¿Qué pasón los hijos de Pablo Escobar? Su hija Manuela tenía 9 años cuando mataron a su padre el 2 de diciembre de 1993. Antes de eso fue la niña que lo tenía todo: cuando pidió un unicornio, Escobar tomó un caballo fino de su finca y le hizo implantar un cuerno de vaca en la frente. El animal murio por la infección. Hoy se llama Juana Manuela Marroquín Santos, nació el 25 de mayo de 1984 y vive en el anonimato, al parecer en el barrio de Palermo, en Buenos Aires. No tiene redes sociales ni da entrevistas. El escritor José Alejandro Castaño, autor de "Cierra los ojos, princesa" (2012), la describió con una personalidad melancólica y reveló que cayó en una depresión profunda y habría intentado quit4rse la vida. En 1999 abandonó la escuela y pasó a recibir clases particulares en casa.
segunda-feira, outubro 26, 2026
Alguns dados sobre habitação nas ilhas
- Em Portugal, a habitação pública ou social representa cerca de 2% do total do parque habitacional do país. Este valor é significativamente inferior à média de outros países europeus, como os Países Baixos (29 a 30%), a Dinamarca (20%) ou a Suécia (40%). Mas para uma análise séria temos que recordar que depois da II Guerra Mundial o investimento na habitação pública numa Europa destruída foi uma das grandes prioridades governativas e uma das áreas onde mais recursos financeiros foram investidos.
- O parque habitacional público na Região Autónoma da Madeira representa cerca de 4,2% do total do parque habitacional. A Região dispõe de aproximadamente 130 mil fogos no total do seu parque habitacional.
- A percentagem média do parque habitacional pertencente ao Estado ou destinado à habitação social na União Europeia situa-se entre os 6% e os 9%. Mas a situação muda entre os vários países europeus:
- Países Baixos, 30% a 34% - líder europeu incontestável no arrendamento social.
- Áustria, 24% - fortemente focada no modelo cooperativo (em Viena supera os 60%).
- Dinamarca, 20% a 21% - possui um setor público habitacional sem fins lucrativos muito desenvolvido.
- França, 17% a 18%.
- Reino Unido, 16% a 18% - apesar das privatizações históricas, mantém um setor relevante.
- Alemanha, 3% - parque público reduzido, com o arrendamento privado a ser dominante.
- Portugal, 2% - encontra-se na cauda da Europa devido ao foco histórico na aquisição de casa própria.
- Espanha e Itália,1% a 2% - escassa oferta de habitação pública, focando-se no mercado livre.
- Em Canárias, o parque de habitação pública ou protegida (pertencente ao Estado ou à Região Autónoma) ascende apenas a cerca de 1,7% a 2% do total do parque habitacional região, onde existem cerca de 18.000 a 19.500 habitações públicas integradas no inventário do governo autónomo e dos seus organismos dependentes, num universo total que ultrapassa 1,1 milhões de imóveis residenciais na Região.
- Na Sicília, a percentagem do parque habitacional pertencente ao Estado (habitação social/pública) é de aproximadamente 2% a 2,5% do total de habitações. Há na ilha um parque de aproximadamente 46.000 a 50.000 imóveis destinados a famílias de baixos rendimentos. Sublinhe-se que mais de 47% do património habitacional público na região foi construído antes de 1980, o que tem exigido a aplicação de fundos avultados para a recuperação de muitos imóveis.
- Na Sardenha, a percentagem do parque habitacional pertencente ao Estado (através do sistema de habitação social) situa-se entre os 3% a 4%. À semelhança do resto de Itália, onde a taxa de propriedade privada ronda os 77%, a esmagadora maioria dos imóveis na Sardenha pertence a privados. Nesta região italiana há um enorme paradoxo estrutural, na medida em que existem cerca de 300.000 habitações sem residentes permanentes (cerca de 30% a 35% do parque total da ilha).
- Nas Ilhas Baleares, o parque habitacional público (pertencente ou gerido pelo Estado e pelo governo regional) representa menos de 1% do parque residencial total. De acordo com os dados oficiais existem cerca de 620 mil habitações nas ilhas. O parque público sob gestão do governo autónomo ronda as 2.500 a 3.000 habitações. Nas Baleares, os fundos de investimento privados detêm cerca de 20.000 imóveis na região, o que equivale a dez vezes mais do que todo o stock de habitação social do Estado. As Baleares situam-se significativamente abaixo da média espanhola (2,5%) e muito distante da média da União Europeia (cerca de 6% a 9%). O governo das Baleares tem em marcha planos de expansão para construir e incorporar mais de 1.200 novas habitações públicas ao inventário atual.
- Já na Na Córsega, a habitação social (gerida pelo Estado através de entidades públicas e senhorios sociais/HLM) representa apenas 10% a 11% do total de residências principais. Uma taxa que é a mais baixa de todas as regiões da França Metropolitana, onde a média nacional se fixa nos 17% a 18%. A Córsega conta com pouco mais de 16.500 alojamentos sociais públicos. Embora a percentagem de habitação pública seja muito reduzida, a Córsega destaca-se por uma percentagem muito elevada de habitações secundárias/turísticas (cerca de 30% do parque habitacional total).
- De acordo com os dados oficiais (Censos de Jersey, a maior das Ilhas do Canal), cerca de 14% do parque habitacional (e dos agregados familiares) nas ilhas do Canal corresponde a habitação social ou pública. O Parque Habitacional em Jersey caracteriza-se pela propriedade privada (ocupada pelo proprietário), cerca de 54% dos fogos, pelo arrendamento privado, perto de 32% dos fogos e pela habitação social/pública, com aproximadamente 14% dos fogos. Grande parte deste parque social (mais de 5.000 unidades) é detida e gerida por uma empresa pública sem fins lucrativos detida integralmente pelo Governo de Jersey.
- Já nos Açores, a habitação pública representa cerca de 2,3% do parque habitacional regional. A Direção Regional da Habitação gere diretamente cerca de 2.400 imóveis próprios da Região destinados a habitação permanente, somando-se a estes mais 451 imóveis arrendados a particulares e ao IHRU. Mas cerca de 98% do parque habitacional dos Açores está distribuído pelo mercado livre e privado, mas estima-se que a taxa de imóveis devolutos nos Açores corresponda a 18% do edificado habitacional (buscas de LFM)
Los municipios más turísticos de Canarias concentran la vivienda más cara
Tres de los principales destinos turísticos de Canarias figuran entre los 20 municipios con mayor precio medio de la vivienda por metro cuadrado en España. Adeje, Mogán y San Bartolomé de Tirajana ocupan los puestos 18, 19 y 20, respectivamente, entre los 432 municipios grandes municipios analizados en los datos de Indicadores Urbanos del Instituto Nacional de Estadística (INE). Adeje, uno de los principales núcleos turísticos del sur de Tenerife, encabeza la clasificación canaria con 4.013 euros por metro cuadrado, un 95,7 % más que la media nacional, situada en 2.051 euros. Le siguen Mogán, en Gran Canaria, con 3.803 euros, y San Bartolomé de Tirajana, también en Gran Canaria, con 3.737 euros. Sus valores superan la referencia española en un 85,4 % y un 82,2 %, respectivamente.
La clasificación incluye otros municipios canarios entre los primeros 50 puestos. Tías, en Lanzarote, ocupa la posición 24, con 3.633 euros por metro cuadrado. A continuación figuran Guía de Isora, con 3.035 euros; Arona, con 2.943; y La Oliva, con 2.902. En total, siete municipios del archipiélago se sitúan entre los 50 primeros del conjunto analizado.
Canarias quiere ganar más con el turismo sin aumentar el número de visitantes
Vivir en Canarias puntúa por debajo de la media: solo Ceuta y Melilla tiene peor calidad de vida
Canarias es una de las comunidades autónomas con los niveles más bajos de calidad de vida de España, según el Indicador Multidimensional de Calidad de Vida (IMCV) de 2025 que ha publicado este viernes el Instituto Nacional de Estadística (INE). El archipiélago obtiene 99,40 puntos, 2,34 por debajo de la media nacional, que se sitúa en 101,74. Solo las ciudades autónomas de Melilla (98,39) y Ceuta (98,33) registran peores resultados. Junto a Canarias, también quedan en la parte baja de la tabla Andalucía (99,85) y Galicia (99,88). En el extremo opuesto, Navarra (105,43), La Rioja (104,30), País Vasco (104,12) y Aragón (103,62) encabezan el ranking, como ya ocurrió en la edición anterior.



















