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sábado, março 15, 2025

Disparidade salarial entre Portugal e os 10 países europeus para onde os portugueses mais emigram

A disparidade salarial entre Portugal e os países para onde os portugueses emigram é muito significativa. Essa disparidade salarial também se aplica aos mais jovens. Em 2022, o salário médio bruto anual dos jovens com menos de 30 anos em Portugal foi de 17 mil €, valor muito inferior ao registado nos principais destinos europeus de emigração portuguesa. Entre os 10 principais destinos europeus de emigração, a Suíça liderava a lista, com um salário médio bruto de 38 mil €, mais do dobro do que se verifica em Portugal. Seguia-se o Luxemburgo (31 mil €) e a Noruega (30 mil €). Estes valores são em paridade de poderes de compra (ou seja, descontando o diferencial do custo de vida, de modo a que os valores sejam comparáveis). Esta diferença salarial, aliada às maiores oportunidades profissionais, continua a ser um fator determinante para a saída de jovens do país. A falta de políticas eficazes para reter os jovens pode agravar ainda mais o impacto da emigração na economia e na demografia portuguesa (fonte: Instituto +Liberdade, + Factos)

segunda-feira, janeiro 13, 2025

Salários dos Políticos

Será que o Primeiro-ministro português tem um salário muito elevado? O salário mensal bruto do Primeiro-ministro português é de 5.838€ (fixado em 75% do salário do PR), o que se traduz num valor anual de cerca de 82 mil €. As despesas de representação sobem o salário mensal para mais de 8 mil €, no entanto, para efeitos de comparação com outros países, estas despesas, tal como outros benefícios, não são contabilizadas. Em paridade de poderes de compra, o salário do Primeiro-ministro português é o 8.º mais baixo entre os países da União Europeia e o Reino Unido, Noruega, Suíça e Islândia. Os 82 mil € anuais, em Portugal, representam menos de um terço do vencimento anual do chefe de governo da Suíça (255 mil €). Se a comparação for feita em percentagem do salário médio de cada país, o salário do Primeiro-ministro português sobe algumas posições, embora se mantenha na segunda metade da tabela. Representa 345% do salário médio português. Na Hungria, essa percentagem atinge os 997% (Mais Liberdade)

segunda-feira, julho 15, 2024

Classificação dos salários médios europeus: Portugal surge em destaque… se se olhar a partir de baixo

A disparidade na Europa no que diz respeito a ganhos líquidos anuais é evidente, o que tem um impacto significativo nas decisões de contratação e emprego. Essas diferenças, explica a ‘Euronews’, podem resultar de regulamentações, leis laborais, setores industriais e desenvolvimento económico específicos de cada país. Os países do Norte e da Europa Ocidental registam os rendimentos líquidos médios mais elevados, ao passo que os países da Europa Oriental e do Sul apresentam valores muito inferiores.

Como se comparam os rendimentos médios na Europa?

O rendimento líquido médio anual é calculado subtraindo os impostos sobre o rendimento e as contribuições para a Segurança Social do rendimento anual bruto, adicionando depois os abonos de família. As diferentes situações familiares, como o facto de ser solteiro ou casado e o número de filhos a cargo, têm impacto no rendimento líquido.

quarta-feira, maio 08, 2024

Na Europa, o salário médio por hora são 24 euros. Quem lidera o top? E em que lugar está Portugal?

No continente com oito das 20 maiores economias e a maior área de mercado único, como é que tudo isso se traduz nos salários dos europeus? A partir de dados do Eurostat de 2023, a Visual Capitalist criou um mapa representativo do salário médio por hora.  Luxemburgo, a capital europeia dos serviços financeiros, tem o salário médio mais elevado (47 euros/hora) de todo o continente. O país também tem o maior PIB per capita do mundo. Nos países escandinavos, a Dinamarca e a Noruega também pagam mais (42 euros/hora). A Islândia, com 39,5 euros por hora trabalhada, surge no quarto lugar na tabela. Para trás, ficam a Finlândia na nona posição (30 euros/hora), e a Suécia (26 euros/hora) na 12.ª. Com um salário médio por hora na Europa de 24 euros, a Bulgária ocupa o fundo da tabela com o valor mais baixo (8 euros/hora). Portugal surge na 19.ª posição com 13,7 euros/hora, ficando atrás de países como Itália e Espanha, que estão uns lugares acima (14.º e 15.º respectivamente)

Salário médio (€/hora)

1 – Luxemburgo, €47,2

2 - Dinamarca, €42,0

3 – Noruega. €41,7

Falando de salários...

fonte: Correio da Manhã

Falando de salários...

fonte: Correio da Manhã

terça-feira, novembro 28, 2023

Quais os salários médios na Europa? Em que países se paga mais (e menos) e que posição ocupa Portugal?

A legislação laboral da UE é geralmente bastante rígida, nomeadamente no que diz respeito às condições de trabalho e direitos trabalhistas. No entanto, quando se trata de salários entre os estados-membros da UE, ainda existem variações significativas, dependendo de vários factores, tais como legislação, procura e inflação. A Euronews Business analisa os países que melhor recompensam os trabalhadores. De acordo com o Statista, em 2022, o salário médio anual variou entre 73.642 euros na Islândia e 24.067 euros na Grécia.

Os países com salários mais elevados em 2022 foram:

Islândia (73.642 euros)

Luxemburgo (72.529 euros)

Suíça (67.605 euros)

Bélgica (63.758 euros)

Dinamarca (59.405 euros),

Já os países com remunerações mais baixas foram:

Grécia (24.067 euros)

Eslováquia ( 24.337 euros)

Hungria (26.376 euros)

Portugal (29.540 euros)

República Checa (30.967 euros).

sexta-feira, março 24, 2023

Sabe qual o país (do mundo) onde o salário médio é mais alto? Chega quase aos 8 mil euros. O mais baixo não chega aos 50 euros (sim, 50)

A Paylab, plataforma internacional de pesquisa salarial, elaborou o ranking dos 20 países com os maiores salários médios mensais. E também os 20 países que praticam os salários mais baixos. Top 20 dos países com salários brutos médios mais elevados:

Croácia | 7606.27 eur

Suíça | 7522.51 eur

Liechtenstein | 6110.68 eur

Dinamarca | 6025.98 eur

Estados Unidos da América | 5790.58 eur

Luxemburgo | 5060.66 eur

Mónaco | 4979.85 eur

Singapura | 4902.06 eur

Alemanha | 4687.90 eur

Austrália | 4488.23 eur

Noruega | 4439.13 eur

Países Baixos | 4364.19 eur

terça-feira, maio 24, 2022

Trabalhador português médio leva para casa 72% do salário bruto todos os meses

O trabalhador português médio leva para casa 72% do salário bruto todos os meses, após impostos e contribuições. Este valor corresponde ao salário líquido de um trabalhador com ordenado médio e sem filhos em Portugal, e situa-se abaixo da média de 75,4% dos 38 países da OCDE. Estas são as conclusões do relatório “Taxing Wages 2022”, divulgado esta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que mostra que o Estado português fica com 28% do salário bruto dos trabalhadores em impostos e contribuições para a Segurança Social. Destes, 11% são destinados à Segurança Social e 17% ao IRS (variável). Os países da OCDE onde esta “fatia” retirada pelo Estado é mais expressiva é na Bélgica, com 39,6%, seguida da Dinamarca, Alemanha e Lituânia onde foram aplicados descontos superiores a 35% dos salários brutos dos trabalhadores. Do prisma oposto, no Chile os trabalhadores apenas entregam 7% do seu salário bruto ao Estado (Executive Digest, texto do jornalista André Manuel Mendes)

segunda-feira, maio 03, 2021

OCDE: Estado português fica em média com 27,4% do salário bruto

 

Portugal continua entre os países da OCDE que mais cobra em IRS e contribuições para a Segurança Social. Em média, o trabalhador português leva para casa 72,6% do salário bruto. Em 2020, o trabalhador português com um salário médio e sem filhos levou para casa 72,6% do seu salário bruto e o Estado ficou com 27,4% em IRS e Taxa Social Única (contribuição para a Segurança Social). Esta estatística da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico), divulgada esta quinta-feira no relatório “Taxing Wages 2020”, pretende calcular a carga fiscal que incide sobre o fator trabalho nas economias avançadas para diferentes perfis de rendimentos e de composição do agregado familiar.

Estes valores relativos ao ano passado representam um agravamento da carga fiscal sobre o fator trabalho em Portugal, em linha com o que aconteceu ao conceito mais abrangente de carga fiscal que atingiu um novo recorde. Em 2019, os trabalhadores portugueses entregavam, em média, 26,9% do seu rendimento bruto ao Estado, levando para casa os restantes 73,1%. Já nesse ano esta carga fiscal sobre o fator trabalho tinha aumentado.

É de realçar que este cálculo da OCDE tem em conta apenas as taxas de retenção na fonte aplicadas aos salários brutos dos trabalhadores portugueses, excluindo o acerto de IRS que é feito no ano seguinte e que, em alguns casos, traduz-se numa fatura fiscal mais baixa quando há lugar a um reembolso.

sábado, agosto 15, 2020

Estes são os empregos com melhores ordenados (e dispensam curso superior)


Nem todos os empregos bem pagos requerem um diploma de ensino superior anexado ao currículo. Há profissões mais técnicas que apresentam bons ordenados e empresas que se focam mais nas competências e capacidade de evolução do que no grau de formação. Segundo o e-konomista, a aposta vai, cada vez mais, para profissionais que possam ser qualificados internamente. A justificação? Verifica-se uma escassez de talentos com as qualificações necessárias para determinadas áreas, nomeadamente aquelas que são consideradas profissões do futuro – como programação ou instalação de sistemas de energia solar ou eólica. Considerando a remuneração média mensal base nacional (943 euros em 2019), o mesmo site apresenta os 24 empregos bem pagos sem curso superior:
Tripulante de cruzeiros (salário entre 1.800€ e 2.500€);
Programador (salário entre 1.800€ e 2.100€);
Especialista em reparação e instalação de elevadores (salário entre 1.800€ e 2.300€);
Instalador de sistemas solares e/ou eólicos (salário entre 1.800€ a 2.000€);
Técnico de maquinação e programação (salário entre 1.300€ e 1.800€);
Técnico de manutenção aeronáutica (salário entre 1.500€ e 1.900€);
Técnico de análise laboratorial (salário entre 1.300€ e 1.800€);
Técnico de audiovisuais (salário entre 1.300€ e 1.500€);
Técnico de multimédia (salário entre 1.300€ e 1.500€);
Designer gráfico (salário entre 1.300€ e 1.500€);
Técnico de comunicação (salário entre 1.300€ e 1.500€);
Técnico de marketing (salário entre 1.300€ e 1.500€);
Optometrista (salário entre 1.300€ e 1.500€);
Técnico de mecatrónica (salário entre 1.300€ e 1.500€);
Técnico de manutenção industrial (salário entre 1.200€ e 1.800€);
Técnico de electrónica industrial (salário entre 1.200€ e 1.800€);
Técnico de informática (salário entre 1.200€ e 1.800€);
Soldadores e serralheiros (salário entre 1.200€ e 1.500€);
Assistentes de bordo (salário entre 1.200€ e 1.500€);
Electricistas (salário entre 1.200€ e 1.500€);
Técnico de instalações eléctricas (salário entre 1.200€ e 1.500€);
Técnico de desenho de construção civil (salário entre 1.200€ e 1.500€);
Secretárias administrativas (salário entre 1.000€ e 1.200€);
Técnico de contabilidade (salário entre 950€ e 1.100€) (Executive Digest)

segunda-feira, agosto 03, 2020

Salário mensal de mil euros custa 1.790 às empresas portuguesas

Quanto custa, na realidade, um salário mensal de mil euros a um empregador em Portugal? Segundo um estudo elaborado pelo Institut Économique Molinari em colaboração com a consultora EY, 1.790 euros é o valor total suportado pelas empresas, considerando o pagamento de impostos e contribuições ao Estado. O estudo, reportado pelo Correio da Manhã, foi realizado para 27 países da União Europeia e mostra que o nível de encargos em Portugal nem é dos piores da comunidade. Em França, por exemplo, o custo de um salário líquido de mil euros para o empregador atinge os 2.210 euros. Por outro lado, no Chipre os custos ficam-se pelos 1.390 euros. Ainda no que a Portugal diz respeito, a análise mostra que a carga fiscal e contributiva sobre o rendimento do trabalho é superior a 44% este ano. No geral, a pressão social e fiscal sobre os salários médios dos 27 Estados-membros abrangidos pelo estudo agravou-se em 2020.
Pela primeira vera em seis anos, a carga fiscal e contributiva sobre os salários da União Europeia atingiu os 45,09%, o que compara com os 44,5% regitados em 2019 – sendo que, no ano passado, o Reino Unido ainda estava incluído. O salário médio anual em Portugal situa-se, este ano, nos 22.699 euros. Contudo, após impostos e contribuições para a Segurança Social, este valor baixa para 12.684 euros. O mesmo estudo indica que há nove países em que os trabalhadores que recebem menos do que Portugal, a maioria da Europa de Leste (ED)