terça-feira, novembro 18, 2025
quarta-feira, dezembro 06, 2023
Excelente trabalho: Tribunal de Contas avalia prevenção de riscos sísmicos nos Açores
Segundo o Tribunal de Contas, "os sismos constituem um dos riscos naturais com maior probabilidade de ocorrência nos Açores e dos que apresentam maior suscetibilidade de afetar, em larga escala e com consequências destruidoras, pessoas e bens. Num território de risco sísmico, revela-se de grande utilidade e necessidade a existência de planos de ordenamento do território que contemplem a prevenção e mitigação de riscos naturais, com zonamentos e condicionamentos traduzidos em cartas de risco sísmico, que identifiquem e delimitem as áreas de risco. O Tribunal de Contas apreciou se a densificação e articulação dos instrumentos de gestão territorial com os planos de emergência em vigor foram suficientemente considerados os riscos associados à ocorrência de sismos com potencial destrutivo e se dos mesmos resultam medidas de mitigação e condicionantes de atuação sobre áreas críticas e de risco natural elevado. Foi ainda aferido se, para efeitos do processo de tomada de decisão envolvendo a realização de obras públicas na Região Autónoma dos Açores, os decisores públicos estão habilitados a tomar decisões fundadas com base nos instrumentos, regras e condicionalismos existentes em matéria de riscos sísmicos, ao nível do ordenamento do território e de planeamento de emergência. Na sequência da auditoria realizada, o Tribunal de Contas formula recomendações nas áreas de ordenamento do território e de planeamento de emergência. Os mais interessados podem ler o documento aqui. Excelente trabalho do Tribunal de Contas e, no caso dos Açores e da crise sísmica recente, um documento de alerta mais do que oportuno. Parabéns
terça-feira, setembro 26, 2023
Contributo do Tribunal de Contas para a nova Legislatura na Madeira
O Tribunal acaba de divulgar o documento “No início de uma nova Legislatura. Contributo para a melhoria da gestão pública e da sustentabilidade das finanças públicas da Região Autónoma da Madeira”. É a primeira vez que, no início de uma nova Legislatura na Região Autónoma da Madeira, o Tribunal de Contas dá o seu Contributo à Assembleia Legislativa e ao Governo Regional, num documento atual, útil e construtivo para a boa gestão e a sustentabilidade das finanças públicas. No plano do Estado, recorda-se que o Tribunal também já tinha divulgado o seu Contributo para a nova Legislatura, após as eleições para a Assembleia da República em janeiro de 2022. Ao longo de 40 páginas, o Tribunal apresenta este instrumento de apoio com as principais recomendações em cinco áreas fundamentais, como o enquadramento financeiro e orçamental e prestação de contas, as funções económicas, a contratação, o trabalho e a segurança social e a gestão e regularização patrimonial e contencioso judicial. A definição e fundamentação destas temáticas resultam da atividade recente do Tribunal, em especial, das conclusões e recomendações contidas nos seus pareceres, relatórios, acórdãos e decisões, que ainda se encontram por acolher. Leia aqui o "Contributo para a para a melhoria da gestão pública e da sustentabilidade das finanças públicas da Região Autónoma da Madeira"
sexta-feira, outubro 09, 2020
quinta-feira, outubro 08, 2020
quarta-feira, agosto 05, 2020
domingo, junho 07, 2020
terça-feira, junho 02, 2020
TRIBUNAL ALERTA PARA RISCOS NA GESTÃO DE EMERGÊNCIAS – COVID-19
quarta-feira, abril 10, 2019
sexta-feira, abril 05, 2019
Arquivo histórico do Tribunal de Contas abre as portas ao público
quinta-feira, dezembro 13, 2018
Madeira: Auditoria aos procedimentos de identificação, registo e reporte dos encargos plurianuais na Conta da RAM de 2017
segunda-feira, outubro 29, 2018
TdC: Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação
- No cenário central (tido como o mais provável), a Região perderá população ao longo de todo o período de projeção cerca de um terço dos seus habitantes, passando de uma população de 254,9 mil residentes, em 2016, para 165,7 mil, em 2080, sobressaindo, a par de uma expressiva queda da população em idade ativa, a redução da população jovem, e um significativo aumento da população idosa;
- Nesse cenário, a população em idade escolar (43,4 milhares, em 2018) sofrerá uma significativa queda ao longo de quase todo o período da projeção, atingindo o seu ponto mínimo em 2064, com apenas 22,3 mil indivíduos. O período mais critico, decorrerá até 2030, com as taxas de decréscimo a oscilar entre 3,3% e 1,1%, ao ano, resultando, em termos absolutos, numa diminuição média anual superior a mil indivíduos até 2029;
- O volume da redução do número de alunos, e em especial a reduzida dimensão da população estudantil total em alguns concelhos, levam a antever que em muitos casos estará em causa a viabilidade de alguns estabelecimentos de ensino por falta de alunos suficientes para garantir a sua dimensão critica. Em certas situações poderá também estar em causa a viabilidade da oferta de alguns ciclos educativos com a mesma malha geográfica atualmente existente, mormente no que se refere ao ensino secundário;
- Ao contrário do previsto para o pessoal não docente, a comparação da estimativa de evolução do atual quadro de docentes com a estimativa para as necessidades futuras, assumindo que os rácios de alunos por professor se mantêm estáveis, leva a concluir que durante toda a década de vinte existirá um considerável excedente face às necessidades do sistema educativo (cerca de 1400 docentes no ensino público e 200 no ensino privado);
- O desafio que se coloca em cada decisão de reajustamento dos recursos do sistema de ensino, é o de encontrar-se o ponto de equilíbrio entre os critérios de natureza pedagógica, de carácter social, e de racionalidade económica. O risco existente é o de não se atuar de forma proactiva, não tomando as decisões necessárias em devido tempo, levando ao aumento de ineficiências que, face à evolução expectável, tenderão a surgir naturalmente no sistema (TdC - leia aqui este importante relatório)
segunda-feira, janeiro 29, 2018
Auditoria às aquisições de serviços da Administração Regional Direta (2015)
quarta-feira, dezembro 23, 2015
Excelente decisão: Tribunal de Contas quer o Fisco a explicar as penhoras que faz
Tribunal de Contas: Parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2014
sexta-feira, dezembro 18, 2015
Parecer do Tribunal de Contas sobre a conta da Região Autónoma da Madeira reportada ao ano económico de 2014
Neste encontro, o Presidente do Tribunal de Contas fez-se acompanhar pelo Conselheiro Presidente do Tribunal de Contas, Carlos Alberto Lourenço Morais Antunes; pela Juíza Conselheira da Secção Regional da Madeira do Tribunal de Contas, Laura Tavares da Silva; o Juiz Conselheiro da Secção Regional dos Açores do Tribunal de Contas, António Francisco Martins; Conselheiro Diretor-Geral do Tribunal de Contas, José Tavares; Procurador-Geral Adjunto, Nuno António Gonçalves; Subdiretora-Geral da Secção Regional da Madeira do Tribunal de Contas, Mafalda Morbey Affonso; e o Auditor Coordenador da Secção Regional da Madeira do Tribunal de Contas, Miguel Pestana.















