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quinta-feira, março 13, 2025

Sustentabilidade financeira do Sistema de Segurança Social

O Tribunal de Contas publicou recentemente uma auditoria ao “Relatório sobre a Sustentabilidade Financeira da Segurança Social”, que acompanhou as propostas de lei do Orçamento do Estado nos últimos anos. O documento apresenta uma série de criticas aos sistemas contributivos de proteção social em Portugal, nomeadamente:

- “O Relatório não é completo e abrangente, prejudicando a compreensão dos riscos financeiros, económicos e demográficos que recaem sobre a sustentabilidade global com a proteção social, porque apenas se reporta à componente contributiva da segurança social, não incluindo a parte não contributiva da segurança social e o regime de proteção social convergente relativo aos trabalhadores inscritos na Caixa Geral de Aposentações, IP (CGA)”.

- “O modelo que suporta as projeções do Relatório não projeta adequadamente a receita e a despesa do sistema previdencial da segurança social, o que diminui a sua utilidade enquanto instrumento de gestão e de informação aos contribuintes (…)”.

- “Falta de fiabilidade e transparência que decorre das falhas e alterações aos pressupostos e à metodologia das projeções, ao longo dos anos, que influencia de forma significativa os resultados apresentados no Relatório”.

- “O saldo do sistema previdencial da segurança social tem beneficiado das contribuições e quotizações respeitantes aos trabalhadores com relação jurídica de emprego público (CGA), o que tem conduzido a uma melhoria dos saldos financeiros anuais do sistema previdencial, que não se traduz na melhoria da sustentabilidade financeira do conjunto dos dois sistemas contributivos”.

- “Quando as responsabilidades de ambos os sistemas contributivos de proteção social são apresentadas conjuntamente, revela-se um agravamento do peso do saldo negativo global no PIB até 2042 (cerca de -4,4% do PIB real, correspondente a -14.788 milhões de euros), o que constitui um risco para o atual nível de benefícios garantido” (fonte: Instituto mais Liberdade, + Factos)

segunda-feira, junho 20, 2022

Programa Clic promete desburocratizar relação com a Segurança Social

 

O abono de família vai começar a ser pago automaticamente. O Governo apresentou um plano para reduzir a burocracia. O Programa Clic de Transformação Digital da Segurança Social quer facilitar o relacionamento dos cidadãos com a Segurança Social.

segunda-feira, novembro 30, 2020

Segurança Social: estatísticas de Outubro de 2020

Beneficiários de Prestações de Desemprego, 223.167

Titulares de Abono de Família, 1.067.295

Beneficiários de Subsídio por Doença, 170.691

Beneficiários de Prestações de Parentalidade, 41.406

Beneficiários de RSI, 211.214

Beneficiários de CSI, 161.921

Pensões de Velhice, 2.065.433

Entidades Empregadoras: Estabelecimentos com situações de Layoff , 235

Beneficiários Prestação Social para a Inclusão, 110.571

Notas:

- Situação da base de dados: 1/novembro/2020

- Dados sujeitos a atualizações

- Prestações de Desemprego inclui Subsídio de Desemprego, Subsídio Social de Desemprego Inicial, Subsídio Social de Desemprego Subsequente, Prolongamento de Subsídio Social de Desemprego e Medida Extraordinária de Apoio aos Desempregados de Longa Duração

- Subsídio por Doença inclui dados de Subsídio por Tuberculose, Subsídio por Doença, Concessão Provisória de Subsídio Doença,  Subsídio por Doença Profissional e Subsídio por Isolamento Profilático Covid

- Prestações de Parentalidade inclui Subsídio Parental Inicial, Subsídio Parental Alargado, Subsídio Social Parental Inicial (fonte: Segurança Social)

segunda-feira, outubro 26, 2020

Pandemia desequilibra sistema de Segurança Social

 
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Pandemia encurtou em 10 anos almofada financeira das pensões

Na notícia avançada pelo “Público”, na análise da sustentabilidade do sistema de Segurança Social, o Governo, 2020, apontava que os primeiros saldos negativos do sistema providencial chegassem “no final da década de 2020”. Agora, na proposta de OE para 2021, os números apresentados mostram que na verdade o primeiro défice é agora esperado alguns anos mais cedo.

Bastaram dez meses para que se tivesse encurtado em uma década o prazo previsto até ao esgotamento do fundo que serve de almofada financeira para o sistema de pensões. Este tombo nas pensões foi provocado por uma contracção recorde da economia e um aumento abrupto das necessidades de apoios sociais por parte dos portugueses motivados pela pandemia.

Segundo a notícia avançada pelo “Público“, este domingo, no Orçamento de Estado (OE) para 2020, na análise da sustentabilidade do sistema de Segurança Social, o Governo apontava que os primeiros saldos negativos do sistema providencial chegassem “no final da década de 2020”. Agora, na proposta de OE para 2021, os números apresentados mostram que na verdade o primeiro défice é agora esperado alguns anos mais cedo.

Nos números publicados, referentes apenas aos últimos anos de cada década (2030, 2040, 2050 e 2060), verifica-se que se está a antecipar um défice bem mais elevado em 2030. No OE 2020, o défice projectado era de 424 milhões de euros e agora é de mais do dobro: 987 milhões. Um resultado mais negativo que faz supor que o primeiro défice se possa verificar alguns anos antes do final da década.

Depois, relativamente ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, que começa a ser usado a partir do momento em que se registam défices, as diferenças entre as projecções feitas no OE2020 e no OE2021 são muito significativas. Há dez meses, o executivo previa “um esgotamento do fundo na segunda metade da década de 2050”. Agora, estima que “o fundo se esgote na segunda metade da década de 40” (Jornal Económico)

terça-feira, junho 02, 2020

Portugal é dos países da UE que menos gasta em prestações familiares

Portugal é dos países da União Europeia (UE) com uma percentagem mais baixa de despesas em prestações familiares em 2017, ou seja, subsídios de apoio recebidos pelas famílias como os abonos de família, abonos escolares, licenças de maternidade ou paternidade, entre outros, com apenas 4,9%. A informação é divulgada esta segunda-feira pelo Gabinete de Estatística da UE, o Eurostat, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança, que se assinala hoje, dia 1 de Junho.
A parte das despesas de protecção social em prestações familiares variou significativamente entre os Estados-Membros da UE, em 2017. Aqueles que registam percentagens mais elevadas são o Luxemburgo, com 15,3%, a Polónia, com 13,4% e a Estónia, com 13,1%. Por sua vez, aqueles que se juntam a Portugal com menores despesas neste âmbito, são a Holanda, com 4,2% e a Suíça, com 5,9%.
Se falarmos em despesas com prestações familiares por milhão de habitante, Portugal atinge cerca de 220 euros, um valor que se situa entre dos mais baixos da UE, ainda que os menores correspondam à Roménia, com 100 euros, à Bulgária com 130 euros e à Lituânia, com 180 euros. Já os países que mais gastam por milhão de habitante são o Luxemburgo, 3.100 euros, seguido pela Dinamarca 1.700 euros, Suécia 1.400 euros, Alemanha 1.300 euros e Finlândia 1.200 euros (Executive Digest, texto da jornalista Simone Silva)

quarta-feira, agosto 07, 2019

Nota: diferenças reais num clima de manipulação e mentira

Diferenças entre a Madeira e os Açores em Junho de 2019, segundo dados oficiais da Segurança Social - por isso não se deixem enganar pelas tretas dos partidos para quem só importa a caça aos votos ou de alguns ambiciosos "milagreiros" de pacotilha que andam à solta por aí preocupados com a sua sobrevivência política pessoal:

- Beneficiários com processamento de Complemento Solidário para o Idoso
Açores - 3.665
Madeira - 3.112
- Pensões de invalidez
Açores - 6.791
Madeira - 6.209
- Pensões de Velhice
Açores - 26.993
Madeira - 41.361
- Pensões de sobrevivência
Açores - 14.556
Madeira - 18.223
- Famílias com processamento de RSI
Açores - 5.972
Madeira - 2.566
- Beneficiários com processamento de RSI
Açores - 16.594
Madeira - 5.467
- Valor médio processado de prestação do RSI por beneficiário
Açores - 84,89 euros
Madeira - 113,44 euros
País - 117,5 euros
- Valor médio processado de prestação do RSI por família
Açores - 278,21 euros
Madeira - 247,05 euros
País - 260,80 euros
- Requerentes com processamento de abono de família
Açores - 22.325
Madeira - 19.702
País - 763.714
- Titulares com processamento de abono de família
Açores - 34.267
Madeira - 29.387
País - 1.113.986
- Titulares com processamento de bonificação por deficiência
Açores - 3.335
Madeira - 3.528
País - 102.696
- Beneficiários com prestações de desemprego
Açores - 5.426
Madeira -  4.932
País - 160.508
- Valores médios mensais do subsídio processados por beneficiário
Açores - 438,43 euros
Madeira - 433,29 euros
País - 494,97 euros

sábado, abril 13, 2019

Segurança Social: trabalhar até aos 70 anos não é a única solução


Sistema de pensões poderá entrar em défice em 2027

A Segurança Social pode não ter dinheiro para pagar o valor atual das pensões dentro de oito anos. Um estudo sobre a sustentabilidade das pensões de reforma, feito para a Fundação Francisco Manuel dos Santos demonstra que o sistema pode entrar em défice em breve. A melhor solução poderá ser aumentar a idade da reforma para os 70 anos. O ministro do Trabalho discorda e diz que é mesmo manter o sistema como está.

Estudo sobre sustentabilidade da Segurança Social com diferentes leituras à esquerda e à direita

Os partidos à esquerda recusam qualquer aumento da idade da reforma e dizem que o objetivo deste estudo é abrir espaço à privatização do sistema de pensões. Já o PSD e o CDS concordam com as conclusões e apelam à discussão e ao entendimento entre partidos para uma reforma da Segurança Social.

sexta-feira, abril 12, 2019

Sustentabilidade do sistema das pensões requer reforma aos 69 anos

O sistema de pensões pode entrar em défice já no próximo ano. Um estudo sobre a Sustentabilidade de pensões da Fundação Francisco Manuel dos Santos revela que a melhor solução é aumentar a idade da reforma para os 70 anos em 2025. 

Atrasos nas pensões: "Quando o Estado dá, o Estado tira no IRS: são duplamente vítimas"


Défices crónicos no sistema de pensões em 20 anos


“Parece uma encomenda”: José Gomes Ferreira arrasa estudo sobre as pensões

“Existe aqui a criação de um susto para as pessoas dizerem: vamos lá pôr o dinheiro nos bancos.” José Gomes Ferreira considera que se está “a fazer o jeito aos fundos de pensões e às seguradoras”

Segurança Social tem o maior desafogo financeiro dos últimos 30 anos

A almofada financeira da Segurança Social atingiu um valor recorde, no passado mês de março. O Fundo de Estabilização, ultrapassou pela primeira vez, os 18 mil milhões de euros. Há mais dinheiro no Fundo de Estabilização da Segurança Social. Em março, ultrapassou pela primeira vez, os 18 mil milhões de euros. Nunca, em três décadas, o Fundo tinha ultrapassado este valor. E só nos últimos três anos aumentou 3.300 milhões de euros. E grande parte desse aumento resulta do bom comportamento da economia. O reforço do fundo ficou a dever-se sobretudo a transferências de excedentes do orçamento da segurança social, que desde 2016 já totalizaram 1937 milhões de euros. A valorização de ativos resultantes de investimentos contribuiu com 1167 milhões de euros E depois há as fontes alternativas de financiamento. A consignação da receita do Adicional ao IMI e os dois pontos percentuais da receita do IRC valeram 170 milhões de euros nos últimos dois anos - uma almofada que permite adiar em mais 19 anos o horizonte de eventual aplicação do Fundo relativamente ao que se previa em 2015.

Vieira da Silva rejeita aumento da idade da reforma para os 70 anos

O Ministro do Trabalho diz que a proposta de aumentar a idade da reforma para os 70 anos não é "exequível, nem eficaz". A ideia é expressa num estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, publicado esta sexta-feira. A análise apresenta como necessário o adiamento da idade da reforma, para os 70 anos, de forma a garantir a sustentabilidade do sistema de segurança social

Estudo sugere que a reforma passe para os 69 anos


quinta-feira, maio 26, 2016

A segurança social em Abril de 2016

Beneficiários de Prestações de Desemprego - 242.169
Titulares de Abono de Família - 1.103.646
Beneficiários de Subsídio por Doença - 130.475
Beneficiários de Prestações de Parentalidade - 35.051
Beneficiários de RSI - 210.472
Beneficiários de CSI - 161.655
Pensionistas de Velhice - 2.025.234
Entidades Empregadoras:
Estabelecimentos com situações de Layoff - 84