Mostrar mensagens com a etiqueta Madeira Livre. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Madeira Livre. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, março 29, 2012

Jaime Ramos: “Qual o interesse em continuarmos a ser Portugueses, se o Estado em vez de nos ajudar ainda nos explora?"

"Os Madeirenses e Porto-santenses já se aperceberam que os Ingleses se apoderaram no período da ditadura, antes do 25 de Abril, dos melhores recursos desta Ilha. A perda de regalias e mordomias tem gerado uma onda de revolta e contestação. A prova é a campanha diária realizada pelo matutino regional DN coligado, obviamente, com os partidos da oposição que diariamente difamam, denigrem e ofendem o povo Madeirense e Porto-santense.
Relembremos a última Campanha Eleitoral para a Assembleia Legislativa da Madeira. Com certeza os Madeirenses e Porto-santenses se aperceberam que na oposição não havia Partido político com projetos concretos e com políticas objetivas para a Madeira. Havia sim um grupo liderado pelo DN com o objetivo de denegrir, difamar e ofender o Povo. Como os objetivos do DN, dos Ingleses e de toda a oposição não foi alcançado, pois no momento decisivo o Povo não acreditou nas suas mentiras nem aldrabices, o resultado foi voltar a enfrentar uma oposição que faz política baixa através do ataque vil e cobarde. Perante este cenário, o PSD e o seu Governo têm agora a responsabilidade de desenvolver políticas para os Madeirenses e Porto-santenses que assente na recuperação económica e social.
Foram as políticas desastrosas do PS e de Sócrates que conduziram Portugal a esta situação.
2012 não será um ano fácil, conforme reflete o Orçamento da Região aprovado em 15 de Março último, pois a imposição colocada pelo PSD e CDS da República, para o empréstimo de 1.500 milhões de euros, não nos possibilita a execução do nosso Programa como pretendíamos. Contudo, apesar de tantos constrangimentos, esperamos sim com dignidade, dedicação e trabalho podermos recuperar a economia e criar emprego. O nosso objetivo face à atual situação económica, social e financeira do País, é chegarmos ao fim do mandato de 2015 e termos as contas consolidadas, e que o crescimento económico e a diminuição do desemprego seja uma realidade. O Partido Socialista não tem vergonha, é o responsável pela atual situação do desemprego, é responsável pela atual situação económica e financeira e diz ao Povo exatamente o contrário. Mais um procedimento irresponsável e mentiroso da terceira maior força política da Região.
Todos sabemos que a Região tem uma dívida de 3 mil milhões de euros de dívida direta e de 2,8 mil milhões de euros de dívida indireta, mas também sabemos que toda essa despesa foi de investimento verdadeiro e real em prol dos Madeirenses e Porto-santenses. Temos e vamos demonstrar que temos capacidade de pagar a nossa dívida, não precisamos dos Portugueses para liquidar o nosso investimento, pois temos receitas e capacidade para fazê-lo. Não podemos perdoar o não cumprimento dos deveres para com os Madeirenses e Porto-santenses no que diz respeito às transferências de Saúde e da Educação.
O valor em dívida da Saúde e da Educação da República Portuguesa à Região é na ordem de 9 mil milhões de euros. Se este valor tivesse sido transferido a tempo e horas, a Região não teria necessidade de qualquer empréstimo financeiro e não teria qualquer défice ou dívida.
Portugal e os Portugueses devem à Madeira, e têm também vivido à custa dos Madeirenses e Porto-santenses, e não como a Comunicação Social Portuguesa com a conivência dos “mercenários” da Região dizem que a Madeira vive à custa dos Portugueses. Temos de ter coragem e força para desmentir, onde quer que seja, que a Madeira não vive à custa dos Portugueses mas sim das suas próprias receitas.
Nesta conjuntura, faz sentido pensar, seriamente, se deveremos continuar a pertencer à República Portuguesa.
Nascemos Portugueses, não renegamos, mas perante a realidade, perante a postura que os responsáveis da República antes e depois do 25 de Abril têm tido com a Madeira, o seu POVO tem de reagir e dizer BASTA! Qual o interesse em continuarmos a ser Portugueses, se o Estado em vez de nos ajudar ainda nos explora?
Qual o interesse em continuarmos a ser Portugueses se o Estado impõe-nos leis que não são adequadas às realidades e especificidades regionais? Qual o interesse em continuarmos a ser Portugueses se o Estado quer, após termos conseguido conquistar uma Autonomia política, retirar ao Povo Madeirense e Porto-santense todos os direitos conquistados e adquiridos? Temos que pensar e agir e dizer a Portugal que com estas atitudes colonialistas preferimos ser Madeirenses e não Portugueses!”
(editorial de Jaime Ramos no Madeira Livre de Abril)

quinta-feira, março 01, 2012

Alberto João Jardim: “O CDS”

"Ao longo destes trinta e oito anos após o 25 de Abril, é preciso também uma certa atenção ao que o CDS foi fazendo. Diz a História que quando o General António de Spínola manifestou a sua opinião de ser necessário um partido político à “direita” do então PPD de Sá Carneiro, foi Álvaro Cunhal quem sugeriu que chamasse Freitas do Amaral, que logo integrou o Conselho de Estado da época e fundou o CDS. Num momento em que a “esquerda” era esmagadoramente maioritária e o partido comunista efectivamente mandava – com a tropa “às aranhas” – Cunhal, assim, conseguia dividir o campo não marxista.
Valeu ao CDS Adelino Amaro da Costa, tragicamente falecido com Sá Carneiro no atentado de Camarate, o qual, na altura, deu uma Doutrina ao Partido, hoje totalmente subvertida pelo delirante ultraliberalismo à Portas. Falecido Adelino, de quem fui colega na turma C do primeiro ano, no Liceu Jaime Moniz 1953-54 – ele era o n.º 1 (Adelino) e eu o n.º 2 (Alberto) – Freitas do Amaral que fizera a AD com Sá Carneiro e os Monárquicos, depois rebentou a AD com Balsemão, ficou de fora do “bloco central”, foi candidato presidencial da AD, afastou-se de Cavaco Silva, deixou o CDS quando este com Portas & Companhia se meteu em derivas anti-europeístas, aproximou-se de Mário Soares, foi ministro socialista, deixou o Governo. Entretanto, Portas & Companhia, depois de aquele ter sido membro da Juventude Social Democrata (JSD) – tal como Sócrates... é a sina!... – fundou um semanário, mais um que faliu, só para atacar e demolir a estabilidade e o crescimento que dez anos de Governo Cavaco Silva trouxeram ao País.
Aliás, depois do 25 de Abril, foi nesses dez anos de “cavaquismo” que se verificou o único crescimento real da Economia portuguesa, ainda que não tanto como no “marcelismo” anterior, então em economia de guerra. Na Madeira, enquanto pairava a ameaça do estabelecimento definitivo de um regime comunista em Portugal, com consequências letais para os que dávamos a cara no combate anti-comunista pela Democracia, o CDS nunca abriu sede, ficando as despesas do combate para o PSD e, na clandestinidade, para os núcleos da Flama.
O CDS aparece a se candidatar às eleições para a Assembleia Constituinte, tendo então ensaiado os seus primeiros actos públicos, onde foi miseravelmente agredido e boicotado por energúmenos e boçais activistas da pseudo-“esquerda”, nomeadamente do partido socialista e da denominada “fec”, depois UDP, agora “bloco de esquerda” defunto na Região. Com a intervenção dos Militares democratas, em 25 de Novembro de 1975, ficou aberto o caminho para a Democracia. No Comité Central do PCP, Cunhal reconhecia que haviam perdido a cartada de estabelecer um regime comunista em Portugal, que a ter acontecido poderia ter travado a queda do império soviético no final do século XX. Mas foi nessa ocasião que Cunhal determinou que, embora perdido o regime, os comunistas não podiam perder os lugares que tinham conquistado no aparelho de Estado, nomeadamente na Administração Pública, nas empresas públicas, na Justiça e na Educação.
A primeira vitória comunista post-25 de Novembro foi a aprovação do ainda presente regime constitucional, em que o CDS teve o bom senso de não o votar, e o PSD a falta de senso de fazê-lo, apesar da discordância de Sá Carneiro, então doente, o que originou os problemas internos que se seguiram no interior deste Partido.
Estabelecido o presente sistema político-constitucional que trouxe Portugal à situação em que hoje se encontra – apesar dos alertas de Francisco Sá Carneiro e, com Este, do PSD/Madeira – seguiram-se as eleições para a primeira Assembleia da República e, depois, para as primeiras Assembleias Legislativas da Madeira e dos Açores.
Nestas, já se nota que, para o CDS na Madeira, o “inimigo principal” passou a ser o PPD/PSD, embora para Este o “inimigo principal” continuasse a ser a pseudo-“esquerda”. O CDS passou a aglutinar da extrema-direita local à direita mais conservadora, assente em dois pressupostos. Um, o de que o PSD já tinha feito o trabalho de risco que Lhe competia – suster a pseudo-“esquerda” e conquistar a Autonomia Política – pelo que o poder deveria ser devolvido às pseudo-elites da “Madeira Velha” em que o CDS se arvorava. O segundo pressuposto, também até hoje errado, era o de que se a população madeirense não votasse PSD, votaria à “direita” e não à “esquerda”.
As bases sociais deste CDS consistiam nos sectores menos alfabetizados, nos caciques locais feitores dos ingleses, dos grandes senhorios e da “união nacional”, e numa burguesia urbana menos inteligente, mais snobe, de educação reacionária e, dizendo-se “cristã”, farisaicamente prioritando a religião do dinheiro. Aliás, parte desta burguesia faliu, por inadaptação aos tempos novos. Depois, a partir de os sociais-democratas terem extinguido a colonia, a ruptura com o CDS ficou definitivamente, nunca tendo existido “aliança democrática” na Madeira, até aos dias de hoje, mesmo com essas coligações em Lisboa. A hostilidade entre os dois Partidos, regionalmente, foi crescendo à medida que o PSD mudava completamente a Madeira e o Porto Santo. E não só por causa das mudanças físicas, materiais, mas mais pelo nascimento de uma nova sociedade com novos costumes, com consciência dos seus Direitos e sem perder Valores.
Tal hostilidade permanece, mesmo quando há uma divisão nesta extrema-direita, por razões reacionárias dos foros familiares e sociais, em que alguns “meninos bem”, exibicionistas e parvos, saem do CDS para formar um outro partido extremista pró-“Madeira Velha”.
Entretanto, ao longo dos anos, partindo da tal burguesia urbana conservadora e de outro fenómeno social interessante que são os burgueses da “esquerda caviar”, travestida de “socialista” e associada àqueles ingleses que nunca aceitaram as mudanças na sociedade madeirense – como se não os topássemos!... – foram ensaiadas duas coligações CDS-socialistas (vejam a coerência deles todos!...), mas em eleições autárquicas, por motivos óbvios. Claro que se saldaram sempre em desastre, pois os Valores do Povo Madeirense não pactuam com aldrabices, incoerências e jogos sujos. E o CDS fez estas “coligações” tão desastradamente que, sendo o maior partido da Oposição nos três Concelhos do norte da Madeira, e ainda na Calheta, cedeu as suas posições em todos esses Municípios nortenhos à esquerdalhada socialista! Assim, na Região Autónoma, nestes trinta e seis anos de Autonomia Política, pelas evidentes razões de todos conhecidas, o CDS fez sempre do Partido Social Democrata o “inimigo principal”. Até chegou a fazer “conferências de imprensa” conjuntas com os comunistas! Vendeu tudo o que tinha para vender, a começar pelos Princípios, só pela obstinação anti-sociais-democratas.
Bom exemplo de hipocrisia e de farisaísmo, até ajudou à tentativa de fechar o “Jornal da Madeira”, mãos dadas com os interesses Blandys.
Para desgosto do CDS local, uma coligação PSD-CDS derrotou-lhes os amiguinhos socialistas e formou Governo em Lisboa. A grande preocupação dessa gente foi que o acordo de coligação não se estendesse às Regiões Autónomas!...
Mas, também sendo evidente não existir coincidência de pontos de vista entre o PSD/Madeira e o Governo central PSD-CDS, em Lisboa surgiu o desejo legítimo de transplantar essa coligação para o nosso Arquipélago, bem como as respectivas políticas. Daí todo o triste folclorismo nas eleições regionais, a partir de Lisboa, em que o objectivo claro era afastar quem nunca quis, nem quer, “alianças” com o CDS, nem professa o liberalismo económico, nem o pós-modernismo nos costumes, quem tem a independência de não pertencer a “sociedades secretas”, nem se enfeudar a lóbis económicos ou a corporativismos. Foi-se ao ponto de a visível e permanente arrogância do CDS local – tão ao gosto da burguesia!... – pretender uma coligação com o PSD mas, apesar de partido mais pequeno, impondo condições e até nos pretendendo designar o líder!
A verdade é que a pouca-vergonha emitida de Lisboa para as eleições regionais, com os intuitos que denunciámos, foi de uma intensidade tal que assustou muita burguesia – daí os resultados do CDS – embora o Povo se mantivesse consciente e solidário com o Partido Social Democrata. Derrotados os intentos de Lisboa e do CDS local nas eleições, no entanto assiste-se a uma mudança de estratégia no principal adversário de sempre dos sociais-democratas madeirenses, o grupo Blandy, motor de força dos saudosistas do “ancien régime”.
Durante trinta e muitos anos, os Blandys desenvolveram uma aliança com a pseudo-“esquerda” madeirense, desde a burguesia da “esquerda caviar” local, aos comunistas. O “diário de notícias” e a sua rádio foram mesmo entregues a militantes políticos comunistas e socialistas, tudo no intuito de derrubar o PSD. Depois, arrumariam a casa... e os fulanos.
Só que os Blandys, os seus feitores e os seus associados burgueses da “esquerda caviar” agora chegaram à conclusão, depois de tanto tempo, que não há hipóteses para este partido socialista onde, por a burguesia pseudo-socialista ser incompatível com basismos rafeiros, não é possível uma unidade interclassista. O PS transformou-se num clube de Pereirinhas, Maximianos e quejandos, mais a mais arrastando nos próximos anos o odioso do que Sócrates fez à Madeira.
Pelo que se assiste a uma viragem de novena graus no grupo Blandy, que passa a considerar e a instrumentalizar o CDS como meio principal para os seus “ódios eternos” aos autonomistas sociais-democratas.
E de nada servirá a militância política esquerdóide dos funcionários do “d.n.” e sua rádio, pois, ou agora apoiam o CDS, ou então rua!...
Claro que o CDS agradece, Portas e Rodrigues banqueteiam-se e viajam com o panfleto, Blandy fica ideologicamente mais confortado e ao partido socialista resta-lhe ficar à esmola dos sobejos.
E não é por acaso que esta rotação de noventa graus tem a “oportunidade” de jogar – e de se articular ao longo do dia – com a situação na RTP/RDP locais, estas nas mãos da maçonaria a partir de Lisboa e utilizadas como consentidas armas de arremesso contra o PSD/Madeira, o qual não coincide com a coligação de Lisboa, nem com a respectiva orientação.
É neste quadro que ao seu bom estilo hipócrita e farisaico, o CDS, apesar de Governo em Lisboa, finge nada ter a ver com as medidas que foram impostas à Madeira!
É neste quadro que os autonomistas sociais-democratas têm de agir com determinação e força.
O nosso caminho de sucesso foi o de saber o que queremos e o que fazemos. Não nos deixarmos atrair à “esquerda” ou à “direita”. Tendo a determinação de afirmarmos o nosso projecto, de consolidarmos a nossa identidade e de abrir espaço através de políticas que simultaneamente são diferentes e mesmo opostas à “direita” e à “esquerda”.
É por aqui o percurso. Como sempre, feito de consequentes adaptações às conjunturas. Com responsabilidade e sem temores, em qualquer circunstância. Em luta e não virando a cara à luta!”.
(artigo de Alberto João Jardim publicado no Madeira Livre, publicação editada pelo PSD da Madeira)

quarta-feira, setembro 28, 2011

Alberto João Jardim: “A VERDADE SOBRE A MADEIRA”

"1. Quando assumi o Governo da Região Autónoma da Madeira, este arquipélago era a zona mais pobre do País. Havia muita gente, bem como povoados, a viver nas condições humanamente mais degradantes.
2. Obviamente que os meus esforços foram no sentido de trazer os Portugueses da Madeira ao mesmo nível de condições e de qualidade de vida da média dos restantes Portugueses.
3. Para conseguir este Direito fundamental, tive de desenvolver políticas que não mereceram o acordo de Lisboa - que é diferente do Continente – pois os Portugueses da Madeira não iam continuar para trás, só para fazer a vontade, em Lisboa, àqueles que não aceitavam os nossos Direitos à diferença política e à igualdade de cidadania entre todos os Portugueses.
4. Assim, deu-se prioridade ao investimento e ao aproveitamento dos Fundos Europeus, em prejuízo de políticas subsidiaristas e de consumo, mesmo à custa de imediatos proventos eleitorais.
5. O investimento não seguiu um critério exclusivamente economicista, em termos de rentabilidades directas e imediatas, mas também teve objectivos sociais, culturais e ambientais, com retornos financeiros indirectos, ou apenas benefícios sociais indiscutíveis e inadiáveis em termos de dignidade e de qualidade de vida.
6. Esta política foi duramente contestada em Lisboa e pela Oposição regional, acarretando-nos os ódios da Direita e da Esquerda, aquela porque houve uma Revolução Tranquila, a Esquerda porque fizemos o que ela gostaria de ter feito, mas se revelou incapaz. Se não tivéssemos mantido firmemente esta política quando havia dinheiro disponível na União Europeia, em Portugal e nos Bancos, se tivéssemos seguido a Oposição local ou certos sectores da Opinião Pública de Lisboa, hoje como estaria a Madeira? Sempre no maior atraso, pois agora todos conhecem a impossibilidade de fazer o que então se fez.

Quem teve razão?
7. Mas, a par desta política, também fomos sempre mantendo uma oposição ao sistema político-constitucional da República Portuguesa, alertando o todo nacional para a sua inadequação às realidades portuguesas, e vaticinando, desde há dezenas de anos, que Portugal acabaria por mergulhar num impasse dramático.
Quem tinha razão?
8. Desde a colonização, a partir de 1418, e até à Autonomia Política (Constituição de 1976), isto é, durante cinco séculos e meio, está comprovado que, à volta de dois terços do valor produzido na Madeira, ia para as mãos de Lisboa. Mas, na propaganda orquestrada para a Opinião Pública, é como se a Madeira só tivesse sido “descoberta” depois da Autonomia. E, mesmo depois da Autonomia, a Madeira, com as suas receitas, paga toda a despesa pública, incluindo investimentos e o aproveitamento dos Fundos Europeus, à excepção dos poucos Serviços que estão sob tutela de Lisboa. As dotações do Orçamento de Estado, à volta de dez por cento do Orçamento Regional, são para compensar receitas fiscais geradas na Madeira mas pagas aos cofres do Estado central. É falso que a República Portuguesa, no Governo Guterres, tenha pago as dívidas dos Açores e da Madeira. Cumpriu, sim, o que estava na lei, no sentido de as Regiões Autónomas beneficiarem das receitas das privatizações operadas nos respectivos territórios, consignando-as ao abatimento da dívida pública. Afinal, passados quase seis séculos, já que querem ir por este caminho, quem ainda “deve” a quem?
9. Em 2006, instrumentalizando o Estado português para fins político-partidários, o Governo socialista, com a abstenção farisaica do CDS, aprova uma nova lei de finanças regionais que retira à Madeira, no decorrer de um mandato e com investimentos já adjudicados e expectativas legítimas estabelecidas, várias centenas de milhões de euros, entregando-os aos cofres de Lisboa e dos Açores (estes, recebendo três vezes mais do Estado e da União Europeia, do que a Madeira, não se lhes percebe o atraso). E não se tratou só do roubado. É que a falta de liquidez impediu a Madeira de aproveitar também centenas de milhões de Fundos Europeus, já que a quota nacional, no arquipélago, é paga pelo Orçamento Regional.
10. Mesmo após as catástrofes de Fevereiro de 2010, e apesar de a Assembleia da República, poucas semanas antes, ter com uma nova lei atenuado os efeitos da lei megera das finanças regionais socialista, a Madeira teve de abdicar da tal nova lei mais favorável, em troca de ser prestada assistência através de uma Lei de Meios.
11. A par disto e apoiado num chorrilho de mentiras, o Governo socialista tentou inviabilizar a Zona Franca da Madeira, absolutamente imprescindível ao futuro da Economia do arquipélago e também a toda a Economia portuguesa, fazendo assim um frete – a que preço? – às Zonas Francas europeias concorrentes.
12. Perante tantas adversidades, das duas, uma. Ou a Madeira se rendia, parando tudo, da Educação à Saúde, passando pelos investimentos e aumentando o desemprego ainda mais, e assim “obedecia” aos intentos socialistas. Ou a Madeira prosseguia, mesmo à custa da dívida pública, procurando contribuir politicamente para a queda dos socialistas. Em consciência, optei por esta via de Resistência legítima e democrática. Fizemo-lo com a Transparência de quem não tem compromissos com interesses económicos ou sociedades de fins menos transparentes, colocando os Direitos do Povo Madeirense acima de quaisquer posições partidárias quaisquer que estas sejam. Assumindo os custos da independência pessoal.
13. Eleito um novo Governo da República, a Este solicitámos uma intervenção, em termos semelhantes aos da “troika” para Portugal. Se os Portugueses da Madeira têm de fazer sacrifícios em solidariedade com os restantes Portugueses – e apesar dos alertas de decénios sobre a situação em que Portugal mergulhou – então os Portugueses da Madeira têm o mesmo Direito dos restantes Portugueses em ver também resolvida a sua situação financeira e nas únicas condições possíveis, as da alavancagem da Economia, inclusive Zona Franca.
14. Esta questão das contas da Madeira, particularmente explorada também por aquele segmento da “troika” com funcionários da União Europeia – traquinices da Internacional Socialista?... – serve às mil maravilhas para não se falar do resto, apesar de o passivo madeirense, no seu global, ser uma gota no oceano do descalabro português.
Porque esse resto, todo o gigantesco resto, é a situação a que os socialistas trouxeram Portugal. Enquanto se fala da Madeira na Opinião Pública, esta fica alienada dos verdadeiros problemas enormes que vai enfrentar e sofrer.
15. Isto, o que se passou e se passa, abstendo-me de entrar, agora, noutras considerações de natureza política, constitucional e de interesses financeiros e de outras naturezas, em jogo no espaço nacional, os quais levaram à manifestação de tanta falta de carácter em Lisboa, mentindo e deturpando, incidindo no momento eleitoral que se vive na Madeira
" (texto de opinião de Alberto João Jardim, publicado na última edição do Madeira Livre)

Jaime Ramos: "O PS colocou o país na miséria, gastando dinheiro em Fundações, como a do Mário Soares e do Saramago"

"Domingo, dia 9 de Outubro é o GRANDE DIA . Vamos a votos!
A Madeira não parou nem vai parar. O nosso caminho é PRÀ FRENTE dando continuidade ao nosso projecto Autonómico de desenvolvimento económico e social.
O Povo da Madeira e do Porto Santo não pode deixar de exercer o seu dever de VOTAR naqueles que lhes deram Qualidade, Dignidade, Desenvolvimento, Saúde, Educação, Emprego e Poder de decidir o seu destino.
Estamos perante um candidato que é o DR. ALBERTO JOÃO JARDIM e os outros que são “arrebanhados” por Ingleses do “DN” que querem voltar a colonizar a Madeira.
Estamos perante um PPD/PSD-Madeira que transformou uma REGIÃO pobre numa Região desenvolvida, moderna e digna dos Madeirenses se orgulharem de todo o seu trabalho e dedicação.
Um olhar atento às outras candidaturas e facilmente verificamos que são os mesmos desesperados, incompetentes, traidores e vigaristas que desde 1976 vêm denegrindo os Madeirenses e Porto-santenses sem qualquer escrúpulos e sempre ao serviço dos “mercenários” dos Ingleses do DN.
São sempre os mesmos que lançam permanentemente suspeitas da situação financeira da Região, mas esquecem-se que há obra, há benefícios e investimentos para o Povo, ao contrário do que queriam a oposição e os Ingleses do DN.
Há dívida, mas há obra. Enquanto o PS com o apoio dos Deputados à Assembleia da República colocaram o País na miséria, gastando dinheiro em Fundações, como a do Mário Soares, que recebe quase um milhão de euros do Estado, e a de Saramago, que recebe milhões dos contribuintes Portugueses e da Madeira.
Há que responsabilizar os Governadores e Administradores do Banco de Portugal que foram os responsáveis dos 5 milhões de euros do BPN que temos de pagar.
Há que responsabilizar os Governadores e Administradores do Banco de Portugal dos 50 mil milhões das Empresas Públicas da República, da Televisão que deve um milhão e das Estradas de Portugal que já tem um “buraco” de 30 mil milhões.
Nestes casos, o ministro das Finanças não fala, simplesmente porque não lhe convém.
É mais fácil falar da Madeira, mas o melhor seria ficar calado.
Temos capacidade para pagar a nossa dívida, pois temos activos, enquanto Portugal não tem capacidade ou activos para pagar as asneiras do BPN, das Empresas Públicas, da RTP ou do Metro do Porto. No entanto, os Madeirenses vão ter de pagar pelas asneiras socialistas que estranhamente este Governo está a dar cobertura.
Vamos continuar a nossa obra, vamos ter alguns sacrifícios, mas para pagar aquilo que é nosso e não para pagar as asneiras de Sócrates e de Max.
No domingo, dia 9 de Outubro, só uma opção clara no PSD/Madeira poderá levar os Madeirenses a continuar o seu trabalho, a manter o seu emprego.
Temos condições, capacidade para não parar o desenvolvimento na nossa Madeira com ALBERTO JOÃO JARDIM à frente do destino Madeira. Não podemos nunca admitir em algum momento que incompetentes, complexados e traidores sejam eleitos pelo Povo que foi traído e enganado.
DOMINGO 9 de Outubro é dia de votar!
VOTE em quem o ajudou, em quem lhe proporcionou a Qualidade de Vida que possui.
Vote no PPD/PSD!"
(editorial de Jaime Ramos, director do quinzenário Madeira Livre editado pelo PSD da Madeira)

Mais uma edição do "Madeira Livre"

quarta-feira, setembro 14, 2011

Alberto João Jardim: “Eleições de Outubro são entre o PSD e o poder económico inglês"

"Com a conquista da Autonomia, de que o Partido Social Democrata foi e é vanguarda militante, procurou-se aproveitar todas as oportunidades que se ofereciam ao arquipélago. Tivemos a visão política para fazê-lo, enquanto havia disponibilidades financeiras na União Europeia, na República Portuguesa e nos Bancos. Entretanto, os partidos da Oposição foram-se opondo a tudo quanto fizemos e fazemos. Se não tivéssemos visão política e se fôssemos atrás das asneiras da Oposição, como estaria agora a Madeira?!...
É a esta Oposição que os Madeirenses e Porto-santenses querem entregar a nossa terra?!...
A oposição que liberalizou a droga e o aborto, que instituiu o casamento homossexual e o divórcio “na hora”, que abandalhou a Justiça?...
E ao mesmo tempo que o PSD transformava o arquipélago, não apenas materialmente, mas sobretudo cultural e socialmente, opusemo-nos sempre ao regime político da Constituição de 1976, alertando todo o País para que iríamos cair numa situação gravíssima, como tragicamente agora sucede, estando Portugal sob tutela estrangeira. Também, aqui, ninguém nos poderá negar visão política. Vão entregar a Madeira e o Porto Santo a uma Oposição que pactuou com o sistema político português e que condenava as nossas posições que afinal e infelizmente a triste realidade de hoje confirma?!...
Mas o sistema político português, embora politicamente caduco e financeiramente imoral, serve para cobrir importantes interesses materiais que, a coberto de vários tipos de “sociedades secretas”, dominam Portugal e os Partidos, porém sobre elas, covardemente, caindo um silêncio de cumplicidades e de tabus. Falar contra o sistema, como faz o PSD/Madeira, acarreta o ódio de todas essas forças instaladas, explica o enorme investimento que é feito em propaganda contra nós na comunicação social nacional – somos um pequeno território onde a população não atinge os trezentos mil – implicou que a maçonaria tivesse um plano frustrado para tomar o PSD/Madeira, e traduz a mobilização, de volume sem precedentes, que nestas eleições é feita contra os autonomistas sociais-democratas e principalmente contra a minha pessoa.

Não tenho medo.

Já em 2006, o Governo socialista, com a abstenção cúmplice e miserável do CDS, lançou uma ofensiva financeira, sem paralelo, contra o Povo Madeirense. O objectivo, sem olhar às consequências para a população, era paralisar por completo a vida da Região Autónoma e, assim, provocar a queda do Governo social-democrata. Nesta manobra, que roubou o Povo Madeirense em favor dos cofres de Lisboa e dos Açores, da parte da Madeira, estiveram envolvidos principalmente Maximiano, agora candidato a Presidente do Governo Regional, e ainda Jacinto Serrão, bem como os dirigentes socialistas locais e jornalistas que funcionam como estrategas tolos do PS doméstico. A tudo isto acresceu a tragédia de 20 de Fevereiro de 2010 – de forma traiçoeira divulgada para o mundo inteiro, ao longo do tempo e contra os interesses da Região, pela RTP local – os incêndios florestais desse ano também propagandeados pela RTP local para o exterior e a nuvem de cinza que então abortou a recuperação do Turismo que se desenhava logo a seguir às aluviões. Não bastando, em 2009 rebenta a grande crise financeira internacional, ainda hoje no auge, a par do desastre da governação socialista portuguesa. A irresponsabilidade do sistema capitalista após a queda do Muro de Berlim, a especulação financeira e os poderes financeiros a se sobreporem aos poderes soberanos dos Estados obrigam a uma profunda revisão das estruturas, quer do Estado, quer dos sistemas económico-financeiros, quer do próprio sistema capitalista!
Perante tudo isto, ou o Povo Madeirense se rendia, fazendo a vontade aos socialistas, e desistia do caminho do progresso, parando tudo como eles pretendiam. Ou, como fizemos bem, optámos por aumentar a dívida pública, não parando a vida regional e resistindo até à queda dos socialistas.
Ninguém nos pode negar a capacidade de sabermos enfrentar e resolver todas as grandes contrariedades.
Ninguém nos pode negar a capacidade para liderar uma resistência efectiva aos adversários do Povo Madeirense.
Ninguém nos pode negar, ao longo de mais de trinta anos, a nossa capacidade para negociar em todas as situações complicadas que se foram sucedendo.
E chegámos ao presente momento político. As próximas eleições regionais não vão ser decididas entre o PSD e qualquer dos outros Partidos. São um confronto entre o PSD, e eu principalmente, de um lado, e o poder económico inglês do antigamente, expresso pelos Blandys, Welsh, Miles, juntos a uma burguesia rica mascarada de “esquerda”, grupo do qual os partidos da oposição não passam de marionetas. É engraçado que alguns desta burguesia rica mascarada de “esquerda”, no 25 de Abril, Trindade, Caldeira, Maximiano e outros sobejamente identificados, tinham nada, apenas uma mão à frente, outra atrás. Enquanto enriqueceram com o sistema democrático que a Social-Democracia lhes propiciou, fez-se uma campanha contra uma série de Empresários que já eram de posses nas suas Famílias antes do 25 de Abril.
Para quê?
Para ocultar, fazer esquecer, quer a exploração sobre o Povo Madeirense antes do 25 de Abril, sobretudo pelo poder económico inglês, quer os sucessos em Social-Democracia – ainda bem – da burguesia nova-rica mascarada de “esquerda”.
Porquê esta bipolarização política, em que do outro lado comanda o poder económico inglês do antigamente, liderando tudo quanto oposição ao Partido Social Democrata, desde a extrema-direita aos comunistas do PCP, “bloco de esquerda” e partido “trabalhista” do Coelho, composto pelos que não trabalham? O PSD fez na Madeira a Revolução Tranquila que a “esquerda” gostaria de ter feito. Mas a esquerda não teve capacidade para tal, quer em pessoas, quer por causa do seu radicalismo. Demos a terra a quem a trabalhava, travámos drasticamente a emigração, mudámos completamente as condições de vida económicas, sociais e culturais. Recuperámos as nossas Comunidades Emigrantes. Revolucionámos na construção de habitação social, no sistema de impostos, nas estradas, portos e aeroportos que não existiam. Mudámos por completo os hábitos e costumes, nomeadamente do mundo rural, reordenámos o território, estendemos a todo o arquipélago a energia, a água potável e de rega, bem como o saneamento básico. Defendemos o Ambiente e criámos zonas protegidas (dois terços do arquipélago). Generalizámos a Saúde e a Solidariedade Social, promovemos a Proteção Civil das populações, a todos alargámos a Educação, a Cultura e o Desporto. Crescemos o valor da Produção Agrícola e reflorestámos a Madeira e o Porto Santo, etc., etc. A paz e a concertação sociais foram indesmentível realidade nestes trinta anos.
Nem a esquerda, nem a direita nos perdoaram.
A esquerda, pela sua impotência ante a Revolução Tranquila que fizemos. A direita, porque tudo isto significou o fim da sua era de dominação, de hierarquias sociais e de exploração do Povo. Eis a razão da situação em que nos encontramos para as eleições de 9 de Outubro. De um lado, nós, autonomistas sociais-democratas. Do outro, o poder económico inglês e a burguesia rica sua aliada, alavancados pela maçonaria e tendo como marionetas os restantes partidos, mais o “diário de notícias” propriedade do Grupo Blandy e a RTP/RDP ainda sob um conselho de administração em Lisboa, socialista e maçónico, com um lóbi excêntrico local que é quem manda por cá, e não os aparentes “directores”. Eis a razão do golpe que foi dado pelos ingleses e pela burguesia rica mascarada de “esquerda”, dentro do partido socialista, colocando o Maximiano como candidato a Presidente do Governo, apesar das suas responsabilidades nas políticas financeiras contra o Povo Madeirense, golpe misteriosamente “aceite” pelas Bases que haviam eleito outro líder! A esta situação, na Madeira, temos de nos opor com firmeza, denunciá-la, nomeadamente a cumplicidade de sempre do CDS com tudo isto. Temos de desmontar as mentiras, aldrabices e falsas “promessas” de todos estes Partidos-Marionetas, há que combater a abstenção e todos votar em 9 de Outubro. Como já o declarou o CDS, e como vão adiantando os auto-impostos “dirigentes” socialistas, eles sabem que não ganham as eleições. Sem-vergonhas, mesmo não as ganhando, não se demitem dos seus tachos partidários de há muitos anos para cá. O que eles confessam, nesta manobra de vale-tudo do poder económico inglês, que, no “diário de notícias”, vai ao descaramento de envolver os comunistas, o que eles pretendem é, se o PSD, mesmo que ganhando as eleições, mas não conseguindo a maioria absoluta de Deputados, então sob a égide Blandy, Welsh, Miles & Companhia Burguesa se constituir um Governo PS-CDS com o apoio parlamentar dos restantes partidos, da extrema-direita aos comunistas!
Votar CDS é pôr os socialistas a governar a Madeira, depois de tudo o que sucedeu!
É fechar o “Jornal da Madeira”, tentar calar também a Igreja Católica e instituir um monopólio de “informação” e de pensamento único através do “diário de notícias” e da RTP/RDP. É o caos na Madeira, resultante de toda aquela salgueirada política no poder e do choque de “interesses” que fatal e posteriormente surgirá numa tão exótica “coligação” da extrema-direita à extrema-esquerda! É o desastre económico, não só por causa dos poderes que voltam a tomar conta do arquipélago, mas também pela perda das condições para imprescindivelmente ser possível uma negociação financeira com Lisboa. É o comprometer irremediável dos quatro objectivos fundamentais que sustentadamente proponho ao Povo Madeirense:
- recuperação financeira da Região Autónoma;
- conclusão dos muitos trabalhos que estão em curso ou já lançados;
- defesa e manutenção do Estado Social;alargamento dos poderes de Autonomia Política
" (texto de opinião publicado no Madeira Livre)

Jaime Ramos: "A nossa campanha prossegue com a adesão de milhares de Madeirenses"

"Não há dúvidas que esta coligação da oposição constituída pelo D.N.(Ingleses) + Trindades + Caldeiras + Jardins Fernandes + PS + CDS + PND + MPT + BE + PCP e que apresenta como escriba o “mercenário” que dirige o panfleto que diariamente mente, injuria, difama, aldraba os poucos que o lêem. É evidente o sentimento de desprezo que nutrem pelo PSD, pelo facto de reunirmos com milhares de eleitores. Face a este facto, a oposição optou por fazer uma campanha diária no designado panfleto, na Televisão e na Rádio do Estado e que custa cerca de 30 milhões/ano. Na realidade, temos uma TV para meia dúzia de indivíduos viverem à custa dos Portugueses não cumprindo a função principal de informar de uma forma isenta, tornando-se em autênticos Órgãos de Comunicação Social de oposição ao PSD, ao Povo da Madeira e do Porto Santo. A nossa campanha prossegue com a adesão de milhares de Madeirenses que diariamente convivem connosco com os candidatos e em particular com o Dr. Alberto João Jardim. Além dos jantares e comícios, todos os fins-de-semana temos 54 equipas no terreno que estão presentes aos Sábados e Domingos nas saídas de 300 Missas que se realizam na Região. São estas formas de estar, de conviver com os eleitores que enervam a oposição. Quanto à campanha em si, temos verificado que o boato, a mentira e a inveja é a arma do D.N., a arma da oposição.
O P.S. não sabe fazer outra coisa, pois nem o seu Líder aparece a falar do seu projecto ou Programa Eleitoral. O P.S. apresenta um afilhado de Sócrates e do Grupo dos sócios dos Ingleses do DN (Trindades + Caldeiras + Jardins Fernandes), que demonstra uma total ignorância da realidade da Região e até pensa que o Povo da Madeira e do Porto Santo embarca em projectos irrealistas e suicidas como foi o de Sócrates. Convém lembrar que foi esse mesmo afilhado de Sócrates que trabalhou no extinto Governo socialista contra a Madeira. Assistimos a um CDS nervoso. Não sei se à procura da tal chave do cofre onde existem muitos documentos comprometedores de submarinos e Casinos. Os restantes andam a reboque destes e diariamente dizem sempre o mesmo e sem qualquer novidade ou conteúdo. O PSD vai continuar o seu trabalho, esclarecendo as populações do que foi feito e do que pretendemos fazer.
Falam em dívida mas esquecem-se que o PIB da Região é o segundo do País. Pois soubemos aplicar os Fundos enquanto outros como César e seus camaradas continuam na miséria e com o PIB mais baixo de Portugal. Roubaram-nos durante 500 Anos. Recentemente Sócrates e os seus camaradas na Região, Max, Pereira e Escórcio, roubaram-nos com a Lei de Finanças Regionais mais de 600 milhões de euros, com o intuito da Região não se modernizar, de não ter as mesmas condições e igualdades dos Portugueses do Continente. Ainda há aqueles que nos criticam por termos desenvolvido na Madeira e no Porto Santo políticas de igualdade acabando por colocar de uma vez por todas os Portugueses da Madeira como Portugueses de 1ª e não de 2ª, como defendem os socialistas e a oposição. Investimos
para o bem do POVO, nas Escolas, nas Estradas, na luz, na água para as habitações ou agricultura, nos Centros de Saúde, etc., o dinheiro foi bem empregue e temos capacidade de pagar a nossa dívida. Por isso, vamos P’RÁ FRENTE! A Madeira continuará o seu trabalho de desenvolvimento, com o PSD vencedor, vence a Madeira e os Madeirenses!" (editorial de Jaime Ramos, no Madeira Livre)

terça-feira, agosto 02, 2011

Alberto João Jardim: "Contra a mafia"...

"Um Governo em Lisboa, liderado pelo Partido Social Democrata, constitui uma preciosa oportunidade para um entendimento são com o PSD/Madeira. Oportunidade preciosa, na medida em que no plano de restauração das finanças públicas nacionais, não há qualquer razão para marginalizar as finanças públicas da Madeira. Não só porque o Povo Madeirense vai suportar todos os sacrifícios que os restantes Portugueses são obrigados a passar por causa do descalabro socialista. Mas até porque merece ser reconhecida a Resistência que os Madeirenses e os Porto-santenses opuseram ao pior Governo de Portugal depois do “comuna” Vasco Gonçalves, quando o resto do País se lhe vergava ou era subjugado. E, todos os que com honestidade intelectual sabem o que custou tal Resistência que contribuiu para manter acesa a luta anti-socialista, como ajudou a derrubar Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia Irresponsável.
Todos sabem que custou o aumento da dívida pública da Região Autónoma.
Porque só havia duas alternativas. Ou a Madeira parava, e era o que os socialistas pretendiam. Paravam obras, aumentava o desemprego ainda mais, cessava o Estado Social nos domínios da saúde, da solidariedade social, da educação, da cultura, do desporto, etc.
Ou então, a outra alternativa pela qual optámos e não estamos arrependidos. Mesmo roubados, não parámos, continuámos tal como era possível, e isso teve um preço. O aumento da dívida pública.
Ora, é o entendimento do sucedido que não ponho em causa o actual Governo da República compreender. Com a solidariedade de Estado e política que nos é devida, pois temo-la sem reticências para com a actual Coligação em Lisboa.
O que me espanta, é haver ainda gente que quer pôr um Governo socialista na Madeira, ou liderado por tal partido!
Gente que quer entregar a governação da Madeira aos que nos roubaram e, por pouco, não fechavam a Zona Franca!
Gente que quer desperdiçar a oportunidade de um Governo em Lisboa com quem a Madeira se pode entender e, antes, prefere estragar tudo de vez, colocando cá os socialistas no poder e reinstaurando uma situação de ruptura, lesiva do nosso Povo. Na conjuntura do momento, uma ruptura que seria absoluta e inviabilizaria o próprio regime de Autonomia.
Gente que, infelizmente, pretende entregar a governação da Madeira ao grupo de interesses económicos mais mafioso que por cá já existiu, mistura de “Madeira Velha”, de “esquerda caviar”, de capitalismo selvagem, de marxismo burro e de incompetência! Em suma, um “cocktail” explosivo que se apoderou do partido socialista local por processos anti-democráticos.
Gente – veja-se!... – que quer pôr a presidir ao Governo autónomo deste arquipélago, precisamente o indivíduo que se bandeou com Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia Irresponsável, na urdidura do plano para afogar o Povo Madeirense e causador das actuais dificuldades!
Pôr a presidir à Madeira, quem traiu os seus próprios eleitores, na medida em que actuou contra o mandato que lhe fora outorgado democraticamente para defender o Povo Madeirense!...
Um falso “democrata” – vê-se que militou no partido comunista até o estouro do império soviético – que até quer fechar o “Jornal da Madeira”.
Indivíduo este, ainda por cima na situação visível de testa-de-ferro do lóbi bem conhecido por venerar sobretudo o “deus dinheiro”, a qualquer preço. Mesmo que o preço sejam os Valores!
Testa-de-ferro de um lóbi que utiliza jornalistas – os que discordam são despedidos – para uma operação de terra-queimada contra a maioria das pequenas e micro Empresas da Região, no intuito de, com o dinheiro que possuem, no meio da tormenta comprarem tudo ao desbarato.
Com a cumplicidade da RTP/RDP onde, tomando-nos por tontos, a ainda administração socialista, na Madeira nomeou novos “diretores” para disfarçar, mas deixou a mandar os seus antigos asseclas.
São tão “espertos”, que o plano está à vista de toda a gente. Que está à vista de toda a gente a tentativa de repetir a História da Madeira, quando ainda na primeira metade do século passado, as Casas Bancárias madeirenses foram empurradas para a falência e o capitalismo inglês local saiu reforçado, inclusive beneficiando de monopólios que lhe concedeu o impropriamente chamado de “Estado Novo”.
É para isto que, na Madeira, serve o Partido Socialista?!...
É a esta gente que o Povo Madeirense vai entregar a governação do arquipélago?!...
Para completar todo este quadro nada exemplar, falta referir que a maçonaria, na Madeira, foi decisivamente impulsionada pelos ingleses. Com a Autonomia e as transformações sociais, económicas e culturais que se deram, a maçonaria viu reduzida a sua força, tanto quanto os ingleses deixaram de ter a que anteriormente possuíam.

Foi aguardando a minha saída e se preparando para o depois, com uma certa discrição e calma mal disfarçadas. Porém, a minha decisão de recandidatura fê-la espumar, daí ultimamente as atitudes tão desenfreadas de vários, alguns de cabeça completamente perdida.
Nada tenho contra o Direito de associação de quaisquer pessoas ou grupos.
Nada tenho com as liturgias que cada um quiser praticar dentro da respectiva casa ou sede.
Com o que não concordo e me oponho, é que sendo a Democracia um regime obrigatoriamente transparente, se recorra ao secretismo para tomar certas decisões que, por o serem nas costas do Povo soberano, correm o risco de não coincidir com o Bem Comum.
Como também não concordo que certas práticas de laicismo, ponham em causa as convicções religiosas de cada um e, sobretudo, atentem contra a Obra social, educativa e cultural da Igreja Católica, no nosso País.
Bem sei que há pessoas que sentem a necessidade de se apoiar em determinado tipo de poderes, mesmo que lhes signifique a perda da sua independência.
Pelo facto de pertencer ao Partido Social Democrata, nunca deixei de me sentir independente, mais a mais com a educação de filho único que sou.
O PSD nunca me impediu de defender a Madeira, nem me exigiu que A subordinasse ao Partido, nacional ou regionalmente, ou a qualquer tipo de outros interesses, sobretudo económicos.
Mas senti e vivi o que se paga caro por ser autenticamente independente, por não temer a solidão, antes, por vezes, preferi-la como companhia”
(texto de opinião de Alberto João Jardim publicado na edição do Madeira Livre a distribuir esta semana)

Mais uma edição do "Madeira Livre"

sexta-feira, julho 15, 2011

Alberto João Jardim: "Chão da Lagoa, a defesa da Madeira pelas mãos do Povo"

"Errados estão os povos que julgam que o progresso e a justiça social, por si sós, lhes serão deparados sem um mínimo de luta. Na Madeira, o Povo pagou caro se conformar com a estrutura socioeconómica, feita de senhorios por um lado, de colonos e de servos por outro, que durante séculos dominou e estratificou a sociedade madeirense. O Povo pagou caro a forma como o Estado português, a Monarquia primeiro, a República depois, também durante séculos impôs a sua autoridade e sacou em seu favor a maior parte do produto do suor dos Madeirenses. Caracterizando assim um regime colonial puro que, no século XX e para não se confundir com o sistema colonial em África, era denominado, numa habilidade de linguagem oficial, como «ilhas adjacentes».
«Adjacentes» a 900 quilómetros e a uma hora e meia de avião a jacto de Lisboa, estão a ver!...
Quando Portugal viveu o seu colapso do vergonhoso «período revolucionário em curso» - sobretudo uma vergonha na História para as Instituições que o promoveram e consentiram – o implodir, num ano, de um império centralizado de cinco séculos e meio, questionava também o futuro das «ilhas adjacentes».
Valeu a estas não serem povoadas por africanos, e as opções dos respectivos Povos serem claramente contra o marxismo pateta em voga, para que os sicários do «finis patriae»(morte da Pátria) aqui travassem as alienações de território.
Valeu aos Açores o interesse dos norte-americanos (hoje, com o evoluir das tecnologias, muito menor), os quais no seu raciocínio de «estupidez matemática» consideravam que a Madeira, a sul da boca do Mediterrâneo, podia muito bem se ir nas Tordesilhas modernas, idiotice dos Kennedys, onde a influência em África privilegiava os soviéticos e na América Central e do Sul adocicava os «yankees». É uma «estória» para ser contada outro dia...
Valeu à Madeira e aos Açores, então os Partidos democráticos terem compreendido que os dois arquipélagos eram indispensáveis à Resistência e à Consolidação democrática em todo o País.
Então foi compreendido que o consenso Lisboa-Funchal-Ponta Delgada passava pelo reconhecimento da vontade legítima dos povos insulares em ser posto termo ao regime colonial nos arquipélagos e na institucionalização constitucional de uma Autonomia Política, traduzida em poder legislativo próprio. Num quadro de Unidade Nacional e não de «Estado unitário» como, depois, fraudulentamente, se inscreveu e mantém na Constituição.
Compreendeu-se que a inevitável dialética Estado-Regiões Autónomas se iria compondo no tempo, pois era preciso corrigir o estatuto colonial anterior, bem como o saque de séculos sobre o produzido nos Açores e na Madeira.
E viveu-se, de facto, um clima construtivo e de Unidade Nacional, até que...
Até que a inflação de universidades e a deflação do Pensamento português, em termos de entender e de cultivar a própria Identidade Nacional, acarretaram o triunfo dos tecnocratas e orçamentalistas, estes de fraca preparação humanística, histórica e política. Simultaneamente ao colapso do comunismo europeu, o que ainda empurrou mais para a estupidez do capitalismo selvagem e para os inerentes assaltos de especulação financeira, quer no mundo, quer em Portugal, estando todos nós a sofrer as consequências. Com o anedótico de, no caso português e noutros, o colapso ter vindo sob as bandeiras de partidos ditos «socialistas».
Ora, com estes «yupies» tecnocratas do monetarismo, mas de fraca preparação fora dos seus cânones estritamente académicos – a nova «universidade»! – voltou uma certa arrogância do passado, feita também de ignorância sobre as Regiões Autónomas, ao ponto de se pretenderem impor à Opinião Pública nacional através do snobismo de uma guerra sem sentido contra Estas, apoiados numa comunicação social feita mistura de «interesses», de «esquerda», de «sociedades secretas» e de aldrabices nomeadamente contra a Madeira pela oposição desta ao Sistema político-constitucional e pela independência dos seus dirigentes em relação a tudo aquilo.
E, assim, chego à Festa do Chão da Lagoa, cujo «nervoso» e «incómodo» que provoca em Lisboa comprova tudo o que acima escrevi.
Precisamente porque, mais importante ainda, foi a luta do Povo Madeirense para conquistar a sua Autonomia. E essa luta, entre muitas outras coisas, fez-se também, todos os anos, com o Chão da Lagoa.
Far-se-á este ano, no domingo 31 de Julho.

De facto, se os Madeirenses e Porto-santenses não se tivessem manifestado e militado em três frentes, contra a fraude que é a Esquerda, contra qualquer retorno à estrutura conservadora socioeconómica do passado e contra a tradição cultural imperial que ainda marca o Terreiro do Paço, não teríamos conseguido o que concretizámos estes trinta e cinco anos. Reformámos em paz, sem o radicalismo da Esquerda, fazendo o que esta gostaria de ter realizado, mas que é comprovadamente incompetente e incapaz, quer como ideologias, quer nos personagens que por cá a infestam. Reformámos em paz, travando as reacionarices e o obscurantismo do retorno da Direita conservadora (CDS) e o radicalismo fascizante da extrema-direita (PND).
Tudo isto conseguiu o Povo Madeirense.
E ainda é pouco.
É preciso ir mais longe no Desenvolvimento Integral de todos e de cada um dos Madeirenses e Porto-santenses.
É preciso, ainda por cima, ultrapassar as dificuldades em que a República Portuguesa mergulhou, as quais injustamente também caiem sobre nós, agravadas por tudo o que passámos e sofremos nos últimos seis anos. É preciso querer mais. É necessária audácia, não nos rendermos ante quem quer que seja.
Ora, com a Autonomia, as mudanças que significaram progresso, não vieram por gestação espontânea. O Povo lutou. Porque, repito, errados estão os povos que julgam que o progresso e a justiça social, por si só, lhes serão deparados sem um mínimo de luta. Só que essa luta está condenada se sem um mínimo de organização, se sem uma coesão de grupo, se sem as motivações certas e legítimas, se sem vanguardas que a lideram.
Foi a missão do Partido Social Democrata da Madeira.
Se qualquer um, independentemente das suas convicções políticas, a que tem todo o Direito, se qualquer um quiser observar, com isenção, a diferença entre o Partido Social Democrata da Madeira e os outros Partidos, honestamente, pelo menos, uma coisa, em consciência, terá de reconhecer.
Enquanto os outros Partidos foram e são cordões umbilicais, sucursais, dos respectivos Partidos nacionais, o PSD da Madeira procedeu sempre como uma «vanguarda revolucionária», em paz, de afirmação da Identidade Madeirense, de reivindicação e defesa dos Direitos do nosso Povo, mesmo contra o seu Partido nacional ou Governos do seu Partido em Lisboa, quando necessário.
O PSD da Madeira moldou sempre a sua estratégia própria, conforme o Interesse Regional, sem a preocupação de a coincidir com o PSD nacional. Aos outros Partidos locais, moldaram-lhes as bases da estratégia cá, a partir de Lisboa. Não reconhecer isto é uma cegueira absurda, inculta, ante a realidade histórica dos últimos trinta e cinco anos, na dialética Lisboa-Funchal. Mas para um Partido se organizar, com sucesso, num vanguardismo que indispensavelmente mobilize o Povo, base fundamental para caminho da mudança pretendida, tem de praticar uma liturgia adequada, tem de recorrer a processos que juntem o Povo e demonstrem o querer e a força interclassista desse mesmo Povo.
É isso mesmo, o Chão da Lagoa.
Sem a Festa do Chão da Lagoa, que tanto incomoda em Lisboa, o Povo Madeirense não teria demonstrado a Sua vontade forte, não teríamos conseguido as mudanças que hoje caracterizam a Madeira e o Porto Santo. Sem tantas e tantas pessoas lá se deslocarem, afirmando com orgulho a sua vontade e querer madeirense, a Madeira e o Porto Santo não seriam o que hoje são. Até é fundamental nos reunirmos na Festa da Autonomia e da Liberdade, do Chão da Lagoa, não só para defendermos o conquistado e não só para reafirmarmos o que pretendemos de reconhecimento dos nossos Direitos.
Mas até para avisar aqueles que pensam ser possível fazer retroceder a Autonomia Política conquistada, ou nos impedir de conceber Portugal à nossa maneira legítima e livre.
Os Governos vão mudando em Lisboa.
NÓS NÃO MUDAMOS.
Como no ano passado, a Festa, domingo 31 de Julho, será na Herdade do Chão da Lagoa, com o piso do local já coberto de verde e muito mais zonas de sombra. A Festa da Autonomia e da Liberdade, na Herdade do Chão da Lagoa, nada tem a ver com as cenas eleitoreiras dos Partidos.
É Festa de todo um Povo. É DEFESA DA MADEIRA PELAS MÃOS DO POVO
!" (texto de Alberto João Jardim publicado na edição do quinzenário "Madeira Livre" a distribuir na próxima semana)

Jaime Ramos: "esses “imbecis” a meios para atingir os seus fins, para agradar aos seus amos"

"A forma cínica e oculta com que os responsáveis socialistas governaram PORTUGAL levou agora a saber-se que, afinal, o deficit é muito superior ao que informaram o País.
O novo Governo Social-Democrata fica obrigado a medidas pouco satisfatórias para a população, mas indispensáveis para que tenhamos, no fim de 2013, o País no caminho do desenvolvimento, do emprego e do crescimento económico.
Verificou-se, uma vez mais, o que tem sido o ciclo dos socialistas no Poder depois do 25 de Abril: desgovernaram o País, criaram o caos económico, promoveram o desemprego e aparece o PSD para pôr o País no rumo certo, equilibrando as contas públicas, promovendo restrições indispensáveis para criar mais emprego e uma riqueza e melhor distribuição para todos.
É esta política de mentira, de descalabro económico e de incompetentes que os socialistas da Madeira querem para a nossa Região.
Não podemos nunca, os Madeirenses e Porto-santenses, correr o risco de se deixarem enganar por Serrões incompetentes ou por Max’s traidores e oportunistas.
A Madeira precisa é de políticos responsáveis e verdadeiros que estejam sempre com o Povo e não de pseudo políticos que são controlados por organizações mafiosas para perturbar, para injuriar, para denegrir a imagem da Madeira.
Basta ler e ouvir os correspondentes da Região em alguns Órgãos de Comunicação Social Portuguesa para ver a forma como pretendem denegrir a imagem dos Madeirenses e Porto-santenses a troco de alguns euros.
São autênticos vendilhões e traidores que preferem o dinheiro à sua verticalidade profissional.
Mas na retaguarda de toda esta estratégia existe uma organização comandada por independentes socialistas, por ingleses com saudades dos tempos do poder e exploração do Povo Madeirense e que tem a cumplicidade dos conhecidos “mercenários” do DN.
Não olham esses “imbecis” a meios para atingir os seus fins, para agradar aos seus amos.
Pela calada, os Trindades, Caldeiras e Ingleses organizam candidatos ao poder regional, que não passam de meros “palhaços” que não têm e não possuem categoria para tal.
Temos de estar sempre atentos, pois a direita do CDS e a extrema-direita controlada pelos exploradores do Povo não dorme, sempre pensando em voltar ao fascismo e ao poder absoluto.
Os Madeirenses e Porto-santenses, uma vez mais, têm de estar atentos a todas estas manobras dos socialistas, direita e extrema-direita que não têm pejo de se juntarem à extrema-esquerda da “ralé” da Região que apenas são aplaudidos e apoiados por vadios, por alcoólicos, por vagabundos e por drogados.
Um Madeirense e Porto-santense sério, honesto, cumpridor e trabalhador nunca pode dar o seu voto a este “cozinhado” à Portuguesa, composto pelos socialistas, direita do CDS, extrema-direita desesperada e controlada pelos Ingleses do DN e seus “mercenários”. O Povo da Madeira e Porto Santo, os eleitores social-democratas, os simpatizantes e militantes do PSD/Madeira, devem estar sempre atentos e unidos no sentido da nossa Região, continue no poder e no rumo certo de continuar o seu desenvolvimento socioeconómico neste período difícil de vida de Portugal, que herdámos do desgoverno socialista. Agora com o apoio do PSD/Nacional e de Passos Coelho estou certo que a Madeira vai continuar a crescer, pois os “ladrões” foram expulsos pelo Povo do poder. A Vitória, a Paz Social, o Emprego e o Crescimento Económico foi, é e será sempre o nosso objectivo!
" (editorial de Jaime Ramos, director do "Madeira Livre", cuja edição será distribuída na próxima semana)

Mais uma edição do "Madeira Livre"

quarta-feira, junho 29, 2011

Alberto João Jardim:"Temos de rapidamente fazer o PSD-nacional cumprir os seus compromissos eleitorais com a Zona Franca da Madeira"

"Terminou o processo eleitoral que culminou com a eleição de uma nova Assembleia da República e o despedimento “por justa causa” dos socialistas Sócrates, Teixeira dos Santos, Silva Pereira, Santos Silva (S.S.), Vasques & Companhia Irresponsável.
Os Portugueses vão pagar caro, por muitos anos, a memória fraca de ter reeleito, há anos, estes socialistas, não se recordando dos desastres que são sempre os Governos do partido socialista e as circunstâncias em que terminam sempre os respectivos mandatos.
Infelizmente o Povo Madeirense, os únicos Cidadãos em território nacional a ter uma visão maioritária correcta e sempre coerente de oposição ao socialismo, também se vê envolvido no suportar das consequências do mal que os socialistas fizeram a Portugal.
Infelizmente, depois de o Povo Madeirense ter sido trucidado financeiramente por causa da sua Resistência a que o tempo deu razão, ainda aparecem catorze por cento de eleitores no arquipélago – catorze por cento!!!... – a subscrever masoquistamente os males imperdoáveis que os socialistas fizeram a todos nós, inclusive a esses que ainda lhes dão o voto.
É caso para perguntar, que vai na cabeça dessa gente?...
Trata-se de uma mística “religiosa” que arrasta para como que a um “martírio” em nome do socialismo?...
Trata-se de uma psicopatia, em que problemas íntimos alimentam um desejo de “vingança” ou de destruição da sociedade em que se inserem?...
Ou trata-se de uma incultura, de uma confusão incivilizada, que vê no partido socialista uma espécie de clube de futebol, em relação ao qual, mesmo jogando mal, por “simpatia” irracional votam sempre neles?...
O Partido Social Democrata da Madeira, desde os seus Militantes aos seus Eleitores, está de parabéns pelos resultados alcançados no círculo eleitoral da Região Autónoma. Elegeu quatro Deputados, contra um do PS e outro do CDS.
Mas, agora, avizinha-se uma campanha eleitoral ainda mais decisiva, a partir do início de Setembro.
Mais decisiva, porque dos resultados eleitorais de Outubro sairá o novo Governo da Madeira para o período 2011-2015.
Isto é, o Povo Madeirense vai eleger o Governo que terá de aguentar o período mais duro desde que a Democracia e a Autonomia Política nasceram com a Constituição de 1976.
O Povo Madeirense vai eleger o Governo Regional que terá de O conduzir e defender o melhor possível, face à situação gravíssima que os socialistas criaram – e de uma maneira geral criaram-na as ideias, mitos e idiotices de toda a “esquerda” – situação gravíssima que provocou Portugal ficar sob mando estrangeiro e, se quiser comer, ter de aplicar a política que nos foi imposta pela vergonhosa tutela internacional a que chegámos.
Um Governo Regional que terá de demonstrar capacidade para conduzir o arquipélago nas dificílimas situações que, por caírem sobre Portugal, infelizmente caiem também sobre os Madeirenses e os Portossantenses, embora tal não seja justo em relação a um Povo que sempre discordou do que se passava, que foi sempre oposição ao próprio sistema político, que sempre alertou Lisboa para os erros desta.
Povo Madeirense que, aliás, mantém o alerta: se a Constituição não for alterada, a situação portuguesa degradar-se-á ainda mais, pois os Portugueses não podem continuar à mercê de uns académicos de Direito, cujo situacionismo os faz papaguear em defesa de uma Constituição absolutamente errada e nociva.
Portanto, o que agora está em jogo para os Madeirenses e os Portossantenses nas eleições de Outubro próximo é escolher um Presidente de Governo Regional que, com o novo Executivo que formar, dê garantias de hábil e inteligentemente enfrentar a situação complicadíssima em que os socialistas nos mergulharam.
E logo uma questão salta. É na “esquerda”, culpada de tudo isto, que pode ser encontrada uma “solução”?...
São os socialistas, autores de todo este desastre, afinal os mais indicados para enfrentar as dificuldades, depois de virmos pagar, todos, as suas incapacidades e irresponsabilidades?...
São os socialistas locais que incitaram e cumpliciaram as garotices que o Governo socialista fez ao Povo Madeirense, agora os mais indicados para nos conduzir nas dificuldades que eles são causadores, desde os roubos financeiros até à tentativa de destruição da Zona Franca?...
São aqueles socialistas que, devendo a sua respectiva carreira política à Madeira, apesar de estarem no Governo socialista que atentou contra nós, lá se deixaram ficar, também cúmplices e solidários com os males feitos ao Povo Madeirense?...
Mais digo. Se formos ver as políticas que o Partido Social Democrata da Madeira fez nos domínios da habitação, da protecção fiscal possível às classes económico-socialmente mais débeis, das estradas, portos e aeroportos, da recuperação do Turismo, da reforma agrária e da agricultura, das pescas, do ambiente, do ordenamento do território, do saneamento básico, da saúde, da solidariedade social, da cultura, do desporto, da educação, do diálogo e compromisso laboral, etc., se vermos estas políticas com isenção e boa-fé, afinal quem teve a visão de uma revolução social tranquila?
Foi a “esquerda”, ou foi o PSD, postado inteligentemente ao Centro, sem o radicalismo daquela?
Afinal, quem travou a “direita” (CDS) e a extrema-direita (PND) no arquipélago, impedindo que voltássemos aos tempos imorais e obscuros da “Madeira Velha”, ao atraso, às injustiças sociais e às hierarquias de classes que marcaram tais tempos também desgraçados?
Ou, alguém com um palmo de testa pensará que a solução para as dificuldades que a “esquerda” nos vai fazer sofrer, passará pelo retorno a um passado também de má memória?...
Ou, tirando os “devotos” habituais e os infelizmente desesperados, passa pela cabeça de alguém que a solução seja o comunismo?
Ponho estas questões à Vossa Consciência, porque são de facto as alternativas que, em Outubro, se colocam aos Eleitores da Madeira e do Porto Santo.
É de facto a situação para que, de fora, empurraram a Madeira, que me faz recandidatar à presidência do Governo Regional. Seria uma covardia recuar ou desistir no presente quadro. Sei ao que me arrisco, dadas as dificuldades que vamos ter pela frente, risco de saúde inclusive, quando, com os meus resultados e os meus erros – também – era mais fácil abandonar ante o que aí vem, levando comigo os sucessos e transformações que Deus me permitiu concretizar.
Mas, não. Temos de lutar.
Recuperar as finanças da Região Autónoma, depois de aquilo a que, perante os roubos do Governo socialista, tivemos de nos sujeitar para impedir o que eles pretendiam: parar a Economia e destruir o Estado Social, ou seja, as acções desenvolvidas no campo da solidariedade social.
Temos de rapidamente fazer o PSD-nacional cumprir os seus compromissos eleitorais com a Zona Franca da Madeira.
E, a par da recuperação financeira, concluir toda a infraestruturação do arquipélago, programada ou eventualmente interrompida, sem entrar por investimentos dispensáveis na presente situação.
Como temos de defender a população, nomeadamente a mais necessitada, mantendo o Estado Social.
E, através de uma revisão constitucional, apesar dos integracionistas cá colaboracionistas com Lisboa, conquistar para a Madeira os poderes legislativos sem os quais é uma miragem se falar de Desenvolvimento Integral.
Como até temos de assumir a coragem para pensar em caminhos futuros diferentes, se a República nos negar Direitos que são indiscutíveis.
São as horas mais difíceis que acabam por propiciar as decisões e as atitudes mais corajosas.
É sob o signo da coragem ante a complexidade das circunstâncias actuais, que o Partido Social Democrata avança para as eleições regionais de Outubro.
As alternativas para governar a Região Autónoma – E SOBRETUDO AQUELES QUE SÃO OS SEUS ROSTOS – são conhecidas. Depois de tudo, os socialistas? Os fascistas do comunismo ou da extrema-direita? Esta “Madeira Velha” sob os hábitos conservadores do CDS, um CDS que localmente nada tem a ver com o nacional? Ou nós, com as provas diferentes que aqueles e eu demos?
Depois de trinta e três anos, a Oposição está desesperada. Não captou pessoas com um mínimo de qualidade, alinhou contra o próprio Povo Madeirense, opôs-se sempre a tudo quanto era progresso, praticou um permanente bota-abaixo, não tem alternativas, só fascina os desordeiros, bêbados, drogados e vadios que infelizmente existem em diversas localidades.
Nós fizemos as coisas enquanto era tempo.
Daqui até Outubro, a Oposição, desesperada, não vai olhar a meios, pois sabe que conta com importantes impunidades e cumplicidades, desde a maçonaria, passando pela comunicação social até serventuários da República Portuguesa e em áreas desse respectivo Governo.
A Oposição, desesperada, vai descer o nível a uma baixeza sem precedentes.
A Oposição vai explorar o que a coligação PSD-CDS não fizer imediatamente – porque não é logo viável – ou as decisões que começar a tomar por causa do imperativo controlo internacional, e que não podem ser adiadas.
Preparem-se para este tipo de jogo!...
Mas, vamos em frente, com confiança na inteligência do Povo Madeirense!
É preciso combater a abstenção, porque são precisamente estes que podem comprometer os resultados das próximas eleições, em termos de a não existência de uma maioria impedir o Governo eficaz de que a Madeira carece nestes tempos gravíssimos.
Peço que cada um de Vós, uma vez mais, ajude a Madeira!”
(texto de Alberto João Jardim publicado na edição de Julho do quinzenário editado pelos social-democratas madeirenses, “Madeira Livre”)

Jaime Ramos: "Esperamos que o CDS Nacional saiba se comportar com responsabilidade até ao fim da legislatura"

"Conforme tinha prometido na Campanha Eleitoral, Pedro Passos Coelho apresentou aos Portugueses um Governo com 11 Ministros, composto por personalidades, do PSD e independentes, competentes que garantem uma efetiva execução do Programa do PSD. Ao não possuir os 116 deputados necessários a uma estável maioria absoluta no Parlamento, o PSD foi “obrigado” a se coligar com o CDS/Nacional. Coligação que pode criar, no meu entender, grandes dificuldades nos verdadeiros e esperados objectivos do Povo Português e Madeirense.
Esperamos que o CDS Nacional saiba se comportar com responsabilidade até ao fim da legislatura e que não se comportem com a postura habitual dos seus companheiros da Região. Verificamos na Madeira que este pequeno partido de direita tem tido políticas próprias de extrema-esquerda, não olhando a meios para atingir os seus fins.
Em conjunto com toda a oposição no Parlamento e fora deste com os “mercenários” do panfleto da oposição, o DN, preferem a crítica destrutiva, as promessas fáceis em detrimento das críticas construtivas e objectivas.
Na Madeira, a oposição não tem diferentes ideologias, tem um único objectivo: denegrir, difamar e destruir.
O acordo entre Ingleses, Trindades, Caldeiras e a oposição visa atacar o PSD, difamar Alberto João Jardim.
Para atingir o poder tudo é válido.
A oposição na Madeira resume-se a um “bando” de ignorantes, de incompetentes, de desonestos com um único propósito: difamar.
Em Outubro, temos eleições para o Governo Regional. São Eleições importantes no actual quadro constitucional, pois a Madeira tem, com Passos Coelho como Primeiro-Ministro, todas as condições para recuperar a economia, o emprego, em consonância com o Programa do PSD que será posto em prática pelo novo Governo.
Se nos últimos 6 anos fomos “castigados”, fomos “roubados” pelos socialistas que tinham como objectivo destruir o que de bom foi feito, agora temos a oportunidade de negociar com um Governo Social-Democrata.
A oposição na Madeira resume-se a um “jornalista” que vem aos fins-de-semana à Madeira como candidato pela direita e um “colaborador de Sócrates” que viveu em Lisboa nos últimos 30 anos e que sempre perseguiu, em conjunto com os socialistas de Lisboa, o Povo Madeirense e Porto-santense, com a cumplicidade dos socialistas madeirenses e muito especial com o seu “sócio pêra manca”!
Não restam dúvidas, temos que nos unir, e cada vez mais, para termos uma robusta maioria na Assembleia Legislativa da Madeira.
É fundamental essa maioria para ALBERTO JOÃO JARDIM poder dar a continuidade à sua política de desenvolvimento socioeconómico da Região.
A Madeira optou pela social-democracia em 1975 e o benefício de tal opção é real e evidente e por isso é fundamental continuar esse ciclo de desenvolvimento.
A oposição, desde a extrema-esquerda ao CDS, viveu nestes últimos 6 anos como autênticas “aves de rapina”.
Nunca os Madeirenses e Porto-santenses podem perdoar ao PS e ao CDS o mal que nos fizeram neste últimos 6 anos, pois estiveram sempre juntos no momento de votar ou denegrir a Região.
Agora, com o PSD no Governo da República e com a boa relação existente entre Passos Coelho e Alberto João Jardim, a oposição anda desesperada, pois vai deixar de se regozijar como sempre fizeram com o mal que os socialistas e CDS fizeram à Madeira. Com os socialistas madeirenses não vamos perder muito tempo, pois nem o seu líder reconhece capacidade para se apresentar como alternativa a Presidente do Governo Regional em Outubro e arranjou um “traidor” em Lisboa para se candidatar como alternativa a Alberto João Jardim.
Na realidade, há défice de Oposição nesta Região!
Pobre oposição!” (editorial de Jaime Ramos no “Madeira Livre” da primeira quinzena de Julho de 2011)

Mais uma edição do "Madeira Livre"


Já está em vias de ser distribuída mais uma edição do quinzenário "Madera Livre", editado pelo PSD da Madeira e dirigido por Jaime Ramos, secretário-geral dos social-democratas madeirenses.

segunda-feira, junho 20, 2011

Jaime Ramos: “Sócrates foi expulso pelo Povo”

"Sócrates foi embora! Não julguem tratar-se de mais uma das mentiras do PS. Sócrates foi mesmo expulso pelo Povo.
Este era um final previsível, pois a forma como o PS de Lisboa, da Madeira e dos Açores actuaram em conjunto, ora como força no Poder ora como força da oposição, tiveram sempre a mesma orientação: prejudicar a população.
Esta atitude é própria de pessoas sem carácter, sem dignidade, sem qualidade. Atuam como “aldrabões”, que só sabem mentir, “injuriar” e inventar situações dos adversários políticos, julgando o Povo de “tonto”.
Temos a consciência de que face à situação económica, financeira e social que os socialistas deixaram o País, não vai ser fácil para o PSD governar, em especial nos próximos dois anos, tempo mínimo indispensável para pôr o País a funcionar e na ordem.
O Povo terá que ser tolerante com os sacrifícios a exigir em 2012 e 2013, para que em 2014 Portugal possa estar no rumo certo, na linha própria de um País Europeu desenvolvido ao nível económico, financeiro e social.
A Madeira sofreu e sofre as consequências da incompetência e sobretudo da crueldade dos governantes socialistas. Por esse facto, também terá que fazer sacrifícios para poder acompanhar a necessária evolução económica e social que o país vai iniciar.
Os irresponsáveis do PS na Madeira têm consciência da grave situação económica e financeira que criaram no país e sabem muito bem que as políticas seguidas têm reflexos na Região. Mesmo assim, continuam a pedir aumentos de subsídios, baixas de impostos, isenções fiscais, enfim uma “mão cheia” de promessas falsas, demagógicas, próprias de pessoas sem escrúpulos, sem carácter, sem dignidade que o Povo deve rejeitar como o tem feito até à data.
Mas o PS não o faz só, tem o apoio incondicional do CDS/PP.
Na Região, o próximo programa eleitoral para o futuro Governo 2011-2015, deve alicerçar-se no crescimento económico, na criação de emprego e na garantia do estado social.
Três pontos fundamentais para que a Região continue o desenvolvimento sustentado, assegure a Paz Social no caminho certo para atingirmos o mais depressa possível a Autonomia total.
Logicamente que dentro das condicionantes da “Troika” temos que encontrar soluções para a conclusão de todas as obras fundamentais e prioritárias que foram lançadas com o propósito de diminuir as assimetrias, e de dar às populações a mesma qualidade e desenvolvimento que outras já possuem.
Os Madeirenses e Porto-santenses têm que se unir em torno de ALBERTO JOÃO JARDIM e do PSD, para que tenhamos uma maioria absoluta, de forma a que em conjunto com Passos Coelho possamos dar volta a tudo isto.
Acreditar que em 2014 a social-democracia uma vez mais vencerá e demonstrará que o socialismo, as esquerdas e direitas radicais são meros “bouquets” de Campanha e não têm projectos nem pessoas com qualidade, personalidade e competência para Governar Portugal, a Madeira e os Açores.
O mês de Junho é um mês de descanso político e de reflexão para as eleições de Outubro para o Governo Regional.
Em Julho, temos a maior FESTA DA MADEIRA no Montado do Chão da Lagoa, onde todos os Madeirenses e Porto-santenses se reunirão a 31 de Julho para confraternizarem e comemorarem mais uma vitória do Povo da Madeira, a 44ª do Partido Social Democrata da Madeira.
Desmontaremos, aos Madeirenses e Porto-santenses, os ataques ferozes, as mentiras, as aldrabices, as calúnias que o DN, a RTP e a RDP divulgam diariamente da oposição de forma a construirmos a democracia, a liberdade e o desenvolvimento económico e social da nossa Região.
É com verdade, com frontalidade, com educação que em conjunto com o Povo Madeirense faremos crescer a nossa Região, valorizando o trabalho feito e que continuará a ser realizado pelo PSD/MADEIRA
" (editorial de Jaime Ramos na última edição do Madeira Livre)

quarta-feira, maio 25, 2011

Alberto João Jardim: "Portugal naufragou e José Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia são os responsáveis por tudo isto"

"Portugal naufragou.
Está sob tutela estrangeira.
O Partido Socialista trouxe o Povo português para o fundo.
José Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia são responsáveis por tudo isto. Os socialistas, na Madeira e no Porto Santo, foram cúmplices, entusiastas e defensores deste naufrágio.
Portugal tem o pior crescimento económico médio desde a Guerra Mundial de 1914-1918.
Portugal tem a mais elevada taxa de desemprego dos últimos 80 anos – depois de Sócrates ter prometido mais 150.000 novos postos de trabalho!
Portugal tem a maior Dívida Pública dos últimos 160 anos (aliás, desde que há registos sobre a dita).
Portugal tem a maior dívida externa dos últimos 120 anos (ocasião em que teve que declarar bancarrota).
Os Portugueses encontram-se na segunda maior vaga de Emigração dos últimos 160 anos, voltando, em massa, a ter de procurar vida noutros países.
Com as “leis fracturantes” dos socialistas “exóticos” e do “bloco de esquerda”, a nossa natalidade é a mais baixa de toda a nossa História.
O Produto Interno Bruto português deixou de crescer, ficou-se por uma taxa de crescimento zero.
Portugal vive na taxa de poupança mais baixa dos últimos 50 anos.
Portugal atrasou-se vinte anos na convergência com os restantes países da União Europeia.
Portugal, em relação a todos os países da União Europeia com um Produto Interno Bruto por habitante similar ou inferior ao nosso, é o que sofre a maior carga de impostos, à excepção da Hungria. Estamos numa política de impostos que é um autêntico suicídio para a Economia portuguesa.
O Estado socialista português arruína assim a Economia, para se sustentar e a uma máquina de “gigolos” improdutivos, os quais garantem ao partido socialista, o suporte político da Administração Pública.
A dívida líquida do Poder Local em todo o País atinge cinco mil e trinta e seis milhões de euros.
Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia recusam-se a privatizar ou a extinguir instituições e serviços perfeitamente inúteis, não só para manter um forte poder político sobre a sociedade portuguesa, mas também para proteger os tachos dos seus “boys” e “girls” inúteis, à custa do Povo português que paga.
Por tudo isto e o mais, temos de libertar o Estado do poder dos socialistas.
Depois do que estão sofrendo, os Portugueses têm de se ver livres do poder socialista.
Infelizmente, há masoquistas e suicidas que vão continuar a votar nessa gente irresponsável, preferindo religiosamente morrer pelo dogma do “chuchialismo” e arrastando os outros Portugueses com eles.
Infelizmente, haverá irresponsáveis ou preguiçosos que se abstêm e, assim, continuarão a permitir que os socialistas tenham votos suficientes para tramar Portugal. Abstencionistas patetas que, depois e ainda por cima, se julgam no direito de reclamar ou de fazer exigências!...
Infelizmente, na Madeira e Porto Santo, continuará a existir socialistas tão cegos, tão radicais, tão perturbados, tão facciosos, que continuarão a votar em Sócrates só para fazer pirraça ou vingançazinhas patológicas contra o restante Povo Madeirense, depois de também terem sido cúmplices e instigadores da canalhices que os socialistas fizeram.
Infelizmente, na Madeira e no Porto Santo, continuará a haver gente que votará nos comunistas, preferindo uma ditadura destes, às Liberdades democráticas do Povo português.
Infelizmente, na Madeira e no Porto Santo, ainda haverá quem gaste votos na extrema-direita e no CDS, que servirão para nada em termos de futuro Governo de Lisboa, mas favorecerão o partido socialista – aliás o CDS da Madeira trabalha para este e para os interesses da “Madeira Velha”; veja-se o apoio do sr. Rodrigues aos Blandys, passando por cima do Parlamento da Madeira, e as coligações que fez com o PS. Os votos no CDS servirão, sim, para enganar farisaicamente as pessoas, pois o mundo não anda para trás.
Haverá algum Madeirense ou Portossantense com um mínimo sentido de dignidade própria, que continue a votar nestes socialistas depois do que, além do que causaram a Portugal, inclusivamente fizeram ao Povo Madeirense?!...
- Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia, com a cumplicidade e sob instigação dos socialistas locais, destruíram a primeira lei de finanças regionais, também de um Governo socialista, Guterres/Sousa Franco, para substituí-la por outra que nos retirou centenas de milhões de euros e, assim, nos impediu de usar Fundos Europeus, para os quais tínhamos de possuir a capacidade financeira para arcar com a respectiva quota nacional.
Causaram desta forma a redução do investimento e provocaram aumento do desemprego no arquipélago, a par dificultando a própria política de Solidariedade Social.
Em suma, os socialistas procuram destruir o Estado Social, também na Madeira, para dar mais dinheiro aos Açores socialista.
- Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia, com a cumplicidade e sob instigação dos socialistas locais, não cumpriram qualquer ponto do acordo Estado-Região Autónoma, legalmente estabelecido com o Governo Durão Barroso, simularam um “diálogo” que nada concretizou e, também desta forma, recusaram resolver qualquer questão pendente entre a República e a Região Autónoma.
- Mesmo a nova lei das finanças regionais, posteriormente aprovada na Assembleia da República, com o voto contra dos socialistas, teve que ver a sua entrada em vigor adiada para 2013, se a Madeira quisesse beneficiar de apoio nacional à reconstrução dos danos de 20 de Fevereiro de 2010!
- Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia atentaram contra o pluralismo democrático da informação, na Madeira, tentando fechar o “Jornal da Madeira” e as rádios privadas da Região, posteriormente se verificando que com a cumplicidade do CDS.
- Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia procuraram adensar as “vinganças” político-partidárias através da instrumentalização do Estado, tentando lançar outras “sanções financeiras” sobre a Região Autónoma.
- Num Estado de Direito democrático, Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia recusaram-se a cumprir a Lei do Orçamento de Estado, não entregando aos Municípios do arquipélago as verbas que lhes estão atribuídas.
- Sócrates, Teixeira dos Santos & Companhia, na sua azáfama para lesar o Povo Madeirense, organizaram um processo de sabotagem à Zona Franca da Madeira, cortando-nos as pernas para o desenvolvimento económico, respectivo crescimento e criação de novos postos de trabalho.
Agora, por detrás desta pulhice, vê-se que eles querem uma outra Zona Franca, mas no Continente, em Sines.
Pergunto.
Em consciência, depois disto tudo, ainda há alguém que julgue ser sério votar nos socialistas?!...
Ainda há alguém que pense valer a pena arrastar o Povo Madeirense para a miséria, só para atacar o PSD?!...
Bolas! Há outras maneiras de fazer oposição ao PSD, sem prejudicar o Povo Madeirense!...
Esta é a grande oportunidade para o Povo Madeirense ajudar a colocar, no Governo da República, uma nova gente que de certeza voltará a se entender com o Governo Regional da Madeira.
É indiscutível que, com as grandes dificuldades em que os socialistas nos mergulharam, ou voltamos a poder trabalhar com gente nossa solidária em Lisboa, ou todos sairemos ainda mais prejudicados... inclusive os que votarem “socialismo”.
É indiscutível que temos de contribuir para que destas eleições fique viabilizada uma maioria na Assembleia da República, a qual faculte uma revisão constitucional que nos alargue o Poder Legislativo, sem o que a Madeira estagnará.
Por favor, domingo, 5 de Junho, não fique em casa!”
(editorial de Alberto João Jardim na última edição do “Madeira Livre”)

"Madeira Livre": mais uma edição

"Com o aproximar das eleições de 5 de Junho caberá ao Povo julgar as injustiças, os atropelos, as mentiras, as desilusões, as “aldrabices” de Sócrates e do Partido Socialista. O nervosismo dos instalados no poder socialista há 13 anos começa a se verificar, com insinuações e ataques vis. Na Madeira, esses ataques são mais evidentes, pois o nível, a formação, a educação dos responsáveis socialistas é tão baixa que não conseguem apresentar projectos válidos, mas sim ofensas vergonhosas e sem carácter. Infelizmente, esse tipo de baixeza política não é só do Partido Socialista, mas também da esquerda radical dos condes e dos barões e da extrema-direita que querem voltar ao poder de qualquer maneira para explorarem de novo os Madeirenses e Porto-santenses.
Não é por acaso que a extrema-esquerda dos condes e a extrema-direita dos exploradores do Povo Madeirense antes do 25 de Abril contam com o apoio dos “mercenários” do DN e dos seus responsáveis. Para atacar o PSD, a Madeira e os Madeirenses vale tudo, mesmo injuriando, mentindo, aldrabando, inventando notícias, factos que são desmentidos mas propositadamente ocultados. Mas, em 5 de Junho, o Povo sábio e superior saberá uma vez mais separar o trigo do joio e votar conscientemente naqueles que sempre defenderam e defendem o seu Povo e a sua Região. O fracasso da vinda à Madeira de Sócrates foi evidente, pois não passou de uma centena de apoiantes “pagos” e controlados que se juntaram no Cais para a última ceia do Senhor Mentiroso.
Mas, como a mentira, a “aldrabice”, a injúria faz parte do “projecto” dos habituais controladores da comunicação social na Região e fora dela, também estes envolvidos no projecto, como se tem verificado pelas reportagens feitas nas visitas de mentirosos, como Sócrates.
Esta doença de mentir tem um nome: “esquizofrenia” e está a se alastrar também na Região aos deputados socialistas que estão representados na Assembleia Legislativa. Passam a vida a mentir, a “aldrabar” e a injuriar, pois não sabem construir, não sabem apresentar propostas alternativas. Sócrates e o Partido Socialista roubaram, com a alteração da Lei de Finanças Regionais, mais de 600 milhões à Madeira. O Estado vai apoiar com 300 milhões a Região, pois o restante são apoios comunitários e empréstimos que a Região assume, porém, a oposição diz que se não fossem eles não haveria dinheiro para a recuperação da tragédia de 20 de Fevereiro.
Estamos perante mais uma “aldrabice”, mais uma mentira desses “esquizofrénicos” socialistas!
Nunca vi um desespero tão grande de um “punhado” de ignorantes, de “doentes mentais”, que fazem política com agressividade, com calúnias e com mentiras. O DN pelo facto de deixar de receber apoio do Governo Regional virou-se para a extrema-esquerda e extrema-direita e encetou uma luta contra o PSD, o Povo da Madeira e do Porto Santo. Facto que se deve ao corte dos apoios governamentais ao referido matutino. Todavia, se o Governo Regional contribuísse com dezenas de milhões de euros, como fez durante anos, este teria outro procedimento.
Como sempre, o problema é “o dinheiro”!
A 5 de Junho, vamos todos votar!
Não fiquem em casa, a abstenção é o pior inimigo do Povo!
É através do voto que se opta pela continuidade da Paz Social, pelo crescimento económico e social que a Madeira conquistou com o apoio do seu POVO! A 5 de Junho, votar no PSD, é votar em ALBERTO JOÃO e nos seus companheiros para termos na Assembleia da República um Grupo de Deputados que possam continuar a defender a Madeira e Porto Santo
" (editorial de Jaime Ramos no Madeira Livre)