Os preços do petróleo voltaram a subir até onde estavam nos primeiros dias da guerra da Ucrânia, e não há qualquer perspectiva de alívio significativo para os condutores e empresas em breve. O preço do petróleo bruto Brent, a referência mundial, subiu para além dos 124 dólares por barril no início desta semana - o seu nível mais alto desde o início de março - depois de a União Europeia ter anunciado que iria cortar 90% das suas importações de petróleo russo até ao final deste ano. Desde então, os preços baixaram ligeiramente para cerca de 117 dólares, em grande parte devido às expectativas de que a OPEP irá bombear mais petróleo, mas não o suficiente para aliviar a dor sentida pelos consumidores na bomba, ou para acalmar a inflação global desenfreada. O embargo da UE e uma recuperação da procura na segunda maior economia do mundo irá mantê-los elevados. Matt Smith, analista líder de petróleo para as Américas da Kpler, uma empresa de análise, disse à CNN Business que "os preços do petróleo com três dígitos" devem manter-se. "Se a procura chinesa voltar a rugir após os confinamentos e a Rússia continuar a ver a produção cair, então um novo teste do máximo de 139 dólares visto no início do ano não está fora de hipótese", disse ele.
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domingo, junho 05, 2022
domingo, março 27, 2022
sexta-feira, outubro 09, 2020
sábado, dezembro 01, 2018
Petróleo: a arte sensível de prever as variações do brent
Numa economia
dependente das importações para se abastecer, o preço do Brent tem impacto
significativo na inflação, no consumo e no crescimento económico. O histórico
mostra, no entanto, que os governos raramente acertam nas previsões sobre a
cotação do ‘ouro negro’ (infografia de Mário Malhão do Jornal Económico, com a
devida vénia)
sábado, outubro 27, 2018
Petróleo: a arte sensível de prever as variações do brent
Numa economia dependente das importações para se abastecer, o preço do Brent tem impacto significativo na inflação, no consumo e no crescimento económico. O histórico mostra, no entanto, que os governos raramente acertam nas previsões sobre a cotação do ‘ouro negro’ (Infografia do Jornal Economico, por Mário Malhão)
domingo, fevereiro 15, 2015
segunda-feira, janeiro 19, 2015
Poderá o petróleo ajudar Portugal a reencontrar o caminho da retoma?
O custo do petróleo nos mercados internacionais está a cair, repercutindo-se parcialmente nos preços dos combustíveis. Uma ajuda importante para a economia, se os consumidores e as empresas aproveitarem este bónus para gastar e investir mais. Com o resto da Europa em crise e a confiança dos consumidores e das empresas a atingir o limite, a economia portuguesa precisa desesperadamente de boas notícias para fugir em 2015 a mais um ano de crescimento abaixo de 1%. Os mercados internacionais do petróleo podem estar a trazer essa boa notícia. Como país importador líquido de produtos petrolíferos, Portugal tem tudo para que a sua economia beneficie com a queda superior a 50% que se registou no valor do crude durante os últimos seis meses. Ainda assim, avisam os analistas, a dimensão do impacto positivo no crescimento da actividade económica depende ainda da forma como empresas e famílias vão reagir e é limitada pelo agravamento fiscal que foi introduzido pelo Governo nos bens energéticos logo no início deste ano. A prazo, o risco de mais deflação não pode ser esquecido" (um trabalho dos jornalistas do Público, SÉRGIO ANÍBAL , JOÃO PEDRO PEREIRA e ANA BRITO, com a devida venia)
domingo, dezembro 14, 2014
Petróleo barato alivia famílias, mas ameaça o défice
Comércio externo é uma das principais vias de transmissão da instabilidade dos preços para a economia portuguesa (Dinheiro Vivo)
quarta-feira, março 19, 2014
Onde está o petróleo e o gás da Galp no Brasil
Em 2020, estará a produzir 300 mil barris/dia, principalmente no Brasil. Hoje já tem duas plataformas a operar, mas até 2017, terá dez. (Dinheiro Vivo)
sexta-feira, setembro 09, 2011
Parceira da Madeira nas Ultraperiferias: Shell anuncia descoberta de petróleo ao largo da Guiana Francesa
Revela o Publico que "o grupo petrolífero Shell anunciou que foi encontrado petróleo a 150 quilómetros ao largo da Guiana Francesa, depois de prospecções exploratórias em águas profundas. A plataforma de exploração petrolífera foi instalada em Março passado a 150 quilómetros de Caiena, a capital. Apesar de ainda ser cedo para avaliar as reservas de petróleo, o grupo diz, em comunicado, que “os primeiros resultados são encorajadores”. “Estamos satisfeitos com os resultados preliminares deste primeiro poço de exploração petrolífera off-shore, a grande profundidade, na Guiana Francesa”, comentou Dave Lawrence, vice-presidente do departamento de Exploração da Shell.O poço de prospecção foi explorado graças a uma parceria que envolve a Shell (45 por cento), a companhia britânica Tullow Oil (27,5 por cento) e a Total (25 por cento). A licença autoriza uma exploração até aos seis mil metros de profundidade (dois mil metros de água e mais quatro mil metros no subsolo oceânico)".
terça-feira, junho 22, 2010
terça-feira, agosto 04, 2009
Cuidado com o petróleo...
Petróleo atingiu valores máximos do ano
O Brent, de Londres, ultrapassou os 73 dólares por barril, o valor mais alto dos últimos oito meses. Em Nova Iorque, o crude seguiu a tendência de alta e valorizou para os 71 dólares.
quarta-feira, junho 10, 2009
Marrocos quer extrair petróleo do mar perto de Canárias...
Diz o jornalista do Diário de Avisos, Victor Garrido, que "la palabra petróleo continúa siendo hoy, a pesar de la conciencia colectiva con el cambio climático y la "apuesta" de los gobiernos occidentales por las energías limpias, un sinónimo de negocio que nadie está dispuesto a dejar pasar. Canarias no es menos, y la posibilidad de que el Reino de Marruecos haya retomado el interés en un área de extracción de biocombustibles fósiles en la costa africana frente al Archipiélago, ha puesto en alerta a los miembros del Ejecutivo regional.La noticia, recogida ayer por Acn Press, haciéndose eco de una publicación marroquí, habla de un yacimiento en la zona de Tarfaya que, según las estimaciones de la empresa petrolera San Leon Energy Plc -que lleva dos años estudiando en la zona-, tendría capacidad para producir 53 millones de barriles de petroleo, a razón de 500.000 barriles diarios, sobre una superficie de 6.000 kilómetros cuadrados. De ser ciertas estas estimaciones, Marruecos podría convertirse en la sexta potencia mundial en producción de petróleo, con el consiguiente espaldarazo económico que esto supondría para el país.No obstante, los estudios realizados aún son muy provisionales. La realidad es que la Oficina Nacional de Hidrocarburos y Minas marroquí (Onhym) y la sociedad San Leon Energy Plc formalizaron el pasado día 1 de junio un acuerdo de tres años para que esta empresa continúe investigando en la zona y determine las oportunidades reales de negocio que ofrece el bloque de exploración de Tarfaya, cuyos primeros resultados se conocerán a partir del segundo semestre de 2010.Hasta ahora, San Leon había realizado pruebas de laboratorio en Estados Unidos sobre unas muestras de pizarra bituminosa de dicha zona, dando como resultado 62 litros de combustible por cada tonelada, tal y como recoge el boletín informativo ’Oilvoice’, especializado en el sector petrolero".domingo, dezembro 28, 2008
quinta-feira, dezembro 11, 2008
Petróleo dispara mais de 10,5% com corte da produção da Arábia Saudita...
Será que vem ai novo pesadelo? Segundo o Diário Económico de hoje, "os preços do crude estão a registar as maiores subidas das últimas cinco semanas, depois de a Arábia Saudita ter anunciado que o nível de produção de petróleo do país está perto da sua quota estabelecida pela Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), e após o presidente do cartel, Chakib Khelil, ter dito que a organização vai decidir um corte "severo" na produção já na próxima reunião".
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Preços do petróleo voltam a subir
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