quarta-feira, janeiro 28, 2026

Relógio do Apocalipse marca 85 segundos para a meia-noite: o ponto mais próximo da destruição de sempre

Criado em 1947, durante a Guerra Fria, pelo Boletim dos Cientistas Atómicos, o Relógio do Apocalipse simboliza a ameaça à sobrevivência da humanidade face a conflitos nucleares, alterações climáticas e outros riscos globais emergentes. O Relógio do Apocalipse, do Boletim dos Cientistas Atómicos, ajustado para 85 segundos da meia-noite, é exibido durante uma conferência de imprensa na Carnegie Endowment for International Peace, na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, em Washington.

Os cientistas voltaram a ajustar, esta terça-feira, o Relógio do Apocalipse, também conhecido como Relógio do Juízo Final (Doomsday Clock, em inglês). Os ponteiros estão agora a 85 segundos da meia-noite, menos cinco segundos do que no ano passado. A decisão, segundo os especialistas do Boletim dos Cientistas Atómicos, é justificada pelo agravamento das tensões geopolíticas, pela intensificação de conflitos armados envolvendo potências nucleares e pelo enfraquecimento da cooperação internacional.

"Há um ano, alertámos para o facto de o mundo estar perigosamente próximo de uma catástrofe global e de que qualquer atraso na inversão deste rumo aumentaria a probabilidade de desastre. Em vez de atenderem a este aviso, a Rússia, a China, os Estados Unidos e outros países de peso tornaram-se progressivamente mais agressivos, adversariais e nacionalistas", lê-se no comunicado deste ano. A guerra na Ucrânia, os confrontos entre a Índia e o Paquistão e os ataques a instalações nucleares iranianas são apontados como exemplos de um cenário internacional cada vez mais instável e preocupante.

Há um massacre em curso no Irão? Em apenas dois dias terão morrido 30 mil pessoas

Sabe-se pouco sobre os protestos no Irão, mas as últimas informações apontam que o número de mortos seja 10 vezes superior ao avançado pelo Governo iraniano. Apesar das restrições na internet, muitos são os vídeos que circulam nas redes sociais. O número de mortos nas manifestações no Irão pode ser 10 vezes superior ao avançado pelo Governo. Em apenas dois dias terão morrido pelo menos 30 mil pessoas na repressão aos protestos. A confirmar-se, este será um dos massacres mais mortais da história. Cerca de 30 mil pessoas podem ter sido mortas nas ruas do Irão durante os dias 8 e 9 de janeiro, segundo dados avançados pela revista Time, que vão ao encontro dos divulgados pela Iran International, uma página independente ligada à oposição. Informação que contradiz os dados oficiais divulgados pelo Governo iraniano, que dão conta de 3.100 mortos.

A falta de acesso à informação faz com que seja difícil confirmar estes números. Os relatos são escassos, mas os que surgem são dramáticos. O diretor de um hospital oftalmológico em Teerão diz que só no dia 9 de janeiro foram atendidas cerca de 1.000 pessoas. Trump tem ameaçado Teerão com uma intervenção desde o início dos protestos, e na semana passada anunciou o envio de uma gigante frota para o país. Em contrapartida, as autoridades iranianas responderam que estão mais prontas do que nunca para um ataque e colocaram até um cartaz numa praça central de Teerão onde pode ler-se: "Quem semeia ventos, colhe tempestades". Entretanto, o filho do Presidente do Irão, que é também conselheiro do Governo, pediu o fim das restrições à internet. Yousef Pezeshkian considera que manter o bloqueio vai criar ainda mais insatisfação e diz que a divulgação das imagens que demonstram a violência da repressão é algo que as autoridades iranianas terão de enfrentar mais cedo ou mais tarde (SIC Noticias, texto da jornalista Joana Costa de Sousa)

Portagens rendem mais de 1,4 mil milhões de euros em 2024

Os concessionários das autoestradas alertam para a queda da receita das portagens, uma consequência da decisão do Governo em eliminar o pagamento de alguns troços, sobretudo no interior do país. A associação das concessionárias diz que vão ser os contribuintes todos a pagar a diferença. As duas pontes sobre o Tejo que ligam a margem sul à margem norte são as que dão mais dinheiro à concessionária LusoPonte, mas são também aquelas que menos quilómetros têm se compararmos com as autoestradas do Norte ou do Sul.

Os 24km das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama renderam, em 2024, 4,4 milhões por cada quilómetro. No total, as empresas privadas que exploram as concessões das autoestradas em Portugal arrecadaram mais de 1.400 milhões de euros em 2024. Mais 5,4% em comparação com 2023. Ou seja, mais 73 milhões de euros. Até 2024, os anos foram de crescimento nas receitas devido ao aumento do tráfego e da população, e também das subidas de preço com base na inflação anual. Um ciclo que vai terminar. Os dados do ano passado ainda não conhecidos, mas as autoestradas com portagem numa extensão total de 2.500 quilómetros diminuiu 30%, para pouco mais de 1.700 quilómetros.

Em causa está a isenção de portagens aprovada no Parlamento em sete autoestradas do país, e desde 1 de janeiro está em vigor mais uma isenção parcial e total em mais cinco autoestradas, principalmente no interior. Mudanças com luz verde dos partidos da oposição e luz vermelha do Governo. Ao Jornal de Notícias, o presidente de Concessionárias de Autoestradas critica a decisão e lembra que as portagens continuam a existir e no final a fatura será paga por todos (SIC Notícias)

Curiosidades: o hipócrita dos bordeis...

Durante anos, eles o viram entrar em bordéis e chamaram-no de hipócrita. Quando ele morreu, as mulheres que ele tinha salvo revelaram a verdade. Chamava-se Vitalis, e guardou um dos segredos mais bonitos da história por uma vida inteira. No início do século VII, um homem já idoso chegou a Alexandria, no Egito: uma das grandes cidades do mundo antigo, local de estudo e comércio, de filosofia e pecado. Alexandria tinha tudo: bibliotecas magníficas, mercados agitados, debates teológicos nas praças.

E bordéis. Dezenas delas.

O homem que chegou tinha uns sessenta anos, e nessa época isso já era muita vida. A maioria não atingia essa idade. Podia estar descansando, preparando-se para a morte, vivendo seus últimos anos em silêncio e contemplação. Mas Vitalis fez o contrário: procurou o trabalho físico mais duro que pôde e começou a trabalhar. Tinha passado décadas como eremita no deserto, um daqueles primeiros ascetas cristãos que acreditavam que a solidão e a privação os aproximavam de Deus. Não tinha nada: nem posses, nem confortos, apenas areia, sol e silêncio. E agora, quando seu corpo deveria ter desistido, chegou na cidade e começou a carregar pedras, transportar caroços, fazer um trabalho exaustivo por um pagamento mínimo. Todas as tardes, com os músculos doloridos e as mãos feridas, cobrava o seu salário.

Curiosidades: Um dos paradoxos mais perturbadores do poder

Um dos paradoxos mais perturbadores do poder é este: mesmo aqueles que causaram um sofrimento incalculável foram, ao mesmo tempo, filhos. Muitas vezes esquecemos que os ditadores também tiveram uma vida íntima, marcada por afetos, perdas e laços familiares. Essa dualidade não os redime, mas revela algo perturbador sobre a natureza humana: alguém capaz de ordenar a morte de milhões poderia, em privado, mostrar ternura.

Adolf Hitler e Iósif Stalin partilhavam uma característica pouco conhecida: ambos estavam profundamente ligados às mães. Hitler perdeu a dele quando ainda era jovem, uma ausência que alguns historiadores consideram decisiva no seu caráter. Estaline, em vez disso, teve sua mãe viva até a idade avançada. A mãe de Estaline, Ekaterina Geladze, era uma mulher humilde, analfabeta, profundamente religiosa. Quando o seu filho atingiu o poder absoluto, transferiu-a para um antigo palácio imperial russo. Mas a grandeza do lugar não a seduziu. Percorreu as estadias, evitou os quartos luxuosos e acabou instalando-se em um pequeno quarto que tinha pertencido ao serviço doméstico. Era o único espaço onde ela se sentia confortável.

Curiosidades: O pais mais seguro

A Islândia é mundialmente reconhecida como o país mais seguro para se viver, ocupando o topo do Índice Global da Paz desde 2008. Esta pequena nação nórdica apresenta índices de criminalidade violentas praticamente nulos, com uma taxa de homicídio que beira o zero estatístico. Um dos aspectos mais fascinantes da sociedade islandesa é o nível extremo de confiança mútua; é comum ver bebês descansando em carrinhos do lado de fora de estabelecimentos enquanto os pais lancham tranquilamente. Atualmente, a Islândia possui uma população de aproximadamente 390 mil habitantes, o que facilita a coesão social e o monitoramento comunitário. Além disso, o país não possui forças armadas permanentes e sua polícia patrulha as ruas sem carregar armas de fogo, priorizando o diálogo e a assistência. A baixa desigualdade social e a estabilidade política garantem uma harmonia única entre seus cidadãos. Embora a geologia vulcânica seja volátil, a segurança humana permanece como o pilar mais sólido dessa ilha, tornando-a um refúgio de paz global (fonte: Facebook, Realmente Curioso)

Curiosidades: recebeu a Medalha de volta

A atleta polaca Maria Andrejczyk, medalha de prata no lançamento de dardo nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, protagonizou um gesto emocionante de solidariedade. Ela decidiu leiloar sua medalha olímpica para ajudar a financiar a cirurgia cardíaca de um bebê de oito meses chamado Miloszek, que precisava urgentemente de um procedimento médico nos Estados Unidos. O leilão arrecadou aproximadamente US$ 125 mil, e a rede de supermercados polonesa Żabka foi a vencedora do lance. Demonstrando respeito e generosidade, a empresa devolveu a medalha à atleta após a compra, permitindo que Maria mantivesse consigo a lembrança de sua conquista olímpica, enquanto o valor arrecadado era destinado integralmente ao tratamento do bebé (fonte: Facebook, Realmente Curioso)

Curiosidades: Como funciona a "sombra do mar"?

O Sea Shadow, um navio furtivo desenhado pela Lockheed Skunk Works, é um navio único que utiliza tecnologia avançada para reduzir a sua visibilidade e secção transversal do radar. Consegue isso através de uma combinação de características, incluindo um capacete plano e liso, uma superestrutura reduzida e um material absorvente de radar (RAM) especialmente concebido que cobre toda a superfície. Além disso, o design do navio permite configurá-lo de várias maneiras, como um modo "sigiloso" onde você pode abraçar o fundo do oceano e reduzir o seu perfil (fonte: Facebook, Contato Imediato)

Curiosidades: estátua do Rei Arthur

A estátua do Rei Arthur está localizada no Castelo de Tintagel, na Cornualha, Inglaterra. Tintagel é amplamente associada à lenda do Rei Arthur, sendo o local tradicionalmente considerado seu ponto de nascimento. A estátua foi inaugurada em 2019, projetada pelo escultor Rubén Pater e com uma altura de 2,5 metros, ela simboliza a figura mítica do rei que, segundo as lendas, uniu as tribos da Grã-Bretanha. O Castelo de Tintagel em si, além de sua importância histórica como fortaleza medieval, também tem grande significado cultural devido às suas associações com as lendas arturianas. A localização foi escolhida para destacar a conexão com os mitos e as histórias que cercam Arthur e seus cavaleiros, sendo um local de grande interesse tanto para turistas quanto para estudiosos da mitologia celta (Fonte: Facebook, Contato Imediato)

Curiosidades: coordenadas geográficas

Coordenadas geográficas são um sistema de "endereços" na Terra, usando linhas imaginárias (paralelos e meridianos) para definir a localização exata de qualquer ponto, com medidas em graus, minutos e segundos. Elas são formadas pelo cruzamento de Latitude (distância Norte/Sul do Equador, de 0° a 90°) e Longitude (distância Leste/Oeste do Meridiano de Greenwich, de 0° a 180°) (fonte: Facebook, Contato Imediato)

Curiosidades: Helena de Esparta

Helena de Esparta, mais conhecida como Helena de Tróia. Foi a mulher mais linda do mundo Helênico. Era filha de Leda e irmã de Castor e Pólux. Esposa de Menelau, foi raptada por Páris, o que acarretou a expedição dos gregos contra Tróia. Já se passaram quase três milênios e a figura de Helena permanece agitando a imaginação de poetas, escritores, pintores e mais recentemente, de cineastas (fonte: Facebook, Contato Imediato)

Cidades a secar, rios em disputa e um alerta global: o ‘planeta azul’ está a ficar sem água?


Alerta consta de um novo relatório da Universidade das Nações Unidas, citado pela ‘CNN’, que defende que o vocabulário habitual já não chega para descrever a dimensão do problema. O mundo já não vive uma simples crise de água. Entrou numa verdadeira “era de falência global da água”, com impactos profundos e, em muitos casos, irreversíveis. O alerta consta de um novo relatório da Universidade das Nações Unidas, citado pela ‘CNN’, que defende que o vocabulário habitual já não chega para descrever a dimensão do problema. “Se continuarmos a chamar-lhe uma crise, estamos a insinuar que é temporária”, explica Kaveh Madani, diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde da ONU e autor do relatório. “Isto é um choque. Podemos mitigá-lo, mas também temos de nos adaptar a uma nova realidade, com condições mais restritivas do que antes.”

Cidades a secar e solos a afundar

Os sinais dessa nova realidade estão espalhados pelo ‘planeta azul’. Cabul pode tornar-se a primeira grande cidade moderna a ficar sem água potável. A Cidade do México afunda-se cerca de 50 centímetros por ano devido à exploração excessiva do aquífero subterrâneo. No sudoeste dos Estados Unidos, os estados disputam a partilha das águas cada vez mais escassas do rio Colorado, castigado por uma seca persistente. Segundo a ‘CNN’, o relatório sublinha que o problema é estrutural: o mundo está a consumir muito mais água do que aquela que a natureza consegue repor através da chuva e da neve. Rios, lagos, zonas húmidas e aquíferos estão a ser drenados a um ritmo insustentável, enquanto o calor extremo e as secas associadas às alterações climáticas reduzem ainda mais a disponibilidade de água.

Barómetro CIP/ISEG alerta para desaceleração da economia portuguesa e risco de estagnação


O crescimento da economia portuguesa desacelerou no quarto trimestre de 2025, acendendo alertas para uma possível estagnação do processo de convergência com a União Europeia, segundo o Barómetro CIP – Confederação Empresarial de Portugal / ISEG de janeiro de 2026. De acordo com o estudo, a economia nacional terá registado uma ligeira desaceleração em cadeia no último trimestre de 2025, passando de 0,8% para 0,7%, o que se traduz num crescimento homólogo de 1,9% – valor que mantém a estimativa para o ano completo. O abrandamento foi atribuído principalmente à moderação do contributo da procura interna, embora o consumo privado tenha continuado a beneficiar de um mercado de trabalho sólido, custos de financiamento controlados e medidas orçamentais favoráveis às famílias. Por outro lado, o investimento deverá ter reforçado a sua contribuição, impulsionado pela execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), enquanto a procura externa líquida estabilizou devido a menores ritmos de crescimento das importações e exportações.

Para Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP, o crescimento de 1,9% em 2025 vem confirmar que “o desempenho da economia portuguesa está a enfraquecer para um ritmo inferior ao dos anos anteriores à pandemia, correndo o risco de estagnar o processo de convergência com a União Europeia que estava a ser alcançado nos últimos anos”. Rafael Alves Rocha sublinha que, “para relançar de forma sustentada a atividade económica, é preciso alterar o padrão de crescimento, com um maior contributo do investimento e das exportações e uma dependência menor do crescimento do consumo”. Nos indicadores de confiança, o Barómetro registou uma evolução positiva, ainda que menos intensa do que em novembro, impulsionada sobretudo pelo setor dos serviços, que compensou a queda de confiança nos restantes setores da economia (Executive Digest, texto do jornalista André Manuel Mendes)

Maioria dos europeus acredita que o futuro será pior e vê Trump como ameaça, revela sondagem. Portugueses entre os mais pessimistas


Os europeus encaram o estado do mundo, o futuro dos seus países e a sua própria situação pessoal com um pessimismo profundo, num contexto marcado por incerteza geopolítica, dificuldades económicas e uma perceção negativa do papel do presidente dos EUA, Donald Trump. Quase dois terços dos inquiridos consideram que “os melhores anos já passaram”, enquanto 77% acreditam que a vida nos seus países será mais difícil para a próxima geração. Os dados resultam de uma sondagem da empresa de comunicação estratégica ‘FGS Global’, realizada em novembro junto de mais de 11 mil pessoas em 23 países da União Europeia – incluindo Portugal – e divulgada em exclusivo pelo jornal ‘POLITICO’.

O pessimismo é particularmente acentuado na Europa Ocidental e Central. No conjunto da União Europeia, 76% dos entrevistados afirmam que a democracia nos seus países está em declínio, refletindo uma preocupação generalizada com a capacidade dos sistemas políticos para responderem aos desafios atuais. Segundo o ‘POLITICO’, a sondagem evidencia receios transversais quanto ao enfraquecimento das democracias europeias e à eficácia dos governos num cenário marcado pela guerra na fronteira leste do continente, pela instabilidade económica e geopolítica e pelo agravamento das tensões com Washington.

Canarias recibe 16 millones de turistas internacionales en 2025, un 3,6% más que el año anterior


Canarias ha recibido 16 millones de turistas procedentes de aeropuertos internacionales en 2025, experimentando un crecimiento del 3,6% respecto al año anterior, según los datos publicados este lunes por Turespaña. En lo que respecta al mes de diciembre, el archipiélago recibió 1,5 millones de turistas extranjeros, que implicó un incremento del 0,8% en relación al mes anterior. Por su parte, el conjunto de España recibió en 2025 un total de 111,7 millones de pasajeros procedentes de aeropuertos internacionales, registrando un incremento del 5,9% respecto al año anterior. Esto supone alrededor de 6,2 millones de llegadas adicionales. El 85,4% del flujo total de pasajeros provino de Europa y registró un ascenso interanual del 5,1%. Desde América llegó el 8,8% del total, lo que supone un incremento del 5,4% respecto al año 2024, y desde Asia el 2,7%, registrando un aumento del 18,6%

El número de turistas sube

En 2025 destacan, por su volumen de llegadas y evolución positiva, los países del Golfo Pérsico, Emiratos Árabes Unidos y Qatar. De Asia destacan China y la recuperación de la conexión con Japón a finales de 2024. Por último, entre los países iberoamericanos sobresalió Colombia con más de un millón de llegadas. La borrasca Joseph obliga a la Aemet a activar avisos en Canarias desde este miércolesEl Gobierno de Canarias actualiza la alerta que afecta a las Islas: así cambia la situa...Vicky Palma, meteoróloga, sobre la borrasca Joseph: "Afectará a Canarias a partir de es...Podemos denuncia ante la ONU más de 100 atentados ambientales en CanariasMuere un hombre en el incendio de un edificio en La Laguna.

El precio medio de una habitación en Canarias es un 48 % más caro que hace cinco años


El precio medio de una habitación alcanza los 452 euros al mes en Canarias al cierre de 2025, un 2,9 % más que el año anterior, un 48 % más que hace cinco años y un 63 % más que hace diez años, según el estudio de ‘Viviendas compartidas en España en 2025’ de Fotocasa. Así, el precio de compartir una vivienda cuesta 504 euros mensuales en Santa Cruz de Tenerife y 437 euros en Las Palmas de Gran Canaria. El precio de una habitación en España cuesta de media 521 euros al mes, es decir, un 62 % más que hace 5 años (2020) y un 97 % más respecto a hace 10 años (2015). Respecto a 2024, el precio de la habitación apenas ha subido un 0,1 %. A pesar del ligero incremento interanual de diciembre de 2025, el precio mensual es el más alto detectado en los últimos 10 años de análisis.

Protestos em Canárias contra os cortes na PAC e o acordo Mercosul

Agricultores y ganaderos españoles volverán a tomar las calles españolas y a sacar los tractores desde el lunes al viernes en señal de protesta por los recortes de la futura Política Agrícola Común (PAC) y del acuerdo comercial UE-Mercosur, a pesar de la reciente paralización de este pacto por parte del Parlamenteo Europeo, al considerar que ambos factores podrían agravar la situación crítica que atraviesa el campo en España. Unas concentraciones que están promovidas en unidad de acción por la Asociación Agraria de Jóvenes Agricultores (Asaja), la Coordinadora de Organizaciones de Agricultores y Ganaderos (COAG) y la Unión de Pequeños Agricultores y Ganaderos (UPA), que promueven estas tractoradas en todo el territorio nacional y que se mantienen pese a la reciente decisión del Parlamento Europeo de paralizar el acuerdo UE-Mercosur y enviarlo a que lo revise el Tribunal Superior de Justicia (TJUE) de la Unión Europea.

Unas concentraciones de agricultores y ganaderos que se llevarán a cabo a lo largo de toda la semana, pero que tendrán su jornada más destacada el día 29, en lo que será el ‘súper jueves’, día que reunirá la mayor parte de concentraciones, donde ya han confirmado más de 25 provincias tractoradas y protestas.

Sondagem em Canárias a pensar nas regionais de 2027: Gana el PSOE, pero gobernaría CC-PP

La división de la izquierda abre la puerta a reeditar el actual pacto de gobierno de Canarias, con el apoyo de ASG o de Vox. El PSOE, liderado por Ángel Víctor Torres, se movería entre los 20 y 24 escaños, mientras que CC, con Fernando Clavijo al frente, obtendría entre 18 y 20. El Observatorio Canario de Estudios e Investigaciones (OCEI) ha publicado una estimación electoral basada en los microdatos del Socio barómetro de Canarias de noviembre de 2025 que dibuja un escenario de continuidad institucional en el Archipiélago, pese a que el PSOE volvería a ser la fuerza más votada en unas elecciones autonómicas.

Según el análisis del OCEI, el PSOE obtendría el 26,6% de los votos, revalidando su condición de primera fuerza política en Canarias. A continuación, se situaría Coalición Canaria (CC) con un 22,7%, seguida del Partido Popular (PP) con el 17,8%. Vox alcanzaría el 11,3%, mientras que Nueva Canarias-Bloque Canarista (NC-bc) lograría un 7,4% y la Agrupación Socialista Gomera (ASG) se quedaría en el 0,7% del voto autonómico.

“Trânsito” no teto do mundo: o excesso de turismo chegou ao Evereste?


A montanha mais alta do planeta deixou de ser um lugar remoto e exclusivo. Há cada vez mais pessoas que procuram conquistar os 8849 metros do Evereste. O aumento da atividade humana, contudo, tem provocado consequências negativas. Já não falta muito para o arranque de mais uma temporada de escalada no Monte Evereste que, normalmente, começa em abril e vai até junho, havendo, depois, uma nova janela entre setembro e novembro. Maio é o mês que costuma reunir as melhores condições climatéricas para conseguir uma escalada bem-sucedida.

O pico que se ergue no coração dos Himalaias, entre o Nepal e o Tibete, é há muito desejado por montanhistas e exploradores que procuram chegar ao teto do mundo, o ponto mais alto do planeta Terra, com 8849 metros de altitude. “O Evereste será sempre um símbolo do desafio máximo, e é natural que atraia cada vez mais pessoas. Foi isso que, inicialmente, também me atraiu. O crescimento comercial em torno da montanha amplificou tudo isto e tornou a realidade muito mais complexa”, explica ao SAPO Maria da Conceição, a primeira mulher portuguesa a chegar ao cume – feito conquistado em 2013.

Desde então, a portuguesa que se tem dedicado a vários desafios extremos em prol de causas humanitárias (ver caixa no fim do texto) reconhece que “a atividade no Evereste se intensificou imenso” e, por conseguinte, aumentaram problemas para os quais ainda se procuram soluções duradouras. “É essencial encontrar um equilíbrio entre três elementos fundamentais: segurança, dignidade e sustentabilidade ambiental. O lado comercial nunca deve sobrepor-se a estes princípios. O bem-estar dos alpinistas e a integridade da própria montanha são o que mais importa”, afirma Maria da Conceição.

Turismo de Portugal vai apoiar restauração com alargamento do prazo para saldar dívidas

O Turismo de Portugal vai apoiar as empresas do setor turístico, incluindo a restauração, através do pagamento de dívida à banca e alargando os prazos de devolução do dinheiro ao organismo, anunciou hoje o ministro da Economia e da Coesão Territorial. “O Turismo de Portugal vai ajudar estas empresas. Vamos prolongar os prazos de pagamento, tornar as prestações mais fáceis. Aquelas que devem à banca, o Turismo de Portugal vai substituir-se e vai antecipar o dinheiro e pagar à banca, e as empresas ficam a pagar ao Turismo de Portugal num tempo mais dilatado”, afirmou Manuel Castro Almeida na sua participação na conferência 10 Anos Conversa Capital, em Lisboa. Questionado sobre uma potencial crise no setor, Castro Almeida sublinhou que a restauração é “muito importante” e “emprega muita gente”. “É um elemento integrador da promoção turística e essencial”, afirmou, acrescentando que muitas empresas de restauração estão ainda a pagar os custos da pandemia”.

Castro Almeida antecipou que estes apoios devem estar disponíveis “muito rapidamente” e estimou que em fevereiro a legislação possa já estar aprovada. O ministro sublinhou que o que tem ocorrido é “um abrandamento” e não necessariamente uma quebra. “Eu preferia crescer mais, porque acho que há espaço para crescer mais - não sou dos que pensam que o turismo atingiu o limite”, disse. Nesse sentido, apontou que há muitas zonas do país e muitas épocas do ano em que Portugal poderia acolher mais turistas, mas que tal necessita de “muitas ações”. O ministro destacou ainda as limitações do aeroporto de Lisboa - considerando que “a situação desgraçada” na entrada de visitantes de fora do espaço Schengen já está resolvida - e que o processo da construção no novo aeroporto “está a seguir os seus passos normais” (Lusa)

El Parlamento de Canarias refuerza a Clavijo en su batalla por blindar frente a los Estados los fondos RUP


"Es Europa la que debe adaptarse a Canarias y no al contrario". La frase, pronunciada este viernes por el diputado de ASG Jesús Ramos, resume el mensaje alto, claro, "inequívoco" y "emitido como una sola voz" del Parlamento de Canarias tanto al Gobierno de España como a la Comisión Europea (CE). Todos los grupos, salvo algunos matices de Vox contra el pacto verde y la Agenda 2030, exigen que el nuevo presupuesto europeo 2028-2034 "no diluya las medidas y fondos propios para Canarias en instrumentos generales o en decisiones exclusivamente estatales". O lo que es lo mismo, que la financiación que se destina a los programas para solventar las debilidades estructurales por ser territorios alejados del continente europeo sean administrados por las propias regiones ultraperiféricas (RUP) y no por sus Estados miembros: España, Francia y Portugal.

El debate en el pleno extraordinario celebrado para abordar este viernes los peligros que para las RUP tiene el futuro marco financiero plurianual europeo supuso un respaldo en bloque de la Cámara regional a la ofensiva que desde hace meses capitanea el presidente Fernando Clavijo tanto en la Conferencia de Presidentes de las RUP como en el Comité Europeo de las Regiones y en las misivas intercambiadas con el presidente del Ejecutivo central, Pedro Sánchez, y el vicepresidente ejecutivo de Cohesión y Reformas de la Comisión Europea (CE), Raffaele Fitto.

Desmienten que la visita del papa León XIV a Canarias tenga fecha cerrada: “Quedan por atinar”

El viaje que el papa León XIV pretende llevar a cabo a España este año aún no tiene una fecha cerrada y, aunque en un primer momento se barajó la posibilidad de que fuese en junio, no se descarta que la visita del pontífice se produzca en octubre, según han informado fuentes eclesiales este viernes. “Las fechas quedan por atinar” y no será “hasta dentro de un mes o dos” cuando se conozca la fecha definitiva y el “programa completo” del viaje de León XIV a España, donde tiene previsto visitar Madrid, Barcelona y las Canarias, subrayan las mismas fuentes, que indican que “hasta dos meses antes” la Santa Sede no confirma los viajes del pontífice.

Por ahora, recuerdan estas mismas fuentes, “el papa está viendo” el borrador presentado por la Conferencia Episcopal Española (CEE) el pasado 9 de enero en una reunión mantenida entre el secretario de Estado del Vaticano, Pietro Parolin, y el presidente de la CEE, Luis Argüello; el vicepresidente y arzobispo de Madrid, José Cobo; el arzobispo de Barcelona, Juan José Omella, y el de Canarias, José Mazuelos. En esa propuesta, se baraja la posibilidad de que la visita pueda realizarse en junio -una fecha “ya muy justa” de cara a temas organizativos, según las fuentes consultadas- o a principios de octubre.

terça-feira, janeiro 27, 2026

Opinião alheia: "28 mil milhões no turismo: orgulho e preconceito"




No contexto da União Europeia, Portugal subiu para o quarto lugar entre os países onde o turismo estrangeiro tem maior peso na economia, ficando apenas atrás de Chipre, Malta e Croácia. Mas nem tudo nisto é bom. Os números divulgados pelo Banco de Portugal relativamente às receitas geradas pelo turismo internacional em Portugal em 2024 são impressionantes: os turistas estrangeiros gastaram cerca de 28 mil milhões de euros em Portugal, fazendo com que o turismo internacional representasse 9,7% do nosso PIB.

No contexto da União Europeia, Portugal subiu para o quarto lugar entre os países onde o turismo estrangeiro tem maior peso na economia, ficando apenas atrás de Chipre, Malta e Croácia. Para além disso, entre 2010 e 2024, fomos o país da UE que mais aumentou as exportações de turismo em percentagem do PIB, cerca de cinco pontos percentuais.

Há turistas a descobrir um destino fascinante num dos extremos da Europa. Mas faz parte da lista de alerta dos EUA



Quando os turistas se dirigem para o Vale de Pankisi, os avisos tendem a começar ainda antes da sua chegada. Costumam partir de um taxista preocupado, inseguro, sem ter a certeza se devia estar mesmo a transportar viajantes para este destino remoto. “Porque é que vai para lá? O que vai fazer? Não me parece que seja seguro para si ir para lá”, dizem os motoristas, segundo Khatuna Margoshvili, dona de uma pousada neste belo e acidentado vale.
Há muito que Pankisi, na Geórgia, antiga república soviética situada na fronteira leste da Europa, carrega uma má reputação, mais moldada pelas notícias dos jornais do que pelo turismo em si. No início dos anos 2000, os tchetchenos que fugiam da guerra de Moscovo contra o seu país usaram este vale como refúgio. A Rússia alegava que alguns eram antigos militantes.
Depois dos ataques do 11 de Setembro de 2001, os Estados Unidos alegaram que havia agentes da Al-Qaeda presentes em Pankisi. Especularam mesmo que Osama bin Laden estaria entre eles — algo que nunca ficou provado. O estigma aprofundou-se na década seguinte, de 2010, quando o Estado Islâmico recrutou dezenas de residentes deste vale.

Curiosidades: ANYTE DE TEGEA

Reconhecida por seus epigramas, Anyte foi uma das poucas poetisas cujo trabalho sobreviveu desde a antiguidade. Sua poesia, preservada na Antologia Grega, frequentemente foca em temas de natureza, amor e emoção humana, misturando simplicidade com profunda percepção. O uso habilidoso da linguagem e imagens vívidas de Anyte lhe renderam um lugar entre os notáveis ​​poetas helenísticos, e ela foi algumas vezes referida como uma Homera feminina por estudiosos posteriores. Seu trabalho reflete uma profunda conexão com o mundo natural e uma habilidade de capturar momentos delicados com precisão e graça. Os epigramas de Anyte frequentemente prestam homenagem a divindades e à paisagem natural, infundindo seu entorno com uma sensação de presença divina. Além disso, sua habilidade de retratar emoções e experiências de forma concisa e pungente destaca sua proeza literária. Apesar da quantidade limitada de sua obra sobrevivente, a influência de Anyte é evidente no respeito e na admiração que ela conquistou de gerações subsequentes de poetas e acadêmicos (fonte: Facebook, Presente de Grego)

Curiosidades: Tea Hipérionide

Também conhecida como Tea Hipérionide, é uma das titânides da mitologia grega, filha de Urano (o Céu) e Gaia (a Terra). Representando a luz celestial e a clareza, ela simboliza a majestade do céu e sua capacidade de iluminar o mundo. Seu nome, que significa "Deusa", está relacionado à visão e ao esplendor, reforçando seu papel como fonte de claridade divina. Esposa de seu irmão Hipérion, o titã da observação e da luz, Tea gerou três filhos que personificam aspectos fundamentais da luz e do tempo: Hélios (o Sol), Selene (a Lua) e Eos (a Aurora). Por meio dessa descendência, ela deixou uma marca eterna no cosmos, garantindo que seu legado iluminasse tanto o dia quanto a noite. Além disso, alguns textos a mencionam como a responsável por conceder brilho aos metais e pedras preciosas, conectando-a à riqueza e à beleza. Durante o período helenístico, Tea passou a ser vista não apenas como uma figura mitológica, mas também como um símbolo cosmológico e filosófico. Os pensadores estoicos interpretaram sua luz celestial como uma manifestação do logos, a razão divina que governa o universo.

Como mãe de forças cósmicas como o Sol, a Lua e a Aurora, ela tornou-se um arquétipo da harmonia e regularidade dos ciclos naturais, representando o equilíbrio que sustenta o cosmos. Na arte helenística, era frequentemente retratada como uma figura radiante, cercada por raios dourados e símbolos de riqueza, como pedras preciosas. Essas representações reforçavam sua associação à beleza e ao esplendor, ampliando seu papel como deusa ligada à claridade e à riqueza. Além disso, cronistas como Diodoro da Sicília a destacaram como uma figura que reflete a relação dos gregos com os fenômenos naturais e a luz primordial. O sincretismo cultural do período helenístico também permitiu que Tea fosse identificada com outras divindades de tradições vizinhas, como Astarte e Hathor, que compartilham atributos relacionados à luz e à riqueza. Essa fusão de mitos fortaleceu sua relevância como símbolo universal de claridade, beleza e equilíbrio cósmico. Embora essa deusa não seja tão conhecida quanto outros titãs, sua influência é inegável. Por meio de sua descendência e de sua simbologia, ela contribuiu para moldar não apenas o ordenamento mitológico do cosmos, mas também a forma como os gregos e outras culturas interpretaram a luz, a beleza e o equilíbrio do universo (fonte: Facebook, Presente de Grego)

Curiosidades: os Templários

Fatos históricos:

✔ Ordem Militar Cristã: Fundada em 1119, os Cavaleiros Templários eram monges guerreiros que protegiam peregrinos na Terra Santa.

✔ Riqueza e Poder: Tornaram-se banqueiros influentes, criando um sistema bancário primitivo.

✔ Perseguição e Queda: Em 1307, o rei Filipe IV da França prendeu e torturou templários sob acusação de heresia e corrupção. A ordem foi dissolvida pelo Papa Clemente V em 1312.

✔ Execução de Jacques de Molay: O último Grão-Mestre foi queimado vivo em 1314, supostamente amaldiçoando o rei e o papa antes de morrer.

Lendas e Cultura Popular:

❌ Santo Graal e Arca da Aliança: Histórias sugerem que os Templários guardaram essas relíquias, mas não há provas.

❌ Sociedades Secretas: Algumas teorias dizem que os Templários continuaram existindo na Maçonaria ou Illuminati, mas sem evidências concretas.

❌ Sobrevivência Oculta: Não há registros históricos confiáveis de que a ordem sobreviveu oficialmente após sua extinção.

❌ Poderes Místicos: Em jogos e filmes, os Templários são mostrados como guardiões de segredos ocultos e magia, o que é pura ficção.

 Na Cultura Popular

Filmes: Indiana Jones e a Última Cruzada (1989), O Código Da Vinci (2006)

Jogos: Assassin’s Creed (a ordem é retratada como uma organização secreta manipuladora)

Livros: O Código Da Vinci (Dan Brown), O Pêndulo de Foucault (Umberto Eco)

Apesar do fascínio, a maior parte das histórias sobre os Templários é ficção inspirada em sua riqueza e misterioso fim (fonte: Facebook, Presente de Grego)

Presidenciais: como ficaram as eleições no País (1ª volta)

LFM

Presidenciais: como ficaram as eleições na Madeira (1ª volta)

LFM

Sagrada Família concluída em 2026?

Até o final de 2026, a Sagrada Família finalmente terá suas seis torres centrais concluídas, incluindo a imponente Torre de Jesus Cristo, a mais alta de todas, marcando o centenário da morte de Antoni Gaudí. Embora a famosa silhueta da basílica finalmente pareça "completa" e os guindastes mais altos sejam removidos, a construção em si não estará 100% finalizada. Isso porque os intrincados trabalhos de escultura na Fachada da Glória e a construção da controversa escadaria da entrada principal devem continuar até pelo menos 2030 ou 2034. Essencialmente, 2026 marca o fim da construção em altura de um projeto que já dura mais de 144 anos, mas os detalhes artísticos e estruturais da entrada principal ainda estão em andamento (Fonte: Facebook, Vamos conhecer o mundo)

Nota pessoal

O Carlos Fernandes foi um gajo porreiro que para mim foi quase um irmão mesmo não sendo. Para além de vizinhos no eixo Pena-Prédio da Caixa, fomos colegas de turma no antigo e saudoso Liceu, durante vários anos. Politicamente fomos companheiros seguindo o mesmo caminho, sem ambições nem dependência de protagonismos ridículos. Nos tempos da tropa - alguns brincam hoje com fardas mas nem as patentes conhecem e nem as botas conseguem honrar - ele em Santarém, eu em Santa Margarida e depois nos Lanceiros em Lisboa, encontrávamo-nos aos fins-de-semana na cidade, ficando eu alojado em Lisboa, por especial favor e amizade, num apartamento partilhado por outros amigos e colegas do Liceu, todos madeirenses, que estudavam na capital. Foram bons tempos esses, que passaram depressa, que foram atirados para as catacumbas das memórias, mas que nunca podem ser esquecidos. Eram tempos diferentes, sem redes sociais, sem telemóveis, sem nada do que hoje, dizem os especialistas, paulatinamente distorce o crescimento das pessoas, destrói a consciência social e esmaga amizades, tornando-as meramente pontuais e supérfluas, sem outro qualquer significado. Há dois anos, ou um pouco mais, encontrei o Carlos - que passou pela administração do JM e da Imprensa Regional - na hemato-oncologia do Nélio Mendonça, tinha uma doença grave que o atormentava, que condicionava a sua vida, que obrigou a várias intervenções cirúrgicas, mas não foi por causa disso que mantinha a esperança e a convicção de viver. O mesmo bom humor de sempre, a risada pela anedota. Ficamos surpresos porque depois de todo aquele caminho percorrido na vida, aquele era o sítio menos próprio para nos encontrarmos naquela manhã. Por lá passamos os dois, outras vezes, coincidentemente. Mas a vida tem destas coisas, é madrasta para muitos, mais agreste para uns, brincalhona com outros, fazendo-os a todos supor, erradamente, que somos donos do nosso destino. O Carlos, meu "irmão" de sempre, amigo e companheiro desse caminho, resolveu ir mais cedo, na certeza de que voltaremos a encontrarmo-nos, seja lá onde for, e caso exista esse além com o qual todos sonhamos. Nem houve tempo para despedidas. As coisas, certas coisas que invadem o nosso corpo, são assim mesmo, ditam o tempo, marcam a hora e cumprem rigorosamente o calendário, perante a impotência humana. Partiu discreto, sem que os amigos dessem por isso. Talvez seja o melhor. Até logo Carlos, aquele abraço de amizade eterna. E leva um abraço a toda aquela malta do nosso tempo, da nossa caminhada de vida, que já partiu, muitos deles antes de ti (LFM)

segunda-feira, janeiro 12, 2026

Eleições: a minha estranha indecisão...


Hoje passei pela estranha e inédita sensação de ter chegado a uma urna de voto, e já com o boletim na mão, sem saber exactamente em quem votava. Esta indecisão deu-me razão, quando afirmei, repetidamente, que desde 1980 não votava em eleições presidenciais, porque alegadamente, dizem "eles", são eleições "despartidarizadas", o que implica, o incentivar da "rebeldia" partidária, ou seja, a possibilidade de um eleitor poder votar, se o entender, num candidato que nem esteja ligado ao seu partido de opção nem por este seja apoiado.

Partindo do princípio, mais do que sagrado para mim, de que nos dias que correm tenho medo de militares na política (mesmo sem farda vestida, porque na realidade, todos sabemos que  mentalmente eles nunca se desfardam...) e recusando frontal e firmemente os radicalismos fascizantes e populistas que nos ameaçam a todos, apesar de não fazerem sentido numa sociedade moderna que se quer tolerante, livre e capaz de viver normalmente, mesmo com as suas contradições injustiças e dificuldades (que só nós podemos todos combater obrigando o poder a fazê-lo), confesso que fiquei abananado. Completamente indeciso entre a escolha de uma mensagem de esperança e de estabilidade e a recusa de certos papagaios ou pretensos "influenciadores" da treta que abusivamente usaram espaços de opinião (sem contraditório e a reboque de uma comunicação social por vezes demasiado tolerante e, pior do que isso, perigosamente colaborante com estas palhaçadas supostamente "inocentes" e "desinteressadas", uma escola que foi o trampolim de Marcelo para a sua ambicionada chegada a Belém)  para consolidarem projectos políticos e ambições pessoais de poder para as quais são uns impreparados, sem dimensão nem estatura face às exigências delas decorrentes.

Mas, por outro lado, já com o boletim de voto na mão e perante aqueles "retratos" todos, alguns dos quais me deram uma enorme vontade de rir, confrontei-me com a necessidade de uma escolha,  entre uma rebeldia eleitoral em eleições que alegadamente nada dizem aos partidos, e o coerente respeito pela minha disciplina ideológica e de pensamento, pela minha escolha desde 1974, o que me levou a ponderar muito rapidamente, e num local inapropriado (uma assembleia de voto e com o boletim na mão), por não me sentir minimamente obrigado a nada, sobre qual seria a minha decisão. E assim fiz. Tive de tomar uma opção, livre, consciente e pragmática em eleições presidenciais que serão diferentes de todas as já realizadas para a Presidência. Aliás, basta olharmos para o que se passa por esse mundo fora para termos medo deles de militaristas cujas intenções desconfiamos e para radicalismos extremistas e fascistas que não deviam fazer sentido, mas que se relevaram o albergue das frustrações e insatisfações das sociedades modernas, perante a incapacidade, contradições, fragilidade, incompetências e malandrices dos poderes instalados, muitos deles incapazes de resolverem os reais problemas das pessoas. É esta a realidade numa Europa que gasta milhares de milhões de euros com a guerra, endividando-se e obrigando-nos a todos, e às gerações futuras, a suportar todos esses encargos durante décadas, mas já não tem uns tantos milhares para apoiar e defender os agricultores europeus que se revoltam na rua, para combater a pobreza crescente e para dinamizar muitas outras actividades económicas à beira do descalabro e ainda mergulhadas no protesto silencioso. Que cortar nos fundos destinadas às regiões mais desfavorecidas ou reduz as verbas orçamentais destinadas a financiar programas específicos como o POSEI entre outros.

Falamos de uma Europa cada vez mais autocrática e intolerante, que não aceita debater, que não discute como deve, cujos alicerces constatamos estarem a enterrar-se cada vez mais no lamaçal da incompetência, da corrupção, das contradições, da ausência de líderes fortes, carismáticos, ouvidos e respeitados e com estatura a uma escala europeia, numa perigosa caminhada que temo nos conduza a todos ao inevitável questionamento da Europa enquanto projecto europeu solidário, fomentador do progresso para todos, combatente das assimetrias internas, uma Europa que nada devia ter a ver nem com as máfias nem com os lobbys que conspurcam os corredores de Bruxelas e das demais instituições europeias, que condicionam os governos nacionais, antes privilegiando o primado do lucro e do dinheiro. Hoje sou cada vez mais um descrente do aliciante, mas moribundo projecto de construção de uma Europa de todos e para todos, um sonho nascido há décadas em Roma, mas que os bandalhos do nosso tempo estão paulatinamente a destruir, graças a contradições, deturpações, sectarismos, corrupção, aldrabices, mentiras e falta de visão ambiciosa e ausência de lideranças nacionais e europeias fortes e mobilizadoras. Ora, se juntarmos a tudo isto - mesmo que se saiba que ele pouco ou nada conta, mesmo que se tenha presente que MRS foi um papagaio, por vezes ridículo, que tomou decisões políticas erradas, precipitadas, assentes na irracionalidade, no aventureirismo institucional e em vinganças pessoais que apenas alimentaram o crescimento do radicalismo e das teorias fascizantes, o que não me espanta se atendermos aos alicerces do percurso do dito cujo... - um PR português impreparado e sem carisma (todos os candidatos são isso mesmo) apenas agravaremos a nossa já frágil situação. Ponderei em escassos segundos tudo isso antes de fazer a escolha, mesmo contrariado (por mim nem às urnas comparecia), que me pareceu a mais plausível.

Votei sim, não sei se da mesma forma que certamente terei de fazer numa segunda volta alucinante e que vai dividir, ainda mais do que já está, um país bipolarizado desconfiado, triste, descontente, etc. Logo veremos... (LFM)

sexta-feira, janeiro 02, 2026

Canárias: sucedem-se os avisos...

fonte: Diário de Avisos

Qual o verdadeiro significado disto? Um alerta apenas?

fonte: JN

Sinais de crise?

fonte: DN-Lisboa

Curiosidades: quando o sal era tão valioso como o ouro

Nalgumas civilizações antigas, o sal era tão valioso como o ouro. Ele não servia apenas para temperar alimentos, mas era essencial para conservar carnes e peixes, algo vital antes da invenção da refrigeração. Quem controlava o sal controlava a sobrevivência. No Império Romano, soldados recebiam parte de sua remuneração em sal ou em uma quantia destinada à compra dele. Esse pagamento era chamado de salarium, termo que deu origem à palavra “salário”. O sal garantia que os soldados pudessem conservar alimentos durante longas marchas e campanhas militares. O valor do sal era tão alto que rotas comerciais inteiras surgiram apenas para transportá-lo, e impostos sobre o sal já provocaram revoltas e crises políticas ao longo da história. Em alguns lugares, ele era usado até como moeda de troca. Hoje o sal é barato e comum, mas por séculos foi símbolo de poder, riqueza e sobrevivência. Toda vez que falamos em “salário”, estamos repetindo um lembrete histórico de quando um simples cristal branco sustentava exércitos e impérios (Fonte: Facebook, Realmente Curioso)

Uma ideia que vai ganhando força

A ex-primeira-ministra da Finlândia propôs uma semana de trabalho de quatro dias e seis horas para promover um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Inspirada em experiências da Suécia e Japão, a ideia visava aumentar a produtividade e o bem-estar dos trabalhadores. Apesar do debate gerado, a proposta não foi oficialmente implementada, mas contribuiu para as discussões globais sobre a transformação da rotina de trabalho (fonte: Realmente Curioso)