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segunda-feira, janeiro 25, 2021

Organização Internacional do Trabalho traça três cenários para o emprego em 2021

 

O Observatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), no relatório anual, traça três cenários para a evolução do emprego – um de referência, outro mais desfavorável e ainda um favorável.

1. Cenário de referência

Baseado nas estimativas de outubro de 2020 do Fundo Monetário Internacional (FMI), prevê-se uma perda de 3% nas horas de trabalho em todo o mundo em 2021, em comparação com o quatro trimestre de 2019. Tal é equivalente a 90 milhões de postos de trabalho a tempo inteiro.

2. Cenário mais desfavorável

Na hipótese de se alcançarem avanços lentos no processo de vacinação, prevê-se uma redução das horas de trabalho de 4,6%.

sábado, agosto 15, 2020

O alerta da OIT: é preciso “proteger uma geração inteira de jovens” que sofreu um impacto “devastador” com a pandemia


Mais de 70 por cento dos jovens estudantes ou trabalhadores-estudantes foram afetados negativamente pela pandemia, alertou hoje a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que aponta o "efeito devastador" da pandemia na educação, formação e trabalho da juventude. Num inquérito sobre os impactos do novo coronavírus sobre o emprego, educação, direitos e saúde mental, a agência das Nações Unidas assinala que 65% de mais de 12.605 jovens entre os 18 e os 34 anos inquiridos online relataram ter aprendido menos com o fim das aulas presenciais.
No inquérito, conduzido entre 21 de abril e 21 de maio, metade respondeu ainda que ter aulas à distância iria atrasar os seus estudos e nove por cento afirmaram recear uma reprovação. Um em cada seis estudantes trabalhadores ficaram sem emprego durante o confinamento imposto pela covid-19 e 38% afirmam sentir incerteza sobre o seu futuro, uma vez que muitos trabalham em setores especialmente afetados, como serviços ou vendas.

terça-feira, novembro 05, 2013

OIT recomenda a Governo português nova estratégia

A solução é criar empregos. A Organização Internacional de Trabalho diz que a taxa de desemprego em Portugal pode descer dois por cento em 2014. O organismo apresentou um relatório sobre o emprego onde defende que o Estado tem que gastar algum dinheiro para criar postos de trabalho


Diretor-geral da OIT diz que o salário mínimo nacional é baixo comparando com a Europa

O diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT) insiste que o salário mínimo em Portugal é baixo, em comparação com outros países da Europa e, por isso, é preciso ajustar o valor. Em declarações aos jornalistas, Guy Ryder defendeu que este é um processo que deve ser discutido pelo Governo e parceiros sociais.


segunda-feira, novembro 04, 2013

OIT traça retrato negro do mercado de emprego em Portugal

Li no site da RTP, num texto da jornalista Alexandra Sofia Costa que "a Organização Internacional do Trabalho (OIT) acredita que podem ser criados mais 108 mil empregos em Portugal e que a taxa de desemprego pode ser reduzida em dois pontos percentuais até 2015. O ritmo de redução do défice orçamental teria que ser mais lento no ano que vem, mas aceleraria nos anos seguintes. Um relatório da OIT que vai ser apresentado esta segunda-feira em Lisboa traça um retrato negro do mercado de trabalho em Portugal, referindo que não se registou qualquer melhoria desde o lançamento do programa de assistência financeira acordado com a ‘troika’. A agência das Nações Unidas lembra que o desemprego continua a aumentar desde 2008, com a perda de um em cada sete empregos. Este ano a taxa atingiu o máximo histórico de 17 por cento. O facto de as condições de crédito permanecerem excessivamente apertadas e de mais de um quinto das pequenas e médias empresas não conseguirem dinheiro junto da banca são apontadas como causas para uma situação que, segundo a OIT, exige uma nova estratégia portuguesa e europeia de combate ao desemprego"

Europa pode ajudar Portugal a criar 108 mil empregos até 2015

Segundo o Dinheiro Vivo, "se seguir as políticas de emprego adequadas e contar com a ajuda da Europa, Portugal poderá criar 108 mil postos de trabalho até 2015, considera a Organização Internacional do Trabalho num relatório sobre o mercado laboral nacional.  A criação destes mais de cem mil empregos poderão, de acordo com a OIT, impulsionar o PIB em 2 pontos percentuais e reduzir a taxa de desemprego na mesma proporção.  Mas o que se sugere? Primeiro que tudo é necessário que a Europa avance com a União Bancária, que conduza a uma redução das taxas de juro, que consequentemente permitam o investimento e a procura e a criação de emprego.  Ao mesmo tempo, a OIT sugere um "robustecimento das políticas para o mercado de trabalho", alcançado através de um aumento dos gastos em Políticas ativas de emprego, de forma a que se impulsione "a procura agregada, ao mesmo tempo que exerce um efeito positivo na oferta – ao melhorar o processo de adequação entre a oferta e a procura de empregos e desse modo facilitando o regresso dos desempregados ao emprego".

segunda-feira, outubro 20, 2008

OIT: "A liberdade sindical e a liberdade de associação são um direito humano fundamental"

Fiquei hoje a saber que a OIT distribuiu um relatório sobre "A liberdade de associação e a liberdade sindical na prática: lições aprendidas”, que oferece uma "visão panorâmica da aplicação e do cumprimento efetivo dos princípios e direitos universais relativos à liberdade de associação, liberdade sindical e negociação coletiva em datas que coincidem com o décimo aniversário da adoção da Declaração da OIT relativa aos princípios e direitos fundamentais no trabalho e seu seguimento, e com o 60º aniversário da adoção da Convenção sobre liberdade sindical e proteção do direito de sindicalização, 1948 (número 87). A ratificação das convenções internacionais do trabalho nº 87 e nº 98 relativas à liberdade sindical e à negociação coletiva expressa o compromisso de implementar os princípios e direitos nelas plasmados.O Relatório Global registra avanços na ampliação da ratificação dessas convenções pelos Estados-Membros da OIT, mas indica também que ainda é necessário um maior esforço para atingir a ratificação universal de ambas as convenções, compromisso assumido pelos constituintes tripartites da OIT há dez anos atrás, ao aprovar a Declaração sobre os Direitos e Princípios Fundamentais do Trabalho.Até 2007, de um total de 182 Estados-Membros, 148 haviam ratificado a Convenção nº 87 e 158 haviam ratificado a Convenção nº 98. O Relatório aponta que é preocupante o fato de a Convenção nº 87 ter se tornado a menos ratificada das oito Convenções fundamentais.A Convenção nº 98 foi ratificada pelo Brasil em novembro de 1952. Porém, o mesmo não aconteceu até hoje com a Convenção nº 87, sobre liberdade sindical e direito de sindicalização, considerada um dos mais importantes tratados multilaterais da OIT.Todos os trabalhadores e empregadores têm o direito de constituir as organizações que julgarem convenientes e de afiliar-se a elas, com o objetivo de promover e defender seus respectivos interesses e de celebrar negociações coletivas com a outra parte, livremente e sem ingerência de umas sobre as outras, nem intromissão do Estado.A liberdade sindical e a liberdade de associação são um direito humano fundamental que, junto com o direito de negociação coletiva, representam um valor central da OIT. Os direitos de sindicalização e de negociação coletiva permitem promover a democracia, uma boa governança do mercado de trabalho e condições de trabalho decentes.O presente Relatório parte, como os outros dois Relatório Globais que foram publicados sobre este tema em 2000 e 2004 respectivamente, da premissa segundo a qual a única maneira de conseguir o objetivo da OIT de um trabalho decente para todas as mulheres e homens em condições de liberdade, igualdade, segurança e dignidade humana é que eles tenham a oportunidade de expressar-se sobre o que estes conceitos significam.A liberdade sindical e de associação, o direito de sindicalização e de negociação coletiva são direitos humanos fundamentais cujo exercício tem grande transcendência nas condições de trabalho e de vida, assim como o desenvolvimento e o progresso dos sistemas econômicos e sociais". Os interessados neste tema, podem ter acesso integral ao relatório em português, aqui.

OIT: RELATÓRIO SOBRE O MUNDO DO TRABALHO 2008

Segundo o "RELATÓRIO SOBRE O MUNDO DO TRABALHO 2008" hoje divulgado pela OIT, "apesar de o forte crescimento da economia mundial ter produzido milhões de empregos desde o começo dos anos 90, a desigualdade de renda aumentou de maneira dramática na maioria das regiões do mundo e é provável que continue crescendo como consequência da actual crise financeira, de acordo com um novo relatório publicado hoje (16 de Outubro) pelo centro de pesquisas da Organização Internacional do Trabalho (OIT).O novo estudo do Instituto de Estudos Laborais da OIT, intitulado Relatório sobre o trabalho no mundo 2008: desigualdade de renda na era das finanças globais, assinala, além disso, que uma parte importante dos custos da crise financeira e económica recairá sobre centenas de milhões de pessoas que não receberam os benefícios do crescimento ocorrido nos últimos anos. “O relatório mostra de maneira clara que a diferença entre famílias ricas e pobres aumentou desde o começo dos anos 90”, disse Raymond Torres, Director do Instituto e responsável pelo estudo. “Isto reflecte o impacto da globalização financeira e a escassa habilidade das políticas domésticas para melhorar os rendimentos da classe média e dos grupos de baixa renda. A actual crise financeira piorará a situação a menos que se adoptem reformas estruturais de longo prazo”.O relatório assinadala que, embora certo grau de desigualdade de rendimentos contribua para premiar o empenho no trabalho, o talento ou a inovação, o mesmo pode resultar contraproducente e prejudicial para a maioria das economia quando é muito grande. “Quando o aumento na desigualdade de renda é excessivo, representa um perigo para o tecido social assim como para a eficiência económica”.O relatório é o estudo mais completo sobre a desigualdade de renda em nível mundial realizado até o momento pelo Instituto. O estudo examina o salário e o crescimento em mais de 70 países desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. Além disso, apela no sentido de que sejam adoptadas medidas de longo prazo para avançar em direcção a uma economia mais equilibrada, incluindo a promoção do Programa de Trabalho Decente da OIT, que vincula as políticas económicas, laborais e sociais, e que permitiria impulsionar o emprego e melhorar a renda e sua distribuição.O relatório diz que o emprego mundial aumentou em 30 por cento entre o início dos anos 1990 e 2007, mas acrescenta que também ampliou-se a disparidade de renda entre famílias ricas e pobres. E mais: comparado com períodos anteriores de expansão, os trabalhadores receberam uma cota menor dos frutos do crescimento económico, uma vez que a participação dos salários na renda nacional diminuiu na grande maioria dos países para os quais se dispõe de dados. “A actual desaceleração da economia mundial afecta de maneira desproporcional os grupos de baixa renda”, diz o relatório. “Isto ocorre depois de uma longa fase de expansão na qual a desigualdade de renda já estava aumentando na maioria dos países”. Entre outras conclusões, o relatório assinala que:
• O crescimento do emprego ocorreu ao mesmo tempo em que a redistribuição de renda afastou-se do trabalho. Em 51 dos 73 países para os quais existem dados disponíveis, a participação dos salários como parte do total da renda diminuiu nas duas últimas décadas. A maior diminuição foi registrada na América Latina e no Caribe (-13 pontos percentuais), seguida da Ásia e Pacífico (-10 pontos percentuais) e das Economias Avançadas (- 9 pontos percentuais);
• Em países com inovação financeira sem regulamentação, os trabalhadores e suas famílias se endividaram cada vez mais para poder enfrentar os investimentos imobiliários e o consumo. Frente a uma situação de salários estagnados, esta foi a solução chave para sustentar a demanda das famílias. No entanto, a crise pôs em evidência os limites deste modelo de crescimento;
• Entre 1990 e 2005, aproximadamente dois terços dos países tiveram um aumento da desigualdade de renda. Ou seja, a renda das famílias mais ricas aumentou em relação à das mais pobres;
• Além disso, durante o mesmo período, a disparidade entre os 10 por cento de assalariados com renda mais alta e os 10 por cento com a renda mais baixa aumentou em 70 por cento nos países para os quais existe informação disponível;
• Por isso, está aumentando a disparidade de renda – a um ritmo cada vez maior – entre os altos executivos e o empregado médio. Em 2007, por exemplo, os directores executivos (CEO) das 15 maiores empresas dos Estados Unidos receberam salários que seriam mais de 520 vezes superiores aos do do trabalhador médio, comparado com uma diferença de 360 vezes em 2003. Situações similares – ainda que com salários mais baixos – podem ser observadas em outros países como Alemanha, Áustria, Hong Kong (China), Países Baixos e África do Sul. Segundo o relatório, os prognósticos assinalam que a desigualdade de renda continuará aumentando, e acrescenta que se trata de um problema que pode ser associado com taxas de delinquência mais altas, menor expectativa de vida e, no caso dos países pobres, má nutrição e um aumento na probabilidade de que as crianças se vejam obrigadas a abandonar a escola para trabalhar.“Na actualidade, em muitos países existe uma percepção generalizada de que a globalização não actua em benefício da maioria da população”, diz o relatório. “Portanto, o desafio político é garantir incentivos apropriados para trabalhar, aprender e mudar e, ao mesmo tempo, evitar desigualdades de renda socialmente daninhas e economicamente ineficientes”. Aos mais interessados podem ler o Sumário Executivo em Português, aqui e podem ter acesso e guardar o relatório da OIT neste link (apenas em língua inglesa).

OIT chama atenção para direitos, empregos e segurança social das mulheres e idosos

Li aqui que a OIT "apesar da crescente atenção internacional pelo envelhecimento das sociedades e pelas pessoas mais velhas, em muitos países, as pessoas –em particular as mulheres – continuam enfrentando discriminação por causa da idade no local de trabalho e carecem de acesso a direitos, empregos e seguridade social, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT) por ocasião do Dia Internacional das Pessoas de Idade.“Necessitamos novas soluções para os problemas das pessoas de idade, especialmente as mulheres”, disse Jane Hodges, Directora do Departamento de Igualdade de Género da OIT. “As mulheres de idade avançada são mais vulneráveis, com frequência estão em trabalhos não remunerados, com salários baixos, ou trabalhos de tempo parcial ou precário. Por este motivo, frequentemente precisam de qualquer forma de pensão, direitos ou outros benefícios que os homens têm. Além disso, seus baixos rendimentos geram um ciclo infinito de pobreza baseada nas questões de género”, acrescentou.Os direitos dos trabalhadores de idade estão presentes na agenda da OIT há muito tempo. A Recomendações sobre os trabalhadores de idade, 1980, número 162, refere-se especificamente aos trabalhadores, mulheres e homens, com maiores probabilidades de enfrentar dificuldades no emprego e ocupação devido ao envelhecimento.O Plano de Acção Internacional de Madrid sobre o Envelhecimento (2002) expôs com clareza que, para construir uma sociedade adaptada às pessoas de todas as idades, é necessário que a comunidade internacional reconsidere o curso convencional da vida laboral.As pessoas de idade deveriam ter a possibilidade de trabalhar ou deixar de fazê-lo, completa ou parcialmente, e receber os benefícios de seguridade social, aposentadoria e tempo de serviço. No entanto, em muitos países, a escassa ou inexistente cobertura dos sistemas de protecção social, obriga as mulheres e homens de idade a continuarem trabalhando, com frequência na economia informal e em condições precária, para ter acesso a uma vida decente.O acesso à aposentadoria através de pensões apropriadas e cuidado médico é parte central do mandato da OIT e parte integral de seu Programa de Trabalho Decente. A Convenção sobre seguridade social (norma mínima), número 102, estabelece as bases mínimas para um sistema integral de seguridade social. O Departamento de Seguridade Social da OIT promove esta e outras convenções importantes através de sua Campanha Global para estender a seguridade social a todas as mulheres e homens.Em Junho de 2009, durante a Conferência Internacional do Trabalho da OIT, que será realizada em Genebra, serão discutidos temas como mudanças demográficas e igualdade de género". Leia aqui o documento com informação mais desenvolvida (em inglês)

Desempregados podem aumentar para 210 milhões até final de 2009!

Foi hoje noticiado que "a crise financeira poderá levar a um aumento em 20 milhões do número de desempregados no mundo inteiro até o final de 2009, advertiu o director da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavia. As estimativas da OIT indicam que "o número de desempregados pode passar de 190 milhões em 2007 para 210 milhões no final de 2009", disse Somavia numa conferência de imprensa. A população de trabalhadores pobres vivendo com menos de um dólar por dia pode aumentar em 40 milhões e a dos que vivem com dois dólares por dia em mais de 100 milhões, acrescenta a OIT. Juan Somavia salientou que estas projecções "podem revelar-se por baixo se os efeitos do actual abrandamento do crescimento económico e da ameaça de recessão não forem rapidamente combatidos". Milhares de postos de trabalho já foram suprimidos em Wall Street e noutros centros financeiros com a falência de bancos ou fusões na sequência da crise financeira. Mas a OIT adverte que os cortes vão também atingir trabalhadores dos mais variados sectores, como a construção civil, a indústria automóvel, o turismo, os serviços e o imobiliário."Não é um simples crise de Wall Street, é uma crise em todas as 'streets' (ruas). Precisamos de um plano de salvamento da economia para as famílias de trabalhadores e a economia real, com regras e políticas que asseguram empregos decentes", disse.As taxas de desemprego têm vindo a subir em todo o mundo. Somavia pediu aos governos "acções rápidas e coordenadas para evitar uma crise social", e disse acolher favoravelmente "uma melhor regulação financeira e uma melhor supervisão".