que "a Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) perdeu entre 2006 e 2008 uma média diária de 212,433 mil euros desde que adquiriu a brasileira VEM - Varig Engenharia e Manutenção, segundo documentos internos a que a agência Lusa teve acesso. Desde que a TAP assumiu a compra da empresa de manutenção brasileira, no final de 2005, a VEM já acumulou prejuízos de 229,3 milhões de euros. No entanto, desde que foi adquirida, a gestão liderada por Fernando Pinto, presidente da TAP, tem vindo a melhorar os resultados, apesar de serem negativos. Segundo os documentos, a VEM obteve um resultado líquido negativo em 2006 de 208,7 milhões de dólares (cerca de 160 milhões de euros), em 2007, um prejuízo de 47,4 milhões de dólares (cerca de 36,3 milhões de euros), que se juntam aos 33 milhões de euros negativos que a TAP já admitiu em 2008. Os prejuízos da VEM constam de um relatório da consultora de crédito Dun & Bradstreet e que indica que as dívidas de curto prazo da empresa brasileira aumentaram dos 249,4 milhões de dólares em 2006 para 299,2 milhões de dólares em 2007. O grupo TAP fechou o ano de 2008 com um passivo de 2.467 milhões de euros, num cenário em que inclui a consolidação das contas da brasileira VEM, indica um documento interno da empresa ao qual a Lusa teve acesso. O documento, com data de 14 de Dezembro de 2008, acrescenta que, face a este passivo e com os activos a valerem 2.261 milhões de euros, o grupo TAP tem um capital próprio negativo de 212,9 milhões de euros. Perante esta situação, a empresa encontra-se em incumprimento face ao artigo 35 do Código das Sociedades Comerciais, que diz que o passivo das empresas não pode ser superior ao seu capital social”.
***
A situação financeira da TAP é grave
A Transportadora Aérea Nacional registou em 2008 um passivo superior ao activo em mais de 200 milhões de euros. O Governo diz que os objectivos da TAP foram cumpridos mas prejudicados pelo aumento do preço dos combustíveis. Mário Lino mantém assim a confiança na Administração de Fernando Pinto.
***
Lino manifesta confiança na gestão da TAP perante prejuízos
O grupo TAP fechou o ano de 2008 com um passivo superior a 2.450 milhões de euros. Os números, que incluem a consolidação das contas da brasileira VEM, constam de um documento interno obtido pela Agência Lusa. O ministro dos Transportes expressa a confiança do Governo na administração de Fernando Pinto.
***
Governo está a ponderar uma injecção de capital na TAP
A RTP sabe que o Executivo está a estudar alternativas para a grave situação financeira da transportadora aérea, medidas que poderão passar por um aumento de capital até 200 milhões de euros. A TAP deverá registar prejuízos de 300 milhões de euros em 2008.

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Notícias da aviação

TAP prevê transportar 9,2 milhões de passageiros em 2009
A TAP prevê transportar ao longo deste ano, 9,2 milhões de passageiros em todas as suas rotas, o que representa um aumento de 3,3 por cento face a 2008, anunciou hoje o administrador-executivo da companhia aérea."Em 2009, pretendemos continuar a crescer e temos o objectivo de transportar 9,2 milhões de passageiros, mais 464 mil passageiros que em 2008", afirmou Luiz Mór, durante uma conferência de imprensa de balanço da actividade comercial da TAP em 2008 e perspectivas para este ano.Um objectivo "ambicioso" para um ano que "não é fácil de prever", pautado por uma "situação económica muito difícil e uma incerteza muito grande", salientou o administrador-executivo.Neste contexto de crise, defendeu, a TAP deverá apostar na procura de novos mercados e ser "agressiva".A exemplo, referiu que TAP vai lançar, a partir de Junho, três novas rotas, todas com cinco frequências semanais: Lisboa-Moscovo, Lisboa-Varsóvia e Lisboa-Helsínquia.Este ano, a TAP vai operar com uma frota de 71 aviões, 16 dos quais pertencentes à Portugália.Em 2008, a TAP transportou 8,7 milhões de passageiros, mais 12,3 por cento que em 2007.O maior crescimento no número de passageiros transportados verificou-se nos voos para o Brasil (20,4 por cento), seguindo-se África (17,5 por cento), Venezuela (15,5), e Europa (13,4 por cento).
***
A proposta de fusão entre as companhias aéreas British Airways e Iberia está ameaçada. Quem o assume é o chefe-executivo da empresa britânica, Willie Walsh, que em declarações ao jornal britânico Financial Times, edição de ontem, afirmou que as actuais avaliações das companhias no mercado de capitais são inaceitáveis.Quando as bolsas fecharam na sexta-feira, o valor da companhia aérea espanhola Iberia ultrapassou, pela primeira vez, o da British Airways desde que as negociações para uma fusão começaram, em Julho último. A valorização relativa da companhia britânica foi penalizada por uma combinação de factores: a queda do preço de suas acções devido à crise económica [Reino Unido está em recessão pela primeira vez em 18 anos] e à forte desvalorização da libra face ao euro. "A valorização actual [da empresa] seria inaceitável. Nossos accionistas não aceitariam", afirmou Willie Walsh.
***
British Airways com perdas de 160 milhões
A companhia aérea britânica British Airways anunciou prever registar perdas de 150 milhões de libras (158,9 milhões de euros) no final do exercício fiscal que termina em Março. Em comunicado, a British Airways refere que as suas estimativas reflectem 'o agravamento das condições económicas' e adianta que 'as perspectivas para Fevereiro e Março, combinadas com a queda da libra, terão impacto no exercício do ano que terminará a 31 de Março'. Só no trimestre terminado em Dezembro de 2008, a companhia deverá apresentar uma perda operacional de 50 milhões de libras (53 milhões de euros). Na sequência deste anúncio feito ao mercado, as acções da British Airways caíram 7,3 por cento.
***
Iberia transportó en 2008 más de 33,5 millones de pasajeros, casi siete millones menos que en el ejercicio anterior, lo que supone una reducción del 17 por ciento respecto a los 44,4 millones registrados hace un año, según recogen las estadísticas de tráfico aéreo de AENA. Además de la debilidad de la demanda por la crisis económica y la reducción de la oferta del sector de transporte aéreo, las compañías que operan en el mercado español se han visto afectadas por la competencia del tren de alta velocidad, especialmente Madrid-Barcelona.Por su parte, Spanair, a pesar de su programa de viabilidad, que ha implicado una reducción de rutas en el segundo semestre del año, mantuvo su segunda posición en España, con un total de 16,8 millones de pasajeros. Esta cifra significa 2,2 millones de pasajeros menos que en 2007, es decir, una caída del 11,4 %.En 2008, la aerolínea de bajo coste irlandesa Ryanair relevó a Air Europa de su tercer puesto en España, con 14,9 millones de pasajeros transportados, un 33,6% más que en 2007.

terça-feira, janeiro 06, 2009

TAP e SATA já responderam

Os Presidentes da TAP e da SATA já se disponibilizaram a deslocar-se ao Funchal para serem ouvidos pela 2ª Comissão Especializada no âmbito de uma iniciativa destinadas a debater questões relacionadas com os transportes aéreos para a Madeira e particularmente com algumas taxas que estão a ser aplicadas agravando os preços finais dos bilhetes. Cabe agora à 2ª Comissão, liderada por Jaime Filipe Ramos, organizar essas audições, que deverão, embora sem confirmação, ter lugar ainda em Janeiro. Recordo que um dos pontos agendados para a reunião de amanhã da Comissão Política do PSD da Madeira tem a ver com a formalização de uma queixa junto da Comissão Europeia contra a TAP por alegados prejuízos causados aos madeirenses no quadro da continuidade territorial que deve ser garantida também no domínio dos transportes.

Canarias: companhias aéreas nacionais perderam 173 mil passageiros...

Com o título "las grandes compañías nacionales perdieron 173.000 viajeros en 2008 en el Aeropuerto de Gran Canaria", escreve o jornalista Javier Bolaños, do La Provincia, que "las grandes compañías nacionales han perdido en los once primeros meses del pasado año 173.000 viajeros en Gran Canaria como consecuencia de la crisis aérea, y el recorte de plazas y conexiones. Spanair se mantiene, a pesar del accidente de Madrid en agosto, como la principal aerolínea para moverse con la Península, debido al creciente desinterés de Iberia por el mercado canario, lo que beneficia a su vez a compañías emergentes como Air Europa. El mercado aéreo internacional vive un proceso de adaptación a los nuevos tiempos, marcados por la reestructuración y los nuevos objetivos fijados por sus consejos de administración. El resultado es que a lo largo del pasado año las dos grandes compañías que dominaban el mercado canario en sus enlaces con la Península han ido perdiendo protagonismo en el negocio a pasos agigantados, al tiempo que surgen competidores que han logrado paulatinamente recortarle parte del negocio. Aunque Canarias es un mercado estable, las previsiones para este invierno apuntan que el movimiento de aviones está sufriendo una disminución de casi el 2% en sus reservas de operaciones aéreas con los nueve aeropuertos nacionales con los que existe vuelo directo. Esto supone a su vez que la oferta de asientos se ha visto mermada en algo menos de un 12%, que es bastante superior a las perspectivas de las conexiones internacionales".

sábado, janeiro 03, 2009

"Crise financeira leva 50 companhias aéreas à falência"

Numa reportagem assinada pelo jornalista AC lembra o Expresso, hoje, que "o ano de 2008 ficará para a história como um dos mais trágicos na aviação: o pior de que há registo nas últimas cinco décadas. Em 2008, a aviação comercial obteve os piores resultados dos últimos 50 anos, com prejuízos globais que se aproximam dos 5000 milhões de dólares (3546 milhões), isto no que respeita, apenas, às 230 companhias aéreas filiadas na IATA — Associação Internacional do Transporte Aéreo. Só a TAP deverá contribuir com mais de ¤170 milhões para este total. “Em consequência da quebra de preço nos combustíveis, registou-se uma ligeira melhoria relativamente à nossa previsão de Setembro, em que as perdas chegariam aos 5200 milhões de dólares (3687 milhões)”, revela Giovanni Bisignani, director-geral e presidente executivo da IATA. “As perspectivas são fracas. A crise crónica na indústria da aviação vai continuar em 2009, com perdas de 2500 milhões de dólares (1773 milhões)”. Esta redução nos prejuízos é explicada por uma rápida recuperação nas transportadoras norte-americanas, que foram das mais afectadas pelo preço dos combustíveis, em 2008 (3900 milhões de dólares/2765 milhões de perdas), mas lograram reduzir em 10% a sua capacidade. “Em 2009, a América do Norte vai ser a única região com lucros, de 300 milhões de dólares (212 milhões), mas que representam menos de 1% da sua facturação; com a recessão no Japão e a quebra de tráfego na China e na Índia, esperam-se prejuízos no valor de 1100 milhões de dólares (780 milhões) na Ásia-Pacífico; a Europa vai perder outros 1000 milhões de dólares (709 milhões); enquanto o Médio Oriente e a América Latina somarão 200 milhões de dólares (141 milhões) cada de prejuízo. O próximo ano vai ser difícil para todos”, conclui Giovanni Bisignani. Antes de presidir aos destinos da IATA, Bisignani esteve à frente da companhia aérea Alitalia, que escapou por pouco à falência, em 2008. Depois de uma fusão com a Air One e ultrapassada a intransigência de alguns sindicatos, foi finalmente aceite a proposta de compra do consórcio CAI (Companhia Aérea Italiana) e reatadas as negociações para a venda de 25% da empresa à Air France/KLM. Menos sorte tiveram meia centena de transportadoras aéreas que não resistiram aos aumentos sucessivos do petróleo, na primeira metade de 2008, ou à crise económica e financeira, no segundo semestre. As mais afectadas foram as companhias de baixo custo, apesar de apresentarem um modelo de operação, em média, com custos 33% inferiores aos das empresas de serviço completo. Para escapar à falência, algumas companhias decidiram unir esforços e concentrar as suas actividades através de fusões. A exemplo de operações bem sucedidas, como a Air France/KLM e a Lufthansa/Swiss, empresas como a British Airways e a Ibéria, a Northwest Airlines e a Delta, a Vueling e a Clickair ou a Gol e a Varig iniciaram processos de aproximação. Aparentemente, a TAP mantém-se à margem destas movimentações, embora corram rumores de uma possível aliança com a brasileira TAM ou com a angolana TAAG. Multiplicam-se, igualmente, as tentativas de aquisição: a Virgin Atlantic está em negociações com a Lufthansa para a compra de 80% da companhia de aviação regional britânica BMI, para fazer concorrência à British Airways. Esta, por sua vez, desistiu da fusão com a australiana Qantas. Os restantes 20% da BMI pertencem à transportadora escandinava SAS, que a Lufthansa também tentou comprar, acabando a sua escolha final por recair na Austrian Airlines. E a partir da Air Dolomiti, a companhia alemã criou a Lufthansa Itália, que começará a voar para vários destinos na Europa, com base no aeroporto de Milão". Vale a pena ler para conter euforias...