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segunda-feira, setembro 28, 2015

Nova rubrica no Ultraperiferias

Esta semana iniciarei uma nova rubrica, semanal numa primeira fase, mas que até pode depois passar a diária, com a escolha de seis a oito personalidades ou acontecimentos para com eles elaborar um barómetro de subidas e descidas de âmbito regional. Pretendo através dessa rubrica dar a minha opinião sobre o que foram os aspectos positivos e negativos da semana e justificar o meu ponto de vista. Publicarei a minha selecção todas as sextas-feiras no Ultraperiferias.

quarta-feira, março 03, 2010

Procura-se bloguista para apoiar José Sócrates

Segundo a jornalista Marta Cerqueira, do Jornal I, "o blogue Aventar colocou hoje um anúncio no jornal Público com a seguinte mensagem: Precisa-se de blogger da área do PS e simpatizante do primeiro-ministro José Sócrates para blogue de actualidade política.”Ao i, Fernando Moreira de Sá, membro do Aventar, explicou que a decisão de colocar o anúncio no jornal surge depois de várias tentativas de encontrar alguém que apoiasse publicamente o primeiro-ministro. “O Aventar é composto por 27 bloggers de todos os quadrantes políticos, de todos os credos e até clubes. Somos um blogue democrático e pluralista e, por isso, sentimos falta de um membro que apoiasse José Sócrates. Apesar de termos colaboradores do partido socialista, nenhum deles é favorável à política do primeiro-ministro”, explicou. Entretanto, já receberam uma proposta que está ainda a ser estudada. “Se fosse há dois anos, dois anos e meio, seria bem mais fácil encontrar alguém com estas características”, confessa Fernando Moreira de Sá.De momento, o site está indisponível, estando alguns dos seus membros a tentar resolver o problema técnico".

terça-feira, março 02, 2010

Autor de blogue procurado pela PJ e Interpol é quadro das Finanças

Segundo o jornalista Paulo Mascarenhas do Jornal I, "o blogue chama-se O Jumento, nome que um autor anónimo utiliza para publicar os seus textos. Depois de uma queixa do antigo director-geral dos Impostos, Paulo Macedo, por alegadas fugas de informação provenientes do interior da máquina fiscal, o autor do Jumento foi investigado pela Polícia Judiciária e, depois, pela Interpol. Não conseguiram desvendar a identidade e a queixa foi arquivada. Mas o i encontrou o autor: chama-se Victor Sancho e é um quadro superior da Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo, do Ministério das Finanças".

sexta-feira, outubro 16, 2009

Novo blogue

O "Passeio das Vaidades" - O Blog que faltava na blogosfera madeirense, tal como me foi apresentado no mail hoje recebido, é mais um blog madeirense de Alexandre Fernandes que se junta assim à blogoesfera regional e franco crescimento. Parabéns e bem-vindo. E não se incomode quando lhe caírem em cima. Estômago, a consciência de que se escreve de acordo com as nossas convicções, e sobretudo a verdade, são atributos fundamentais para quer cheguemos ao final de cada dia com a consciência tranquila.

sexta-feira, maio 29, 2009

Mobilidades: um blog a visitar

O Mobilidades.net é um blog a visitar. Além disso, tem a particularidade de ser diferente, tal como me referiu o seu responsável Sandro Pita Correia (aluno de mestrado em Engenharia de Telecomunicações e Redes na Universidade da Madeira, formação complementar, nomeadamente a certificação CCNA (Cisco Certified Network Associate), Microsoft Windows Mobile Specialist 2009 e Microsoft Windows Mobile Small Business Retail Specialist 2009 e com várias áreas de interesse, nomeadamente os PDA’s, telecomunicações, informática, fotografia e astronomia):"O objectivo deste email é dar a conhecer mais um blog, não sobre política ou sobre actualidade regional/nacional, mas sobre tecnologia, especificamente sobre o tema da mobilidade e produtividade fora do escritório. O Mobilidades.net tem já dois anos mas tem passado muito despercebido na Região, tendência que gostaria de ver invertida. Como leitor dos vossos blogs, tentei pautar pela diferença, adopção de outros meios de divulgação de conteúdos. Para além do texto, imagem e video, foram feitas análises a aparelhos e acessórios, um programa audio mensal (podcast), acções de formação nas grandes superfícies, twitter, shoutcast entre outras iniciativas. Infelizmente, o feedback dos leitores na região tem sido muito baixo". Sinceramente não o conhecia. Passei hoje por lá a primeira vez, valeu a pena. Aprende-se, tem muita utilidade, fala de coisas práticas das nossas vidas, de novas tecnologias, etc. Vale a pena registá-lo.

sábado, janeiro 24, 2009

Ausência

A conjugação de vários factores, pessoais e profissionais, impediram-me de marcar presença neste meu blogue. Tentarei recuperar o fôlego. E desde logo registando a entrada no parlamento regional de Fernando Letra, outro jornalista (DN do Funchal) nestas andanças, pelo Bloco de Esquerda e de Jaime Silva, pelo MPT, que não só trouxe representação à Camacha como reforça a equipa de futebol dos deputados. E um bom regresso a Baltazar Aguiar, já agora.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Ainda sobre a bandalhice e os bandalhos

A animalesca anormalidade que por aí anda insiste em confundir o que escrevi, e que voltarei amanhã a repetir. Eu não questiono a legitimidade do deputado do PND, eleito em Maio de 2007, porque ele tem a mesma legitimidade dos demais 46 deputados eleitos, sejam eles do PSD ou da oposição. O que eu digo – tal como a oposição diz que o PSD teve a votação que teve em Maio de 2007 por causa de Albefrto João Jardim – é que o PND teve uma votação essencialmente urbana e que apesar da influencia do “Bexiga” (em Lisboa foi o que se viu quando Manuel Monteiro pensou que a palhaçada pegaria lá como pegou aqui) a verdade é que admito que foi Baltazar Aguiar quem obteve os votos e não qualquer outro dos candidatos incluindo o actual deputado. Isso não tem nada a ver com a legitimidade, mas áss vezes não vale a pena perder tempo com a anormalidade de gente doente. Limito-me, por antecipação, a transcrever um parágrafo:
"Tenho ouvido também, com alguma lógica – parece-me que o PSD perde tempo a alterar o regimento, preocupado com pequenas questões, em vez de alterar o que deveria ser alterado, porque alguns deputados não estão interessados em que isso aconteça, como é o caso, por exemplo, da clarificação do processo de suspensão do mandato e dos motivos para que a mesma seja aprovada – que o actual deputado, por ter sido terceiro ou quarto da lista de candidatos do PND, e portanto não eleito directamente, embora tendo a legitimidade sancionada pela Comissão de Regimento e Mandatos e pelo plenário, não foi eleito directamente, nem porventura ele teria os votos que o partido somou no Funchal e que foram decisivos para a eleição de um deputado. Basta ver que na freguesia de Gaula, de onde o actual deputado do PND é natural e parece-me que reside, num universo de 2.054 eleitores votantes, não foi além de ums míseros 34 votos! Acho que nem vale a pena perder muito mais tempo com uma questão que nem merece discussão porque quando um candidato na sua própria freguesia fica com uma “representatividade” tão óbvia como esta, está tudo dito. Aliás, lembram-se do que se passou nas eleições intercalares para a Câmara de Lisboa, para as quais Manuel Monteiro levou o tal “Bexiga” (que lhe deu um deputado na Madeira), mas que acabou por ter na capital uma passagem em efémera e ridícula?! Tão ridícula como os 1.168 votos obtidos por Monreiro num universo de 192.460 votantes, mesmo assim apenas 36,7% dos inscritos! Porque não duvidem, há uma cultura subjacente à prática partidária que obviamente vai continuar, e que assenta no insulto pessoal, na ofensa, na suspeição, no recurso a blogues anónimos articulados e com origem naquele grupelho, nas insinuações, nas descaradas mentiras, pondo indiscriminadamente a honorabilidade de pessoas em causa (...)". Mas não ainda não ouvi ninguém da maioria falar de comportamentos numa determinada instituição em Gaula, nas realidades genéticas passadas que acabam por moldar a estrutura mental e comportamental de algumas pessoas, nas vinganças pessoais contra o poder, nos loteamentos chumbados pela Câmara do Funchal, nas empresas e/ou bancos incluindo na Zona Franca da Madeira, etc.

Não há pachorra para tanto bandalho

O blogue Política Pura e Dura, do PND feito por um jornalista que já andou em Lisboa ao serviço de outros (será preciso falar disto?) mas que está agora ao serviço do PND comete sistematicamente três erros que da parte que me toca não me aquecem nem arrefecem. O primeiro, entre o Presidente da Assembleia e o seu Cgefe de Gabinete (nomeado pelo primeiro porque quer e quando e enquanto quiser) existe total sintonia e respeito, mesmo quando não há uma concordância total com decisões tomadas, o que obviamente é matéria do foro interno. Em segundo lugar não é o Chefe de Gabinete que impõe o parlamento online. Se valesse para alguma coisa o que Presidente do parlamento e o LFM pensam sobre este assunto, garanto que estava tudo online, em directo, a funcionar normalmente. Mas pelo facto de existir uma “décalage” de 3 a 4m isso não significa que se faça censura. Aliás o desafio está feito a esses zelotas do “reino”: provem qualquer situação de censura, onde, quando, em que dia, em que passagem, qualquer desfasamento entre o que foi transmitido e o que realmente se passou no plenário e aceitamos a censura publica. Caso contrário trratem das coisas bem mais sérias que alguns de vós tendes para tratar. E das famílias... Sejam minimamente inteligentes na vossa cegueira idiota, não confundam declarações feitas a um jornal – a solicitação deste - com concordância ou responsabilidade por decisões tomadas. E sobre isto direi apenas o seguinte: não fosse o Presidente da Assembleia e a berraria bem poderia ser diferente. Em terceiro lugar, e uma vez mais, o blogue Ultraperiferias é pessoal, é meu, faço dele o que me apetecer, nele digo o que entender e quando entender, sobre o que entender, digam o que disserem, gritem o que gritarem, joguem-se ou não do Pináculo abaixo. Enquanto Chefe de Gabinete - uma coisa é a minha actividade profissional, que continua a ser a mesma de sempre, eticamente irrepreensivel, rigorosa, eficaz e sem qualquer tipo de crítica a apontar pelos partidos, o que nao significa nem a perfeição que outros reclamam para si, nem a ausên cia de erros porque nunca pretendi serf perfeito - e o consequente dever de reserva a que me obrigo (aliás, sobre isto, mais um desafio: digam-me quanto tempo demora entre a recepção pelos partidos de informações mais “polémicas” distribuídas em circulares pela Assembleia, a todos, e os telefonemas para redacções e/ou jornalistas a revelarem tudo o que receberam e a pedirem que lhes façam entrevistas ou que registem declarações dos próprios autores dos telefonemas?…), em relação à qual não aceito sequer que me apontem o dedo. Outra coisa é a minha liberdade enquanto cidadão e político. E quanto a isto podem colocar a fotografia de lado, para baixo, pintada, borrada, que para mim isso vale zero. Porque ZERO é o que valem os mentores e autores deste e de outros blogues que se limitam a ofender as pessoas e têm por isso a credibilidade que têm. Repito: não sou culpado dos problemas mentais de alguns, não me cabe zelar pelas recomendações médicas de vigilância a que outros estão sujeitos, sempre andei bem longe de fumarolas, desconheço tudo sobre agressividade doméstica matinal de alguns hiper-acelerados, e que a vizinhança testemunha, etc. Não tenho nada a ver com os sentimentos de culpa que lamentavelmente perseguirão alguns até o fim dos seus dias, tal como não tenho nada a ver com os males de alguns inteligentes, porque não lhes movi ou movo perseguições, provoco despedimentos, causo ou causei frustrações e/ou outros vícios. Ficou claro?