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terça-feira, janeiro 08, 2013
sexta-feira, maio 28, 2010
Crise? Governo continua a contratar assessores...
Segundo o site da TVI, "há duas semanas José Sócrates anunciava ao país as medidas de austeridade para contar o défice. Entre as decisões avançadas de um pacote de contenção e de aumentos fiscais, o Governo disse que as entradas na função pública estavam congeladas. Acontece que, segundo contas do Sol, nos últimos 15 dias terão sido contratados cerca de 15 elementos, entre assessores e adjuntos. Ana Jorge, ministra da Saúde, Helena André, ministra do Trabalho, Vieira da Silva, ministro da Economia e Pedro Silva Pereira foram os governantes que nomearam novos ajudantes. Já do lado dos secretários de Estado, Humberto Rosa, do Ambiente, Sérgio Vasques, dos Assuntos Fiscais, Pedro Marques, da Segurança Social, António Braga, das Comunidades, Marcos Perestrello, da Defesa e Correia da Fonseca, também contribuíram para engordar a despesa. Sérgio Vasques, aliás, nomeou uma assessora jurídica por 4088 euros, enquanto Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, renovou um contrato semelhante, mas apenas por 1800 euros. Mas a despesa não é totalmente atribuída ao governo. Do lado do maior partido da oposição, o PSD, diz o Sol que é a Assembleia da República quem paga os ordenados ao gabinete de apoio de Pedro Passos Coelho, já que foram também nomeados como assessores do grupo parlamentar. Carlos Sá Carneiro, Bruno Vitorino, Marta Sousa, Rodolfo Rebelo e Rui Baptista. As reuniões entre o líder e o gabinete são quase diárias na sede do partido, na Rua de São Caetano à Lapa, mas quem paga é o Palácio de São Bento. Não é no entanto novidade, já que José Sócrates e Ferro Rodrigues, quando na oposição, fizeram o mesmo". Entretanto veja aqui o video com a notícia sobre a polémica contratação de uma jurista pelo Minsitério das Finanças..
sábado, janeiro 16, 2010
Assessores: afastem o Luis Bernardo e depois verão...
Li no Correio da Manhã que "Luís Bernardo, assessor de Imprensa do gabinete do primeiro-ministro, desmente a sua possível saída de S. Bento, informação avançada, no espaço ‘Correio Indiscreto’. Luís Bernardo garante que vai "continuar, com todo o gosto, no exercício das funções que tenho desempenhado, ao serviço do gabinete do primeiro-ministro". O assessor de José Sócrates, e ex-jornalista da TVI, assegura também que o ambiente de trabalho na equipa de S. Bento "é óptimo, como sempre tem sido desde que o engº José Sócrates assumiu as funções de líder do Governo". Eu deixo um desafio: "despeçam" ou deixar sair o Luís Bernardo, que sabe mais do que faz a dormir que os outros todos de olhos abertos, e depois veremos o que vai acontecer ali para as bandas de S.Bento! Façam isso... Para conhedcer melhor este assessor de Sócrates leia aqui, no DN de Lisboa: "Luís Bernardo, 43 anos ex-jornalista. Tendo sido jornalista, trouxe para a função de assessor de imprensa toda a sua experiência enquanto tal, como o fazem a maior parte dos assessores de imprensa. Mas a verdade é que antes do jornalismo e antes da assessoria de imprensa já andava na política. É militante do PS (secção de Queluz, Sintra) desde 1987. Dirigiu durante a associação de estudantes da secundária de Queluz. Chegou mesmo a representar a JS no Conselho Nacional da Juventude. Por inerência dessa função, teve assento na direcção da JS, então liderada por António José Seguro. Luís Bernardo acabou por ser jornalista de forma relativamente ocasional. Entrou na TVI, no princípio dos anos 90, para escrever guiões. Mas acabou na redacção. O seu director de informação do (então) "canal da Igreja", era o padre António Rego. Foi na TVI que se cruzou com Pedro Silva Pereira, hoje ministro da Presidência, na altura editor da secção da política (e que chegou à estação pelos circuitos católicos). A certa altura, já com Artur Albarran como director de informação, integrou a equipa que investigava o caso Camarate. Pediu - segundo diz - para ser afastado quando "começaram as coboiadas". As "coboiadas" eram um jornalismo totalmente dedicado a confirmar uma tese (no caso: o atentado). Hoje, como qualquer político no activo, é incapaz de compreender o jornalismo sem o ligar a interesses políticos. Há quem não se tenha esquecido de o ver acusar jornalistas de estarem a fazerem fretes ao PSD por, na visita de Sócrates à China, estes quererem ouvir o primeiro-ministro comentar as inconveniências de Manuel Pinho sobre o trabalho barato em Portugal. Em 1997 deixa o jornalismo. Vai para assessor do ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho. Aguenta-se dois anos no posto - mas voltaria a cruzar-se com Carrilho. Depois, em 1999, ascende à condição de assessor do primeiro-ministro, António Guterres, com quem fica até ao fim (2002). Sempre se manteve, aliás, como uma espécie de assessor informal de Guterres, mesmo quando este deixou o Governo. Ajudou-o, por exemplo, na operação que levou o ex-PM a alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados. Depois vem o pequeno deserto 2002-2005, quando o PS passa para a oposição e o país é governado pela aliança PSD-CDS. Bernardo obteve um lugar de luxo, no hemisfério privado, no Grupo SAG, do multimilionário João Pereira Coutinho. Em 2005, tendo o PS regressado ao poder, regressa à assessoria política, primeiro com o ministro Silva Pereira, depois transitando para o gabinete de Sócrates (com quem, aliás, já tinha feito a campanha eleitoral). No final de 2005, foi chamado de emergência para dirigir a campanha, já totalmente em perda, de Manuel Maria Carrilho à Câmara de Lisboa".quinta-feira, maio 07, 2009
Jim Margolis: "Sem a Internet, a vitória de Obama teria sido difícil'
Recomendo-vos a leitura deste texto da jornalista Silvia Taulés, do El Mundo, intitulado "Jim Margolis, asesor de campaña y asesor del presidente de EEUU: 'Sin Internet, la victoria de Obama habría sido difícil'. Escreve a jornalista: "Le dio al 'play' y sus labios dibujaron una sonrisa enorme. Se levantó, cogió el ordenador, y fue fila por fila enseñando el vídeo. Lo acababa de grabar, con poco tiempo y menos ensayo, y mostraba el resultado más que orgulloso. Era el anuncio en castellano que debía convencer a los votantes de Puerto Rico y se pasó la campaña viéndolo y sonriendo, encantado de oírse hablar en un idioma que realmente no habla. Así es Barack Obama, disfruta de lo que hace. Esto sucedió en marzo de 2008, en el avión que el equipo de su campaña electoral del actual presidente de EEUU llenaba de horas de trabajo capitaneados por Jim Margolis. Es precisamente Margolis quien cuenta la anécdota y repite: El anuncio de campaña del que Obama está más orgulloso es el que habla en castellano. Dice que hay miles de anécdotas, pero hoy se centrará en los anuncios de campaña. Es como debe ser, ha venido a Madrid para dar una conferencia en la celebración del 10º aniversario del Club de Creadores y los anuncios marcan su ponencia.Tan fuertes son las imágenes y las palabras que muestra Margolis que por mucho que uno las haya visto termina aplaudiendo de nuevo. No importa las veces. No importó el viernes por la tarde en el Teatro Circo Price: Obama sigue arrancando entusiasmo y su asesor de campaña y actual asesor disfruta constatándolo.- ¿Hay muchas horas de trabajo detrás del personaje Obama?
- Tiene una capacidad única para comunicarse, para encandilar a la gente, para no centrarse en las divisiones, sino en lo que compartimos. Es algo más, es algo más grande que cualquiera de nosotros. Pero no podemos decir ya lo hemos hecho, porque esto sólo acaba de comenzar.
- Tiene una capacidad única para comunicarse, para encandilar a la gente, para no centrarse en las divisiones, sino en lo que compartimos. Es algo más, es algo más grande que cualquiera de nosotros. Pero no podemos decir ya lo hemos hecho, porque esto sólo acaba de comenzar.
- ¿Qué habría sucedido sin Internet? - No se podría haber hecho la misma campaña hace 10 años. Sin Internet, hace 10 años, la victoria de Obama habría sido difícil. Necesitábamos internet para implicar a todo el país. Hace 10 años, para organizar un evento hubiéramos tenido que enviar cartas, llamar por teléfono [casi no había móviles]. Ahora, aprietas un botón y convocas a cientos de miles de personas. La tecnología está cambiando radicalmente la forma en la que trabajamos en las campañas.
- ¿Quiere decir que hace 10 años Obama no hubiera sido presidente?
- Habría sido difícil. No existía la habilidad de movilizar a miles de personas, era demasiado caro. La importancia de las redes sociales se demostró en esta campaña".
- Habría sido difícil. No existía la habilidad de movilizar a miles de personas, era demasiado caro. La importancia de las redes sociales se demostró en esta campaña".
domingo, março 22, 2009
Monteiro Diniz com assessor de imprensa
Segundo o Despacho n.º 7668/2009, publicado no Diário da República, IIª série, nº 53, de 17 de Março de 2009, o Representante da República passou a ter um assessor de imprensa: "Nos termos das disposições conjugadas do artigo 20, n.º 1, da Lei n.º 30/2008, de 10 de Julho e do n.º 3 do artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de 23 de Julho, nomeio, com efeitos a partir de 1 de Março de 2009, Rogério Bueno de Matos, para prestar ao meu Gabinete assessoria na área da imprensa. A presente nomeação é válida pelo período de um ano, renovável automaticamente por iguais períodos, podendo ser revogada a todo o tempo, sendo atribuída ao nomeado a remuneração mensal de € 500". O meu único comentário é este: a decisão só peca por tardia. O jornalista Rogério Bueno de Matos foi director do semanário "Mafra Hoje", entre outras colaborações na área comunicação social, sendo irmão do jornalista Bueno de Matos, porta-voz do Tribunal Constitucional.
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