O Presidente da Comissão Política Regional do PPD/PSD da Madeira, ALBERTO JOÃO JARDIM, preside amanhã, quinta-feira, à reunião da Comissão Política Regional dos social-democratas madeirenses. Nesta reunião do órgão executivo dos social-democratas madeirenses serão abordadas questões relacionadas com a análise da situação política regional e nacional, com a actividade partidária entre outras questões que os presentes poderão suscitar.
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quarta-feira, fevereiro 04, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
PSD: Jaime Ramos e a "palhaçada"
É desta forma que trabalha e informa a Comunicação Social Portuguesa! Paga-se páginas por centenas de milhões de euros em jornais ou televisões em situação difícil por Empresas Públicas ou Bancos Públicos ou intervencionados em troca de primeiras páginas ou notícias distorcidas ou inverdadeiras! Todos os portugueses sabem que os socialistas desgovernaram o País em 10 dos últimos 13 anos, mas o que se diz e repete nos tais órgãos de comunicação social é que o mal foi do PSD, que apenas governou 3 dos últimos 13 anos! Todos os portugueses sabem que a situação económica, financeira e social do País não se agravou por causa da situação económica europeia e mundial, mas sim pela incapacidade, pela incompetência dos socialistas e muito antes da situação mundial, mas o que se tenta vender é que Portugal está nesta situação devido à Crise Mundial! Todos sabem que Sócrates prometeu, para ser eleito em 2005, 150 mil novos empregos, e o que fez foi colocar no desemprego 250 mil portugueses, mas o que se vende é que a causa é da economia europeia e mundial e não da incapacidade do Governo Socialista!
Todos sabem que os milhões de euros que o Governo avalizou e injectou nos milionários do Banco Privado Português era para ajudar as famílias nos créditos à Habitação, Pessoal, Comércio e Indústria e que os Bancos estão a desviar esse dinheiro para cobrir os prejuízos dos seus investimentos e não ajudar a economia. Mas o que se vende é que o dinheiro está a ser posto no mercado ao serviço do Povo!
Todos sabem que é importante haver mais investimento do sector público, para que haja mais emprego, mais massa monetária a circular, mas em investimentos diversificados e distribuídos pelo País e não duas ou três obras de grande dimensão, megalómanas, que em nada contribuem para que seja as Empresas Portuguesas a executá-las, mas o que se vende é que o PSD não quer Obras Públicas! Todos sabem que os Açores recebem anualmente mais 300 milhões de euros de custos de insularidade do que a Região Autónoma da Madeira, resultante da famigerada Lei de Finanças Regionais, mas o que se diz é que a Madeira vive à custa do Povo Português!
É, meus amigos, este tipo de notícias, de órgãos de Comunicação Social que temos em Portugal e na Madeira e que estando ao serviço de quem sustenta a sua visibilidade económica, através dos seus anúncios e subsídios, que distorçam a verdade! Temos de contribuir em 2009 com o nosso poder do voto, para que esta vergonha, esta promiscuidade, tenha termo, pois o País, os Portugueses não podem continuar a ser enganados, e sofrer com as suas aldrabices e fantasias políticas da dupla Sócrates/Teixeira dos Santos. A Madeira vai resistindo, mas tudo tem limites e antes que esta desgraça se prolongue à Madeira é importante contribuirmos nos actos eleitorais de 2009 para a expulsão da “praga” socialista e acabar a pouca vergonha de uma Comunicação Social controlada, que profere continuadamente inverdades sobre a Madeira. O “Madeira Livre” vai em 2009 contribuir para informar sempre e com verdade as políticas e acções que o PSD vai realizando em nome do Povo da Madeira e do Porto Santo. Temos de estar atentos aos nossos inimigos, aos inimigos da Madeira, estejam eles na nossa Região ou fora dela. Temos de estar unidos e preparados para na altura própria castigar aqueles que nos têm feito sofrer as nossas Famílias e o nosso Povo, e 2009 é o ano das decisões".
segunda-feira, janeiro 26, 2009
...e perde confiança política em Monteiro Diniz
Entretanto, e em consequência de diversas decisões tomadas pelo representante da República, a última das quais relacionada com o recurso para o Tribunal Constitucional da alteração à Lei orgânica da Assembleia Legislativa, que aumentava as verbas a atribuir aos partidos – documento que foi declarado inconstitucional, abrindo uma enorme dificuldade na gestão do processo por parte da maioria – a que se juntam outras ”omissões”, particularmente no “exercício do seu papel de ponte entre a Região e a Presidência da República”, estou em condições de garantir que Alberto João Jardim deverá comunicar nessa reunião da Comissão Política do PSD que Monteiro Dinis deixou de merecer a sua confiança política, e que tal posição será (ou foi?) comunicada a Cavaco Silva. Fontes social-democratas asseguraram-me que as reacções regionais à decisão do Palácio de São Lourenço, quer sobre a LO, quer sobre outras matérias, surpreenderam na medida em que “Monteiro Diniz assumiu-se sempre mais como um polícia e menos como a ponte que a região precisa numa altura em que são conhecidas as dificuldades de relacionamento com o governo socialista de Lisboa”. Um tema que porventura desenvolverei oportunamente. O que é facto é que há sectores ligados ao PSD da Madeira que entendem que em coerência com uma posição antes assumida, Monteiro Diniz não tinha outra atitude a tomar face à alteração da lei orgânica, argumento contestado por sectores mais radicais que entendem que deveria ter optado pela devolução, afim do documento ser alterado, expurgando as inconstitucionalidades existentes, evitando-se a dificuldade que reconhecidamente existe neste momento em superar o impasse.
PSD/Madeira reune a 5 de Fevereiro...
A Comissão Política Regional do PSD da Madeira reúne-se no próximo dia 5 de Fevereiro, sob a presidência de Alberto João Jardim, para fazer uma análise à situação política regional e nacional. Da ordem de trabalhos consta ainda uma "reflexão sobre o calendário para os três actos eleitorais previstos para 2009 e sua articulação com o Chão da Lagoa e com o comício de Verão no Porto Santo, sempre dentro da perspectiva da melhor gestão possível de meios humanos, financeiros e materiais e da melhor cobertura territorial do arquipélago".
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