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quarta-feira, agosto 05, 2020

terça-feira, julho 09, 2013

Estudo revela que investimento nos institutos politécnicos é rentabilizado e produz efeitos na economia regional

Cada euro que o Estado coloca no orçamento de um instituto politécnico é rentabilizado e produz efeitos na economia regional. É o resultado dum estudo, coordenado pelas universidades do Porto e do Minho, que avaliou o impacto económico dos politécnicos nas regiões onde se inserem.

 

terça-feira, setembro 11, 2012

Portugal entre os dez países da Europa com propinas mais altas

Segundo o jornalista do Publico, Samuel Silva, “os quase mil euros de propina máxima cobrados no último ano lectivo pelas universidades portuguesas colocam o país entre os mais caros da Europa para se estudar no ensino superior. Segundo um relatório ontem publicado por Bruxelas, as instituições nacionais estão em 10.º lugar na lista das que mais cobram. Mas as excepções criadas por vários países fazem com que, na prática, Portugal seja o terceiro mais caro. As propinas mais altas são cobradas pelo Reino Unido, onde os estudantes pagam 3375 libras anuais (cerca de 4200 euros). Entre os britânicos e Portugal surgem nove países mas, na prática, apenas o Liechtenstein - onde a propina é de 1217 euros anuais - fica à frente das instituições nacionais. Isto porque os países que surgem nas posições cimeiras não cobram propinas a todos os seus alunos. Na Irlanda, que aparece em segundo lugar (com preços entre os 2000 e os 6000 euros), só 60% dos alunos pagam a frequência do superior, ao passo que a Escócia (terceira na lista com propina de 2097 euros) não cobra propinas aos estudantes de países da UE. Outras excepções vigoram na Eslovénia - onde 80% dos inscritos não desembolsam os 1250 anuais estipulados - ou Croácia, que tem definidas propinas de 1344 euros anuais, mas que são gratuitas para os alunos do primeiro ano. O relatório da Eurydice diz respeito ao ano lectivo 2011/2012, em que o valor cobrado pelas propinas nas instituições públicas variou entre os 631 e os 999 euros, que são pagas por todos os estudantes que frequentam o ensino superior, incluindo os bolseiros. Esse facto leva Portugal para uma posição cimeira no que toca aos custos de frequência do ensino superior. O aumento das propinas tem sido "generalizado ao longo da última década", aponta o presidente da Associação Académica de Coimbra, Ricardo Morgado. O valor tem mantido sempre a tendência de subida e neste ano lectivo já vai ultrapassar, em muitas universidades, os mil euros. "Começa a estar em causa a sustentabilidade do sistema", adverte o representante dos estudantes da universidade mais antiga do país. Tanto mais que o corte do financiamento público faz com as instituições dependam cada vez mais do valor pago pelos alunos. Esta subida "já não é suportável para a generalidade da classe média", concorda Luís Rebelo, presidente da Federação Académica do Porto. O líder associativo alerta, por isso, para as consequências desta realidade, com um aumento das desistências no ensino superior e a maior dificuldade de acesso para estudantes provenientes sobretudo de meios rurais.
Atrás de Portugal surgem países como a Islândia (279 anuais), França (177 euros) ou a Alemanha, onde a maioria dos estudantes paga 200 euros por ano, segundo o relatório da Eurydice. De acordo com o mesmo documento, a frequência do primeiro ciclo do ensino superior é gratuita em sete países (Dinamarca, Grécia, Malta, Áustria, Finlândia, Noruega e Suécia), aos quais se junta o Chipre, onde está definido uma propina de 3410 euros, que é paga integralmente pelo Estado às universidades. O mesmo relatório mostra que 26% dos estudantes do ensino superior nacional recebem bolsa de estudo. Este valor coloca Portugal entre os países europeus onde apenas uma "minoria" dos estudantes tem apoio do Estado. Este estudo foi publicado pela Eurydice, uma rede europeia que se debruça sobre os sistemas educativos europeus. O organismo inclui 38 unidades nacionais localizadas nos 34 países participantes no Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida da UE (Estados-membros, Croácia, Islândia, Liechtenstein, Noruega, Sérvia, Suíça e Turquia)”.

segunda-feira, maio 28, 2012

Portugal foi o país que mais cortou no superior...

Segundo o Público, num texto da jornalista Madalena Queirós, “Portugal está no grupo de países que mais cortou no financiamento do ensino superior na sequência da crise económica. A conclusão foi apresentada por Thomas Estermann, responsável pela Unidade de Governo, Autonomia e Financiamento da Associação Europeia das Universidades (EUA) no seminário a "Autonomia Universitária na Europa", que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian segunda-feira passada. Um corte de 20% no financiamento das instituições que afectou também Grécia, Hungria, Itália, Letónia e Espanha. O estudo revela que Inglaterra, Estónia, Islândia, Irlanda e Holanda aplicaram reduções de 15% nas verbas para as universidades. A maioria dos países europeus cortou cerca de 10% no financiamento. Áustria, Bélgica e França, por exemplo, cancelaram o reforço dos investimentos que estavam previstos. Apenas a Noruega e a Alemanha continuam a aumentar as verbas que colocam nas instituições de ensino superior. Com maior ou menor impacto, os cortes que estão a afectar a maioria das universidades europeias poderão ter consequências graves.
"A Europa está a criar cicatrizes irrecuperáveis. Os efeitos de subfinanciamento podem demorar anos a recuperar" afirmou António Barreto, presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, durante a sessão. Mas como compensaram as instituições estes cortes? Algumas conseguiram "substituir os cortes com receitas próprias", mas em quase todas, esse dinheiro não foi substituído, afirmou Thomas Estermann. O drama é que está a ser pedido às universidades que respondem a três desafios que são incompatíveis, afirmou Howard Newby, vice-chaceller da Universidade de Liverpool. Que assegurem a" massificação" de frequência do ensino superior recebendo mais alunos, que mantenham a "garantia de qualidade" e que "custem menos dinheiro aos contribuintes". Mas a redução de fundos públicos teve um maior impacto em Portugal se contarmos com os cortes salariais. Nos últimos seis anos as instituições tiveram uma redução de quase 45% no financiamento público, afirmou durante o encontro Cruz Serra, reitor da Universidade Técnica de Lisboa. O mais grave é que " sem utilizar os saldos de gerência as universidades não "conseguem continuar abertas", acrescentou. Para António Cruz Serra a crise "está a afectar catastroficamente a autonomia universitária". Durante a sessão Thomas Estermann da EUA referiu casos de países em que uma das soluções utilizadas foi permitir às instituições que "contraíssem dívidas à banca". Uma medida que, no entender do reitor da UTL não serve para as universidades portuguesas. "Em Espanha já há uma instituição que deve quase cem milhões de euros à banca" e não sabe como vai pagar. Para o responsável pela unidade de financiamento da EUA "há países em que os empréstimos são uma forma de financiar projectos, mas nunca poderão ser utilizados para substituir financiamento público".

terça-feira, novembro 23, 2010

Suíça dificulta acesso à Universidades e apoia cursos profissionais

Em Portugal há cada vez mais licenciados que não conseguem emprego Para contrariar esta tendência há países, como a Suíça, que decidiram dificultar o acesso às universidades e incentivar os cursos profissionais.

domingo, setembro 19, 2010

Estudantes indignados com entrada de aluno das Novas Oportunidades

Diz o DN de Lisboa de hoje que "as associações de estudantes estão indignadas e consideram uma "injustiça" a entrada no ensino superior de jovens que conseguiram equivalência ao 12.º ano através do programa Novas Oportunidades e não precisam de fazer todos os exames nacionais. A polémica surge porque o aluno com a média mais alta de acesso em Portugal entrou na Universidade com a nota de um único exame e sem fazer o tradicional 12.º ano. O presidente da Agência Nacional para a Qualificação e um dos responsáveis pelas Novas Oportunidades, Luís Capucha, sublinha ao DN que o estudante "não obteve equivalência ao 12.º ano, mas concluiu-o numa das modalidades previstas na lei" (ver entrevista ao lado). Tomás Bacelos, 23 anos, terminou o 12.º ano com dois módulos do programa Novas Oportunidades, revelou ontem o Expresso. Fez o exame nacional de Inglês - a disciplina específica do curso que escolheu -, e conseguiu a nota máxima. Como não fez o ensino secundário de forma regular, a média de acesso à faculdade foi igual à nota do exame, entrando assim com 20 valores. Algo que o próprio aluno admitiu ao semanário ser "injusto". Quem frequenta as Novas Oportunidades e se candidata ao Superior entra pelo contingente geral, ou seja, concorre com os alunos que fizeram o 12.º ano de forma regular. E é isso que os estudantes universitários criticam. "Os alunos começam a ver duas opções para conseguir o mesmo fim: uma é mais complicada e outra é mais acessível. E é óbvio que isto é uma situação injusta", refere Luís Castro, líder da Associação Académica de Lisboa. Também o dirigente da Associação Académica do Porto, Ricardo Morgado, defende que as Novas Oportunidades não se podem "tornar numa forma facilitada de entrada no ensino superior, tirando lugar a quem fez o ensino regular". Tudo se ficou a dever a uma reportagem do Expresso no fim-de-semana.

domingo, setembro 12, 2010

Ministro do Ensino Superior destaca que universidade é cada vez mais procurada por pessoas mais velhas

Lista de acesso às Universidades

Segundo o Publico, "mais de metade dos alunos que se candidataram ao ensino superior público entraram na primeira opção. Aliás, 86 por cento ficaram numa das três primeiras opções escolhidas. Ontem, ao longo da tarde, os candidatos receberam por mensagem escrita, para o telemóvel ou para o correio electrónico, a informação de que entraram (ou não) no ensino superior". Veja aqui a lista de notas relativas à colocação dos estudantes universitários em todas as Universidades e cursos (o ficheiro está em excel e pode ser efectuado o download). Para mais informação sobre este tema que hoje interessa a milhares de estudantes e respectivas famílias, use este link do Ministério do Ensino Superior. E chamo a atenção para este ficheiro e este ficheiro, ambos em excel. O Ministério fez este balanço-resumo ao ingresso no ensino superior, este ano. PARA PROCURAR O SEU NOME E UNIVERSIDADE USE ESTE LINK

segunda-feira, setembro 21, 2009

Pólo universitário em crise em Miranda do Douro...

Daqui por cinco semanas o pólo da universidade de Trás-os-Montes encerra definitivamente em Miranda do Douro. Dificuldades financeiras e a redução do número de alunos ditaram o fim daquele projecto de ensino.

sábado, setembro 12, 2009

Universidade: veja as colocações

Veja as colocações em vários locais, nos sites de vários jornais mas sobretudo no site da Direcção-Geral do Ensino Superior. Entretanto fique a conhecer aqui (em documento excel que pode ser guardado), todas as notas de acesso ao Ensino Superior.

Universidade: 729 cursos ficaram sem vagas

Segundo o Correio da Manhã, num texto dos jornalistas Bernardo Esteves e Edgar Nascimento, "o número de estudantes colocados no Ensino Superior público na primeira fase do concurso nacional voltou a subir, de acordo com os dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Este ano foram admitidos 45 277 novos alunos nas universidades e politécnicos do Estado, mais 941 do que em 2008, mantendo-se, assim, uma tendência de crescimento contínua desde 2006 – nesse ano entraram 34 860 alunos. Na primeira fase foram já colocados 86 por cento dos 52 539 candidatos, ficando sem colocação 7262. Estes poderão agora concorrer à 2ª fase do concurso de acesso, entre segunda e sexta-feira. Estão disponíveis 6102 vagas.Os institutos politécnicos absorveram 43 por cento das colocações. E relevante é também o facto de 54 por cento dos candidatos ter entrado no curso escolhido como primeira opção, enquanto 19 por cento acedeu à segunda opção e 12 por cento à terceira. Ou seja, 85 por cento dos candidatos ficaram colocados numa das três primeiras escolhas. Dos 1099 cursos disponíveis, 729 preencheram todas as vagas na primeira fase. É o caso dos nove cursos de Medicina, cujos 1490 lugares (mais um do que o ano passado) foram todos ocupados. Também em Direito foram preenchidas as 1230 vagas à disposição em seis cursos. Em Arquitectura sobraram apenas dez dos 615 lugares postos a concurso. A média de entrada mais alta foi registada, tal como em 2008, no curso de Medicina da Universidade do Porto, onde o último colocado teve 18,37 valores, um pouco menos do que os 18,52 do ano passado. Aliás, as médias em Medicina desceram todas ligeiramente, talvez devido ao decréscimo das médias nos exames nacionais de Matemática. Ainda assim, o último colocado precisou de ter 17,82 para entrar no ciclo básico de Medicina da Universidade dos Açores.
Houve seis cursos em que bastou a nota mínima de entrada de 9,5 para conseguir colocação, sendo cinco deles em institutos politécnicos.
A Universidade do Porto destaca-se por ter os três cursos com médias mais altas e também pelo facto de ter preenchido a totalidade das suas vagas na primeira fase, tal como sucedera no ano passado. No extremo oposto, houve nove cursos em que não houve qualquer colocação de novos alunos, seis dos quais nas áreas das engenharias em regime pós-laboral ou nocturno. E há 244 cursos com menos de 20 colocados, podendo perder o financiamento do Estado caso não os preencham na 2ª fase. O curso de Direito na Universidade de Lisboa continua a ser o que regista maior número de entradas, indiferente aos apelos do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, que tem defendido uma redução. Este ano são 450 os novos alunos no curso de Direito em Lisboa".
Leia o texto todo e fique a saber os DEZ CURSOS MAIS DIFÍCEIS (lista liderada pela Medicina, Universidade do Porto, 183,7) - a Universidade do Minho com Medicina e 181,5 figura também no topo, tal como outras medicinas. Pode ficar também a saber quais são os DEZ CURSOS MAIS FÁCEIS, numa lista liderada pela Filosofia, na Universidade de Coimbra, 95,0. Conheça ainda as instituições com MAIS VAGAS LIVRES, as instituições com MAIS COLOCADOS e os CURSOS EM LISBOA COM ZERO ALUNOS. Fique a saber que AINDA HÁ 84 VAGAS PARA ENFERMAGEM e que a ENGENHARIA CIVIL ficou SEM CANDIDATOS. Leia tudo aqui

quarta-feira, abril 22, 2009

Universidades: O processo de Bolonha – reformar as universidades na próxima década

Segundo uma informação veiculada hoje pela Comissão Europeia, "em 28 e 29 de Abril, os ministros que tutelam o ensino superior em 46 países europeus reunir-se-ão na Bélgica, em Lovaina e Lovaina-a-Nova, para fazer o ponto do que foi já realizado no âmbito do processo de Bolonha, definir uma nova agenda e acordar em prioridades do espaço europeu do ensino superior para a próxima década, até 2020. Reflectindo o extremo interesse dos países situados fora da Europa pelas reformas que estão a operar-se no espaço europeu do ensino superior, realizar-se-á pela primeira vez um «Fórum Politico sobre o Processo de Bolonha» que reunirá os 46 países que participam no pr cesso e 20 paí es de fora da Europa (Foram convidados os seguintes países: Marrocos, Tunísia, Egipto, Etiópia, Senegal, Tanzânia, África do Sul, Israel, Jordânia, Cazaquistão, Quirguizistão, Índia, China, Japão, Vietname, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, México, Estados Unidos da América e Canadá.).O processo de Bolonha alargou-se de 29 países, em 1999, a 46, actualmente (Albânia, Alemanha, Andorra, antiga República jugoslava da Macedónia, Arménia, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Federação da Rússia, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Moldávia, Montenegro, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Santa Sé, Sérvia, Suécia, Suíça, Turquia e Ucrânia) – um verdadeiro êxito europeu. No mais recente relatório de síntese sobre o processo de Bolonha, a apresentar aos ministros em Lovaina e Lovaina-a-Nova, conclui-se que a aplicação das reformas previstas tem progredido a bom ritmo, embora de forma heterogénea. O último relatório da Comissão de apoio ao processo confirma essa conclusão positiva e refere que se registaram avanços substanciais, inclusive nas reformas estruturais. A atenção deverá agora centrar-se na modernização das políticas nacionais e na concretização da aplicação das reformas dos estabelecimentos de ensino superior da Europa. As principais reformas decorrentes do processo de Bolonha incidem nos seguintes aspectos:
- estruturação do ensino superior em três ciclos (licenciatura, mestrado e doutoramento),
- garantia de qualidade do ensino superior e
- reconhecimento das habilitações e dos períodos de estudo.
No seu conjunto, estes esforços de reforma vieram proporcionar novas oportunidades tanto às universidades como aos estudantes. O lançamento, no ano transacto, do Registo Europeu de Garantia da Qualidade do Ensino Superior está a dar maior visibilidade ao ensino superior europeu e a reforçar a credibilidade das instituições e dos programas na Europa e no mundo". Leia tudo aqui.

terça-feira, abril 14, 2009

Mariano Gago rebenta com universidades?

Foi hoje noticiado - li no Jornal de Negócios num texto do jornalista Germano Oliveira - que "dos 27,3 milhões de euros reservados no Orçamento do Estado (OE) para a recuperação das universidades e politécnicos em dificuldades financeiras, a maior parte do dinheiro ainda não tem destinatário conhecido. Segundo os mapas do OE 2009, 7,6 milhões de euros estão reservados para quatro universidades (Algarve, Évora, Trás-os-Montes e Açores) e para dois politécnicos (Portalegre e Viana do Castelo). A maior parte do bolo está por distribuir, numa fatia que anda em torno dos 19,7 milhões de euros. Os responsáveis académicos dizem que estas verbas fazem parte da solução para assegurar o pagamentos dos salários nas instituições em maior dificuldade.O Negócios contactou o Ministério do Ensino Superior para saber se já estão definidos os beneficiários dos quase 20 milhões de euros que estão disponíveis na reserva. O gabinete de Mariano Gago confirma a existência de verbas para recuperação das instituições (e adianta que são 23,4 milhões de euros, ligeiramente acima do que vem assinalado no OE), mas não esclarece se já estão identificadas as instituições que irão beneficiar deste apoio orçamental".
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Ministro garante dinheiro nas universidades

segunda-feira, abril 13, 2009

Universidades sem verbas para pagar salários

Segundo o Diário Económico de hoje, "os reitores enviaram uma carta ao ministro Mariano Gago onde alertam para a situação de ruptura financeira. As universidades públicas estão sem dinheiro para pagar salários até ao final do ano. O alerta é feito pelo Conselho de Reitores, numa carta enviada ao ministro da Ciência e Ensino Superior, no início do mês". Diz o memso jornal, num texto da jornalista Madalena Queirós que "um relatório dos serviços do ministério do Ensino Superior reconhece que escolas tiveram um corte de 100 milhões em três anos. Quando a Faculdade de Ciência da Universidade de Lisboa (UL) viu que não tinha dinheiro nas contas bancárias para pagar o salário de Dezembro do ano passado, soaram as sirenes da alerta".

sábado, março 21, 2009

Estudantes de Coimbra contestam "asfixia" financeira

A Associação Académica de Coimbra manifestou-se contra o que diz ser uma política de financiamento injusta e asfixiante. Os estudantes saíram à rua escondendo o rosto pela vergonha que dizem sentir.

segunda-feira, novembro 10, 2008

Ministro avisa maus gestores do Ensino Superior

Fiquei hoje a saber que "Mariano Gago, ministro da Inovação e do Ensino Superior, admitiu existirem maus gestores nas Universidades públicas e admite poder vir a ter de substitui-los, embora de momento mantenha a confiança na gestão autónoma destas instituições do ensino superior. A afirmação surge alguns dias depois de 13 ex-reitores de universidades portuguesas enviaram uma carta a Cavaco Silva e a José Sócrates, pedindo a intervenção urgente do presidente e do primeiro-ministro. Dizem estes reitores que o normal funcionamento das universidades está em perigo devido à falta de verbas. Júlio Pedrosa, ministro do Governo de António Guterres, Rui Alarcão, que foi mandatário de Mário Soares na sua candidatura presidencial e Adriano Pintão, ex-dirigente do Partido Socialista são alguns dos subscritores dos apelos ao Presidente da República e ao primeiro-ministro para a revisão da política governamental de financiamento do ensino superior para assegurar a autonomia e o regular funcionamento das universidades. Esta intervenção dos antigos reitores visa dar força aos sucessivos avisos dos actuais órgãos de gestão das Universidades públicas que repetidamente têm alertado para a falta de verbas e para as dificuldades de tesouraria. Apesar de no Orçamento de Estado para 2009 estar previsto um reforço de 90 milhões de euros para as verbas destinadas ao financiamento do ensino superior, os actuais reitores chamam a atenção para o facto de as despesas irem aumentar exponencialmente razão que os leva a não acreditar que essa verba agora prevista seja suficiente". Quanto a isto há quem não fale... (veja aqui a notícia da RTP)

terça-feira, novembro 04, 2008

Ensino superior: uma notícia do agrado da tonteria...

Eu desconfio que esta notícia publicada hoje no Diário Económico (mas disponível na totalidade apednas na versão online), deve ser do agrado de alguns rapazinhos histéricos que por aí andam agarrados ao tacho que nem lapas à rocha...: "Universidades devem passar a escolher alunos - Escreve a jornalista Madalena Queirós que "o Conselho Nacional de Educação defende o fim do regime geral de acesso, ligado apenas aos exames nacionais do secundário. É uma proposta que pode revolucionar a entrada no ensino superior. O Conselho Nacional de Educação (CNE) recomenda que o Governo reveja o regime geral de acesso, no sentido de dar “às instituições a responsabilidade pelo recrutamento e selecção dos seus alunos”. Actualmente, universidades e politécnicos não têm qualquer palavra a dizer na escolha dos seus alunos, limitando-se a receber a lista dos melhores classificados nos exames nacionais. Um sistema que, no parecer a que o Diário Económico teve acesso, é considerado pouco adequado “à avaliação da capacidade de ingresso no ensino superior”. O modelo acarreta ainda “inconvenientes para o desenvolvimento do ensino secundário, com o ciclo de estudos com vocação própria”.