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sábado, fevereiro 27, 2021

A era dos juros mínimos chegou ao fim

 


Os chefes dos dois maiores bancos centrais não preveem o disparo da inflação, mas financiar a dívida vai começar a ficar mais caro. O fantasma do disparo da inflação regressou, este ano, para assombrar os mercados da dívida. O primeiro sinal está a ser dado pela subida dos juros da dívida pública nos EUA e na zona euro desde meados deste mês e pelo desagravamento nas taxas negativas da Euribor projetadas para os próximos cinco anos. Apesar de Christine Lagarde e Jerome Powell, os dois principais banqueiros centrais do mundo, negarem que um disparo da inflação está no horizonte, o ciclo de mínimos históricos nas taxas da dívida parece que terminou. O que isso significa é que financiar a dívida vai ficar um pouco mais caro para Estados, famílias e empresas, ainda que os níveis previstos estejam longe de assustar.

sábado, julho 16, 2016

quinta-feira, novembro 07, 2013

Taxas de juro

Compare as taxas de juro na União Europeia, nos EUA e no Reino Unido (que não faz parte da zona euro) (fonte: El Pais)

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Crise: BCE corta juros para 2%

O Banco Central Europeu baixou a sua principal taxa de juro para dois por cento, um corte de meio ponto em relação à taxa que estava em vigor. Este é o quarto corte consecutivo dos juros, para responder à actual situação de recessão que se verifica na maioria dos países da Zona Euro.O presidente da instituição europeia, Jean-Claude Trichet, irá apresentar, ainda hoje, a sua análise sobre a actual e futura situação financeira e económica da Zona Euro.

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Encargos com o crédito à habitação caem 18% em Janeiro

Uma boa notícia, finalmente. Segundo o Jornal de Negócios, em texto da jornalista Sara Antunes, "as taxas Euribor têm vindo a cair, desde Outubro, o que representa boas notícias para as famílias que têm empréstimos à habitação. Quem revir o seu crédito em Janeiro vai beneficiar de uma descida da prestação superior a 18%, o que para um empréstimo de 100 mil euros corresponde a menos 106 euros por mês. São os encargos mais baixos desde Agosto de 2006.A Euribor a seis meses voltou a cair na última sessão do ano para os 2,971%, o que representa o valor mais baixo desde Abril de 2006. Mas os valores usados para os cálculos das prestações são as médias mensais. E no caso desta taxa, a média do mês de Dezembro (que serve de referência para as revisões de Janeiro) fixou-se nos 3,365%, o que corresponde ao nível mais baixo desde Julho de 2006. O mesmo é dizer que quem revir o empréstimo à habitação em Janeiro vai beneficiar das descidas das Euribor e pagará a prestação mais baixa desde Agosto de 2006.Uma família que tenha um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, com um “spread” de 0,7% e indexado à Euribor a 6 meses pagará em Janeiro, caso a revisão aconteça neste mês, cerca de 480 euros, menos 106 euros do que estava a pagar desde Julho. Esta descida corresponde a menos 18% de encargos mensais com a habitação".

quinta-feira, outubro 02, 2008

"Não há Trichet que valha nas taxas de juro ..."

Pedro Santos Guerreiro comenta na RTP a situação existente e as expectativas quanto às taxas de juro.
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EUA: Plano Paulson já tem luz verde do Senado
Falta agora a aprovação na Câmara dos Representantes (notícia que pode ler no Publico, aqui). A votação decorre amanhã.
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Hoje ficamos a saber, segundo o Publico, num texto da jornalista Rosa Soares, que "as revisões periódicas de contratos à habitação que ocorram em Outubro vão ser uma má notícia. A subida das taxas Euribor nas duas últimas semanas, em resultado da turbulência financeira, colocou todos os prazos a bater máximos históricos e agravou consideravelmente a média mensal de Setembro.A Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal, terminou o último mês nos 5,219 por cento. Quem venha a pedir um empréstimo em Outubro, de 150 mil euros, por 25 anos, vai pagar mais 5,38 euros do se tivesse pedido o mesmo montante um mês antes. Diferença muito maior vai sentir quem tem um empréstimo antigo, com revisão a coincidir no corrente mês, uma vez que verá a prestação mensal aumentar em 56,36 euros". Um assunto tambem desenvolvido no Diário Económico pela jornalista Bárbara Barroso: "Depois de um mês de subidas e máximos consecutivos das taxas Euribor, principal indexante utilizado no crédito à habitação, confirma-se o que já era esperado: o empréstimo da casa está mais caro. Assim, a partir de hoje a prestação aumenta 60 euros (sem contabilizar outras as comissões). Isto para os contratos de crédito à habitação cuja revisão ocorre este mês, ou os novos empréstimos contraídos em Outubro, e que por isso utilizam a média mensal do mês anterior.Em Setembro, a média mensal da Euribor a seis meses, o indexante mais utilizado no cálculo do empréstimo à habitação em Portugal, fixou-se nos 5,219%, o valor mais elevado de sempre. A média mensal da Euribor a três meses, a taxa que tem sido mais recorrente nos novos empréstimos, ultrapassou pela primeira vez nos últimos oito anos a fasquia dos 5%. Em Setembro a média mensal da taxa revista trimestralmente situou-se nos 5,019%. Já a média mensal da Euribor a 12 meses atingiu os 5,384%". No Jornal de Negócios o jornalista Nuno Carregueiro analisa a questão da renegociação do crédito à habitação.
Este tema, com o título "Compra de casa ao nível mais baixo de 5 anos", é hoje o destaque principal do DN de Lisboa: "O aumento dos juros e o maior aperto na concessão de crédito - as consequências mais visíveis da crise financeira no bolso dos portugueses - está a ditar uma queda acentuada na procura de novos empréstimos à habitação. Uma realidade que os números vêm agora confirmar.No segundo trimestre deste ano, o montante total concedido para novos créditos destinados à compra de casa caiu 15,77% face a igual período de 2007, enquanto o número de contratos celebrados diminuiu 17,81%, de acordo com dados da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças, ontem divulgados. Trata-se da maior queda trimestral dos últimos cinco anos".

quinta-feira, setembro 25, 2008

Juros voltam a disparar com agravar das tensões no mercado de crédito

O alerta foi publicado hoje no site online do Jornal de Negócios num texto do jornalista Nuno Carregueiro: "As taxas de juro do mercado monetário continuam em forte alta, revelando que os bancos estão cada vez mais relutantes em emprestar dinheiro entre si, à medida que cresce o pessimismo sobre a aprovação do plano da Administração Bush para combater a crise. As taxas Euribor voltaram hoje a disparar, sobretudo nos prazos mais curtos. A Libor registou a maior subida em nove anos.A Euribor a 6 meses, principal indexante no crédito à habitação dos portugueses, subiu para um novo recorde nos 5,296%. Nos prazos mais curtos a subida foi mais acentuada, demonstrando a instabilidade que se vive no mercado de crédito.A Euribor a 3 meses trepou para 5,119%, aproximando-se cada vez do máximo histórico de Novembro de 2000 fixado nos 5,14%. Foi a nona subida consecutiva deste indexante, que também é muito utilizado como indexante nos créditos à habitação dos portugueses.Na Euribor a 1 mês a subida de hoje foi de 7 pontos base, para 4,98%. Na semana passada esta taxa situava-se nos 4,52%". As coisas estão cada vez mais ameaçadoras e se ningu+em travar isto, uma grave social siocial podera rebentar...