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quarta-feira, fevereiro 17, 2021

Portugueses são os terceiros da UE com mais dificuldades financeiras causadas pela pandemia

 


Cerca de 15% dos portugueses admitiram ter sentido «quase sempre» dificuldades para pagar as contas nos últimos 12 meses, devido à pandemia da Covid-19, sendo esta a terceira percentagem mais alta da Europa, segundo o mais recente Eurobarómetro, citado pelo ‘La Vanguardia’. De acordo com o estudo em questão, apenas dois países reportaram maior percentagem da população a admitir ter frequentemente dificuldades financeiras no último ano: Grécia (28%) e Bulgária (19%). Adicionalmente, na resposta à mesma pergunta, 46% dos portugueses disseram ter sentido estas mesmas dificuldades, «algumas vezes», sendo este o segundo maior valor do ranking, 38% responderam «quase nunca» e 2% «não sabem ou não respondem». A nível europeu, 38,8% dos cidadãos dos 27 estados-membros da União Europeia (UE) afirmam ter notado as consequências da doença nos seus rendimentos e 27% temem sofrer com as mesmas no futuro. No conjunto da UE, 7% dos europeus afirmam ter dificuldade em pagar as suas contas «quase sempre», enquanto que 25% têm problemas «algumas vezes». No entanto, a maioria, cerca de 67% responderam que «nunca ou quase nunca» têm dificuldades. Dados que confirmam que os problemas económicos aumentaram para os cidadãos, embora não em grande escala, como aconteceu durante a crise financeira anterior (Executive Digest, texto da jornalista Simone Silva)

sábado, julho 11, 2020

quinta-feira, novembro 14, 2019

1,3 milhões com PPR

Segundo os dados do estudo Basef Banca da Marktest, 1,3 milhões de portugueses possuem Plano Poupança Reforma (PPR), o 5º valor mais elevado dos últimos 16 anos. Entre janeiro e setembro de 2019, o Basef Banca da Marktest, contabilizou um milhão e 289 mil possuidores de Plano Poupança Reforma (PPR), um valor que corresponde a 16.2% do universo composto pelos residentes no Continente com 15 e mais anos que possuem conta bancária e que identificam o(s) banco(s) onde têm conta. A taxa de penetração deste produto financeiro é a mais elevada dos últimos três anos e a 5ª mais elevada dos últimos 16 anos. Na análise da penetração deste tipo de conta pelos vários targets, vemos que a idade e a classe social são as variáveis que apresentam comportamentos mais heterogéneos e as que mais influenciam a sua posse. É junto dos indivíduos dos 35 aos 64 anos que o Plano Poupança Reforma (PPR) tem maior penetração, ao contrário dos mais jovens e dos mais idosos. Entre as classes sociais, observam-se diferenças acentuadas, com os valores a baixar de 26.1% junto das classes alta e média alta para os 11.9% junto das classes média baixa e baixa, menos de metade daquele valor. Esta análise foi realizada com base nos resultados do estudo Basef Banca da Marktest (fonte: Marktest.com, Novembro 2019)