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quinta-feira, março 29, 2012

Jaime Ramos: “Qual o interesse em continuarmos a ser Portugueses, se o Estado em vez de nos ajudar ainda nos explora?"

"Os Madeirenses e Porto-santenses já se aperceberam que os Ingleses se apoderaram no período da ditadura, antes do 25 de Abril, dos melhores recursos desta Ilha. A perda de regalias e mordomias tem gerado uma onda de revolta e contestação. A prova é a campanha diária realizada pelo matutino regional DN coligado, obviamente, com os partidos da oposição que diariamente difamam, denigrem e ofendem o povo Madeirense e Porto-santense.
Relembremos a última Campanha Eleitoral para a Assembleia Legislativa da Madeira. Com certeza os Madeirenses e Porto-santenses se aperceberam que na oposição não havia Partido político com projetos concretos e com políticas objetivas para a Madeira. Havia sim um grupo liderado pelo DN com o objetivo de denegrir, difamar e ofender o Povo. Como os objetivos do DN, dos Ingleses e de toda a oposição não foi alcançado, pois no momento decisivo o Povo não acreditou nas suas mentiras nem aldrabices, o resultado foi voltar a enfrentar uma oposição que faz política baixa através do ataque vil e cobarde. Perante este cenário, o PSD e o seu Governo têm agora a responsabilidade de desenvolver políticas para os Madeirenses e Porto-santenses que assente na recuperação económica e social.
Foram as políticas desastrosas do PS e de Sócrates que conduziram Portugal a esta situação.
2012 não será um ano fácil, conforme reflete o Orçamento da Região aprovado em 15 de Março último, pois a imposição colocada pelo PSD e CDS da República, para o empréstimo de 1.500 milhões de euros, não nos possibilita a execução do nosso Programa como pretendíamos. Contudo, apesar de tantos constrangimentos, esperamos sim com dignidade, dedicação e trabalho podermos recuperar a economia e criar emprego. O nosso objetivo face à atual situação económica, social e financeira do País, é chegarmos ao fim do mandato de 2015 e termos as contas consolidadas, e que o crescimento económico e a diminuição do desemprego seja uma realidade. O Partido Socialista não tem vergonha, é o responsável pela atual situação do desemprego, é responsável pela atual situação económica e financeira e diz ao Povo exatamente o contrário. Mais um procedimento irresponsável e mentiroso da terceira maior força política da Região.
Todos sabemos que a Região tem uma dívida de 3 mil milhões de euros de dívida direta e de 2,8 mil milhões de euros de dívida indireta, mas também sabemos que toda essa despesa foi de investimento verdadeiro e real em prol dos Madeirenses e Porto-santenses. Temos e vamos demonstrar que temos capacidade de pagar a nossa dívida, não precisamos dos Portugueses para liquidar o nosso investimento, pois temos receitas e capacidade para fazê-lo. Não podemos perdoar o não cumprimento dos deveres para com os Madeirenses e Porto-santenses no que diz respeito às transferências de Saúde e da Educação.
O valor em dívida da Saúde e da Educação da República Portuguesa à Região é na ordem de 9 mil milhões de euros. Se este valor tivesse sido transferido a tempo e horas, a Região não teria necessidade de qualquer empréstimo financeiro e não teria qualquer défice ou dívida.
Portugal e os Portugueses devem à Madeira, e têm também vivido à custa dos Madeirenses e Porto-santenses, e não como a Comunicação Social Portuguesa com a conivência dos “mercenários” da Região dizem que a Madeira vive à custa dos Portugueses. Temos de ter coragem e força para desmentir, onde quer que seja, que a Madeira não vive à custa dos Portugueses mas sim das suas próprias receitas.
Nesta conjuntura, faz sentido pensar, seriamente, se deveremos continuar a pertencer à República Portuguesa.
Nascemos Portugueses, não renegamos, mas perante a realidade, perante a postura que os responsáveis da República antes e depois do 25 de Abril têm tido com a Madeira, o seu POVO tem de reagir e dizer BASTA! Qual o interesse em continuarmos a ser Portugueses, se o Estado em vez de nos ajudar ainda nos explora?
Qual o interesse em continuarmos a ser Portugueses se o Estado impõe-nos leis que não são adequadas às realidades e especificidades regionais? Qual o interesse em continuarmos a ser Portugueses se o Estado quer, após termos conseguido conquistar uma Autonomia política, retirar ao Povo Madeirense e Porto-santense todos os direitos conquistados e adquiridos? Temos que pensar e agir e dizer a Portugal que com estas atitudes colonialistas preferimos ser Madeirenses e não Portugueses!”
(editorial de Jaime Ramos no Madeira Livre de Abril)

quinta-feira, março 15, 2012

Plano e Orçamento regionais 2012: intervenção de Jaime Ramos (PSD)

"Concluímos hoje a apreciação e votação na generalidade das propostas de Plano e Orçamento para o corrente ano, apresentadas na sequência do programa financeiro assinado com o governo da responsabilidade do PSD e CDS de Portugal e da concretização, tanto quanto possível, do Programa de Governo aprovado por esta Assembleia Legislativa. Falamos de propostas que nos conduzem para um novo ciclo, marcado por restrições financeiras, impostos pelo CDS e o PSD Nacional. Estas medidas influenciadas e impostas pela “troika” à República Portuguesa, surgem na sequência da declaração de falência do país, pelo Partido Socialista liderado por Sócrates. Os Madeirenses e Porto-santenses conseguiram após o 25 de Abril de 1974, com a liderança do PSD/Madeira, transformar uma Região pobre, feudal, colonizada, explorada por interesses estrangeiros, penalizada e abandonada pelo poder político de Portugal, transformá-la numa Região Autónoma Livre, democrática e desenvolvida socialmente. Se numa conjuntura hostil conseguimos uma transformação tão grande, estou certo que os mesmos Madeirenses e Porto-santenses serão capazes de encontrar respostas para os problemas atuais.
Temos uma oposição que não aprendeu, com as eleições de 9 de Outubro do ano passado, oposição convicta numa política de especulação, de deturpação, de manipulação e de mentira, apoiada pela comunicação social local e Nacional, acreditou que derrotaria o PSD/Madeira e por conseguinte lhe retiraria a confiança do Povo Madeirense.
Enganaram-se!
Assistimos a uma campanha eleitoral caracterizada por injúrias, boatos, ataques vis, próprios de covardes!
Na hora de decidir, o povo virou costas a uma oposição que só diz mal e que não encontra nada de positivo nas políticas desenvolvidas pelo PSD.
Sendo perdedores - e em eleições ou se ganha ou se perde, não há meias derrotas nem meias vitórias, muito menos vitórias morais - ficam privados de autoridade política para imporem seja o que for.
Temos a convicção de que mesmo com estas medidas de austeridade aplicadas por necessidade absoluta, a Região honrará os seus compromissos com os seus credores e conseguirá fazer movimentar a economia no sentido de promover o crescimento económico e reduzir o desemprego.
Podem estar certos que o PSD/Madeira não vai, como nunca o fez, trair o seu eleitorado e o Povo da Madeira e do Porto Santo, pelo contrário, vai lutar sempre pelos seus direitos e pelas suas causas, agora com redobrado empenhamento.
Os Madeirenses e Porto-santenses estão preparados para uma nova luta pela sua Região e pela autonomia.
Os Madeirenses lutarão contra os que querem voltar ao passado, ao colonialismo do qual nos livrámos com a Revolução de Abril, sejam eles conhecidos por “Troika” ou República Portuguesa.
As políticas que nos esperam nos próximos tempos, não são favoráveis à Região.
Os Portugueses estão apostados, mesmo que não o assumam, em nos retirarem conquistas, inclusive conquistas constitucionais e estatutárias.
Perante esta ameaça, há que reagir, combatendo traidores e expulsando do nosso seio os “vendilhões do templo”.
Perder a Autonomia e a Liberdade para voltarmos a ser colónia de Portugal, não vai ser uma batalha fácil obriga-nos a um combate político e de princípio em defesa da nossa dignidade.
Não permitiremos que abusem da Madeira, não deixaremos que nos humilhem, não toleraremos que nos combatam no silêncio dos subterrâneos conspurcados do poder central e dos interesses a ele associados, ou deles dependentes.


Já todos percebemos que o CDS insiste em querer ser uma moeda com duas faces.
Na Madeira são uma coisa, tentando negar a sua coresponsabilidade pela situação em que o país se encontra neste momento, distanciar-se das condições que foram impostas à Madeira pelo PSD e CDS no acordo financeiro.
No Continente passeiam arrogantemente pelos corredores do poder, subscrevendo todas as medidas tomadas, aplaudindo tudo o que seja aprovado contra a Madeira e Porto Santo, incapaz de intervir, no quadro da sua pretensa influência, que pelos vistos é nula, na tentativa de resolução de questões que interessam à Madeira.
Mas não enganam ninguém.
O que se passou com o CINM é disso exemplo.
O secretário de estado dos assuntos fiscais é do CDS, é mesmo dirigente nacional deste partido.
Tem na sua tutela o Centro Internacional de Negócios da Madeira.
O que fez?
Nada, rigorosamente nada.
E de nada valeu o facto de ter vivido na Madeira durante alguns anos, de conhecer a realidade daquele Centro e de ter inclusivamente prestado serviços no âmbito da atividade do CINM.
De facto, quando chegado ao governo em Lisboa, comportou-se da forma que se comportou, incapaz de apontar soluções e de travar o cenário de prejuízos, não da Madeira mas do Pais, em benefício de praças financeiras concorrentes, em plena atividade na União Europeia.
Não fosse a intervenção do primeiro-ministro e ainda estaríamos à espera de uma decisão para a retoma das negociações com Bruxelas.
Sobre o CINM é importante que, de uma vez por todas, se combata a suspeição e a dúvida: afinal, qual foi o montante das receitas fiscais geradas pelo CINM em benefício da Madeira nos últimos cinco, seis ou dez anos?
Divulguem esses valores, de uma vez por todas.
Falemos claro, com total transparência.
Não é natural que se erga uma espécie de cortina, sempre que se pretende obter informação verdadeira que ajude a fundamentar o combate político em defesa do CINM.
A oposição limita-se a olhar para o CINM como se se tratasse de um antro de fuga aos impostos, de lavagem de dinheiro e de corrupção, esquecendo o contributo que o Centro Internacional pode dar à economia regional e os milhares de empregos de jovens quadro Madeirenses e Portosantenses de jovens licenciados.


Temos que ter presente que as atuais dificuldades financeiras, económicas e sociais não são exclusivas da Região.
Estamos a falar de uma realidade que afeta Portugal, a Europa e o mundo, incluindo os Açores que insistem em manter uma falta de solidariedade, que já não surpreende, apesar de passarem os dias a reclamar mais dinheiro, numa estranha atitude que nos leva a desconfiar que porventura alguma coisa andam a esconder.
Açores que continua a ser uma das Regiões mais pobres do país, mas que passou a ter um PIB regional superior a 75% da média comunitária, que lhe fará perder em breve o estatuto de região do "objetivo 1".
Que apresentava em final de Janeiro deste ano quase 19 mil beneficiários do RSI, contra 7.300 na Madeira, que tinha em final de 2011 uma taxa de aumento de desemprego superior à Madeira.
Para além de esconder o fracasso da sua política social e querer distrair a opinião pública açoriana, em ano de eleições regionais e de provável mudança política.
A Madeira nunca deixou de estar solidária com os Açores e o seu povo, apesar das nossas diferenças políticas que devem ser respeitadas num quadro de não ingerência em assuntos que dizem respeito a cada região.
O que sempre combatemos, e protestamos, é o facto de Lisboa ter tirado à Madeira para dar aos Açores, a coberto de critérios absurdos e forçados, numa provocação intolerável só possível com uma governação socialista, incompetente, despesista e politicamente corrupta, e que por isso mesmo só nos deixou uma herança de sacrifícios e de pobreza e que um rasto de destruição e de falência que demoraremos anos a pagar.
De resto, a insularidade da Madeira é a mesma dos Açores, a ultraperiferia dos madeirenses é a mesma dos açorianos.
Estamos na mesma situação, fazemos o mesmo combate.
A nossa luta é comum.


Temos repetidamente ouvido, nos últimos meses e no caso do PS local, a extraordinária teoria de que, depois de assinado o acordo financeiro com Lisboa, o governo regional e o seu presidente, deixaram de ter condições para governar a região.
Não sei se o PS reclama para si esses méritos.
É, então é bom vejamos o que eles fizeram em escassos seis anos de governação em Lisboa, basta lembrar quem faliu Portugal, basta recordar quem foi pedir apoio externo quando nem dinheiro tinha para pagar salários, basta referir quem assinou o memorando de entendimento de 17 de Maio de 2011, pelo qual pagamos e pagaremos durante muitos mais anos, para percebermos a incompetência dos socialistas locais, hoje reduzidos a esta insignificante expressão parlamentar, em grande medida devido às contradições mas sobretudo às constantes traições que ao longo de seis anos protagonizaram contra a Madeira.
Doa a quem doer é esta a verdade, incómoda é certo, mas não podemos nunca esquecer estes traidores que tivemos quase toda a oposição e o DN como cúmplice.
Estamos a falar de factos, de traições que se refletiram no roubo de centenas de milhões de euros à Madeira.


Quem não tem afinal condições para governar?
· Não foram por acaso estes deputados do PS local que aqui se sentam os mesmos indivíduos que em Abril de 2011 aplaudiram freneticamente José Sócrates em Congresso, reeleito com mais de 92% dos votos?
· Não são os mesmos indivíduos que um mês depois, em Maio de 2011, se calaram e nada disseram contra um memorando de entendimento que continha diversas decisões claramente viradas contra a autonomia regional e o poder local?
· Não são os mesmos indivíduos que nada disseram, depois, quando Sócrates anunciou o acordo com a “troika” num discurso mentiroso e que continua a ser uma das maiores aldrabices, de descaramento e de pouca-vergonha, de que há memória na política portuguesa dos últimos anos?
· Não são os mesmos indivíduos que andaram a fazer campanha eleitoral apelando ao voto no PS e em Sócrates, o rosto da falência do país, da incompetência governativa, do despesismo, da austeridade e da “troika”?
Haja decência e tenham vergonha.
Ao menos isso.


A crise que atravessamos, e da qual tenho a esperança de que começaremos a emergir no curto-prazo, é um desafio para a Madeira e o seu Povo.
Com uma dívida direta e indireta de 6 mil milhões de euros, a Madeira foi objeto de um programa financeiro específico.
Durante meses até parecia que a nossa Região era a causadora de todos os nossos males, tal a frequência com que a Madeira era apontada, no quadro de uma campanha de intoxicação e de hostilização deliberadamente montada contra nós, como uma espécie de "ovelha negra" num meio de um rebanho de falsos puros.
Foi graças a essa demagogia sectária e mentirosa de alguns comentadores de meia-tigela, pagos a preço de ouro e a coberto de televisões falidas, que enfrentamos uma onda de hostilidade e de desconfiança.
· Alguém os ouviu questionar, incomodar-se ou reclamar um programa financeiro para o poder local e as empresas municipais quando é sabido que, foram estes que tomaram a iniciativa de reclamar uma iniciativa semelhante à da Madeira?
· Alguém os ouviu questionar, incomodar-se e defender o apuramento integral da dívida dos Açores que desconfiamos não se limitar aos 3,3 mil milhões de euros avalisados pelo Tribunal de Contas no parecer sobre a Conta daquela região reportada a 2010 - já agora, esperamos que o parecer sobre a Conta dos Açores referente a 2011 seja divulgado antes da campanha eleitoral deste ano como foi o caso da Madeira?
· Alguém os ouviu questionar, incomodar-se ou defender o apuramento integral da dívida do sector empresarial do Estado, com dívidas globais superiores as 50 mil milhões de euros e que em 2011 aumentou o seu endividamento em mais de 150% comparativamente ao ano anterior?
· Alguém os ouviu questionar, incomodar-se e defender o apuramento de toda a verdade associada à misteriosa nacionalização do BPN, que já custou aos portugueses mais de 9.000 milhões de euros - mais do que a dívida da Madeira.
· Alguém os ouviu questionar ou incomodar-se perante os encargos para o erário público, das PPP ou das SCUTs, negociadas, umas e outras, pelo anterior governo socialista?


Que saibamos, Não!


O problema do país, que deve mais de 340 mil milhões de euros, que negociou desastrosamente um empréstimo insuficiente de 78 mil milhões de euros - porque a proximidade das eleições legislativas de Junho de 2011 fez com que os socialistas tivessem manipulado os valores e nunca revelado o montante da dívida total portuguesa - parecia ser a Madeira.
Assistimos a uma cruzada de maledicência e de hostilidade, montada por conhecidas máquinas de propaganda ao serviço de interesses obscuros, não só políticos e financeiros, que escolheram a nossa região como alvo preferencial dessas suas campanhas, desviando a atenção dos portugueses da realidade e de outras medidas gravosas que entretanto foram sendo tomadas.
Os portugueses foram propositadamente enganados e distraídos com o tema-Madeira e só mais tarde, quando já nada podia ser feito, se aperceberam e se confrontaram com decisões tomadas que inclusivamente puseram em causa direitos adquiridos.
Houve responsáveis bancários que participaram nesta cruzada contra a Madeira.
Divulgaram publicamente que emprestar dinheiro à Região era um risco elevado para os seus Bancos.
Optaram por comprar a dívida Grega com o dinheiro dos depositantes Madeirenses e Portosantense e o resultado foi de terem perdido 750 milhões de euros.


A Madeira tem uma dívida mas tem obra que está à vista de todos.
Soubemos aproveitar os momentos próprios para criar uma rede escolar eficaz e moderna, uma rede de Centros de Saúde em todas as freguesias, permitir que todos tivessem energia elétrica nas suas casas, água potável em praticamente toda a Região e saneamento básico.
E novas acessibilidades, que aproximaram populações antes distantes umas das outras.
Todo o investimento foi útil e foi concretizado no momento oportuno.
Não estamos a julgar o passado, estamos preocupados com o presente, para criarmos condições para a construção de um futuro melhor.
Vamos entrar num novo ciclo económico, social e financeiro, pois a Madeira, tal como Portugal, também necessitou de negociar um empréstimo financeiro para resolver a maioria das situações pendentes com os seus fornecedores e credores em geral.
Os Madeirenses, ao contrário do que dizem os que vivem da especulação, da bufaria, da boataria e da divulgação de falsas notícias - a reboque das quais alguns partidos da oposição medíocre que aqui temos vão imediatamente - pagarão os seus investimentos.
Não serão os Portugueses do Continente a fazê-lo por nós!
Vamos mostrar que temos capacidade de assumir as nossas responsabilidades.
Quando em 2015 o povo for chamado a votar, julgando a governação regional destes quatros anos, nessa altura estarão criadas condições para que os madeirenses julguem e votem em conformidade com a sua consciência.
Não se trata de fazer o que vergonhosamente o PS nacional anda a fazer.
Faliu o país, desgraçou os portugueses, levou a pobreza, as falências e o desemprego para níveis nunca antes vistos, colocou Portugal amordaçado e na dependência da "troika" e dos credores e especuladores estrangeiros, foi bater à porta de Bruxelas qual pedinte quando nem dinheiro tinha para comprar papel higiénico.
Escondeu a verdade da dívida do país, para poder negociar um empréstimo de apenas 78 mil milhões, dos quais 12 mil milhões de euros destinados à banca mas pagos por todos os portugueses, e agora, oito ou nove meses depois deste governo de coligação ter tomado posse, tenta branquear responsabilidades, apagar o seu passado de miséria, desastre e incompetência, e culpabilizar os actuais governantes pelos males do país e do seu povo só possíveis graças à criminosa herança que nos deixaram.
Só um partido de gente falsa, sem dignidade, caraterizado por uma falta de rigor e por uma mediocridade generalizada é que seria capaz de ter semelhante comportamento hipócrita.


Aliás, deixo um apelo ao governo de Lisboa: divulgue toda a verdade da dívida pública, desmascare a governação anterior, no que de mais negro ela teve, divulgue toda a verdade dos negócios das PPP, divulgue toda a verdade dos negócios das SCUTs, divulgue toda a verdade sobre o BPN que, repito, já custou aos portugueses mais de 9 mil milhões de euros, mais do que a dívida da Madeira, denuncie a teia de nomeações e de cumplicidades que caracterizava o sector empresarial do Estado e os socialistas.
Coloque cá fora tudo o que contribua para desmascarar o PS nacional e a governação de Sócrates e ajude os portugueses a entenderem melhor o que foi feito, porque faliram com o nosso pais e porque razão o povo, por via da austeridade imposta, paga esse legado criminoso que lhes foi deixado.
Deixe de andar a reboque dos socialistas ou de ter contemplações, porque já todos perceberam que aos socialistas só lhes falta negar qualquer responsabilidade nas negociações com a "troika" e com o memorando de entendimento.


Os Madeirenses não podem dar qualquer crédito a uma meia dúzia de “arruaceiros” que se reuniram sob a capa de alguns partidos políticos sem qualquer expressão e credibilidade, com o objetivo de promoverem a desestabilização social, manipularem os sindicatos e viverem à custa dos seus associados e de um falso "sindicalismo" que se deseja liberto de manipulações partidárias e de dirigentes políticos que colocaram as estruturas sindicais mais vulgarizadas e fragilizadas.
Não pensem os nossos adversários, que nos vamos render.
Vamos continuar a combater a conhecida estratégia política defendida pelos comunistas, e que conta com o apoio da restante oposição, entenda-se o CDS, o PS, a que se juntam os empresários ingleses que comandam o D.N. e os seus “mercenários”.
Basta ver a forma vergonhosa e sistemática como a oposição, o D.N. e seus “mercenários” fazem a sua política suja, na desesperada tentativa, falhada a primeira investida em Outubro do ano passado, de derrubarem o PSD/Madeira e o governo regional.
Repito o que antes disse:
- na Madeira temos dívida, mas temos obra!
Portugal tem dívida e não tem obra.
Hoje, a Região tem o que necessita.
Não resolvemos como é evidente todos os nossos problemas, continuamos a ter dificuldades, a ter desafios para enfrentar e ganhar, sobretudo no plano social, e que se agravam em períodos de recessão.
Agora, temos que dinamizar rapidamente a nossa economia, apostando nos sectores que mais condições apresentam para reforçar a sua liderança nesse contexto de recuperação; temos que propiciar estabilidade às empresas regionais, incluindo as pequenas e médias empresas; temos que ter condições para responder aos desafios e às exigências financeiras decorrentes das novas necessidades sociais; mas temos que preservar a qualidade e todos os meios necessários, na saúde e na educação, dois dos pilares essenciais da autonomia regional.
É conhecida a falta de liquidez financeira devido à crise e as dificuldades sentidas pela banca o que afetou a economia, prejudicou os empresários e travou a economia.
A Região, perante a inexistência de alternativas financeiras consistentes, avançou com um pedido de empréstimo junto da República.
As negociações iniciaram-se ainda antes das eleições.
Foram difíceis, porque não encontramos junto do governo de Lisboa a abertura com que contávamos.
Aliás, temos muitas dúvidas se estas dificuldades à Madeira não foram exigências do CDS, que tem tido e sempre teve uma postura para com a Região semelhante à do Partido Comunista, do D.N. e os seus “mercenários”.
As exigências do Governo Regional foram as adequadas em nome da aceitação da diminuição do deficit público.
Mas não podemos prescindir da criação rápida de condições para que o crescimento económico e a estabilidade do emprego sejam uma realidade.
O acordo foi fundamental e inevitável, até porque é necessário injetar liquidez na economia, dada a dimensão da crise que afeta a banca e os agentes económicos.
A população não suportava muito mais tempo um impasse.
Ninguém mais do que o governo do PSD da Madeira seria capaz de negociar da forma que foi feita; ninguém mais do que o PSD/Madeira seria capaz de encontrar plataformas de diálogo e de entendimento com o governo da República.
Alguém acredita que o governo de coligação nacional, da responsabilidade e da liderança do PSD de Passos Coelho, aceitaria negociar fosse o que fosse com o PS local e demais partidos da esquerda?
Alguém acredita que o CDS, que só aparece nos momentos de festança, de demagogia e de promessa fácil, fugindo ao impacto de dificuldades e de todas as medidas passíveis de impopularidade, penalizando de forma deliberada e calculista o PSD, seria capaz de negociar para a Madeira fosse o que fosse?
O CDS transformou-se num Partido de especulação, de suspeição infundadas, de difamação de falsas informações que originam falsas notícias de primeira página com o seu parceiro inglês do D.N.
Lideraram a greve de ortopedistas no Hospital do Funchal, com o intuído de candidatar o Líder da greve para deputado, prejudicando os doentes e muitos dos colegas que não se aperceberam a tempo da manobra político-partidária.
Agora têm uma estranha fobia em relação ao Jornal da Madeira, não só com o objetivo de beneficiar o D.N., que lhes dá as notícias que fabricam com a maledicência e mentira.
É sabido que a oposição aos Madeirenses e Portosantenses e ao PSD/Madeira não olha a meios para atingir os seus fins.
Ultimamente tem caracterizado o seu discurso pela maledicência, ofensas pessoais, mentiras e aldrabices.
Falo do Partido Comunista, do CDS, cujos “betinhos” apregoam a política do comunismo branco e dos seus aliados, incluindo na comunicação social.
A manipulação atingiu o escândalo.
Exemplo recente teve a ver com o desemprego na Madeira em finais de 2011.
As estatísticas revelaram que no último trimestre o desemprego baixou na Madeira.
Os Açores foram a segunda região, logo depois do Algarve, onde o desemprego mais subiu.
Porém, a oposição diz exatamente o contrário, porventura influenciada pelas habilidades de avençados ao serviço dos Açores que não hesitam em colocar-se contra a Madeira e ao lado de quem lhe paga.
É óbvio que o fenómeno do desemprego preocupa o PSD/Madeira e o governo regional.
O problema é que não se criam empregos nas páginas dos jornais ou com conferências de imprensa de alguns engravatados para marcarem presença em televisões ou rádios.
O que deles sabemos é que faliram as empresas que tinham e acumularam dívidas que não pagaram.
Vamos estar atentos à anunciada alteração da Lei de Finanças Regionais negociada pelo Partido Socialista e por José Sócrates e que consta do memorando de entendimento de 17 de Maio de 2011.
Reconheço, e não tenho problema em assumi-lo, que esperávamos do atual governo de coligação da República, solidariedade na reposição do que nos foi roubado durante anos pelo Partido Socialista e o seu governo de tão péssima memória.
A verdade é que assistimos a uma situação exatamente contrária, a uma ausência de solidariedade quer por parte do PSD nacional, quer do habilidoso CDS.


Os madeirenses, tal como os portugueses em geral, não se podem esquecer que o PS foi governo durante 13 anos dos últimos 15 anos, destruiu o País, roubou milhões de euros aos Madeirenses e Porto-santenses, foi o responsável pela entrada em Portugal da “troika” que de uma forma vergonhosa impôs regras ilegais e inconstitucionais mas agora diz não ser responsável.
O Povo sabe que foi o PS e os seus Deputados, na Região e na República, os grandes responsáveis pelo atual estado do País.
Quando ao CDS, por muito que se esconda debaixo do tapete, faz parte do governo na República, é corresponsável por todas as medidas tomadas, particularmente por legislação que tem afetado os Portugueses e os Madeirenses e esmagado os seus direitos bem como pela imposição do atual acordo financeiro, cujo conteúdo é nefasto para a Madeira, apesar de ter sido o acordo possível, o qual fomos obrigados a assinar para que a economia não pare.
Afinal quem é que impôs o aumento do IVA, do IRS e do IRC e de todas as demais medidas que penalizam a Madeira, senão o CDS e o governo da coligação de Portugal?
Se este governo, do qual o CDS é também parte ativa, pagasse à Madeira o que o PS e Sócrates roubaram à Madeira a coberto de uma sectária Lei de Finanças Regionais, a Região não precisava das medidas que agora foram impostas por Lisboa.
Se o Governo da República, do qual o CDS é parte, nos compensar pelos 9 mil milhões de euros referentes à Saúde e à Educação, direitos constitucionais a que o Estado está obrigado, a Madeira não precisava de empréstimos de Portugal.
É preciso lembrar que os recursos financeiros disponibilizados no quadro do acordo assinado com o governo da República, não são a fundo perdido, como acontece com as empresas públicas falidas.
Trata-se de empréstimos que os Madeirenses pagarão, juros e comissões, e que beneficiarão os bancos que foram os grandes responsáveis pela atual situação económica e financeira do País.
Uma vez mais demonstraremos aos Portugueses e aos responsáveis políticos com mentes colonialistas que seremos capazes de recuperar a nossa economia e as nossas finanças e de continuar a crescer economicamente num quadro de efetiva estabilidade social" (intervenção no encerramento do debate parlamentar sobre as propostas de orçamento e plano para 2012, hoje ocorrido)

Jaime Ramos ao ataque

Já o líder parlamentar do PSD deverá apresentar uma intervenção política, de ataque à oposição regional, com algumas críticas, inclusivamente a Lisboa. Trata-se de uma intervenção elaborada com base nos textos de opinião de Jaime Ramos publicados no Madeira Livre, jornal do qual é director, e onde tem mantido uma particular contundência nos editoriais publicados nos últimos meses, com o título genérico "A Palhaçada". Jaime Ramos será o último dirigente partidário a usar da palavra hoje no debate sobre as propostas de orçamento e plano para 2012, a ter lugar na Assembleia Legislativa

quinta-feira, março 01, 2012

Jaime Ramos: “Os “betinhos” do CDS apregoam a política do comunismo branco”...

"A oposição ao PSD/Madeira, aos Madeirenses e Porto-santenses não olha a meios para atingir os seus fins. Ultimamente tem acentuado o seu discurso: discurso de maledicência, de ofensas pessoais, de mentiras, de aldrabices para promover a sua política de terra queimada. Como sempre, acompanhada do seu aliado principal, o DN e respetivos companheiros; o Partido Comunista, o CDS cujos “betinhos” apregoam a política do comunismo branco.
Um exemplo desta política são as últimas notícias relativas ao desemprego na RAM. As últimas estatísticas revelam que no último trimestre de 2011 o desemprego baixou na Madeira, porém, a oposição diz exatamente o contrário
É óbvio que o fenómeno do desemprego é preocupante para o PSD/Madeira. Infelizmente, a conjuntura internacional, a situação financeira e económica de Portugal, causou danos terríveis à Madeira, em particular com a alteração da Lei de Finanças Regionais protagonizada pelo Partido Socialista.
O PSD/Madeira esperava, do atual Governo da República, solidariedade Nacional para repor o que nos foi “roubado” durante anos pelo Partido Socialista. Assistimos a uma situação exatamente contrária, ausência de solidariedade quer por parte do PSD quer pelo CDS, que também é Governo, importante não esquecer este facto.
Aquando da publicação dos valores do PIB de cada região, a oposição e a comunicação social, que lhe dá “vergonhosamente” toda a cobertura, tentou falsear o facto de a nossa Região ter o PIB mais alto do País, atribuindo tal facto à Zona Franca Offshore e não ao sinónimo de desenvolvimento social e económico.
Veja-se a forma “cega”, “doente” e “falsa” como se fala da Madeira e dos Madeirenses.
Esta campanha tem rosto, tem responsáveis, e um dos maiores são os “traidores” do CDS onde se integra o Partido Socialista e o deputado pela Madeira à Assembleia da República deste Partido que é responsável pela imposição do aumento de impostos, taxas e outras medidas aos Madeirenses e Porto-santenses.
A Madeira tem “dívida” mas foi fruto do investimento feito pelo Governo do PSD/Madeira nas pessoas e nas instituições.
Hoje temos estradas que diminuíram as assimetrias, e com qualidade.
Hoje toda a população tem energia elétrica na sua casa ou na sua rua.
Hoje há água potável nas habitações de todas as famílias da Região.
Hoje os Agricultores podem regar durante o dia, e não estão sujeitos às regas do antigamente de quase “escravos”, como defende o CDS.
Hoje o pobre tem os mesmos direitos de estudar, tem o mesmo acesso à Saúde, como os ricos do CDS.
A oposição desta terra é “cega”, “doente” que “vomita ódio” através do seu parceiro que é o DN e todos os “mercenários” que colaboram com esses “mentirosos”, “falsos” e “desonestos”.
O PS, que foi Governo durante 13 anos, nos últimos 15 anos destruiu o País, roubou milhões de euros aos Madeirenses e Porto-santenses, foi o responsável pela entrada em Portugal da chamada “TROIKA” que de uma forma vergonhosa impôs regras ilegais e inconstitucionais e agora diz não ser responsável.
O Povo bem sabe que foi o PS e os seus Deputados na Região e na República os grandes responsáveis pelo atual estado do País, das más políticas económicas e financeiras que prejudicaram e prejudicam a Região.
O CDS que é Governo na República, tem sido um dos responsáveis:
· pela legislação que tem afetado os Portugueses e Madeirenses
· pela imposição do atual acordo, cujo conteúdo é nefasto para a Madeira o qual fomos obrigados a assinar para que a economia não pare.
Em relação a todos estes factos assumiu a postura de Pilatos.
Quem impôs o aumento do IVA, do IRS e do IRC, das medidas à Madeira, senão o CDS e o Governo da coligação de Portugal?
Se o Governo, no qual o CDS é também grande responsável, pagar à Madeira o que roubou “o PS” de Sócrates na Lei de Finanças, a Região não precisava das medidas impostas agora à Região pelo Governo da República.
Se o Governo da República, onde o CDS é responsável, pagar os 9 mil milhões de euros que os Portugueses do Continente nos “roubaram” referentes à Saúde e à Educação, a Madeira não precisava de empréstimos de Portugal.
É preciso lembrar que estes apoios não são a fundo perdido, são empréstimos para os Madeirenses pagarem juros e comissões, e que os Grandes Beneficiários são os Bancos, que foram os grandes responsáveis pela atual situação económica e financeira do País.
As dificuldades que nos criaram levaram-nos a ter a consciência do grande trabalho que temos pela frente, mas temos a certeza e a convicção de que somos capazes, uma vez mais, de demonstrar a Portugal ao Povo da Madeira e do Porto Santo, que sempre confiou no PSD/Madeira, que vamos recuperar a nossa economia, as nossas finanças e continuar a crescer economicamente, criando estabilidade social.
Temos de estar unidos!
Temos de rejeitar essa “praga” de “pseudo-intelectuais” Portugueses e Estrangeiros que nada dizem à Madeira e ao Porto Santo, meros aliados à oposição e ao DN!
Na Madeira, mandam os Madeirenses e Porto-santenses e não os seus inimigos.
Não precisamos de mentes “doentias”, defensores do colonialismo, pois a Madeira é uma Região Democrática e Livre e cada vez mais quer e deve se distanciar dos seus inimigos Portugueses
” (editorial do Madeira Livre, com a devida vénia)

quarta-feira, setembro 28, 2011

Jaime Ramos: "O PS colocou o país na miséria, gastando dinheiro em Fundações, como a do Mário Soares e do Saramago"

"Domingo, dia 9 de Outubro é o GRANDE DIA . Vamos a votos!
A Madeira não parou nem vai parar. O nosso caminho é PRÀ FRENTE dando continuidade ao nosso projecto Autonómico de desenvolvimento económico e social.
O Povo da Madeira e do Porto Santo não pode deixar de exercer o seu dever de VOTAR naqueles que lhes deram Qualidade, Dignidade, Desenvolvimento, Saúde, Educação, Emprego e Poder de decidir o seu destino.
Estamos perante um candidato que é o DR. ALBERTO JOÃO JARDIM e os outros que são “arrebanhados” por Ingleses do “DN” que querem voltar a colonizar a Madeira.
Estamos perante um PPD/PSD-Madeira que transformou uma REGIÃO pobre numa Região desenvolvida, moderna e digna dos Madeirenses se orgulharem de todo o seu trabalho e dedicação.
Um olhar atento às outras candidaturas e facilmente verificamos que são os mesmos desesperados, incompetentes, traidores e vigaristas que desde 1976 vêm denegrindo os Madeirenses e Porto-santenses sem qualquer escrúpulos e sempre ao serviço dos “mercenários” dos Ingleses do DN.
São sempre os mesmos que lançam permanentemente suspeitas da situação financeira da Região, mas esquecem-se que há obra, há benefícios e investimentos para o Povo, ao contrário do que queriam a oposição e os Ingleses do DN.
Há dívida, mas há obra. Enquanto o PS com o apoio dos Deputados à Assembleia da República colocaram o País na miséria, gastando dinheiro em Fundações, como a do Mário Soares, que recebe quase um milhão de euros do Estado, e a de Saramago, que recebe milhões dos contribuintes Portugueses e da Madeira.
Há que responsabilizar os Governadores e Administradores do Banco de Portugal que foram os responsáveis dos 5 milhões de euros do BPN que temos de pagar.
Há que responsabilizar os Governadores e Administradores do Banco de Portugal dos 50 mil milhões das Empresas Públicas da República, da Televisão que deve um milhão e das Estradas de Portugal que já tem um “buraco” de 30 mil milhões.
Nestes casos, o ministro das Finanças não fala, simplesmente porque não lhe convém.
É mais fácil falar da Madeira, mas o melhor seria ficar calado.
Temos capacidade para pagar a nossa dívida, pois temos activos, enquanto Portugal não tem capacidade ou activos para pagar as asneiras do BPN, das Empresas Públicas, da RTP ou do Metro do Porto. No entanto, os Madeirenses vão ter de pagar pelas asneiras socialistas que estranhamente este Governo está a dar cobertura.
Vamos continuar a nossa obra, vamos ter alguns sacrifícios, mas para pagar aquilo que é nosso e não para pagar as asneiras de Sócrates e de Max.
No domingo, dia 9 de Outubro, só uma opção clara no PSD/Madeira poderá levar os Madeirenses a continuar o seu trabalho, a manter o seu emprego.
Temos condições, capacidade para não parar o desenvolvimento na nossa Madeira com ALBERTO JOÃO JARDIM à frente do destino Madeira. Não podemos nunca admitir em algum momento que incompetentes, complexados e traidores sejam eleitos pelo Povo que foi traído e enganado.
DOMINGO 9 de Outubro é dia de votar!
VOTE em quem o ajudou, em quem lhe proporcionou a Qualidade de Vida que possui.
Vote no PPD/PSD!"
(editorial de Jaime Ramos, director do quinzenário Madeira Livre editado pelo PSD da Madeira)

terça-feira, agosto 02, 2011

Jaime Ramos critica "miseráveis campanhas organizadas pelos Ingleses com a cumplicidade dos “mercenários” do DN contra a Madeira e o PSD/Madeira"...

"Tal como prevíamos, a adesão da população da Madeira e do Porto Santo à “FESTA DA MADEIRA” na Herdade do Chão da Lagoa foi um êxito. Sem dúvida uma das festas com a maior participação de sempre. A participação maciça dos cerca de 40 mil Madeirenses e Portosantenses é a demonstração que o Povo da Madeira e do Porto Santo está com o PSD/Madeira e demonstrou o seu apoio a ALBERTO JOÃO JARDIM. As miseráveis campanhas organizadas pelos Ingleses com a cumplicidade dos “mercenários” do D.N. contra a Madeira e contra o PSD/Madeira não abala nem nunca abalou o nosso projecto pela Madeira, pois todos sabem quais os interesses económicos que estão ocultos nessas campanhas organizadas.Neste momento já estão todos identificados, são os mesmos que desde 1976 sempre foram contra a AUTONOMIA e contra o desenvolvimento do Povo Madeirense e Portosantense. Foi esse desenvolvimento que lhes retirou benefícios sociais, políticos e económicos, os quais conferidos pelos salazaristas. Quem reúne com os Ingleses e com os “mercenários” do D.N.? Claro que todos o sabemos, é o PS, a extrema-esquerda, a direita do CDS e a extrema-direita dos Ingleses que exploraram os agricultores e os Senhorios durante dezenas de anos, os mesmos que não queriam devolver a terra a quem a trabalhou. Neste cenário aparece, como não podia deixar de ser, os ex-colaboradores dos Ingleses na ACIF.
O Povo já se apercebeu da estratégia dos desesperados da oposição e dos “mercenários” do D.N. A lista é grande, refira-se a antiga funcionária dos CTT, hoje jornalista da mentira de um Diário português, em vias da extinção. Um tal Professor que acumulou e acumula “tachos”, foi colaborador pago dos socialistas da Madeira e hoje mente para um panfleto Nacional. Da mesma forma como demonstramos em 1974 e 1975 que a nossa luta era pela Madeira contra aqueles que a queriam voltar a colonizar, não com Ingleses mas com comunistas de Cuba, da URSS e da China. Hoje, também dizemos NÃO à tentativa dos capitalistas Ingleses apoiados pelos partidos da oposição, do D.N. e seus “mercenários” de assaltar o poder para entregar aos colonizadores Ingleses atuais.
A oposição não sabe disfarçar!
Não tem capacidade para liderar, então entrega-se aos Ingleses e aos seus “mercenários” para atacar a Madeira, o Porto Santo e o PSD/Madeira. Estamos e estaremos preparados para a 9/10, voltar a dar ao Povo da Madeira e do Porto Santo mais uma alegria e uma esperança de continuidade de um futuro melhor, com a social-democracia, com o PSD/MADEIRA”
. (editorial de Jaime Ramos na edição do Madeira Livre a ser distribuida esta semana)

sexta-feira, julho 15, 2011

Jaime Ramos: "esses “imbecis” a meios para atingir os seus fins, para agradar aos seus amos"

"A forma cínica e oculta com que os responsáveis socialistas governaram PORTUGAL levou agora a saber-se que, afinal, o deficit é muito superior ao que informaram o País.
O novo Governo Social-Democrata fica obrigado a medidas pouco satisfatórias para a população, mas indispensáveis para que tenhamos, no fim de 2013, o País no caminho do desenvolvimento, do emprego e do crescimento económico.
Verificou-se, uma vez mais, o que tem sido o ciclo dos socialistas no Poder depois do 25 de Abril: desgovernaram o País, criaram o caos económico, promoveram o desemprego e aparece o PSD para pôr o País no rumo certo, equilibrando as contas públicas, promovendo restrições indispensáveis para criar mais emprego e uma riqueza e melhor distribuição para todos.
É esta política de mentira, de descalabro económico e de incompetentes que os socialistas da Madeira querem para a nossa Região.
Não podemos nunca, os Madeirenses e Porto-santenses, correr o risco de se deixarem enganar por Serrões incompetentes ou por Max’s traidores e oportunistas.
A Madeira precisa é de políticos responsáveis e verdadeiros que estejam sempre com o Povo e não de pseudo políticos que são controlados por organizações mafiosas para perturbar, para injuriar, para denegrir a imagem da Madeira.
Basta ler e ouvir os correspondentes da Região em alguns Órgãos de Comunicação Social Portuguesa para ver a forma como pretendem denegrir a imagem dos Madeirenses e Porto-santenses a troco de alguns euros.
São autênticos vendilhões e traidores que preferem o dinheiro à sua verticalidade profissional.
Mas na retaguarda de toda esta estratégia existe uma organização comandada por independentes socialistas, por ingleses com saudades dos tempos do poder e exploração do Povo Madeirense e que tem a cumplicidade dos conhecidos “mercenários” do DN.
Não olham esses “imbecis” a meios para atingir os seus fins, para agradar aos seus amos.
Pela calada, os Trindades, Caldeiras e Ingleses organizam candidatos ao poder regional, que não passam de meros “palhaços” que não têm e não possuem categoria para tal.
Temos de estar sempre atentos, pois a direita do CDS e a extrema-direita controlada pelos exploradores do Povo não dorme, sempre pensando em voltar ao fascismo e ao poder absoluto.
Os Madeirenses e Porto-santenses, uma vez mais, têm de estar atentos a todas estas manobras dos socialistas, direita e extrema-direita que não têm pejo de se juntarem à extrema-esquerda da “ralé” da Região que apenas são aplaudidos e apoiados por vadios, por alcoólicos, por vagabundos e por drogados.
Um Madeirense e Porto-santense sério, honesto, cumpridor e trabalhador nunca pode dar o seu voto a este “cozinhado” à Portuguesa, composto pelos socialistas, direita do CDS, extrema-direita desesperada e controlada pelos Ingleses do DN e seus “mercenários”. O Povo da Madeira e Porto Santo, os eleitores social-democratas, os simpatizantes e militantes do PSD/Madeira, devem estar sempre atentos e unidos no sentido da nossa Região, continue no poder e no rumo certo de continuar o seu desenvolvimento socioeconómico neste período difícil de vida de Portugal, que herdámos do desgoverno socialista. Agora com o apoio do PSD/Nacional e de Passos Coelho estou certo que a Madeira vai continuar a crescer, pois os “ladrões” foram expulsos pelo Povo do poder. A Vitória, a Paz Social, o Emprego e o Crescimento Económico foi, é e será sempre o nosso objectivo!
" (editorial de Jaime Ramos, director do "Madeira Livre", cuja edição será distribuída na próxima semana)

segunda-feira, junho 20, 2011

Jaime Ramos: “Sócrates foi expulso pelo Povo”

"Sócrates foi embora! Não julguem tratar-se de mais uma das mentiras do PS. Sócrates foi mesmo expulso pelo Povo.
Este era um final previsível, pois a forma como o PS de Lisboa, da Madeira e dos Açores actuaram em conjunto, ora como força no Poder ora como força da oposição, tiveram sempre a mesma orientação: prejudicar a população.
Esta atitude é própria de pessoas sem carácter, sem dignidade, sem qualidade. Atuam como “aldrabões”, que só sabem mentir, “injuriar” e inventar situações dos adversários políticos, julgando o Povo de “tonto”.
Temos a consciência de que face à situação económica, financeira e social que os socialistas deixaram o País, não vai ser fácil para o PSD governar, em especial nos próximos dois anos, tempo mínimo indispensável para pôr o País a funcionar e na ordem.
O Povo terá que ser tolerante com os sacrifícios a exigir em 2012 e 2013, para que em 2014 Portugal possa estar no rumo certo, na linha própria de um País Europeu desenvolvido ao nível económico, financeiro e social.
A Madeira sofreu e sofre as consequências da incompetência e sobretudo da crueldade dos governantes socialistas. Por esse facto, também terá que fazer sacrifícios para poder acompanhar a necessária evolução económica e social que o país vai iniciar.
Os irresponsáveis do PS na Madeira têm consciência da grave situação económica e financeira que criaram no país e sabem muito bem que as políticas seguidas têm reflexos na Região. Mesmo assim, continuam a pedir aumentos de subsídios, baixas de impostos, isenções fiscais, enfim uma “mão cheia” de promessas falsas, demagógicas, próprias de pessoas sem escrúpulos, sem carácter, sem dignidade que o Povo deve rejeitar como o tem feito até à data.
Mas o PS não o faz só, tem o apoio incondicional do CDS/PP.
Na Região, o próximo programa eleitoral para o futuro Governo 2011-2015, deve alicerçar-se no crescimento económico, na criação de emprego e na garantia do estado social.
Três pontos fundamentais para que a Região continue o desenvolvimento sustentado, assegure a Paz Social no caminho certo para atingirmos o mais depressa possível a Autonomia total.
Logicamente que dentro das condicionantes da “Troika” temos que encontrar soluções para a conclusão de todas as obras fundamentais e prioritárias que foram lançadas com o propósito de diminuir as assimetrias, e de dar às populações a mesma qualidade e desenvolvimento que outras já possuem.
Os Madeirenses e Porto-santenses têm que se unir em torno de ALBERTO JOÃO JARDIM e do PSD, para que tenhamos uma maioria absoluta, de forma a que em conjunto com Passos Coelho possamos dar volta a tudo isto.
Acreditar que em 2014 a social-democracia uma vez mais vencerá e demonstrará que o socialismo, as esquerdas e direitas radicais são meros “bouquets” de Campanha e não têm projectos nem pessoas com qualidade, personalidade e competência para Governar Portugal, a Madeira e os Açores.
O mês de Junho é um mês de descanso político e de reflexão para as eleições de Outubro para o Governo Regional.
Em Julho, temos a maior FESTA DA MADEIRA no Montado do Chão da Lagoa, onde todos os Madeirenses e Porto-santenses se reunirão a 31 de Julho para confraternizarem e comemorarem mais uma vitória do Povo da Madeira, a 44ª do Partido Social Democrata da Madeira.
Desmontaremos, aos Madeirenses e Porto-santenses, os ataques ferozes, as mentiras, as aldrabices, as calúnias que o DN, a RTP e a RDP divulgam diariamente da oposição de forma a construirmos a democracia, a liberdade e o desenvolvimento económico e social da nossa Região.
É com verdade, com frontalidade, com educação que em conjunto com o Povo Madeirense faremos crescer a nossa Região, valorizando o trabalho feito e que continuará a ser realizado pelo PSD/MADEIRA
" (editorial de Jaime Ramos na última edição do Madeira Livre)

quarta-feira, maio 25, 2011

"Com o aproximar das eleições de 5 de Junho caberá ao Povo julgar as injustiças, os atropelos, as mentiras, as desilusões, as “aldrabices” de Sócrates e do Partido Socialista. O nervosismo dos instalados no poder socialista há 13 anos começa a se verificar, com insinuações e ataques vis. Na Madeira, esses ataques são mais evidentes, pois o nível, a formação, a educação dos responsáveis socialistas é tão baixa que não conseguem apresentar projectos válidos, mas sim ofensas vergonhosas e sem carácter. Infelizmente, esse tipo de baixeza política não é só do Partido Socialista, mas também da esquerda radical dos condes e dos barões e da extrema-direita que querem voltar ao poder de qualquer maneira para explorarem de novo os Madeirenses e Porto-santenses.
Não é por acaso que a extrema-esquerda dos condes e a extrema-direita dos exploradores do Povo Madeirense antes do 25 de Abril contam com o apoio dos “mercenários” do DN e dos seus responsáveis. Para atacar o PSD, a Madeira e os Madeirenses vale tudo, mesmo injuriando, mentindo, aldrabando, inventando notícias, factos que são desmentidos mas propositadamente ocultados. Mas, em 5 de Junho, o Povo sábio e superior saberá uma vez mais separar o trigo do joio e votar conscientemente naqueles que sempre defenderam e defendem o seu Povo e a sua Região. O fracasso da vinda à Madeira de Sócrates foi evidente, pois não passou de uma centena de apoiantes “pagos” e controlados que se juntaram no Cais para a última ceia do Senhor Mentiroso.
Mas, como a mentira, a “aldrabice”, a injúria faz parte do “projecto” dos habituais controladores da comunicação social na Região e fora dela, também estes envolvidos no projecto, como se tem verificado pelas reportagens feitas nas visitas de mentirosos, como Sócrates.
Esta doença de mentir tem um nome: “esquizofrenia” e está a se alastrar também na Região aos deputados socialistas que estão representados na Assembleia Legislativa. Passam a vida a mentir, a “aldrabar” e a injuriar, pois não sabem construir, não sabem apresentar propostas alternativas. Sócrates e o Partido Socialista roubaram, com a alteração da Lei de Finanças Regionais, mais de 600 milhões à Madeira. O Estado vai apoiar com 300 milhões a Região, pois o restante são apoios comunitários e empréstimos que a Região assume, porém, a oposição diz que se não fossem eles não haveria dinheiro para a recuperação da tragédia de 20 de Fevereiro.
Estamos perante mais uma “aldrabice”, mais uma mentira desses “esquizofrénicos” socialistas!
Nunca vi um desespero tão grande de um “punhado” de ignorantes, de “doentes mentais”, que fazem política com agressividade, com calúnias e com mentiras. O DN pelo facto de deixar de receber apoio do Governo Regional virou-se para a extrema-esquerda e extrema-direita e encetou uma luta contra o PSD, o Povo da Madeira e do Porto Santo. Facto que se deve ao corte dos apoios governamentais ao referido matutino. Todavia, se o Governo Regional contribuísse com dezenas de milhões de euros, como fez durante anos, este teria outro procedimento.
Como sempre, o problema é “o dinheiro”!
A 5 de Junho, vamos todos votar!
Não fiquem em casa, a abstenção é o pior inimigo do Povo!
É através do voto que se opta pela continuidade da Paz Social, pelo crescimento económico e social que a Madeira conquistou com o apoio do seu POVO! A 5 de Junho, votar no PSD, é votar em ALBERTO JOÃO e nos seus companheiros para termos na Assembleia da República um Grupo de Deputados que possam continuar a defender a Madeira e Porto Santo
" (editorial de Jaime Ramos no Madeira Livre)

sexta-feira, março 18, 2011

Jaime Ramnos e...o "meu amigo Joaquim Oliveira que tem a infelicidade de ter uma quota por circunstância"!

"A oposição madeirense escolheu o Diário de Notícias como palco de atuação para fazer oposição ao PSD/Madeira. Nas suas intervenções tem revelado um elevado défice de credibilidade assim como capacidade para ser alternativa à governação. Esta dedução simples e objectiva é notória para quem quer perder o seu tempo a ler o Diário de Notícias, ouvir a RDP ou ver a RTP/Madeira. A RDP e a RTP/Madeira órgãos de Comunicação social do Estado e que gastam no seu todo cerca de 3 mil milhões de euros dos Impostos de todos os Portugueses, na Região passaram a ser a voz e a imagem da oposição por ordens dos seus tutores. São programas encomendados, uma autêntica vergonha sem qualquer qualidade jornalística, cujo único objectivo é denegrir o PSD/Madeira, o seu Presidente Dr. Alberto João Jardim e os seus dirigentes.
O Diário de Notícias, órgão de Comunicação Social privado, onde o meu amigo Joaquim Oliveira tem a infelicidade de ter uma quota por circunstância da aquisição do Grupo Lusomundo, deve sentir-se envergonhado pelo facto de este não cumprir o seu Estatuto Editorial. Pelo contrário, assume-se como um Órgão de Comunicação Social político com objectivos de injuriar, desacreditar e ofender todos os social-democratas da Madeira e do Porto Santo.
Não compreendemos a forma como se faz hoje jornalismo no Diário de Notícias, pois lendo a sua página da Política apenas se desenvolvem notícias e afirmações da oposição sem que os ofendidos ou difamados tenham direito ao contraditório ou à defesa da sua honra. Nunca pensei que a falta de anúncios das entidades públicas e privadas da Região gerasse tal incumprimento do seu Estatuto Editorial. É preciso lembrar que quando havia anúncios das entidades públicas e privadas cumpria-se o Estatuto Editorial, pelo que se deduz que o problema é dinheiro e nada mais!
Lamento que alguns jornalistas que possuem qualidade técnica submetam-se a este tipo de orientação, o que contraria todos os princípios de um Bom Jornalista. Compreendo em parte que muitos estão a tentar agradar a quem os manda, pois está em causa o seu posto de trabalho. Não compreendo é a submissão à oposição. Chega-se ao cúmulo de ler notícias enviadas pelos Partidos da Oposição sobre diversos assuntos políticos, muito antes de estes chegarem oficialmente à Assembleia e já com juízos de valor e análises feitas pelos próprios jornalistas. Tudo isto a mando dos Partidos que comandam a oposição na Região fazendo política contra o PSD/Madeira, contra os Madeirenses e Portosantenses. Agora que Sócrates e o Partido Socialista estão em queda livre, fruto da sua incompetência ao nível Nacional, tenta-se passar a imagem que os cúmplices do “roubo” à Madeira (como foram os Socialistas da Madeira, com a cumplicidade do CDS), quando da Lei de Finanças Regionais são contra o PS/Nacional e contra Sócrates. Só um “parvo” não percebe que o objectivo são as Eleições Regionais de Outubro próximo, e que é mais uma “farsa” do DN e da oposição. O Povo tem que estar atento, e não ter memória curta, e se lembrar do mal que Guterres, Sócrates e os Partidos da Oposição fizeram à Madeira e aos Madeirenses e castigá-los uma vez mais nas urnas em Outubro próximo. Querem aplicar na Região as políticas Nacionais e Socialistas que são o aumento de impostos, a dedução dos ordenados dos funcionários públicos, a perda de regalias sociais, o pagamento de taxa moderadora na saúde e outras medidas lesivas do direito de um Povo que luta pela liberdade e democracia. Vamos, e aqui, sempre denunciar com objectividade as “aldrabices”, as “mentiras” e as “injúrias” que tanto o Diário de Notícias e a oposição mantêm contra o PSD/Madeira, contra o seu Presidente Dr. Alberto João Jardim e contra os seus Dirigentes" (editorial de Jaime Ramos na última edição do "Madeira Livre")

terça-feira, março 01, 2011

Jaime Ramos: "Agora arranjou-se mais um “buraco”, mais um “aterro”

"Não resta qualquer dúvida, confirma-se que o Diário de Notícias usa os incompetentes e irresponsáveis da oposição, que vão desde a extrema-direita, os Ingleses exploradores dos Madeirenses até 25 de Abril de 1974, à extrema-esquerda radical do BE, passando pelo MPT, PCP e PS de Serrão que vem demonstrando uma decadência permanente devido à falta de quadros e capacidade para criar notícias e factos no sentido de sobreviver à sua má gestão e à cobardia dos seus obedientes funcionários. Agora arranjou mais um “buraco”, mais um “aterro”. Mas na maioria das vezes é um “muro que cai” que faz uma grande notícia!
Os comentários são sempre da oposição que comentam assuntos de natureza técnica, sem estarem habilitados para tal. São biólogos e geógrafos armados em “patos bravos” falando de engenharia hidráulica e civil sem o mínimo de conhecimento. Os Madeirenses e Portosantenses têm de estar atentos, pois este tipo de cidadãos não pretendem construir nada, não pretendem fazer nada de positivo. Pretendem sim destruir o que foi feito e desestabilizar a sociedade Madeirense. Temos de estar atentos para este tipo de estratégia que é usada nos “regimes” de extrema-direita e extrema-esquerda, que muitas vezes arrastam pessoas, enganando-as sem se aperceberem. O discurso fácil e demagógico do Diário de Notícias e de toda a oposição é que a Madeira pode resolver os problemas que os socialistas e Sócrates, com o apoio do CDS, do PS e do BE, criaram a Portugal, aos Portugueses e aos Madeirenses. Roubaram-nos na Lei de Finanças Regionais de 2007 a 2013 cerca de 560 milhões de euros, dinheiro que era nosso. Depois atribuiu 450 milhões de euros para financiar a recuperação de 20 de Fevereiro através da Lei de Meios, valor muito inferior ao valor que nos roubaram e insuficiente para a recuperação.
A oposição não se cansa de referir o valor do financiamento, mas esquece de falar do valor que nos “roubaram”.
O valor que nos roubaram é muito superior à da Lei de Meios e este terá por força de Lei de ser aplicado somente na recuperação. Se não tivéssemos sofrido as consequências dos temporais de 20 de Fevereiro de 2010 e se tivessem cumprido a Lei de Finanças Regionais a Região tinha disponibilidade de colocar ao serviço da economia e do desenvolvimento social da Madeira mais 560 milhões de euros.
Esse valor foi o que o PS e o CDS roubaram à Madeira e aos Madeirenses.
É preciso estar atento, e o PSD/Madeira não vai estar calado e denunciará, sempre que necessário, os “boatos”, as mentiras, as intrigas, as calúnias que este tipo de políticos de baixo nível, que compõem a oposição da Madeira, lançam diariamente através do Diário de Notícias para denegrir os responsáveis políticos do Governo e do PSD.
Querem “guerra”, querem luta, então vamos para o terreno, pois o PSD/Madeira nunca virou nem virará a cara aos Madeirenses e Portosantenses. Sempre lutou e lutará pela Madeira, pelo desenvolvimento social e económico do seu Povo e defenderá sempre os seus direitos e as suas causas. É preciso estarmos atentos às infiltrações desses “bufos”, desses “mafiosos” da oposição que não olham a meios para atingir os seus fins. Nota-se um desespero, uma falta de respeito pelo Povo que tanto sofreu e lutou para chegar àquilo que é a nossa Madeira. Uma Região desenvolvida e invejada por aqueles que apostaram mal e hoje sentem-se infelizes, cheios de ódio, de ciúme e inveja por não terem optado pela social-democracia. Sempre atentos e coesos na defesa da nossa Região, do nosso Povo, é o lema da Social-Democracia. Demonstraremos aos incapazes, aos frustrados, aos cobardes e aos incompetentes que fazem com o D.N. toda a oposição que nunca deixaremos que façam o que pretendem: transformar a nossa Madeira num lamaçal e numa terra queimada" (por Jaime Ramos, editorial do Madeira Livre, Março de 2011)

quarta-feira, dezembro 22, 2010

Jaime Ramos: "O PSD/Madeira prefere estar sozinho do que estar mal acompanhado"

"O porta-voz oficial da Plataforma PS+CDS+MPT+BE+PCP e PND, o já conhecido DN, no dia seguinte ao anúncio da candidatura de Alberto João Jardim aos mais de 1.500 simpatizantes do PSD/Madeira a novo mandato a Presidente do Governo Regional da Madeira, anunciava através de uma reportagem que uma dezena de militantes do CDS, reunidos num jantar presidido por dois dirigentes do partido da direita Portuguesa, tinham “apupado” a notícia da candidatura de Alberto João Jardim. Relembre-se que o CDS/PP nunca ganhou qualquer acto eleitoral livre desde o 25 de Abril de 1974, já lá vão 36 anos!
É normal que quando alguém com valor é referido, aqueles que têm complexos de inferioridade, ou mesmo ímpeto de ódio, se manifestem contra quem tem valor comprovado.
Mas, o que mais me admira é a atitude do CDS de ofender quem liderou com inteligência os destinos da RAM. Até parece que o CDS está desejoso de voltar à ditadura, ao regime de colónia, aos senhorios e ao poder absoluto.
A Plataforma, liderada pelo DN, está mesmo desesperada com a anunciada candidatura de Alberto João Jardim. Não admira que se sintam desesperados, pois em termos de liderança o PS apresenta um líder sem qualidade e totalmente perdido, o CDS e o MPT que nas suas acções e posições politicamente nada diferem da esquerda conservadora do Conde da Lousã (BE) e o PCP que é um desastre total desde que um ex-padre o lidera. Pelas notícias vindas a público não poderia haver melhor prenda para os Madeirenses e Portosantenses que a anunciada candidatura de Alberto João Jardim, pois é a demonstração que o Homem e Político não deixará o Povo da sua Terra Natal, neste momento difícil que nos foi causado pelas políticas nefastas e negativas dos socialistas de Portugal.
Ele quer lutar, como sempre lutou, para que o seu Povo continue a ter condições de vida social e económica ímpar em Portugal.
Ainda bem que todos aqueles que têm demonstrado no tempo uma incapacidade de apresentar propostas objectivas e concretas às políticas eficazes do PSD/Madeira se agruparam numa Plataforma contra o Povo e desenvolvimento da Madeira.
Recentemente, um dos parceiros da Plataforma, que tem um Diário que diz mal de tudo e de todos, pretende fazer comparações entre a Madeira e os Açores.
Ainda bem que o faz, pois assim dá-nos a possibilidade de dar a conhecer aos Madeirenses as verdadeiras diferenças entre as duas Regiões Autónomas:
PIB da Madeira – 128% do de Portugal
PIB dos Açores – 89% do de Portugal
Crescimento económico da Madeira em 2008 – 3%
Crescimento económico dos Açores em 2008 – 1%
Número de Camas na Hotelaria da Madeira – 30 mil
Número de Camas na Hotelaria dos Açores – 8 mil
Número de famílias com rendimento social na Madeira – 3 mil
Número de famílias com rendimento social nos Açores – 25 mil
Transferências do Orçamento de Estado para a Madeira – 150 milhões de euros
Transferências do Orçamento de Estado para os Açores – 250 milhões de euros

PIDDAR da Madeira – 800 mil euros (investimento do Estado na Região)
PIDDAR dos Açores – 10 milhões de euros (investimento do Estado na Região)

Perante estes números reais e verdadeiros o que se conclui é que há uma Plataforma que demonstra um verdadeiro e real deficit de capacidade, de conhecimentos da realidade da Madeira.
Perante este quadro político, a escolha para as eleições de 2011 não é difícil, pois estamos perante um grupo de partidos que se deixam liderar por um DN cheio de ódio e desespero para receber dinheiro do erário público. Que se incomoda por haver um PSD/Madeira que luta e lutará sempre pela verdade, pela liberdade e pelo desenvolvimento da Madeira. Perante este cenário, a opção certa é Votar PSD/Madeira.
Temos a 23 de Janeiro de 2011 um acto eleitoral também muito importante para Portugal e para a Madeira, a do Presidente da República.
Entre os candidatos a escolha não é difícil, pois só existem na prática dois candidatos: o apoiado pelo Conde da Lousã (BE) e pelo “coveiro” de Portugal (Sócrates) e o apoiado pelo PSD e CDS o Professor Cavaco e Silva.
Logicamente que ninguém de bom senso vai apoiar o “Pateta Alegre” que nada diz a não ser patetices, mas sim, votar em quem tem demonstrado estabilidade e segurança aos Portugueses - o Prof. Cavaco e Silva.
Mas, na Madeira, muito dificilmente funcionará a cooperação do PSD com o CDS, pois este pequeno Partido que integra a Plataforma de Oposição à Madeira, aos Madeirenses e Portosantenses não merece a confiança da população.
Mas pode estar certo e seguro Prof. Cavaco e Silva, que os simpatizantes e militantes do PSD serão mais do que suficientes para lutarem durante a campanha e nas urnas em 23 de Janeiro de 2011 para lhe dar a votação merecida que todos esperam.
Não podemos conviver com pessoas que se unem à extrema-esquerda do BE e do PCP e sem escrúpulos como são os “meninos” do CDS.
O PSD prefere estar sozinho nesta luta do que estar mal acompanhado!"
(Jaime Ramos, no editorial de Janeiro de 2011 do Madeira Livre de Janeiro de 2011)

terça-feira, novembro 30, 2010

Jaime Ramos: "Os bancos continuam a servir-se do Estado para se financiarem em vez de apoiarem a economia nacional"

"Mais uma vez, o Partido Socialista e José Sócrates desenvolveram uma série de “asneiras” que fizeram “mergulhar” Portugal, a Madeira e os Açores num poço sem fundo. Tudo isto foi feito com a cumplicidade da esquerda do “caviar” e do Partido Comunista. Sem vislumbrar qualquer saída para a situação, vêm, agora, pedir ajuda ao PSD para salvar Portugal.
Apenas por razões patrióticas e no sentido de salvaguardar a imagem do País, o PSD, embora alterando algumas propostas negativas no campo social, em que os socialistas pretendiam penalizar os Portugueses, Madeirenses e Açorianos, aceitou viabilizar o Orçamento de Estado para 2011. Neste momento estão criadas as condições para que o País possa ir recuperando a sua estabilidade económica e a credibilidade nos mercados Financeiros Internacionais.
Temos muitas dúvidas sobre a capacidade da equipa socialista de Sócrates que tem demonstrado incompetência, incoerência e mesmo divisão interna, este último facto pode agravar a situação financeira, social e consequentemente a não resolução dos problemas caóticos que nos afligem. Mas há uma situação que muito preocupa todos os Portugueses, Madeirenses e Açorianos, que é a dependência económica/financeira que o Governo se deixou condicionar; “depender” dos Grupos Financeiros Portugueses.
As entidades Bancárias Portuguesas, infelizmente, continuam a se servir do Estado para se financiar no BCE a taxas de juros de 1% e em vez de apoiarem a economia Portuguesa e as Pequenas e Médias Empresas estão a adquirir dívida Pública Portuguesa a taxas de 7%.
É um verdadeiro escândalo! Pois não faz sentido que as únicas entidades que no actual sistema financeiro podem conceder créditos às famílias e as Empresas não o façam e que continuam a ter lucros de milhões de euros por dia à custa do Estado, que é o mesmo que dizer à custa de todos os Portugueses.
Tudo isto tem de acabar, pois vai contribuir para a falência das Empresas e das Famílias, além do normal aumento do desemprego.
Ou o Governo toma decisões políticas sobre a gestão da Banca, ou então tem de intervir e colocar os Bancos ao serviço do Povo e não do lucro especulativo.
Há aqui uma cumplicidade inexplicável, inadmissível numa sociedade democrática, onde o poder económico quer controlar o poder político.
Nas Regiões, passa-se o mesmo, as Empresas e as Famílias andam desesperadas, pois não existem alternativas de financiamento.
Tudo isto tem resultado na insolvência de algumas empresas e no aumento do desemprego, e tudo devido à passividade dos Socialistas do Governo de Sócrates.
O que é ridículo é a forma como os Socialistas da Região, embora sejam apenas 7, aparecem diariamente na Plataforma Diário de Notícias/BE/PND/PCP/CDS/PS/MPT a proporem que os Madeirenses paguem com os seus impostos aquilo que os socialistas nos “roubam” em Lisboa. Os Madeirenses descontaram e descontam milhões de euros para a Segurança Social do seu Trabalho e agora os socialistas vão reduzir os benefícios sociais: as reformas, as comparticipações de medicamentos. Esses senhores sem “escrúpulos”, sem vergonha, querem que os Madeirenses dos seus impostos compensem o que nos é roubado pelo Governo Socialista. Vão tirar de 5 a 15% dos ordenados dos funcionários públicos e querem que os Madeirenses dos seus impostos compensem o roubo que fazem aos funcionários públicos. Não investiram um cêntimo nas infraestruturas Aeroportuárias do Porto Santo e da Madeira e agora querem que se reduza as taxas para que os Madeirenses paguem dos seus impostos a diferença dessa baixa de taxas.
O que se tem verificado é que a Plataforma Diário de Notícias/PCP/PS/CDS/MPT/PND/BE pretende é denegrir a imagem da Região, pois já demonstraram e demonstram que não têm capacidade para apresentar propostas consistentes, viáveis e válidas de alternativas à governação social-democrata. Só sabem, diariamente, através de conferências de imprensa numa televisão da Madeira e Rádio politizada e controlada por complexados da esquerda aliada à Plataforma liderada pelo Diário de Notícias, reivindicar na Madeira o que nos tiram em Lisboa e de aumentar as despesas e diminuir as receitas.
Há na realidade um grande deficit de oposição que se lamenta, pois desde que a liderança passou para o Diário de Notícias com a actual liderança do PS na Assembleia Legislativa acentuou-se esse deficit da oposição. Esperamos que em 2011, ano de eleições Regionais, possamos ter uma oposição livre do controlo económico de grupos que andam desesperados por deixar de mandar na Política da Região. Quem tem a palavra de decidir é o Povo e não grupos desesperados que no passado, quando da ditadura, controlavam a Região como queriam e entendiam. Que 2010 seja esquecido e apenas lembrado como o Ano Negro do Socialismo. Que 2011 nos traga novos Governantes na República e uma Oposição na Região mais competente e menos complexada e odiosa, são os nossos votos e da maioria social-democrata da Madeira e do Porto Santo
" (editorial de Jaime Ramos, director do Madeira Livre, edição de Dezembro deste ano)

quarta-feira, setembro 29, 2010

Jaime Ramos: "Os socialistas sabem quanto “roubaram” e continuam a “roubar” à Madeira"

"Faltam mais de 12 meses para as Eleições Legislativas que elegerão os deputados para o mandato de 2011/2015 e a maioria que apoiará o Governo Social-Democrata do PSD/Madeira que será presidido por ALBERTO JOÃO JARDIM. Apesar desta distância temporal, a oposição já está farta, como sempre, de asneirar por todos os lados e disparar para os seus próprios pés.
É preciso lembrar a todos que esses “asneirolas” e esses fracos atiradores são sempre os mesmos há mais de 30 anos. Apresentam-se sempre com o mesmo discurso gasto, dos coitadinhos, do miserabilismo, da desgraça que já não se pode ver no direito de antena que a RTP/Madeira lhes proporciona, ou ler no tal diário, dito independente, que se tornou em partido político de oposição ao PSD.
Todos os Órgãos Sociais do PSD/Madeira, todos os Deputados, todos os Membros do Governo Regional, Presidentes e Vereadores das Câmaras Municipais, Membros das Assembleias Municipais, Presidentes e Vogais das Juntas de Freguesia, Membros das Assembleias de Freguesia do PSD/Madeira estão coesos e solidários no sentido de se preocuparem mais com os eleitores que os elegeram do que com as organizações “mafiosas” que pretendem destruir a Madeira através da política já há muito conhecida de “terra queimada”.
Não é difícil verificar, basta ter a infelicidade de ligar a RTP/Madeira, sintonizar a RDP/Madeira ou ler o diário dito independente da oposição para os ver, ouvir ou ler todos os dias. São sempre os mesmos, com o mesmo discurso negativista e de maledicência. Preferem estar aliados ao regime de “terra queimada” compostos pela RDP, RTP e DN do que ao Povo da Madeira.
Sabem bem que a Lei de Meios foi um instrumento que a Assembleia da República aprovou, após um acordo entre a Região e a República, para recuperar da destruição causada pelo temporal de 20 de Fevereiro. Sabem bem que para lançar obras públicas são necessários projectos, cálculos e procedimentos legais que, infelizmente, são morosos.
Porém, para a oposição, na sua louca demagogia, o que se passa é que as obras não andam. Ainda este ano vão ser lançadas algumas obras de acordo com os procedimentos da Lei, através de concursos públicos, pois tanto o Fundo de Coesão, como o BEI não aceitam adjudicação como o Partido Socialista gosta, como o faz no Continente com as Escolas e com os contentores de Alcântara. Falam que o Governo da República manda dinheiro para a Madeira, pois é preciso esclarecer, de uma vez por todas, que o Governo Socialista através da Lei Finanças Regionais em 2007 “roubou” à Madeira 80 milhões de euros por ano.
Embora a Lei tenha sido alterada, com os votos contra do Partido Socialista, a mesma só vai entrar em vigor em 2014, pelo acordo efectuado aquando da Lei de Meios! Sabem quanto “roubaram” e continuam a “roubar” à Madeira os Socialistas no período de 2007 a 2014? Nada mais que 560 milhões de euros os quais são receitas da Madeira. E vão colaborar com 200+250, perfazendo um total de 450 milhões através da Lei de Meios.
E dizem que dão à Madeira? Não dão nada! “Roubam” e depois dão esmola. É assim a política socialista. São pessoas sem “escrúpulos”, mentem com uma facilidade incrível, falam de números como se 100 fosse 1.000. Ainda gostava de saber em que Universidade esses “pseudo-economistas” do PS estudaram.
É por causa destas deturpações ao jeito socialista que os mesmos já não têm “crédito” ao nível internacional, pois fartam-se de prometer e não cumprir!
Depois de terem prometidos 150 mil empregos, o País está com 700 mil novos desempregados. Depois de terem prometido baixar os Impostos, aumentam todos os anos os Impostos. Depois de falarem de estabilidade social, baixam a comparticipação aos medicamentos.
Basta de socialismo, é um acto do desespero aqui na Região, quem faz um casamento do tipo “gay” com a extrema-direita, exploradores no passado dos produtores de cana-de-açúcar, com a “ralé” da extrema-esquerda cujo chefe passa a vida no “champanhe e caviar”.
Ainda bem que tudo isto acontece, para que o Povo saiba de que lado estão aqueles que querem continuar a política social e económica do desenvolvimento da Madeira e aqueles que pretendem não só destruir o que foi feito como criar um clima de medo e terror como se vive em Países como a Venezuela, Cuba e China! Aguardamos pelos novos episódios para podermos denunciar com frontalidade o mal que querem aos Madeirenses e Portosantense
s
”. (Editorial de Jaime Ramos na nova edição do Madeira Livre)

sexta-feira, agosto 27, 2010

Jaime Ramos: "Perante fracas personagens desgastadas e incompetentes da vida política madeirense, o PSD/Madeira continuará o seu trabalho"

No editorial da edição de Setembro do Madeira Livre, o seu director, Jaime Ramos, escreve:
"A oposição ao desenvolvimento económico e social da Madeira é feita por todos os partidos com assento no Parlamento Regional, contando ainda com o reforço de um diário que se diz independente, mas que tem nos seus quadros membros activos do PCP, BE, PS e CDS.
Este facto já o referi na Assembleia Legislativa da Madeira e, por último, na Festa do Chão da Lagoa, a maior festa partidária do país.
É do conhecimento de todos o apelo do líder do Partido Socialista, maior partido da oposição com uma representação de 7 deputados, num universo de 47, à união de todos, com o objectivo de enfrentar o PSD nas eleições de 2011.
Ainda bem que o fez e espero que tal convite seja aceite, assim como o apoio do tal diário, que se diz independente, seja o porta-voz oficial, porque assim o Povo da Madeira fica a saber de uma vez por todas quem está com os Madeirenses e Portossantenses e quem está com aqueles que pretendem denegrir a Região, destruindo a democracia, a liberdade, a economia e tudo o que de bom foi feito ao nível social nos últimos 32 anos.
Aguardaremos com serenidade pelos próximos episódios, pois serão, de certo, mais do mesmo.
Perante fracas personagens desgastadas e incompetentes da vida política madeirense, o PSD/Madeira continuará o seu trabalho ao lado do povo, que o tem sempre apoiado nos seus actos eleitorais, pois o nosso projecto não se esgotou, pelo contrário, ainda está no início de um longo programa que tem como objectivo demonstrar que a social-democracia é um processo evolutivo que dá ao povo bem-estar económico e social.
A situação do país que é governado pelo Partido Socialista nos últimos 12 anos é desesperada tanto em termos económicos, financeiros como sociais.
Os socialistas falam, andam mas não pensam!
Os socialistas têm demonstrado ao país que só sabem gastar sem controlo os dinheiros públicos e subir impostos. Enquanto este governo socialista existir é um drama económico e social para o povo, que terá de viver em desgraça.
Os portugueses com as políticas socialistas dos últimos 12 anos têm o salário médio mais baixo da Europa e a taxa mais elevada de impostos.
É este socialismo que nos deram desde Guterres até Sócrates.
Falam no desemprego na Madeira e, na realidade, enquanto houver um só desempregado é um problema que aflige sempre um social-democrata, mas, felizmente para a Madeira, no final do primeiro trimestre de 2010 o panorama do desemprego no país era o seguinte:
Norte: 12,2% votaram socialismo
Algarve: 12,2% votaram socialismo
Alentejo: 11,8% votaram socialismo e comunismo
Lisboa: 11% votaram socialismo e comunismo
Açores: 8,2% votaram socialismo
Centro: 7,7% votaram socialismo
Madeira: 6,2% votaram social-democracia
Estes dados foram divulgados recentemente pelo INE controlado politicamente pelo ministro das Finanças.
Perante estes números oficiais verifica-se que, onde há “praga socialista”, o desemprego aumenta ou mantém-se.
Não deixa, porém, de ser curioso o caso dos Açores, que até 2008 tinha uma taxa de desemprego inferior à Madeira, mas, depois de uma “figurinha” do PS local passar a ser conselheiro de César para a área económica, o desemprego aumentou e superou, e muito, o da Madeira.
Essa “figurinha” que o tal diário independente continua a dar permanentemente cobertura diz, nas suas “alucinantes” declarações, que tem soluções para a economia da Madeira.
Deus nos livre dessa “praga”, pois de certo o que aconteceria era um aumento do desemprego na Região superior ao do Norte e de Lisboa.
Perante este quadro do país, só nos resta esperar pelo Orçamento de Estado para 2011, pois, conforme disse recentemente o actual presidente do PSD nacional, Passos Coelho, o PSD não viabilizará qualquer orçamento que resulte num aumento de impostos, directa ou indirectamente.
O país corre o risco de ser chamado a votos em Novembro próximo ou em Março de 2011, pois os socialistas demonstraram uma vez mais que são necessários na oposição e incapazes na governação.Aguardaremos essa “união” de todos os partidos da oposição com o “tal diário” independente, para que em 2011 o povo da Madeira saiba, através do voto, dar uma lição democrática àqueles que estão permanentemente contra os Madeirenses e a favor dos traidores da Madeira".

quinta-feira, julho 29, 2010

Jaime Ramos: “Temos uma Oposição e uma Comunicação Social unidas”

Em mais um editorial inserido na série de textos da rubrica “PALHAÇADA”, Jaime Ramos volta a ser crítico:
"Portugal é um País de contradições. Actualmente no Rectângulo , leia-se Portugal, o Governo Socialista controla a seu bel-prazer a maioria da Comunicação Social, através de Agências de Comunicação, pagando a estas avultados valores provenientes do erário público.
Aqui, na Região Autónoma da Madeira, algo semelhante acontece, a Comunicação Social transformou-se num Partido Político, aliando-se assim a toda a Oposição. É evidente e notório que Órgãos de Comunicação Social que se dizem independentes transformaram-se num Órgão Político, transcrevendo antecipadamente as iniciativas que a Oposição apresenta ao Parlamento. O inverso passa-se em relação ao partido no poder, a comunicação social oculta tudo o que o PSD, o Governo e as Autarquias têm de iniciativa em prol do desenvolvimento social e económico da Região.
Quando no passado esta mesma Comunicação Social recebia avultados valores em publicidade do Governo, das Autarquias ou Empresas Públicas Regionais, as notícias não tinham um carácter tão hostil ao PSD, aos Madeirenses e Portosantenses. Uma mudança de atitude aconteceu a partir do momento em que foi posto “termo” a essas avultadas “benesses”. Como resultado, tudo se transformou em ódio, mentiras e calúnias.
Perante tal quadro, o que se depreende é que o que está em “jogo” é dinheiro e não princípios! Temos cliente não temos é dinheiro para sustentar esse cliente que se transformou em delator, em inventor e em caluniador.
Mas, não estamos preocupados, Social-Democratas da Madeira, pois nunca necessitamos nem precisamos dessa Comunicação Social para dizer a verdade ao Povo e divulgar tudo aquilo que é necessário explicar ou ouvir das Populações!
Temos e possuímos instrumentos suficientes e necessários, não usando nem recorrendo ao erário público para que as mentiras e calúnias sejam desmentidas junto dos Madeirenses e Portosantenses!
O PSD trabalha e ouve diariamente o Povo, resultado do contacto directo com os autarcas no sentido de contribuir para o desenvolvimento social e económico da Região. Continuamos a não compreender o “deficit” de capacidade da Oposição e da Comunicação Social a ela ligada umbilicalmente, pois não conseguiram nem conseguem, passados mais de 30 anos, apresentar propostas e projectos credíveis e objectivos aos Madeirenses e Portosantenses.
Temos uma Oposição e uma Comunicação Social unidas, que aprovam e defendem restrições salariais, aumento de impostos, diminuição de regalias sociais, quando se trata de decisões da República.
Na Região não só defendem a não aplicação dessas medidas, mas apresentam propostas no sentido de reduzir as receitas e de aumentar as despesas, demonstrando uma vez mais pretenderem instalar o caos, pois sempre foram e são os mentores da política da “terra queimada”.
Esquecem-se que a suspensão da Lei de Finanças Regionais até 2013 traz uma diminuição de receitas à Região no valor de 320 milhões de euros e que as verbas da Lei de Meios, quer a fundo perdido, quer sob a forma de empréstimo, são unicamente para a reconstrução e não para outros fins, sejam eles sociais ou económicos.
Perante este quadro da Oposição e da Comunicação Social, as coisas passam a ter um carácter próprio de agentes contaminados de “esquizofrenia”, pois não é fácil compreender que pessoas que vivem na Região, quando menos se espera , viram-se contra aqueles que são seus eleitos para se juntarem aos inimigos da Madeira, como são infelizmente ainda muitas “mentes” da República.
Por fim, é de lembrar e nunca esquecer que, passados 34 anos de Autonomia, a Oposição, e a Comunicação Social, que se tornou uma “caixa de ressonância” da mesma, não conseguiu nunca encontrar alternativas em pessoas ou em projectos capazes de um dia ser alternativa ao poder do PSD/Madeira.
Perante este quadro, vamos continuar a trabalhar com o apoio de todos os nossos quadros autárquicos e políticos sob a liderança inquestionável de ALBERTO JOÃO JARDIM para mais um mandato a partir de 2011, de Liberdade, de Autonomia, para que o desenvolvimento socioeconómico da Região prossiga a toda a velocidade".

terça-feira, junho 29, 2010

Jaime Ramos contra "a oposição irresponsável da nossa Região, aliada à Comunicação Social adversária do PSD/Madeira"

"Finalmente, a já famosa “Lei de Meios” que foi negociada institucionalmente pelos Governos da República e Regional e votada na Assembleia da República, com os votos do PSD, PS e CDS, foi promulgada pelo Presidente da República e publicada no Diário da República.
Esta Lei vai permitir à Região Autónoma da Madeira, através dos seus Órgãos de Governo e Autarquias procederem à recuperação das infra-estruturas públicas e particulares danificadas pela catástrofe que assolou a nossa Região a 20 de Fevereiro último.
Convém relembrar que, independentemente da aprovação da Lei de Meios, a Região não parou nem deixou de trabalhar na recuperação da Ilha.
Realizou-se um excelente trabalho de cooperação entre entidades públicas e privadas do sector da construção civil e obras públicas. Foi um trabalho conjunto no sentido de restabelecer a normalidade das populações e da vida da Ilha.
Tudo foi feito com grande esforço e sacrifício, pelas empresas privadas, ainda sem retorno financeiro. Todos temos de agradecer esse empenho e disponibilidade do sector privado da Construção Civil.
Enquanto se trabalhava, a oposição irresponsável da nossa Região, aliada à Comunicação Social adversária do PSD/Madeira, procurou e procura transmitir a ideia de que as Autoridades Regionais nada fizeram nem fazem no sentido da recuperação das vias de acesso e das habitações. Na verdade, o que esta oposição sabe muito bem fazer é uma política de terra queimada, relembrando o período Gonçalvista/Comunista.
Todos sabemos que para podermos fazer estradas e habitações são necessários estudos técnicos, projectos, cálculos e todo um processo jurídico-legal dos concursos públicos. Porém, os mal-intencionados, os complexados, os traidores, os socialistas, os incompetentes, recusam-se a reconhecer a necessidade de se passar por todo este processo o qual permitirá que as obras arranquem com toda a força já no próximo mês de Setembro.
Já estão no terreno equipas técnicas que têm a seu cargo a execução das expropriações de terrenos para as habitações, assim como os levantamentos topográficos para os projectos das estradas já estão concluídos.
Paralelamente a tudo isto, o Governo Regional vai adjudicando as obras necessárias nos termos legais da Lei do Orçamento, antes da chegada do Inverno.
Enfim, pretende-se que tudo esteja concluído antes do fim de 2013, data limite para a sua execução nos termos da Lei de Meios.
O Orçamento Rectificativo que a Assembleia Legislativa vai discutir e votar nos dias 13, 14 e 15 de Julho de 2010 vai dar à Região os meios económicos financeiros para que tudo decorra da melhor forma.
É preciso lembrar que, ao contrário dos tais inimigos da Madeira - da oposição e da Comunicação Social - o valor a receber do Orçamento de Estado ao abrigo da Lei de Meios é de 200 milhões de euros entre 2010 a 2013 e será dividido em tranches de 50 milhões por ano, e não de uma só vez, como têm passado a informação, tentado enganar a População.
O Fundo de Coesão é reforçado em 265 milhões, o mesmo em relação às verbas do PIDDAC que serão reforçadas em 25 milhões de euros.
A Região irá ainda beneficiar de um financiamento através do Estado Português, junto do Banco Europeu de Investimentos no valor de 250 milhões de euros.
Em resumo, vamos receber, além dos fundos de solidariedade da Europa cujo valor não deverá ultrapassar os 40/50 milhões de euros, do Estado 112,5 milhões em cada ano e 15 milhões para a habitação em 4 anos.
Tudo o resto será dos Fundos Comunitários e do endividamento da Região. Os números que vieram a público, e que se falam, não são verdadeiros.
Resta-nos uma palavra de agradecimento pela solidariedade da União Europeia, da República, mas também do próprio Povo da Madeira, que fará um esforço dos seus próprios recursos para recuperar aquilo que a natureza nos destruiu.
É preciso lembrar que a Lei das Finanças Regionais, que foi alterada com os Votos contrários do Partido Socialista na Assembleia da República, foi suspensa e substituída pela Lei de Meios.
Estamos todos preparados para esta nova etapa da nossa vida económica e social que estou certo vai começar em Setembro próximo.
Convicto de que conseguiremos este ambicioso objectivo, pois os verdadeiros Madeirenses têm que dar desprezo e ignorar tais complexados e incompetentes que preferem o caos à reconstrução, como é exemplo alguns Órgãos de Comunicação Social e Partidos da Oposição que fizeram um pacto de agressão política e social contra o PSD/Madeira e contra o POVO MADEIRENSE.
Vamos ignorá-los, vamos VENCER os incompetentes e TRIUNFAR.
No domingo 25 de Julho vamo-nos encontrar na “Herdade do Chão da Lagoa” para a FESTA DA AUTONOMA.
Esperamos os 40 mil Madeirenses e Portossantenses de novo na maior FESTA DA MADEIRA.
Certo que vão dar todo o apoio a ALBERTO JOÃO JARDIM, que demonstrou uma vez mais que é um GRANDE LÍDER, que faz tudo pela sua Madeira, deixando de fora assuntos político/partidários em nome de uma causa maior: os interesses da Madeira.
Contamos convosco no dia 25 de Julho, para renovarmos os votos do compromisso pela causa Autonómica".
(editorial de Jaime Ramos, director do "Madeira Livre", órgão informativio mensal do PSD/Madeira)

sexta-feira, maio 28, 2010

Jaime Ramos: "O Governo Socialista nunca assume a sua responsabilidade, a culpa é sempre dos outros"

O director do Madeira Livre, o deputado Jaime Ramos assina o editorial de mais uma edição deste mensário social-democrata:
"Nos últimos 15 anos de Governo, 12 foram da responsabilidade do governo Socialista. Este facto passa despercebido à maioria dos Portugueses e Madeirenses. O Partido Socialista no seu estilo peculiar, nunca assume a culpa das más políticas de emprego, das más políticas económicas, das más políticas financeiras, das más políticas fiscais, das más políticas sociais. A culpa é sempre da Oposição, dos Governos anteriores, da Europa ou do Mundo. Nunca vi tanta falta de respeito por um Povo que cansado, que desanimado vai-se conformando.
O Governo Socialista nunca assume a sua responsabilidade, a culpa é sempre dos outros e para poderem branquear as suas más políticas, investem nas Agências de Comunicação Social, de sondagens ou mesmo em Jornalistas sem ética, para divulgarem inverdades junto das populações. É esta a política socialista, que quando assume o poder causa o caos social e económica na Sociedade. Não é por acaso que em 1983 com Soares como Primeiro-Ministro, Portugal entrou na “bancarrota” e teve de submeter-se ao FMI para não falir! Passados 27 anos e com um Governo Socialista, Portugal é obrigado a submeter-se à Comunidade Europeia e aumentar os Impostos, para não falir. Mas o Socialismo não só causa danos ao Povo Português, pois se analisarem com frieza e verdade, verifica-se que a Grécia e Espanha também são governados por Governos Socialistas.
Os três Países da Comunidade Europeia que estão na “bancarrota” são todos governados por socialistas, o que é sinónimo de “miséria” de “desgraça” e do “descrédito” e caminham a passos largos para o “caos”. Ainda bem que o Povo da Madeira soube e bem e a seu tempo não embarcar em “socialismos de miséria”! A “praga” socialista que resta na Madeira, resume-se a meia dúzia de “frustrados”, “complexados” e “infelizes” que nunca fizeram nada pelo Povo ou na vida a não ser a “maledicência” com a colaboração da conhecida “clã” da Comunicação Social anti-PSD e anti-Madeira que ainda resta!
Mesmo com as consequências das políticas económicas, financeiras e sociais de Portugal, que de uma forma indirecta afectaram a nossa Região, a Madeira conseguiu no 1º trimestre de 2010 apresentar a menor percentagem de desemprego do País e de ter um crescimento económico muito superior ao de Portugal Continental. Estes resultados positivos, fruto de boas políticas económicas e sociais, causa “inveja” e “azia” aos socialistas da Região, que não conseguem disfarçar os seus “complexos” por serem Madeirenses. A tragédia de 20 de Fevereiro que afectou a nossa Região e infelizmente causou além de avultados prejuízos públicos e privados, a morte de muitos Madeirenses, levou a que institucionalmente o Governo da Região e da República se entendessem no sentido de encontrar uma solução social, económica e financeira para recuperar os danos causados à população afectada. Encontrada a solução legal através da “Lei de Meios”, os governantes da Região saberão a seu tempo encontrar soluções técnicas para que a reconstrução seja uma realidade. Embora só se passassem 90 dias do trágico acontecimento, neste curto período muitos “escribas” a mando do “clã” da Comunicação Social anti-PSD e anti-Madeira escreveram e disseram tantas asneiras e disparates que são próprios de “ignorantes” e o melhor que devemos fazer é o “desprezo”. A “ignorância” deve ser sempre desprezada, quando é divulgada intencionalmente e com maldade. Aproveito hoje, uma vez que a “Lei de Meios” foi já aprovada na Assembleia da República e aguarda a sua publicação para explicar aos Madeirenses a metodologia que foi inicialmente utilizada:
a) Após a tragédia, foram tomadas as medidas adequadas de socorrer os sobreviventes, de alojar os desalojados e de recuperar a circulação rodoviária.
b) Após as primeiras medidas e de acordo com a negociação institucional entre o Governo Regional e da República, fez-se um levantamento exaustivo e minucioso dos prejuízos públicos e privados.
c) Após o levantamento dos prejuízos era necessário quantificá-los e encontrar meios legais para o seu financiamento.
d) Com a “Lei de Meios” foi encontrada a forma financeira e legal.
Agora com a sua publicação e após levantamentos técnicos, topográficos, estudos geológicos, projectos e cálculos das obras irão ser objecto dos seus concursos públicos para que a reconstrução se inicie em força de modo no mais breve possível tudo volte à normalidade. Esta é a resposta adequada a quem quer aproveitar-se da desgraça alheia para fazer política. A política séria não se compadece da demagogia, das mentiras e das inverdades.Por isso, o Povo da Madeira tem durante todos estes anos castigado aqueles, como os Socialistas da Madeira que se aproveitam da “desgraça” alheia para fazer política partidária. Respeitem o Povo da Madeira, pois este bem o merece, pois tem sabido e bem transformar com o seu trabalho uma Região que sempre foi perseguida e castigada pelos políticos socialistas da Madeira e de Portugal!".

sexta-feira, abril 30, 2010

Jaime Ramos alerta para manobras de "um ou dois infiltrados no grupo parlamentar do PS/Madeira"...

"A tragédia que atingiu a Madeira a 20 de Fevereiro último, por ironia do destino, gerou uma onda de solidariedade por parte dos portugueses do continente português como nunca antes se havia visto. A onda de solidariedade espontânea levou a maioria dos políticos portugueses, que então nutriam pela Região e pelos madeirenses os sentimentos mais negativos, a mudarem o seu discurso e a sua atitude. A lamentar a perda de vidas, a destruição de bens particulares e públicos, o velho ditado: “Há males que vêm por bem”, encaixa na perfeição. Considero esta onda de solidariedade do povo português sincera e verdadeira. Porém, pessoalmente, não acredito que a atitude dos políticos portugueses, que sempre odiaram a Madeira, seja sincera mas antes interesseira. Quiseram sim aproveitar a onda de solidariedade nacional para manterem a pouca popularidade que possuem junto do eleitorado, fruto da sua atitude arrogante e colonialista. Como já se esperava, pois sempre demonstraram que acima dos interesses partidários estão os interesses da Madeira, os governantes Madeirenses aceitaram e bem esta solidariedade, para em conjunto reconstruir a Madeira.
Todos sabem que o PPD/PSD-Madeira sempre pugnou primeiro pelos interesses da Região acima dos interesses partidários, mesmo estando contra os seus parceiros partidários nacionais. O mesmo não aconteceu nem acontecerá com os políticos da oposição política madeirense, em especial do Partido Socialista, que prefere e sempre preferiu estar ao lado dos inimigos da Madeira quando se tratava de estar em solidariedade com as políticas nacionais contra os interesses da Madeira e dos Madeirenses. Nem mesmo perante a calamidade de 20 de Fevereiro a oposição Madeirense e em particular o Partido Socialista alterou as suas atitudes, pois continua a apresentar na Assembleia Legislativa Votos e Propostas de Decreto Legislativo que são autênticos atentados ao Povo da Madeira.
Continuam os Socialistas e a oposição a fazer Propostas que são a demonstração inequívoca que não aceitam a realidade das causas que assolou a Região como uma causa natural. Aproveitam a desgraça das pessoas e das famílias para tirarem proveito político-partidário em vez de se associarem à solidariedade nacional, que neste momento é muito mais importante e necessária para que em conjunto todos possamos reconstruir a Madeira. A actual direcção do Partido Socialista segue a mesma linha de orientação, continua a pensar que denegrir, caluniar, difamar os Governantes da Madeira e o PPD/PSD da Região é a melhor opção para melhorarem a sua já fraca e débil representação parlamentar. Actualmente com uma representação parlamentar de sete deputados, a direcção do PS continua desesperada e sem entender que há momentos em que o interesse do povo é muito superior ao do partido.
Estou convencido que um ou dois infiltrados no grupo parlamentar do PS/Madeira pretendem mesmo que este deixe de ter sete deputado em 2011 para serem apenas quatro, em vez de ocuparem uma pequena carrinha passarão a ocuparem um simples “táxi”. Têm os socialistas da Madeira o complexo de inferioridade e por tal procuram permanentemente fazer Propostas no sentido de a Região aumentar as suas despesas e reduzir as suas receitas. Mas tão grave como a atitude dos Socialistas da Madeira é determinada comunicação social controlada pelos clãs Blandys, Welshes, Trindades e Caldeiras que num permanente acto de desespero preferem denegrirem a imagem da Madeira e dos Madeirenses. Tal facto é conseguido com a colaboração dos seus “escribas” desonestos e incompetentes que divulgam notícias e factos não verdadeiros em relação às verdadeiras políticas e à realidade que o PPD/PSD pretende desenvolver no sentido da reconstrução da Madeira ser uma realidade em breve. Tudo em prol da Madeira e para que não pare o desenvolvimento socioeconómico da Região. Embora lamentemos a existência de qualquer cidadão desempregado, temos uma percentagem mais baixa de desempregados em relação ao todo nacional e temos um menor número de famílias e pessoas a receber o RSI do país. Quase que rogo a esses complexados incompetentes e invejosos do PS e dos clãs que o apoiam que continuem essas políticas de terra queimada para que nas próximas eleições o povo da Madeira saiba castigar quem prefere a destruição social e económica, como o faz o PS e os seus independentes que o integram" (editorial de Jaime Ramos, director do "Madeira Livre", edição de Maio de 2010)