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sexta-feira, outubro 30, 2009

PIB nas regiões europeias

PIB nas regiões insulares

PIB nas regiões nacionais


PIB nas RUPs
PIB nas regiões europeias

Taxa de emprego regional na população entre os 15 e os 64 anos nas regioes europeias
Já agora, e tomando como referência os indicadores oficiais do Eurostat, é o seguinte o valor do PIB apurado nas regiões europeias que propositadamente seleciconei entre as quase 300 Nuts abragidas pela estrutura estatística da União Europeia. Lembrando que o último estudo conhecido do Eurostat se reeporta a dados de 2006.

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Sobre as assimetrias regionais do PIB

Em 2006 e 2007, apenas a região de Lisboa superou a média europeia do PIB per capita avaliado em Paridades de Poder de Compra. No último ano, o PIB per capita das regiões Norte, Centro, Região Autónoma dos Açores, Alentejo, Algarve, Região Autónoma da Madeira e Lisboa correspondiam, respectivamente, a 61%, 65%, 68%, 73%, 80%, 97% e 106% da média da União Europeia (UE27), quando a nível nacional representava 76% desse valor. O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga as Contas Regionais definitivas de 2006 e preliminares de 2007 (Base 2000). Os resultados de 2006 têm carácter definitivo, substituindo os anteriormente divulgados em Julho p.p., no que se refere ao VAB e PIB regionais, e integrando, agora, os dados regionalizados da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) e as Contas Regionais das Famílias. Estes resultados reportam-se aos dados das Contas Nacionais Anuais de 2006 Definitivas, cujos valores regionalizam. No que se refere aos dados de 2007, a regionalização circunscreve-se às Contas Regionais por ramos de actividade (excepto FBCF) tendo por referência os valores nacionais anuais das Contas Nacionais Trimestrais e das Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional. É também utilizada informação sobre Paridades de Poder de Compra (PPC), recentemente divulgada pelo INE e pelo Eurostat para avaliação do PIB regional nessa unidade.
REPARTIÇÃO E EVOLUÇÃO DO PIB REGIONAL
A repartição regional do Produto Interno Bruto (PIB) nacional apresenta os contributos (em valor e em percentagem) das regiões para o PIB em 2005, 2006 e 2007, assim como as taxas de crescimento anuais do PIB, em valor e em volume, em 2006 e 2007.Em termos nominais, em 2006, o PIB regional cresceu abaixo da média nacional (4,2%) no Norte (4,1%) e em Lisboa (3,5%). As restantes regiões apresentaram evoluções nominais acima do crescimento nacional: Alentejo (6,2%), Região Autónoma dos Açores (RAA), Região Autónoma da Madeira (RAM) e Algarve (6,0%) e Centro (4,3%). Em 2007, o PIB regional cresceu abaixo da média nacional (4,9%) na RAM (4,7%), em Lisboa (4,6%), no Algarve (4,6%) e na RAA (4,5%), apresentou uma evolução igual à média nacional no Alentejo e uma evolução nominal superior à nacional, no Norte e Centro, respectivamente 5,2% e 5,3%. O comportamento regional do PIB em volume foi um pouco diferente do nominal devido ao efeito da evolução desigual dos preços, em ambos os períodos. Assim, em 2006 apenas a região de Lisboa (0,5%) registou um aumento real inferior à média nacional (1,4%); com crescimentos sucessivamente maiores, seguem-se o Norte (1,5%), o Centro e Alentejo (1,9%), a RAM (3,0%), a RAA (3,1%) e o Algarve (3,3%). Em 2007 registou-se um aumento real inferior à média nacional (1,9%) em Lisboa (1,5%), no Alentejo (1,5%) e na RAM (1,6%) e crescimentos superiores na RAA (2,0%), no Centro (2,2%), no Norte (2,4%), e no Algarve (2,5%).
CONCENTRAÇÃO E EVOLUÇÃO DO PERFIL ECONÓMICO REGIONAL
Em 2006 e 2007, a concentração económica, no que se refere à repartição geográfica do VAB e do Emprego, sobressae a região de Lisboa, pelo maior peso em termos do VAB, e a região Norte, pela maior relevância no que se refere ao Emprego.
É também de destacar, em 2006 e 2007, o peso relativo do emprego superior ao do VAB nas regiões do Norte e do Centro.
COESÃO REGIONAL
A coesão regional é normalmente analisada através das assimetrias do PIB per capita e da produtividade, quer no contexto do país, quer em comparação com a União Europeia (UE). O indicador PIB per capita relaciona o PIB gerado num dado país ou região e a população residente. De assinalar que, em 2007, apenas Lisboa, a RAM e o Algarve, entre as regiões NUTS II, ultrapassaram a média nacional (15,4 milhares de Euros), com índices, respectivamente, de 139, 128 e 105. Ressaltam, ainda, as assimetrias do PIB per capita entre as trinta regiões NUTS III com a máxima expressão quando comparamos as regiões da Grande Lisboa (163) e do Tâmega (58), que registaram o máximo e o mínimo observados, em relação à média nacional, sob a forma de índice; entre Grande Porto e Tâmega, na região Norte; entre Pinhal Litoral e Serra da Estrela, na região Centro; entre Grande Lisboa e Península de Setúbal, na região de Lisboa; entre o Alentejo Litoral e o Alto Alentejo, na região do Alentejo.
Relativamente à produtividade aparente do trabalho, estabelecida pela relação entre o PIB (ou o VAB) e o emprego que lhe está subjacente. Neste caso, apenas as regiões Norte e Centro não superaram a média nacional (31,8 milhares de Euros). São as seguintes as principais oscilações do indicador em questão, relativamente à média nacional: na região Norte, entre o Grande Porto (103) e o Tâmega (64), na região Centro, entre o Baixo Mondego (94) e a Beira Interior Norte (57), na região de Lisboa, entre a Grande Lisboa (140) e a Península de Setúbal (118) e, na região do Alentejo, entre o Alentejo Litoral (183) e o Alto Alentejo (90).



Tanto em 2006 como em 2007, apenas a região de Lisboa supera a média europeia do PIB per capita avaliado em Paridades de Poder de Compra. Neste último ano, o PIB per capita das regiões Norte, Centro, Região Autónoma dos Açores, Alentejo, Algarve, Região Autónoma da Madeira e Lisboa correspondiam, respectivamente, a 61%, 65%, 68%, 73%, 80%, 97% e 106% da média da União Europeia (UE27) sendo a nível nacional de 76%.
FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO (FBCF EM 2006)
Em 2006, a FBCF nacional cresceu, em termos nominais, 2,0% face a 2005, atingindo 33 758 milhões de euros, contribuindo positivamente para esse acréscimo o crescimento do investimento das regiões de Lisboa (15,3%), Algarve (10,7%) e Norte (4,2%). Nas restantes regiões o investimento realizado em 2006 foi inferior ao do ano anterior, devendo-se tal evolução essencialmente à diminuição do investimento realizado nas actividades de Comércio e reparação de veículos automóveis e de bens de uso pessoal e doméstico, alojamento e restauração, transportes e comunicações, à excepção da região Centro que foi mais afectada pelo decréscimo de investimento em Actividades Financeiras, imobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas.
No ano em análise, a região de Lisboa apresentou um investimento na ordem dos 11 218 milhões de euros, representando 33,2% do total de investimento do País, seguida das regiões Norte (9 424, 27,9%) e Centro (6 942, 20,6%). Considerando o investimento realizado por ramo de actividade, observou-se uma distribuição regional muito diferenciada. Lisboa, à semelhança dos anos anteriores, apresentou-se como a região com maior investimento em Actividades Financeiras, imobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas, com 43,6% do investimento total desse ramo, bem como em actividades de Comércio e reparação de veículos automóveis e de bens de uso pessoal e doméstico, alojamento e restauração, transportes e comunicações (35,4%) e Construção com 34%. No que se refere à Taxa de Investimento Aparente (calculada pela relação entre FBCF e VAB a preços de base), em 2006, verificou-se que, embora Lisboa e Norte sejam as regiões que mais contribuíram para a FBCF e PIB do país, apresentaram uma proporção de riqueza investida abaixo da média (25,4%), apesar de mais próxima que no ano anterior em especial Lisboa (passou de 20,5% para 23,0%). Por outro lado, as regiões Autónomas dos Açores e da Madeira destacaram-se com as maiores taxas de investimento, 31,8% e 27,6%, respectivamente, seguidas das regiões, Algarve, Centro e Alentejo (32,5%, 27,4% e 26,1%), pela mesma ordem.

As assimetrias regionais do PIB per capita oscilam entre 61% e 106% da média europeia (2006)

O INE publicou hoje a sua publicação relativa às "As assimetrias regionais do PIB per capita oscilam entre 61% e 106% da média europeia (2006)": "Em 2006 e 2007, apenas a região de Lisboa superou a média europeia do PIB per capita avaliado em Paridades de Poder de Compra. No último ano, o PIB per capita das regiões Norte, Centro, Região Autónoma dos Açores, Alentejo, Algarve, Região Autónoma da Madeira e Lisboa correspondiam, respectivamente, a 61%, 65%, 68%, 73%, 80%, 97% e 106% da média da União Europeia (UE27), quando a nível nacional representava 76% desse valor". Leia aqui o documento em pdf e aqui pode consultar e guardar os quadros em excel.