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segunda-feira, março 18, 2019

Primeira quebra no crescimento dos portos do continente desde a crise

Contrariando uma década de crescimento sucessivo, registado desde a crise de 2009, os portos do continente travaram o “disparo” sentido em 2016 e 2017, apresentando em 2018 uma quebra de 3,5% nas toneladas de carga movimentada. Só cresceram os portos de Aveiro (mais 9,2%) e de Faro (mais 73,7%). Os dois maiores portos, Sines e Leixões, sofreram reduções na carga total movimentada em 2018, que totalizaram menos 2,36 milhões de toneladas e tiveram forte impacto no conjunto da atividade dos portos do continente (Infografia Mário Malhão, Jornal Económico)

quinta-feira, fevereiro 28, 2019

Governo anuncia investimentos públicos de 170 milhões de euros em portos continentais

O primeiro-ministro diz que o potencial de crescimento do país ainda não está plenamente explorado. António Costa mantém o optimismo, num dia em que foram anunciados investimentos públicos de quase 170 milhões de euros, nos Portos de Leixões e de Viana do Castelo.

segunda-feira, maio 23, 2016

Situação agrava-se para as ilhas? Trabalhadores dos portos juntam-se à greve dos estivadores

Em junho e durante cinco dias todos os portos nacionais vão estar parados devido à greve dos estivadores. Os trabalhadores das administrações dos portos nacionais juntam-se assim à greve parcial dos estivadores de Lisboa que já dura há um mês. Uma greve que vai complicar ainda mais as exportações portuguesas que caíram 1,6% no primeiro trimestre deste ano.

Situação agrava-se para as ilhas? Despedimento coletivo no Porto de Lisboa pode afetar 320 trabalhadores

Os operadores do Porto de Lisboa vão avançar com um despedimento coletivo dos estivadores. O processo pode afetar 320 trabalhadores. Os estivadores realizaram várias greves nos últimos quatro anos, a última dura há mais de 1 mês e vai até 16 de junho. Os trabalhadores exigem o descongelamento das carreiras.

domingo, julho 26, 2015

Concorrência? Conheça o novo terminal de cruzeiros do Porto de Leixões

O novo terminal fica a 800 metros da linha de costa, foi pensado para receber os maiores navios de cruzeiro da actualidade. O terminal de Leixões está a funcionar desde abril e já recebeu este ano 15 cruzeiros. Os números correspondem por isso à grandeza do objectivo: 20 mil metros quadrados de área útil, 130 mil passageiros esperados daqui a três anos. Na inauguração do novo terminal marcaram presença os governantes Pires de Lima, Assunção Cristas e Aguiar Branco (fotos DN de Lisboa)


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quinta-feira, janeiro 16, 2014

Concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa adjudicada ao único consórcio concorrente (com o grupo Sousa)

Li aqui que "a Administração do Porto de Lisboa anunciou nesta quinta-feira que adjudicou a concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa ao consórcio que junta Global Liman Isletmeleri, Grupo Sousa Investimentos, Royal Caribbean Cruises e Creuers del Port de Barcelona, o único concorrente.Em comunicado, a Administração do Porto de Lisboa (APL) refere que decidiu adjudicar a concessão de serviço público no terminal de cruzeiros de Lisboa ao consórcio constituído pela Global Liman Isletmeleri, Grupo Sousa Investimentos, Royal Caribbean Cruises e Creuers del Port de Barcelona.O "futuro concessionário propõe-se pagar à APL [Administração do Porto de Lisboa] 300 mil euros por ano de taxa fixa e 0,22 euros por passageiro de taxa variável", segundo um comunicado divulgado hoje. A APL receberá também a contrapartida pelos serviços prestados (pilotagem e outros) que, em 2013, totalizou cerca de 2,5 milhões de euros. A APL lançou, em Junho de 2013, o concurso internacional para concessão de serviço público no terminal de cruzeiros de Lisboa.Numa fase inicial, foram qualificadas as três candidaturas apresentadas, mas, devido à “recente reorganização da indústria de cruzeiros na Europa, […] as candidaturas evoluíram para uma só, que procura congregar a experiência e competências que advêm da gestão de vários terminais de passageiros no mundo inteiro e de incluir um dos maiores armadores do mundo e um armador português”, como explicou a APL num comunicado divulgado em Dezembro de 2013"

sexta-feira, dezembro 13, 2013

Grupo madeirense "Sousa" na corrida: Concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa só tem um candidato

Escreve o Dinheiro Vivo que "o concurso para a concessão do novo terminal de cruzeiros de Lisboa, a construir em Santa Apolónia, terminou ontem com a entrega da proposta de apenas um candidato, anunciou hoje em comunicado o Porto de Lisboa. Em causa está o facto de quatro das oito empresas que concorriam - algumas isoladas e outras noutros agrupamentos -  terem decidido juntar-se num único consórcio. "Fruto da recente reorganização da indústria de cruzeiros na Europa, as candidaturas evoluíram para uma só que procura congregar a experiência e competências que advêm da gestão de vários terminais de passageiros no mundo inteiro e de incluir um dos maiores armadores do mundo e um armador português", pode ler-se no comunicado do Porto de Lisboa. O júri tem agora de analisar a proposta do agrupamento que junta a Royal Caribbean Cruises, a Creuers del Port de Barcelona, a Global Liman Isletmeleri - que recentemente começaram também a colaborar juntas a nível internacional - e ainda os portugueses, da Madeira, Grupo Sousa Investimentos. De fora ficou o consórcio da Global Ports Holding e da Mota-Engil e o da Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos em conjunto com a Somague, o Grupo Sousa Investimentos, a Pioneiro do Rio e a Royal Caribbean Cruises. De acordo com o Porto de Lisboa, a decisão do júri será conhecida até ao final do ano, tal como estava previsto no calendário do processo de concessão. Este foi lançado em junho de 2013 e tem como objetivo a construção de um novo terminal de cruzeiros com um investimento de 22 milhões de euros e ainda a gestão do espaço por um período de entre 20 a 35 anos"

quinta-feira, dezembro 20, 2012

Empresas vão despedir no porto de Lisboa!

Segundo o Económico, os "prejuízos causados pelas greves dos estivadores estão na base dos despedimentos. Os empregadores do porto de Lisboa vão avançar com despedimentos de trabalhadores portuários, na sequência dos prejuízos causados pelas greves contínuas dos estivadores desde 14 de Agosto. Numa carta ontem enviada aos seus associados, a que o Económico teve acesso, a direcção da Associação- Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa (A-ETPL) alerta para a situação de ruptura financeira em que se encontra e relembra que, se não se proceder a uma redução dos custos laborais, a empresa poderá entrar em situação de insolvência, como já sucedeu com a sua congénere do porto de Aveiro. Segundo as contas da administração da A-ETPL o défice operacional da empresa para o próximo deverá ascender a 1,36 milhões de euros. A A-ETPL é a empresa criada para requisitar os trabalhadores para as operações portuárias dos concessionários de terminais do porto de Lisboa. Conta com sete associados, a grande maioria empresas pertencentes aos grupos Mota-Engil e ETE - Empresa de Tráfego e Estiva"

sábado, outubro 27, 2012

Taxas dos portos portugueses baixam 20% até Dezembro

Segundo o Jornal I, "com os portos em greve desde Agosto, prejuízos superiores a mil milhões de euros e os sindicatos afectos à CGTP a paralisarem quase por completo os portos de Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz, o governo, embora hesite na tomada de medidas mais duras, como a requisição civil, pedida por diversas associações comerciais e industriais particularmente afectadas com estas greves que visam manter nos portos nacionais uma situação insustentável de emprego garantido para os estivadores filiados nos princiupais sindicatos, além de não recuar na nova legislação laboral para o sector, quer avançar com mais medidas que visam diminuir os custos para as empresas exportadores e aumentar a competitividade dos portos nacionais num contexto económico de forte concorrência. Uma delas tem a ver com as taxas cobradas, que vão ser reduzidas substancialmente até final do ano. O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, já tinha afirmado que iria descer a taxa TUP Carga em 10% imediatamente, mas o relatório do FMI sobre a quinta avaliação ao programa de ajuda a Portugal aponta para 20% de descida até Dezembro. “Em resposta às preocupações dos exportadores vamos diminuir, no final de Dezembro, as taxas de uso portuário (TUP Carga) com o objectivo de as reduzir em 20%”, diz o documento divulgado quinta-feira".

quarta-feira, abril 14, 2010

Movimento de mercadorias nos portos com tendências opostas no período 2005-2009

O movimento de mercadorias nos portos nacionais evoluiu de forma positiva no período 2005-2007, tendo invertido esta tendência a partir de 2008. Entre 2005 e 2009, de entre os principais portos marítimos nacionais, Sines foi o único que registou um aumento do número de embarcações de comércio entradas (+19,4%) para um total de 1 423 embarcações. No período em análise, Leixões foi o porto que melhor desempenho registou no movimento total de mercadorias (-0,1% em termos médios anuais), tendo os restantes portos apresentado quebras superiores a 1%. “Coque e produtos petrolíferos refinados” foi a categoria de mercadorias predominante na estrutura média de mercadorias movimentadas por tipo de mercadoria, em ambos os sentidos, nos portos marítimos, em 2009. A UE constituiu a origem de pouco mais de 40% do total das mercadorias descarregadas nos portos marítimos e o destino de cerca de dois terços das mercadorias carregadas no período de 2005 a 2009.

De entre os principais portos nacionais, Sines e o conjunto de portos do Funchal e do Caniçal foram os únicos que apresentaram um crescimento médio anual positivo no número de embarcações de comércio entradas, respectivamente, 4,5% e 0,1%, no período de 2005 a 2009. Os portos de Aveiro e de Setúbal foram aqueles que mais retrocederam em termos médios anuais no número de embarcações, com variações de -6,3% e -4,9%, respectivamente, no período em análise. Nos últimos 5 anos, os portos de Lisboa (-2,5%) e de Leixões (-2,1%) mantiveram uma tendência continuada de quebra no número de entradas de embarcações, com excepção do porto de Leixões no ano de 2007.

Em 2009, comparativamente com 2005, com excepção dos portos de Sines e do conjunto dos portos do Funchal e do Caniçal, todos os demais principais portos nacionais registaram uma quebra no número de embarcações, reflexo, sobretudo, da crise económica iniciada em 2008, com as consequentes implicações na redução das trocas internacionais. Todavia, tal situação não significou uma redução generalizada no nível de arqueação bruta. Com excepção dos portos de Ponta Delgada, Aveiro e Setúbal, todos os outros principais portos nacionais apresentaram uma taxa de crescimento médio anual positiva na arqueação bruta total das embarcações de comércio, com registos que variaram dos 1,4% em Lisboa, até os 10,6% no porto de Sines. Tal facto traduz a progressiva substituição das embarcações por outras de maior porte. Os portos de Sines, Leixões e do conjunto Funchal e Caniçal, incrementaram, em todos os anos, o nível de arqueação bruta.

Em 2009, o porto de Sines foi aquele que registou o maior movimento de mercadorias, um total 23 857 milhares de toneladas, seguindo-se Leixões (13 266 milhares de toneladas) e Lisboa (10 659 milhares de toneladas), nas posições imediatamente seguintes. Comparativamente com o registo de 2005, de entre os principais portos, Leixões revelou a menor quebra na taxa de variação média anual (-0,1%), enquanto Lisboa e Sines apresentaram reduções de -1,5% e -1,1%, respectivamente. O desempenho dos principais portos nacionais, no período em análise, foi sobretudo condicionado pelo último ano. Se até 2008, os três principais portos nacionais registavam um movimento de mercadorias superior em 3,2% ao valor de 2005, em 2009, o total de mercadorias movimentadas pelos mesmos portos foi 3,6% inferior ao registo de 2005.
Tipo de Tráfego

Em 2009, os principais portos nacionais do Continente apresentaram um predomínio do tráfego internacional sobre o nacional, relativamente ao total de toneladas carregadas e descarregadas, em torno dos 80%, o que no caso do porto de Aveiro atingiu os 91,3%. No caso do porto de Ponta Delgada, a expressão do tráfego internacional foi mais modesta (21,8%), sendo que no conjunto Funchal e Caniçal a importância relativa foi de apenas 6,8%. O porto de Aveiro e, em menor amplitude, os portos do Funchal e do Caniçal e o porto de Lisboa, registaram o maior incremento na importância relativa do tráfego nacional, na estrutura de tráfego portuária, tendo quase triplicado o seu peso relativo no porto de Aveiro, em 2009 face a 2005. Por direcção de tráfego, em 2009, do total de mercadorias carregadas, a importância relativa do tráfego nacional dos principais portos de Portugal foi de 46,1%, percentagem comparativamente superior à observada no caso do total de mercadorias descarregadas (31,8%, em termos médios). Destaque-se o caso do porto de Sines onde o tráfego nacional representou 51% no total de mercadorias carregadas, o registo mais elevado dos portos do Continente e apenas 3,6% no total de mercadorias descarregadas, a mais baixa percentagem dos portos do território continental" (fonte: INE)

segunda-feira, agosto 31, 2009

Movimento nos portos marítimos

Segundo o INE, "no 2º trimestre de 2009 a actividade nos portos marítimos continuou a evidenciar quebras homólogas, tanto no número de embarcações entradas, como no correspondente movimento de mercadorias, de respectivamente, -4,4% e -5,7%, embora com menor amplitude do que as do trimestre anterior. Por outro lado, a evolução ao longo dos meses de Abril, Maio e Junho, continuou a reflectir a recuperação da actividade dos portos marítimos iniciada em Janeiro deste ano. Por principais portos marítimos, Sines, Lisboa e Leixões movimentaram mais de três quartos (12 379 milhares de toneladas) do total de mercadorias transportadas por via marítima no 2º trimestre deste ano. No trimestre em análise, a quebra homóloga no movimento de mercadorias foi generalizada aos principais portos nacionais, tendo sido particularmente expressiva no Caniçal (-13,8%), em Lisboa (-12,8%) e em Aveiro (-11,8%).


A quebra em termos homólogos, no período de Abril a Junho de 2009, do movimento de mercadorias nos principais portos marítimos nacionais verificou-se, tanto em termos de tráfego nacional, como ao nível do tráfego internacional, embora tenha sido mais expressiva em termos nacionais. Setúbal, Caniçal e Lisboa foram os portos nacionais onde os decréscimos nos movimentos de mercadorias atingiram a maior amplitude em termos de tráfego nacional, enquanto que Setúbal, Sines e Leixões registaram as menores descidas de movimentos de mercadorias em tráfego internacional".

sábado, julho 18, 2009

Canárias: portos reclamam fundo especial de financiamento

Notivia o Diário de Avisos "los puertos canarios necesitan un fondo de financiación especial para compensar el dinero que están dejando de ingresar por la aplicación de las bonificaciones en las tasas portuarias recogidas en la actual Ley de Puertos, pérdidas que alcanzan los 22 millones de euros al año".Así se expresó ayer el presidente de la Autoridad Portuaria de Santa Cruz de Tenerife, Pedro Rodríguez Zaragoza, durante la inauguración del I Master de Negocio Marítimo y Gestión Portuaria de Canarias, después de que el presidente de la Cámara de Comercio, Industria y Navegación de Santa Cruz de Tenerife, Ignacio González Martín, demandara el mantenimiento de las actuales bonificaciones portuarias como "medida imprescindible para no poner en peligro la competitividad del tejido empresarial del Archipiélago".Para Rodríguez Zaragoza la creación de esta bolsa de dinero especial es fundamental para mantener la autosuficiencia de los puertos canarios en caso de que la reforma de la Ley de Puertos no suprima las vigentes bonificaciones en las tasas. Tal y como indicó, "estamos de acuerdo en que las empresas se puedan seguir beneficiando de estos descuentos en las tasas, pero también necesitamos fondos suficientes para operar con autonomía".Por su parte, el presidente de la Cámara insistió en la importancia de que el texto definitivo de esta Ley de Puertos, que ahora se encuentra en trámite de enmienda, respete las bonificaciones vigentes "que son un derecho histórico de Canarias por su condición de región ultraperiférica". Según indicó, "el Archipiélago no se puede permitir una reforma legal que golpea en la línea de flotación de la competitividad de sus empresas. Provocaría una subida de las tasas portuarias de hasta un 400% en los tráficos entre las islas, y de hasta un 70% en las conexiones con la Península".

segunda-feira, março 09, 2009

Canárias: projecto da nova lei dos portos considerado um "ataque a Canárias"

Uma nova polémica em Canárias, ligada de novo aos portos, parece estar para surgir em breve. Isto porque, segundo o digital "Canarias Ahora", "la diputada de Coalición Canaria por Gran Canaria, María del Mar Julios, ha considerado este lunes que el borrador del Anteproyecto de Ley de modificación de régimen económico y de prestación de servicios en los puertos de interés general es "un ataque a Canarias", según informó el partido en nota de prensa. En este sentido, Julios opinó que el anteproyecto "suprime las bonificaciones por el traslado de mercancías por vía marítima, así como, prácticamente la totalidad de las bonificaciones que se aplican en Canarias, tanto en el tráfico interinsular como con la Península". Por tanto, la diputada nacionalista solicitará, en una iniciativa parlamentaria, que el Gobierno estatal respete "todas y cada una de las bonificaciones recogidas en la actual Ley de Puertos del Estado". Para Julios, "si se llegara a aprobar la nueva Ley de Puertos del Estado tal y como está recogida en la propuesta del Ministerio de Fomento, el Gobierno del Estado estaría vulnerando los principios de equilibrio y solidaridad reconocidos en la Constitución Española, así como, la atención en particular que debe hacer el Estado al hecho insular". En la Proposición No de Ley, que será defendida por María del Mar Julios en el Parlamento de Canarias en las próximas semanas, se recoge que "la competitividad de la economía de un territorio archipielágico y ultraperiférico como el canario, depende en gran medida de un sistema de comunicaciones y transporte y, de manera especial, de unos puertos eficaces y baratos y completamente integrados en Europa, capaces de trasladar mercancías de una forma rápida, fiable, económica y segura".

terça-feira, março 03, 2009

Portugal em 2008: movimento nos portos

Embarcações Em 2008, entraram nos portos nacionais 14 993 embarcações de comércio, correspondendo a um decréscimo em relação ao ano anterior (-1,5%). O Continente registou uma diminuição de 1,3% no número de embarcações de comércio entradas, com o porto de Sines a apresentar um acréscimo de 2,2% face a 2007 e os portos de Lisboa e Leixões a registarem uma redução de 0,8% e 3,1%, respectivamente. A Madeira registou um aumento de 7,1%, enquanto que os Açores registou comportamento contrário, com um decréscimo de 6,1% face a 2007.

A dimensão das embarcações entradas, em termos de arqueação bruta total (GT), situou-se em cerca de 159,7 milhões, um acréscimo de 6,7% face ao período homólogo. Este aumento teve o contributo dos portos do Continente (+6,6%) e da R. A. da Madeira (+17,3%), salientando-se nesta Região Autónoma o aumento de 20,9% registado no porto do Funchal.
Mercadorias
No que se refere ao movimento total de mercadorias nos portos, verificou-se uma redução de 2,4% face a 2007, ascendendo a cerca de 66 567 mil toneladas movimentadas, repartidas por 13 996 mil toneladas de mercadorias em tráfego nacional e 52 561 mil toneladas em tráfego internacional, registando-se, face ao período homólogo, variações homólogas de -5,4% e -1,6%, respectivamente. O tráfego internacional apresentou variações homólogas de 7,5 % nas mercadorias carregadas e de -4,8% nas mercadorias descarregadas reflectindo, neste caso, a redução verificada nas importações portuguesas transportadas por via marítima.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Açores: trabalhadores portuários exigem substituição dos administradores dos portos

Continuandio com notícias do "paraíso", li no Correio dos Açores que "o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Administrações e Juntas Portuárias (SNTAJP) ameaça convocar uma greve, ainda esta semana, caso o Governo Regional não substitua os Conselhos de Administração dos Portos da Terceira e Graciosa (APTG) e de São Miguel e Santa Maria (APSM). Fernando Oliveira, da direcção do sindicato, acusa o Conselho de Administração da APSM de não cumprir com um acordo assinado a 11 de Novembro com o SNTAJP e com o anterior Director Regional dos Transportes Aéreos e Marítimos e acrescenta que não compreende como é que o Governo ainda não agiu. Não temos confiança nestas administrações e nós queremos descobrir o que se passa, porque há aqui um encobrimento muito obscuro, avança. Por este motivo e por considerar que as administrações citadas estão efectuar uma gestão danosa, o sindicato pediu um inquérito à Direcção Regional em causa. O dirigente sindical acusa a APSM de efectuar pagamentos em horário pós-laboral em desacordo com a lei, de admitir pessoal sem habitações literárias necessárias e de não utilizar meios disponíveis, optando por contratar outras empresas, nomeadamente no caso do parqueamento e no caso de uma lancha encostada. No caso da APTG, Fernando Oliveira fala em atribuição de funções, promoções e contratações em desacordo com a lei e em aquisição de automóveis em 2ª mão sem concurso".
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Por outro lado foi revelado que o acordo das Lajes "só rende cooperação a Lisboa, já que os Açores continuam à margem das contrapartidas" como aliás se pode ler: "Documentos confirmam que os acordos entre o Massachusetts Institute of Technology (MIT), a Universidade Carnegie Mellon e a Universidade de Austin, no Texas, e universidades, empresas, institutos de investigação e entidades governamentais portuguesas são contrapartidas do Acordo da Base das Lajes. O Acordo da Base das Lajes garante a Portugal a modernização de equipamentos militares, assim como a formação de quadros militares. A maior parte dos acordos celebrados entre entidades portuguesas e norte-americanas tem por base o Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos da América, que garante ao Pentágono as facilidades no uso da Base das Lajes. Esses benefícios são confirmados por documentos oficiais americanos e portugueses, a que o DI teve acesso. Esses documentos confirmam que os acordos entre o Massachusetts Institute of Technology (MIT), a Universidade Carnegie Mellon e a Universidade de Austin, no Texas, e universidades, empresas, institutos de investigação e entidades governamentais portuguesas são contrapartidas do Acordo da Base das Lajes. Segundo as mesmas fontes, o Acordo da Base das Lajes garante a Portugal a modernização de equipamentos militares, assim como a formação de quadros militares. Nas contrapartidas militares, a modernização dos aviões de combate F-16 merece destaque. Os mesmos documentos oficiais portugueses e norte-americanos atribuem ainda ao Acordo das Lajes a cooperação entre Portugal e os Estados Unidos no combate aos fogos florestais no continente, a colaboração trilateral em Angola e a promoção externa da Língua Portuguesa, realizada pelo Instituto Camões".

terça-feira, janeiro 06, 2009

Açores: tarifas portuárias sobem 2,4%

Segundo o jornalista do Açoriano Oriental, Pedro Nunes Lagarto, "desde 1 de Janeiro que as tarifas portuárias dos portos de São Miguel e Santa Maria foram actualizadas. De acordo com a respectiva administração portuária, a actualização atinge os 2,4 por cento. Em 2008, o Porto de Ponta Delgada registou menos embarcações, menor arqueação (dimensão das mesmas) e ainda regrediu no movimento de carga, quer nacional, quer internacional.Os dados são do Instituto Nacional de Estatística e resultam da comparção dos períodos de Janeiro a Setembro de 2007 e 2008, estando publicados no seu mais recente destaque sobre a Actividade dos Transportes. O fim de um ciclo de grandes obras públicas e criação de plataforma de distribuição de combustível na Terceira, provocaram a quebra de movimento e de carga no Porto de Ponta Delgada, que acompanha as quebras registadas em Lisboa e Leixões, mas que está em contra-ciclo com as subidas verificadas no Porto de Sines e na Madeira".