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domingo, novembro 14, 2010

Despidas para ajudar

Li aqui que "a companhia aérea irlandesa, Ryanair, apresentou ontem o seu já famoso calendário para 2011, onde as hospedeiras se deixam fotografar com muito pouca roupa. Apesar dos calendários da Ryanair já terem angariado mais de 300 mil euros para instituições de caridade, as suas três edições anteriores, que mostraram mais de 30 comissárias de bordo em trajes menores, foram duramente criticados por grupos feministas que os consideram prejudiciais para a imagem da mulher. Nesse sentido, e para tentar tornar a edição deste ano menos polémica, a Ryanair organizou uma votação online para "democratizar" o processo, onde pediu ao público para eleger o tema do calendário para 2011. Entre cerca de 50 mil votos a tradição manteve-se e deu razão às escolhas companhia. As sensuais hospedeiras de bordo foram a preferência do público, arrecadando 57% dos votos. Este ano, o lucro obtido com a sua venda reverterá, na totalidade, para a Tafel, uma organização alemã de solidariedade social que combate a pobreza, fornecendo alimentos sobretudo a crianças e jovens, anunciou o presidente da companhia irlandesa, Micahel O'Leary. A Ryanair espera angariar este ano cem mil euros com as vendas do calendário. A edição deste ano poderá ser adquirida durante os voos da Ryanair e custará dez euros. Enquanto não compra o seu calendário, veja aqui o "making off" da sessão fotográfica".
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segunda-feira, maio 04, 2009

Espanha: Ryanair já é a 2ª empresa e quer destronar a Ibéria!

Escreve a jornalista do El Pais, Lara Otero, num texto intitulado "Ryanair es ya la segunda aerolínea de España y prevé superar a Iberia en tres años", que "pretendía ser la segunda compañía aérea en pasajeros en España en 2012 y lo ha logrado tres años antes. Ahora Ryanair se propone desbancar a Iberia del primer puesto en dos o tres años, según dijo el jueves en Madrid Michael O'Leary, el primer ejecutivo de la mayor aerolínea de bajo coste de Europa. Ryanair se ha convertido en los últimos meses en la segunda compañía en España en número de pasajeros, según los datos de AENA, el gestor de los aeropuertos públicos. La crisis se ha cebado en las aerolíneas de red, de modo que Spanair y Air Europa han cedido sus puestos en favor de la compañía irlandesa. Con la temporada de invierno (que comenzó en octubre) las aerolíneas comenzaron a recortar capacidad para no llevar los aviones medio vacíos con la caída de la demanda, pero los bajos precios de Ryanair han resistido mejor el temporal. En el conjunto del pasado año, Iberia mantiene holgadamente la primera posición, con 33,5 millones de viajeros, seguida de Spanair, con 18 millones, Air Europa, con 15,6 y Ryanair en cuarto lugar con 14,8. Air Europa presumió durante unas semanas de que en septiembre pasado se había convertido en la segunda aerolínea española, tras el accidente del MD-82 de Spanair. Le duró poco la plata. En octubre ya la rebasó Ryanair, pero un mes podía ser un dato puntual. Seis meses seguidos ya son una tendencia consolidada. En el primer trimestre de 2009 Spanair ha perdido un 36% de pasajeros frente al mismo periodo del año anterior, seguida de Iberia con una caída del 22,6% y Air Europa del 18%. En cambio, Ryanair (con la mitad de pasajeros que la antigua aerolínea de bandera) gana un 10,6%. Algo inédito, incluso en las compañías de vuelos baratos, ya que es la única de las grandes que sigue creciendo. Air Berlín ha perdido un 5% y Easyjet, un 7%. En Iberia muestran cierta displicencia ante la amenaza de Ryanair. No creen que estén tan cerca de desbancarles y además aducen su fortaleza como grupo con su filial Air Nostrum y su participada Vueling".

terça-feira, março 24, 2009

Aviação: Ryanair não desiste de cobrar idas ao WC...

Foi hoje noticiado, mais uma vez, que "the head of Irish budget airline Ryanair Tuesday defended his plan to charge passengers to use on-board toilets, saying it would lead to "less passenger inconvenience" during flights. Ryanair Chief Executive Michael O'Leary revealed last month the carrier was looking at the possibility of installing toilet doors in its planes which would only open with the insertion of a one pound coin (1.10 euros, 1.40 dollars). "In our discussions with (aircraft maker) Boeing they haven't yet been able to manufacture a toilet door that will take coins in it," he told a news conference in Madrid Tuesday. "But I think it's a logical development, if you use the toilet for example in train stations in England you pay to use the toilets. I don't see any reason why people on board an aircraft wouldn't pay to use the toilet." He said the on-board charge would mean more passengers would use the toilets at airports, and would lead to "less passenger inconvenience on board the aircraft." "We will charge for every possible thing we can think to charge for, but it will always be the passengers' choice whether they pay it or don't pay it," he said. O'Leary said the company is now running an online competition to see what else the carrier can charge for on board. "The suggestion I like best so far is a passenger in Sweden who has suggested that we should produce rolls of toilet paper with my picture on it."

terça-feira, março 17, 2009

Aviação: o outro lado das "low-cost"... (III)

Recordo que em Dezembro do ano passado, o La Provincia, num texto do jornalista António Cabrera, revelava que "el anuncio de la compañía Ryanair, la línea aérea de tarifas bajas más grande de Europa, de dejar de operar en Fuerteventura si no se cumplían los acuerdos económicos del grupo de turismo local asociados bajo la Agrupación de Interés Económico (AIE) no fue una amenaza. La compañía de bajo coste confirmó ayer el cierre de nuevas rutas internacionales con la isla majorera. Las repercusiones económicas son de grandes consecuencias tras la eliminación de plazas aéreas para el próximo año que provocará una pérdida de 20 millones de euros en la economía insular, además de 1.200 desempleados y dos millones de estancias hoteleras sin cubrir.Ryanair comenzó a volar en Fuerteventura en el segundo semestre de 2006 logrando multiplicar por más de cien el número de pasajeros, pasando de unos 2.000 a más de 250.000. Sin embargo, debido a la "violación por parte de la AIE " con la citada aerolínea uno de los vuelos de Dublín a Fuerteventura ya se canceló el pasado 6 de noviembre.El abandono de Ryanair supone el cierre de 23 servicios semanales en nueve rutas internacionales a Fuerteventura a partir del 31 del próximo enero, después de " haber realizado esfuerzos para animar el AIE a cumplir el acuerdo que habían firmado", señalaron fuentes de la compañía aérea.Esta es la cuarta compañía aérea, tras los pasos de Futura, XL y LTE, que ha anunciado su intención de abandonar la isla, aunque también Tomas Cook y Apolo ya han decidido la eliminación de Fuerteventura de sus vuelos con el mercado escandinavo.La compañía confirmó que presentará una demanda legal "por ruptura del acuerdo contra AIE y sus miembros individuales". Los miembros que conforman la asociación, según anuncia Ryanair, son Sol Meliá, Oasis Papagayo, Canary Island Car, Gestión Empresarial Rudy, Cámara de Comercio de Fuerteventura, AECA, Explotaciones Turísticas Canabal, Consulting Turístico Fuerteventura, Atlantis Hotels & Resorts, Golf Salinas Antigua, Ara Krulich, Hoteles Costa Calma, Fuert Can, Sotavento, Ocio Park Corralejo, Dunaventura, Museo del Campo majorero, Asociación de Empresarios de Vehículos de Alquiler de Fuerteventura y Gestión Montaña Roja"

Aviação: o outro lado das "low-cost"... (I)

Há sempre o outro lado em tudo, o reverso de uma medalha que pode ser de ouro de um lado, mas que ninguém impede que do outro seja de latão, do mais reles que exista. No caso das "low cost", as coisas funcionam com base em regras rígidas de obtenção de lucro, mesmo em conjunturas de crise, pelo que não admitem sentimentalismos nem o aventureirismo de investimentos de risco. Um aviso para aqueles que julgam que as "low cost" são uma espécie de "paraíso" no mundo da aviação comercial. Hoje ficamos a saber (li aqui) que "a low cost Ryanair vai cancelar a rota Dublin-Porto, no âmbito de mais um corte de capacidade no aeroporto da capital irlandesa, face à queda do tráfego que diz ser consequência da introdução de uma taxa de turismo de dez euros e outras subidas de encargos estatais, noticiou o “Presstur”.A Ryanair, que ainda recentemente divulgou um convite aos clientes para sugerirem a nova “taxa” a cobrar-lhes e que foi notícia em toda a imprensa por levantar a hipótese de passar a cobrar pela utilização dos lavabos nos aviões, insurge-se ainda contra a decisão da Irish Aviation Autority (IAA) de, no Verão, aumentar em 12%, ou “mais de 12 vezes a taxa de inflação”, os encargos de navegação aérea.“É mais um prego no caixão do turismo irlandês”, acusa o CEO da low cost, Michael O’Leary, que considera que o aumento é “impossível de justificar”.O’Leary também comenta que nos últimos três meses o tráfego em Dublin caiu 12%, dizendo que isso significou menos meio milhão de passageiros e prognostica uma queda mais acentuada a partir de Abril quando começar a ser aplicada a taxa de dez euros sobre os passageiros e entrarem em vigor os aumentos da IAA.“Quando os Governos e os aeroportos por toda a Europa estão a reduzir custos para estimular o turismo, o Governo irlandês está a aumentar custos e a introduzir taxas que só pode prejudicar o turismo”, acusa Michael O’Leary.A informação da Ryanair diz que a companhia vai cancelar quatro rotas a partir de Julho, designadamente de e para Porto, Basileia, Doncaster e Teesside, bem como reduzir a frequência de voos em outras oito: Aberdeen, Biarritz, Billund, Bournemouth, Carcassonne, East Midlands, Málaga e Roma (Ciampino)".

domingo, março 08, 2009

Aviação: o patrão da Ryanair

O jornalista do DN de Lisboa, António Rodrigues publicou recentemnente um texto, intitulado "Fazer da controvérsia uma forma de publicidade", no qual fala de Michael O'Leary, o patrão da Ryanair que, segundo ele, "refinou a provocação como arte de relações públicas. As suas declarações são sempre polémicas manobras de promoção". Diz o jonalista: "Michael O'Leary, o director executivo da companhia aérea low cost Ryanair, gosta de falar e gosta de falar muito. Em 2006, chegou a fazer uma jura para melhorar o ambiente no mundo: um voto de silêncio. Jura quebrada, pois desde essa altura ainda não parou com as declarações, a de passar a cobrar as idas à casa de banho nos seus aviões é apenas a mais recente numa longa lista. Segundo o próprio afirmava ao diário inglês The Guardian em Outubro, as polémicas que causa com as suas afirmações de tom elevado, linguagem excessiva e radicalismo exacerbado são pensadas como forma de promover a sua empresa: "Se conseguimos gerar mais relações públicas e controvérsia, isso quer dizer mais bilhetes vendidos para a Ryanair e assim cumprimos os objectivos." No que toca a promover a sua empresa, da qual é o quinto maior accionista, O'Leary não se importa até de roçar o ridículo, como no ano passado, em Espanha, quando vestiu um fato de matador de toiros e se montou numa réplica de um dos aviões da Ryanair para posar para as fotografias dos repórteres. "Desde que não tenha a ver com questões de segurança, a má publicidade não existe", referiu em 2006 ao The Times de Londres. Capaz de dizer coisas como "juntem todos os agentes de viagem e fuzilem-nos" ou "nunca gostei de aviões", O'Leary - um dos homens mais ricos da Irlanda, com uma fortuna calculada em 636 milhões de euros - consegue recorrer ao melhor dos sarcasmos para se descrever: "Provavelmente, sou apenas uma pequeno fala-barato insolente. E quem é que se importa com isso?" É-lhe indiferente se gostam dele ou não, porque detesta meias-tintas e não está para perder tempo com rodeios. Para evitar as filas de trânsito no caminho entre a sua quinta de Mulligar e a sede da empresa no aeroporto de Dublim, o patrão da Ryanair adquiriu uma licença de táxi por 4000 libras (cerca de 4500 euros), equipou o seu carro com taxímetro e todos os dias se faz transportar no seu Mercedes pelas vias de transportes públicos enquanto o resto dos automobilistas tem de penar no pára-arranca. O'Leary, que completa 48 anos no próximo dia 20, nasceu na mesma quinta familiar de Mulligar (a uns 80 quilómetros de Dublim, a capital da Irlanda) onde ainda hoje reside. Apesar de muitas vezes se reclamar como porta-voz dos pobres, a verdade é que é o segundo de seis filhos de uma família rural abastada, tendo estudado no Clongowes Wood, um dos colégios privados mais elitistas de toda a Irlanda. Em 2003, no seu casamento com Anita Farrell, antiga funcionária do Citygroup, entre os convidados estava a nata da sociedade irlandesa".

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Low-cost: cuidado com estas notícias

Mais rápido do que chegaram, elas também partem. Por isso cuidado com estas notícias. Segundo o Canarias-7, "la línea aérea de tarifas de bajo coste Ryanair confirmó este miércoles su advertencia de cierre de sus rutas a Fuerteventura, decisión que se consolidará a partir del 31 de enero. La compañía responsabiliza al grupo de turismo local AIE incumplir el acuerdo comercial establecido entre las partes para promover la Isla como destino turístico. Según Ryanair, desde que la aerolínea comenzó a volar a Fuerteventura, en 2006, el número anual de pasajeros se ha multiplicado por más de cien, pasando de 2.000 a más de 250.000. "Sin embargo, debido a la violación por parte de la AIE de su acuerdo", apunta la compañía, uno de sus vuelos desde Dublín a la Isla fue cancelado desde del 6 de noviembre. Ahora, el cierre afecta a 23 servicios semanales en nueve rutas internacionales a Fuerteventura a partir del 31 de enero. Esto pese a los esfuerzos realizados por Ryanair para animar el AIE a cumplir el acuerdo que habían firmado. Así, Ryanair cerrará todos los servicios desde y hacia Fuerteventura, incluyendo Birmingham (tres vuelos por semana), Bremen (dos), Dublín (dos), Düsseldorf (cuatro), Midlands del Este (tres), Francfort (dos), Liverpool (tres), Londres (tres) y Shannon (uno) a partir del 31 de enero. Además, la compañía presentará "una demanda legal" por ruptura del acuerdo contra AIE y sus miembros individuales. Día negro. Michael Cawley, representante de Ryanair, señala a través del mismo comunicado que "este es un día muy negro para Fuerteventura y tendrá un impacto grave en el turismo y los sustentos de sus isleños". Desde su punto de vista, los precios más bajos de la aerolínea y su compromiso de no aplicar sobrecargas por combustible "han dado enormes beneficios al turismo gracias a los 250.000 pasajeros anuales".

quarta-feira, novembro 12, 2008

Aviação: Ryanair...

Li hoje no DN local que "o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, garantiu esta manhã em declarações à TSF-Madeira que a companhia de baixo custo irlandesa segue “expectante” a evolução da Easyjet tendo em vista a possibilidade de operar na Madeira.“No fundo repete-se aquilo que acontece em várias partes do mundo”, refere Bernardo Trindade. “A Easyjet estuda um destino turístico, garante ligações aéreas e em função da avaliação outras companhias podem seguir o exemplo”. O secretário de Estado considerou ainda que a concorrência na linha doméstica (Funchal/Lisboa) é um factor de valorização muito importante para a Madeira". Até aqui tudo bem já que estamos apenas perante conversa que nada adianta, nem sequer confirma o envolvimento da Ryanair na linha Funchal-Porto, especialmente nessa. Pessoalmente acho que seria excelente para a Madeira. Li entretanto que o PSD-M acusa Trindade de "titular uma iniciativa que decorre há algum tempo por parte do Governo Regional", afirmando tratar-se de "um aproveitamento “exibicionista” e “propagandeiro”. Repito para a Madeira e os madeirenses, o que importa é que a Ryanair opere, embora eu tenha presente que foi esta companhia que recusou qualquer envolvimento na linha da Madeira quando em tempos foi convidada a fazê-lo. Porque haveria de mudar de opinião agora? Se for para voar para Lisboa de que nos serve? O que falta é uma alternativa à TAP para o Porto.