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quarta-feira, novembro 12, 2008

Constâncio recusa demitir-se mas não assume erros

Diz a SIC que "o governador do Banco de Portugal recusa demitir-se na sequência das irregularidades encontradas no Banco Português de Negócios (BPN), por considerar que não houve falha na supervisão. Vítor Constâncio esteve até às 3h00 no Parlamento a responder às perguntas dos deputados.O governador do Banco de Portugal considera normal surgirem fraudes num sistema de livre iniciativa e garante estar de consciência tranquila."Nada me pesa na consciência em termos de ter cometido qualquer acto para ter contribuído para esta situação", afirmou Vítor Constâncio no Parlamento, onde foi explicar aos deputados as irregularidades no BPN que levaram à nacionalização do banco. "Não colho a sugestão de me demitir", respondeu Constâncio ao líder do CDS-PP, Paulo Portas, que tinha pedido a demissão do governador do Banco de Portugal. Segundo o governador, apenas em 2007 "apareceu pela primeira vez uma referência ao Banco Insular numa análise a um dossier de crédito".
Entretanto o PSD não compreende como é que as irregularidades não foram detectadas. O deputado Hugo Velosa do PSD não compreende como foi possível não detectar as irregularidades (aqui)

terça-feira, outubro 07, 2008

Constâncio acalma...

Escreve o jornalista do Publico, Sérgio Aníbal que Vítor Constâncio "garantiu hoje a solidez do sistema financeiro nacional e antecipou que Portugal conseguirá crescer em 2009 a um ritmo semelhante ao da média europeia. “Certamente que em 2009 não iremos crescer a taxas diferentes das da área do euro”, disse o governador do Banco de Portugal no 18º Encontro de Lisboa com as delegações dos PALOP e Timor-Leste à Assembleia Anual do FMI/Banco Mundial, que decorre no Centro Cultural de Belém.O governador lembrou ainda que Portugal “beneficia de um sistema financeiro moderno e robusto, o que é um trunfo”, assinando que o ministro das Finanças “deu uma garantia clara aos portugueses dos seus depósitos”.Constâncio repetiu ainda que a “exposição directa e indirecta da banca portuguesa ao ‘subprime’ é reduzida e que as práticas de titularização estão abaixo da média internacional”.