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sexta-feira, novembro 13, 2015

Quer conhecer a podridão mais nojenta da nossa sociedade? Leia o livro de Catarina Guerreiro

Quer conhecer mais aprofundadamente aqueles grupelhos que nos andam a lixar, aquela escumalha que se move nos bastidores mais porcos e sovinas da sociedade, da política e do capital, aqueles cabrões que fazem, tudo para conquistar o poder para poderem então manipular os processos de decisão? Quer conhecer aqueles mafiosos que criam crises financeiras, económicas e sociais, que provocam instabilidade graças a uma teia de cumplicidades com muitos FDP à mistura, das quais saem sempre como vencedores? Então recomendo este livro da jornalista do Sol Catarina Guerreiro intitulado "O Fim dos Segredos". Mas leia-o junto da casa de banho ou compre um enorme balde de plástico porque lhe vai dar vontade de vomitar vezes sem conta.

segunda-feira, novembro 12, 2012

Recomendo

Aos mais interessados e aos mais atentos recomendo este livro. Trata-se de um livro pequeno, de fácil leitura, actual e que ajudará a perceber a máfia que se move nos esgotos a política e da especulação financeira, sempre associada a interesses obscuros, ao capital e à especulação dos mercados. Vale a pena.

sábado, junho 25, 2011

O livro "OS MITOS DA ECONOMIA PORTUGUESA" do ministro Santos Pereira

Li aqui um texto do jornalista Nicolau Santos, economista, subdirector do jornal Expresso: "PORQUE É QUE A ESPANHA É UM PAPÃO? PORQUE É QUE DEVÍAMOS ESTAR GRATOS PELA CRISE? PORQUE É QUE TEMOS TANTOS DOUTORES E ENGENHEIROS, MAS A PRODUTIVIDADE NÃO CRESCE?
PORQUE É QUE JOÃO JARDIM É JOÃO JARDIM?
Escrito num estilo aberto e informal, este livro pretende diagnosticar os males da economia nacional, de uma forma acessível a todas as pessoas, e não apenas aos economistas, desmistificando alguns desses problemas. Aqui se analisam factos que se podem considerar autênticos mitos contemporâneos. Vivemos mesmo «a maior crise da história»? A «independência da Madeira» é viável e benéfica para o país? Portugal é «um país sem futuro»? Decifrando o «economês» recorrente nestas análises, são examinados temas tão interessantes quanto a razão de os economistas falharem (quase sempre) as suas previsões ou os motivos pelos quais os portugueses chegam sempre tarde aos seus compromissos (excepto à missa ou ao futebol). E há conclusões insólitas: a crise actual foi a melhor coisa que nos poderia ter acontecido, devíamos exportar os nossos gestores e sindicatos, e precisamos de (ainda) mais ucranianos e brasileiros. «Este livro, em matéria de provocação e desconstrução da linguagem, está ao nível dos recentes “best-sellers” internacionais nesta área, de Freakonomics a O Economista Disfarçado, passando por Blink".
Anda sobre este livro - que recomendamos - retive este texto publicado aqui: "Os Mitos da Economia Portuguesa, publicado pela Guerra & Paz: "Escrito num estilo aberto e informal, este livro pretende diagnosticar os males da economia nacional, de uma forma acessível a todas as pessoas, e não apenas aos economistas, desmistificando alguns desses problemas. Aqui se analisam factos que se podem considerar autênticos mitos contemporâneos. Vivemos mesmo «a maior crise da história»? A «independência da Madeira» é viável e benéfica para o país? Portugal é «um país sem futuro»? Decifrando o economês recorrente nestas análises, são examinados temas tão interessantes quanto a razão de os economistas falharem (quase sempre) as suas previsões ou os motivos pelos quais os portugueses chegam sempre tarde aos seus compromissos (excepto à missa ou ao futebol). E há conclusões insólitas: a crise actual foi a melhor coisa que nos poderia ter acontecido, devíamos exportar os nossos gestores e sindicatos, e precisamos de (ainda) mais ucranianos e brasileiros".

segunda-feira, setembro 20, 2010

Guida Vieira lança livro

Temos – e temos esse direito - ideias divergentes e por isso militamos em partidos diferentes. Conheço Paulo Martins e Guida Vieira há muitos anos, desde 1974 - no caso do Paulo Martins antes disso, pois foi meu professor no Liceu do Funchal antes do 25 de Abril – e tenho que reconhecer, por um lado a coerência de sempre terem estado ligados a movimentos políticos da extrema-esquerda, desde a extinta UPM ate à também extinta UDP, que viria a ser um dos partidos envolvidos no projecto político do actual Bloco de Esquerda. Guida Vieira está indesmentivelmente ligada ao sindicalismo regional e particularmente aos bordados, onde desenvolveu um trabalho em prol da dignificação das operárias de um sector que nunca mereceu a atenção que devia e o respeito por quem trabalhava. Afastados da política activa, embora ligados ao Bloco, fiquei agora a saber que Guida Vieira vai lançar um livro, no próximo dia 1 de Outubro. Agradeço-lhe o convite e registo esta sua intromissão pelo mundo da escrita, de uma forma diferente dos artigos de opinião que regularmente escreve no DN do Funchal. E deixo um desafio ao dois: para quando um livro de memória, desses conturbados períodos pós-revolucionários (1974 a 1976) na Madeira?

sábado, junho 05, 2010

Reportagem: "Maria de Jesus, a sombra de Salazar"

"Nunca se tornou formalmente a primeira-dama de Salazar, mas, enquanto este liderou o país a partir de São Bento, foi Maria de Jesus quem geriu as questões práticas da vida do ditador, por quem nutriu muito mais do que simples admiração. A vida da governanta de Salazar vem agora a público.
António de Oliveira Salazar conheceu Maria de Jesus Caetano Freire, quando era apenas professor na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. E foi na cidade dos estudantes que D. Maria (como ficou conhecida) começou a trabalhar como governanta ao serviço de Salazar – funções que iria desempenhar, de forma fiel, até à morte do ditador, em 1970. Enquanto serviu Salazar, Maria de Jesus tornou-se insubstituível no seu quotidiano, admite Joaquim Vieira, autor do livro ‘A Governanta’ (editado pela Esfera dos Livros): ‘organizava todos os aspectos práticos da vida de Salazar’, desde a lavagem e costura das roupas do ditador, até à confecção das refeições que mais lhe agradavam, como petinga frita com feijão-frade ou bacalhau assado com batatas a murro.
Os 'olhos e ouvidos' de Salazar
Natural da freguesia de Santa Eufémia, e filha de camponeses, Maria de Jesus sempre foi uma mulher do povo, ‘rude, disciplinada e um pouco brutal’, recorda Joaquim Vieira. Contudo, a inteligência da governanta agradava a Salazar, que dela se serviu como ‘uma sondagem de uma só pessoa’, um barómetro da opinião pública. ‘D. Maria era o único elo de ligação que o ditador tinha com o povo’, já que 'Salazar não gostava do contacto físico com os cidadãos'. Por isso mesmo, era a governanta, nos seus afazeres domésticos, quem contactava directamente com os populares, ouvindo o que se dizia nas ruas sobre o regime, medindo o pulso à opinião pública. Com o ditador a morar já em São Bento, era também Maria de Jesus quem servia de intermediária entre Salazar e todos os amigos, conhecidos e simples visitantes do ditador, fazendo uma triagem dos acessos, e apurando a fidelidade ao regime das pessoas que lhe eram próximas. Cientes da influência que exercia junto do Presidente do Conselho de Ministro, cidadãos comuns, deputados e outras personalidades enviavam correspondência a D. Maria, pedindo que intercedesse por si junto de Salazar.
Ao serviço de Salazar
Salazar e Maria de Jesus partilhavam traços de personalidade: ‘o carácter autoritário e disciplinador é comum aos dois’, admite Joaquim Vieira. ‘Mas Salazar, perante D. Maria, fazia até o papel de democrata’, dada a austeridade com que a governanta lidava com as questões mais corriqueiras do dia-a-dia (como o próprio relacionamento com as crianças que passavam por São Bento). Identificando-se com o estadista, Maria de Jesus desenvolveu por Salazar uma ‘profunda admiração’, que lentamente se transformou em algo mais: uma paixão mantida em segredo e nunca correspondida. Recorda Joaquim Vieira, que por outro lado ‘a relação de Salazar com D. Maria era apenas uma relação de amo para com empregado’, ainda que este por ela nutrisse um 'enorme respeito'. ‘Sem a sofisticação, a formação ou a cultura’ necessárias para o ser, D. Maria acabou contudo por desempenhar junto de Salazar ‘o papel de primeira-dama’ – uma mulher do campo, que chegou a São Bento, e que, à sombra de Salazar, deu ao ditador condições para gerir os destinos da Nação durante 36 anos”. (reportagem de Marco Leitão Silva, no
SAPO)
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quarta-feira, março 04, 2009

Livro: "Carlucci vs Kissinger"

Apresentação do livro"Carlucci vs Kissinger" aborda a prespectiva dos E.U.A. sobre a revolução portuguesa
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Independência dos Açores era genuína
O líder histórico da FLA - Frente de Libertação dos Açores - diz que a luta pela independência do arquipélago assentou em pressupostos genuínos e não numa mera reacção ao comunismo que se instalou em Portugal.