De acordo com o estudo Basef Seguros da Marktest são mais de 900 mil os portugueses que possuem seguro de condomínio. O estudo Basef Seguros da Marktest contabilizou, entre janeiro e outubro de 2019, um total de 918 mil possuidores ou beneficiários de seguro condomínio, um valor que corresponde a 10.2% do universo composto pelos residentes em Portugal com 15 e mais anos. A penetração deste seguro é sobretudo segmentada por idade e classe social. Se, entre os indivíduos das classes Alta e Média Alta, 16.2% possui este seguro, já entre os das classes Média Baixa e Baixa, o valor não excede os 7.4%. Por idades também se registam diferenças de comportamento, com a posse deste seguro a ser mais frequente entre os 45 e os 54 anos (com 16.0%). Entre os homens é mais frequente a posse de seguro de condomínio, assim como entre os residentes na Grande Lisboa e Grande Porto (fonte: Marktest.com, Dezembro de 2019)
Mostrar mensagens com a etiqueta Seguros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Seguros. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, janeiro 01, 2020
quinta-feira, setembro 13, 2018
Cerca de 4 milhões com seguro habitação
De acordo
com o estudo Basef Seguros da Marktest, 3,8 milhões de portugueses possuem
seguro habitação. No primeiro semestre de 2018, o estudo Basef Seguros da
Marktest contabilizou 3 837 mil indivíduos que possuíam seguro habitação, um
valor que corresponde a 42.7% do universo composto pelos residentes em Portugal
com 15 e mais anos. Os valores apresentados para a posse deste tipo de Seguro,
entre 2012 e o 1º semestre de 2018 revelam algumas oscilações. Após registar a
percentagem de posse mais elevada em 2014 (47.7%), os valores seguiram uma
tendência descendente até ao mínimo em 2017 (41.1%), recuperando 1.6 pontos
percentuais no 1º semestre de 2018, chegando a 42.7%.
sábado, novembro 26, 2016
O seu seguro automóvel é bom ou mau?
Quem
tem carro é obrigado a ter um seguro automóvel. Há para todos os preços, mas às
vezes o barato sai caro. Com alguma pesquisa, é possível encontrar bons seguros
a preços razoáveis. O Contas-Poupança explica-lhe que coberturas deve ter para
não ser apanhado de surpresa quando precisar de chamar o reboque.
quinta-feira, junho 23, 2016
SIC: sabe se tem um seguro de vida para reclamar?
Muitos seguros de vida não chegam a ser
acionados e há muitas pessoas que podem ter a casa ou o carro pagos pelo seguro
de vida e não sabem. Um formulário gratuito na internet permite-lhe saber se
tem algum por reclamar.
SIC: como poupar ao mudar o seguro de vida
Quando compramos casa, somos obrigados pelo
banco a fazer um seguro de vida. O que poucos sabem é que daqui a uns anos vai
provavelmente pagar mais de seguro de vida do que de empréstimo ao banco. O
Contas-Poupança explica-lhe o que tem de fazer para evitar que isso aconteça.
SIC: Seguro de vida pode não pagar a casa
Se comprou casa e pediu dinheiro emprestado
aos bancos, tem obrigatoriamente um seguro de vida. O problema é que,
provavelmente, não faz ideia do tipo de seguro que tem, mas pensa que, se lhe
acontecer alguma coisa, tem a casa paga. Contudo, pode não ser assim. O
Contas-Poupança explica-lhe o que tem de fazer para saber com o que pode contar
e apresenta-lhe uma solução.
Como reaver dinheiro de um seguro de vida associado a um crédito pessoal
Quem faz um empréstimo de crédito pessoal num
banco, acaba por ter de comprar também um seguro de vida. Mas o que muitos não
sabem é que se pagar o empréstimo antes do prazo previsto pode pedir que lhe
devolvam o seguro que pagou a mais. Um cliente que não sabia disto vai receber
agora mais de 600 euros porque viu uma reportagem do Contas-Poupança e foi ao
banco fazer perguntas.
sexta-feira, outubro 16, 2015
Seguros: Contas Poupança (SIC)
Se comprou casa e pediu dinheiro emprestado aos bancos, tem obrigatoriamente um seguro de vida. O problema é que, provavelmente, não faz ideia do tipo de seguro que tem, mas pensa que, se lhe acontecer alguma coisa, tem a casa paga. Contudo, pode não ser assim. O Contas-Poupança explica-lhe o que tem de fazer para saber com o que pode contar e apresenta-lhe uma solução.
sexta-feira, março 06, 2015
quarta-feira, janeiro 08, 2014
Menos portugueses com seguro de acidentes de trabalho
Os resultados do ano 2013 do estudo Basef Seguros da Marktest revelam que o número de possuidores de seguro de acidentes de trabalho regrediu face ao ano transacto. No acumulado de 2013, o estudo Basef Seguros da Marktest contabiliza 2 049 mil possuidores ou beneficiários de seguro de acidentes de trabalho, um valor que corresponde a 23.9% do universo composto pelos residentes no Continente com 15 e mais anos. Apesar de este ser um dos seguros de maior penetração em Portugal, obrigatório para os trabalhadores por conta de outrem, registou no entanto uma baixa relativamente ao observado no ano anterior, quando atingiu 25.7% de penetração. Desde 2009 que, com pequenas oscilações, este seguro tem revelado uma tendência geral para o decréscimo. Em sentido inverso, a posse de PPR aumentou este ano para os valores mais elevados desde que observamos estes dados. Possuído por 1 257 mil portugueses, tem uma penetração de 14.7%, subindo face aos 12.6% registados em 2012. O Plano Poupança Reforma foi assim o seguro que registou maior crescimento anual entre os seguros analisados no Basef. Esta análise foi realizada com base nos resultados do ano de 2013 do estudo Basef Seguros da Marktest (fonte: Marktest.com, Janeiro de 2014)
quinta-feira, outubro 11, 2012
1,8 milhões possuem seguro de vida puro risco
O estudo Basef Seguros da Marktest contabiliza 1,8 milhões de portugueses com seguro de vida puro risco. Os dados do quadrimestre móvel de Julho de 2012 do estudo Basef Seguros da Marktest mostram que a posse de seguro de vida puro risco abrange 22.0% dos residentes no Continente com 15 e mais anos. A penetração deste seguro vinha registando uma tendência de subida até 2008, momento a partir do qual se inverte, embora com decréscimos anuais ligeiros.No quadrimestre móvel de Julho de 2012, o Basef Seguros contabiliza 1 831 mil indivíduos com este seguro, um número que representa 22.0% do total de residentes no Continente com 15 e mais anos.
Este tipo de seguros encontra penetração superior à média do universo junto dos homens (24.1%), da população entre os 35 e os 44 anos (41.3%), dos residentes na Grande Lisboa (26.3%), dos indivíduos das classes sociais alta e média alta (35.2%) e dos quadros médios e superiores (39.5%). Pelo contrário, as taxas de posse do produto mais baixas são registadas junto dos jovens dos 15 aos 24 anos e dos idosos com mais de 64 anos, dos estudantes, dos indivíduos das classes mais baixas e dos residentes no Interior Norte.
As variáveis que apresentam maior heterogeneidade de comportamentos face à posse deste seguro são assim a idade e a ocupação, revelando taxas de penetração muito diferenciadas entre os indivíduos. Esta análise foi realizada com base nos resultados do quadrimestre móvel de Julho de 2012 do estudo Basef Seguros da Marktest (fonte: Marktest.com, Outubro de 2012)
sexta-feira, junho 15, 2012
2,2 milhões de portugueses possuem seguro de acidentes de trabalho
O estudo Basef Seguros da Marktest contabiliza cerca de 2,2 milhões de portugueses que possuem ou beneficiam de seguro de acidentes de trabalho.No quadrimestre móvel de Abril de 2012, o Basef Seguros contabilizou 2 156 mil possuidores ou beneficiários de seguro de acidentes de trabalho, um valor que corresponde a 35.9% do universo composto pelos residentes no Continente com 15 e mais anos. A tendência havia sido para um aumento da penetração deste produto entre 2000 e 2008. Depois desta data, contudo, regista-se uma quebra para valores próximos dos observados em 2006.
A idade e a classe social são as variáveis que revelam comportamentos mais distintos na penetração de seguro de acidentes de trabalho, o género também é diferenciador. Entre os homens, 31.7% diz ter este seguro, enquanto nas mulheres não vai além de 20.7%. Por idades, é entre os 25 e os 34 anos e os 35 e 44 anos que se regista o maior valor (47.0% e 46.1%, respectivamente). Relativamente à ocupação, os quadros médios e superiores, assim como os trabalhadores não qualificados, apresentam uma taxa abaixo da média. Entre as classes sociais, na alta e na média alta observa-se uma taxa de posse de seguro de acidentes de trabalho de 37.1%, que baixa gradualmente para os 19.1% na classe média baixa e baixa (fonte: Marktest.com, Junho de 2012)
segunda-feira, maio 28, 2012
5,8 milhões de portugueses com seguro automóvel
De acordo com os dados do estudo Basef Seguros da Marktest, há 5,8 milhões de portugueses que possuem ou beneficiam de seguro automóvel, sendo este o seguro de maior penetração. No quadrimestre móvel de Abril de 2012, o Basef Seguros contabiliza 5 810 mil possuidores ou beneficiários de seguro automóvel, um valor que corresponde a 69.9% do universo composto pelos residentes no Continente com 15 e mais anos. Entre 2000 e 2012 a posse deste seguro aumentou 26.2%, passando de 55.4% para 69.9%.
Ao observar a posse deste seguro pela população, vemos que a ocupação é a variável que maior influência tem, pois é entre as várias ocupações que se registam maiores diferenças de comportamento. O sexo e a idade também influenciam bastante esta variável, seguidas da classe social. Ao contrário, as taxas de posse deste seguro por regiões não registam diferenças significativas. Os quadros médios e superiores são os que mais possuem seguro automóvel, com 92.0% deles a afirmar ter este tipo de seguro. Os técnicos especializados e pequenos proprietários e os trabalhadores qualificados também registam valores superiores à média. Entre os homens, 80.5% diz ter este seguro, ao contrário das mulheres, com uma taxa de 60.2%. Por idades, é entre os 35 e os 44 anos que se regista o maior valor, de 86.1%, contrariamente aos jovens e aos idosos, que apresentam taxas mais baixas. Entre as classes sociais, é na alta e na média alta que se observa maior posse de seguro automóvel, com 86.0%.
Esta análise foi realizada com base nos resultados do estudo Basef Seguros da Marktest (fonte: Marktest.com, Maio de 2012)
sexta-feira, dezembro 30, 2011
Portugueses obtêm informação sobre seguros junto do mediador
Segundo os resultados do estudo Basef Seguros da Marktest, a maioria dos indivíduos que possuem pelo menos um seguro recorrem ao mediador para obter informações sobre seguros. Os resultados do quadrimestre móvel de Outubro de 2011 do Basef Seguros indicam que 2 799 mil portugueses com 15 e mais anos recorre a um mediador de seguros para obter informações sobre estes produtos financeiros. Este é o canal mais utilizado, a quem recorrem 43.0% dos possuidores de seguros. A deslocação à companhia de seguros é a segunda forma mais referida para obter informações sobre seguros, com 29.9% das respostas. Os amigos e familiares surgem na terceira posição, referidos por 26.1% dos possuidores de seguros. Na quarta posição está a Internet (22.1%) e em quinta, o telefonar para a companhia de seguros (20.1%). Meios de comunicação social (14.5%), mailings fornecidos pela companhia de seguros (13.5%) e informação obtida no banco (11.8%) são os outros canais utilizados para obter informação sobre seguros.

A Internet como meio de obtenção de informação tem ganhado relevância nos últimos seis anos, passando de penúltimo meio para quarto, com uma penetração que quase duplicou desde 2005. Neste período, cresceram todos os meios de contacto à excepção do deslocar-se à companhia e dos meios de comunicação social, hoje menos utilizados que em 2005 para obter informação sobre estes produtos
Esta análise foi realizada com base nos resultados de Junho de 2011 do estudo Basef Seguros da Marktest (fonte: Marktest.com, Dezembro de 2011)
terça-feira, agosto 02, 2011
Três quartos dos prémios brutos de seguros nos concelhos de Lisboa e Porto
Os dados do INE, disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest, mostram que três quartos dos prémios brutos emitidos pelas empresas de seguros estão concentrados nos concelhos de Lisboa e Porto. A actividade seguradora evidencia uma grande concentração regional, com 75.2% dos 9,2 mil milhões de euros de prémios brutos emitidos pelas empresas de seguros localizados em apenas dois concelhos: Lisboa e Porto. Lisboa destaca-se claramente, responsável por 6,5 mil milhões de euros em prémios brutos, cabendo 424 milhões de euros ao concelho do Porto. Os concelhos de Braga, Leiria, Aveiro e Oeiras registam valores acima dos 100 milhões de euros e, juntamente com Lisboa e Porto, constituem 80.6% do mercado segurador. Dados recolhidos pela Marktest junto das seguradoras, também disponíveis no Sales Index, mostram ainda que, em 2010, estas empresas dispunham de 2172 balcões ou agentes exclusivos. A CA Seguros mostrava a maior rede, com 668 estabelecimentos, seguida da Fidelidade Mundial e da Império Bonança. Em conjunto, estas três marcas representam 63.2% da rede seguradora nacional. O mapa mostra, numa escala de cor, o valor dos prémios brutos emitidos por NUTS3 e, em símbolo, o número de balcões ou agentes exclusivos das seguradoras.
Considerando um dos indicadores mais utilizados da aplicação, o índice de poder de compra (sales index, que dá o nome à aplicação), vemos que a Império Bonança é a seguradora cuja rede tem a maior correlação com a distribuição deste índice no Continente. Com uma correlação de 0.847, está acima do valor obtido pela Lusitânia, cuja rede tem com o índice de poder de compra uma correlação de 0.799. A rede da Fidelidade Mundial obtém valores não muito distantes, com uma correlação de 0.791 com o índice de poder de compra. Recordamos que a correlação é uma medida da relação existente entre duas variáveis. A correlação varia entre 0 (se for inexistente) e 1 (correlação perfeita) e pode ser de sentido negativo ou positivo. Nos exemplos dados, onde se registam valores próximos de 1, podemos dizer que existe uma forte correlação entre estes pares de variáveis (rede das seguradoras e índice de poder de compra), o que significa que as variáveis "andam" no mesmo sentido, ou seja, nos concelhos onde há maior número de balcões ou agentes exclusivos destas seguradoras também há mais poder de compra e vice-versa. O quadro lista as cinco instituições que registam uma maior correlação entre a distribuição regional da sua rede e a distribuição regional deste índice.
Os elementos constantes nesta análise estão disponíveis no sistema de geomarketing (fonte: Marktest.com, Agosto de 2011)
sexta-feira, dezembro 31, 2010
Mais de seis milhões de portugueses com seguros
O Basef Seguros contabiliza no Continente, entre os seus residentes com 15 e mais anos, 6 668 mil indivíduos com posse/usufruto de seguros, o que corresponde a 80.2% dos indivíduos em análise. Em Outubro de 2010, 23.9% dos segurados afirmaram possuir um seguro, 21.1% dois, 14.4% três, 12.2% quatro e 28.1% mais de quatro. Em média, cada beneficiário, possui 3.48 seguros. A posse de mais de quatro seguros é mais frequente junto dos homens, que apresentam uma taxa de penetração de 33.5%, face aos 22.4% das mulheres que também têm este número de seguros. Entre os 35 e os 44 anos é mais frequente a posse ou usufruto de mais do que quatro seguros: 42.0% dos indivíduos desta faixa etária possuem esse número de seguros. Pelo contrário, nos mais jovens (dos 15 aos 24 anos) e nos mais idosos (mais de 64 anos) baixa para os 6.6% e 10.8%, respectivamente. Por regiões não se detectam grandes assimetrias nos valores, embora os residentes no Interior Norte e Sul apresentem um valor abaixo da média, ao passo que nos residentes das restantes regiões os valores são acima da média. Já entre as classes sociais, são grandes as diferenças, com 43.3% dos indivíduos das classes sociais alta e média alta a usufruir de mais do que quatro seguros, face aos 17.7% das classes média baixa e baixa. Analisando os possuidores de quatro ou mais seguros por ocupação é de destacar os segurados cuja ocupação é Técnicos Especializados/Pequenos Proprietários em que a penetração deste número de seguros é muito superior à média: 52.5%. Em sentido oposto estão os estudantes, em que a penetração de mais de quatro seguros não vai além de 4.9%. Esta análise foi realizada com base nos resultados de Outubro de 2010 do estudo Basef Seguros da Marktest. (fonte: Marktest.com, Dezembro de 2010)terça-feira, junho 30, 2009
Atenção a isto: Governo impõe novas regras nos seguros do crédito à habitação
Segundo a jornalista do Publico, Rosa Soares, "o Conselho de Ministros aprovou hoje um decreto-lei que estabelece novas regras para os contratos de seguros de vida associados ao crédito à habitação. Em causa está a obrigatoriedade de actualização do capital seguro, em simultâneo, com a do capital em dívida no crédito à habitação. A empresa de seguros fica obrigada a reflectir essa actualização no cálculo do valor a pagar pelo consumidor. O diploma, iniciativa da Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, estabelece a obrigatoriedade da instituição de crédito de informar a empresa de seguros sobre a evolução do montante em dívida ao abrigo do contrato de crédito.Na sequência da informação relativa ao capital em dívida, a empresa de seguros procederá à correspondente actualização do capital seguro, com efeitos reportados à data de cada alteração do montante em dívida no contrato de crédito à habitação". (veja aqui o comunicado dfo CM)
***
Subscrever:
Comentários (Atom)





