Com
o Chipre no centro das atenções, fomos conhecer melhor o país numa viagem que
nos leva hoje à segunda cidade mais importante. Em Limassol há tantos russos
que a população diz que no dia em que eles se forem embora, a cidade morre. Os
russos depositaram nos bancos cipriotas entre 20 a 25 mil milhões de euros,
atraídos pelos baixos impostos e pela possibilidade de terem nacionalidade
cipriota. O enviado especial da SIC, Henrique Cymerman, mostra como é a vida nesta
pequena Rússia do Mediterrâneo.
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quinta-feira, abril 11, 2013
quarta-feira, abril 10, 2013
Chipre vai vender ouro para pagar parte do resgate
Li aqui que "o Chipre vai vender parte das suas reservas de ouro, de forma a cobrir parte do resgate de que vai ser alvo. De acordo com a Reuters, o Chipre concordou em vender 400 milhões de euros em ouro, para ajudar no resgate negociado com a Troika. Além destes 400 milhões, os cipriotas vão conseguir 10.6 mil milhões de euros com a taxa sobre os depositantes e perdas de acionistas dos bancos afetados, sendo que é esperado um extra de 600 milhões com o aumento do IRC e taxa sobre ganhos de capital. Assim, no bolo total de resgate de que o Chipre necessita, 9 mil milhões será garantidos pela zona euro, mil milhões pelo FMI e 13 mil milhões terão de ser garantidos pelos próprios cipriotas".
segunda-feira, abril 08, 2013
Chipre não tem dinheiro para pagar salários e pensões de Abril
Segundo a TVI, "o novo ministro cipriota da Economia, Jaris Yeoryiadis, alertou esta segunda-feira que os fundos públicos de Chipre poderão acabar ainda este mês, tendo em conta que a primeira tranche do resgate financeiro da 'troika' não deverá chegar antes de maio. «A situação financeira é difícil e está no limite», explicou Yeoryiadis, na comissão parlamentar de economia do país, onde prestou informações sobre as atuais reservas do Estado. O porta-voz do Governo, Jristós Stilianidis, disse que o executivo «fará o possível para que não haja uma suspensão de pagamentos» em abril. De acordo com outra fonte governamental citada pela agência AFP, o país precisa com urgência de 75 milhões de euros para assegurar o pagamento de salários e pensões à função pública no mês de abril. Sendo necessários 160 milhões para cumprir as obrigações este mês, adiantou a mesma fonte, acrescentando que Chipre tem «em caixa» apenas 85 milhões de reserva, precisando rapidamente de obter financiamento externo. A ilha cipriota prevê que a primeira tranche do resgate, de cerca de 10 mil milhões de euros (60% do Produto Interno Bruto - PIB), seja atribuída em maio, embora os números finais ainda não tenham sido divulgados. A questão será abordada na reunião informal dos ministros europeus da Economia e das Finanças, a 12 e 13 de abril em Dublin, para que o processo de aprovação esteja concluído até ao final do mês. O Presidente russo, Vladimir Putin, informou hoje que, a pedido da Comissão Europeia, irá reestruturar o empréstimo de 2,5 mil milhões de euros concedido a Chipre em 2011, de forma a facilitar a sua devolução. Por outro lado, Yeoryiadis rejeitou a possibilidade de uma saída da zona euro, grupo que integra desde 2008, apesar dos vários pedidos nesse sentido: «A saída de Chipre do euro não só implicaria a remoção dos depósitos dos dois bancos (banco do Chipre e banco Popular, os mais afetados pela crise), mas também causaria a regressão de toda a economia em séculos de vida», disse o ministro. O governante frisou ainda que o Governo «não faz nem dispõe de um plano B, exceto o de implementar o que foi acordado no memorando» e sublinhou que o objetivo principal do Executivo liderado pelo conservador Nikos Anastasiadis é «a permanência de Chipre na zona euro». Além disso, Yeoryiadis disse que o Governo está a trabalhar o mais rapidamente possível na conclusão do processo de recapitalização dos bancos e no «substancial relaxamento das restrições» ao movimento de capitais".
quarta-feira, abril 03, 2013
Chipre terá 22 anos para pagar 10 mil milhões de euros à troika!
terça-feira, abril 02, 2013
Alemania saca partido a la crisis chipriota
Li aqui que "la rentabilidad del "bund" cae a su nivel más bajo del año y se beneficia también de la inestabilidad política en Italia y de los problemas presupuestarios en EE.UU. "El futbol es un deporte de once contra once donde siempre gana Alemania". La frase pronunciada por el delantero inglés, Gary Lineker, resume a la perfección lo que viene ocurriendo en Europa desde el comienzo de la crisis financiera y de deuda soberana. En el enésimo capítulo de esta crisis, firmado por Chipre, el guión vuelve a repetirse y Alemania es la única que resiste las embestidas. Mientras, las primas de riesgo y las rentabilidades de los bonos de los países periféricos rondan a día de hoy los máximos del año, el país centroeuropeo ha tomado la dirección contraria y vuelve a convertirse en el refugio preferido por los ahorradores. Se sabe que los inversores no quieren sustos y desde el pasado 15 de marzo, el día previo a la reunión del eurogrupo en la que se empezó a perfilar una quita a los depositantes y un "corralito" en Chipre, la rentabilidad del bono alemán a 10 años ha bajado del 1,46 al 1,29%. Por el contrario, el 10 años español marca el 5.07%, un 3% más que antes del estallido de la crisis chipriota, mientras que el bono italiano a 10 años ha seguido una trayectoria similar con una subida del 3,4% pasando del 4,60 al 4,76%. El caso más significativo vuelve a ser el de Grecia donde la rentabilidad de su bono a 10 años se ha disparado en pocos días hasta un 14% alcanzando el 12,44%.Además de reducir sus costes de financiación y poner nuevamente de manifiesto que Alemania se financia prácticamente a coste cero desde el comienzo de la crisis financiera y de deuda soberana en Europa, el gobierno de Berlín ha logrado también captar la atención de los inversores. Si en algunas de las subastas realizadas a mediados de 2012 la demanda de bonos apenas conseguía cubrir la oferta, la situación se ha dado la vuelta y en la emisión del pasado 20 de marzo, las peticiones superaron en 1,6 veces el papel emitido. Esta situación, en la que Alemania saca partido a la crisis y el resto de países no, se explica por dos factores. En primer lugar por el efecto contagio que la decisión sobre una quita a los depositantes chipriotas pueda tener sobre el resto de países europeos al crearse un precedente hasta ahora inédito. Las palabras "quita" y "rescate" son malditas en el diccionario de cualquier inversor y en especial de los más conservadores que ante la duda no se lo piensan dos veces y ponen su dinero a buen recaudo. En segundo lugar, y este sí que es un argumento mucho más sólido, lo que más temen los ahorradores es que se desvirtúe el espíritu de una unión bancaria a nivel europeo o que se retrase la creación de un regulador único y la un fondo de garantía de depósitos comunitario que permitiese que un euro depositado en un banco de Luxemburgo tuviese la misma seguridad que otro depositado en Grecia o en Portugal.
Pese al compromiso de las autoridades europeas para poner en marcha estos mecanismos, la incertidumbre vuelve a planear estos días sobre los mercados y al margen de la deuda la principal "baja" ha sido la renta variable. Puede que la bolsa alemana no ofrezca la misma seguridad que sus bonos pero es la que menos sufre en periodos de agitación y turbulencias y así, por ejemplo, si desde el comienzo de la crisis chipriota el Ibex 35 ha perdido algo más de un 8% tras caer en picado desde los 8.619 a los 7.920 puntos, el Dax alemán ha conseguido minimizar esa caída a un 3%.
El oro, otro de los activos preferidos por los inversores en momentos de zozobra tampoco ha conseguido hacerle sombra a la deuda alemana. La apreciación del dólar frente al euro en las últimas semanas ha frenado en seco al metal que se compra y vende en el mercado a 1.597 dólares por onza, apenas tres dólares más desde mediados del mes de marzo"
Povo triste e preocupado em Chipre
O correspondente da SIC, Henrique Cymmerman, está hoje em Chipre. Nas ruas encontrou um ambiente pesado e percebeu que os cipriotas estão tristes e preocupados com a situação que o país atravessa.
FMI exige ao Chipre descida de salários e despedimento de funcionários públicos
Chipre planeia legalizar o jogo e dar isenções fiscais ao investimento estrangeiro. As medidas do Governo enquadram-se num plano de recuperação da economia, e quando a missão da troika ultima em Nicósia o resgate do país. Nas condições exigidas, estão despedimentos e descida de salários.
segunda-feira, abril 01, 2013
Chipre cobrava 0% de IVA na alimentação. Há dois anos passou para 5%
Nos últimos anos, o Chipre corrigiu os seus - baixos - impostos para aumentar a receita cobrada (Dinheiro Vivo)
Perceba a taxa sobre depósitos em Chipre
A troika aprovou esta semana um polémico pacote de resgate ao Chipre que voltou a por a Europa em tensão. Acompanhe os eventos passo a passo (Dinheiro Vivo)
O problema não está na economia de Chipre
Veja aqui a evolução dos principais indicadores económicos do Chipre e as previsões para os próximos três anos (Dinheiro Vivo)
domingo, março 17, 2013
Resgate ao Chipre faz subir impostos sobre depósitos e empresas
Escreve o Sol que "o acordo alcançado esta madrugada pelos ministros das economia e finanças da Zona Euro para o resgate ao Chipre, vai implicar, entre outras medidas, aumento dos impostos sobre os depósitos.De acordo com um despacho da agência Efe, após nove meses do pedido de ajuda e 10 horas de negociações, os ministros da Zona Euro acordaram a ajuda, mas vão impor condições.Os depósitos com mais de 100.000 euros irão pagar um imposto extraordinário de 9.9 % que cai para 6,7 % no caso das quantias depositadas serem inferiores, enquanto as empresas terão a sua carga fiscal agravada até 12,5 %"
Chipre: Corrida aos bancos após resgate
Segundo o Sol, "os cipriotas e residentes estrangeiros nesta ilha mediterrânica estão "chocados" e procuram retirar dinheiro dos bancos após o anúncio do plano de resgate da União Europeia, que implica impostos sobre depósitos bancários. Após nove meses e 10 longas horas de negociações, que terminaram de madrugada, os ministros da Zona Euro acordaram a ajuda, mas vão impor condições sem precedentes.Os depósitos com mais de 100.000 euros irão pagar um imposto extraordinário de 9.9 %, que cai para 6,7 % no caso das quantias depositadas serem inferiores, enquanto as empresas terão a sua carga fiscal agravada até 12,5%."O Chipre escolheu a menos dolorosa das soluções", disse o ministro cipriota das Finanças, Michalis Sarris, acrescentando que o cenário de bancarrota não estava afastado caso não se tivesse conseguido o acordo com a União Europeia.Mesmo assim, o mesmo ministro afirmava no princípio do mês que uma taxa sobre os depósitos bancários podia ser "catastrófica" para o Chipre, assim como se referiu a "uma linha vermelha" junto dos negociadores da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre o aumento dos impostos às empresas, que afinal também fazem parte do pacote de medidas que vão ser aplicadas no país.Segundo a agência France Presse, o Parlamento de Nicósia deve votar no domingo o acordo estabelecido, já que segunda-feira é feriado e a medida tem de ser aprovada antes da abertura dos bancos, na terça-feira de manhã. O chefe de Estado, Nicos Anastasiades, apoiado pela direita e eleito nas eleições presidenciais de Fevereiro, regressa à ilha hoje à tarde e deve reunir-se com o Governo no domingo, de acordo com agência cipriota CNA.De acordo com a France Press, as medidas impostas pelo resgate estão a ser tema de "inflamados debates" nas redes sociais, na internet, e, logo após a primeira notícia sobre o resgate, dezenas de pessoas foram vistas a levantar dinheiro através das caixas automáticas dos bancos.
"É uma catástrofe", disse um cipriota de 45 anos, que se encontrava a levantar dinheiro de uma máquina automática na cidade de Nicósia."Tudo isto vai fazer com que tenhamos de sair do euro", disse outro habitante da capital à France Presse.Apesar dos levantamentos de dinheiro que já estão a ser efectuados pelos depositantes é impossível "escoar as contas" através das máquinas multibanco porque os montantes que correspondem ao imposto já estão a ser aplicados neste tipo de levantamentos, assim como foram bloqueadas transferências a partir de determinado montante, explicou Marios Skandalis, vice-presidente do Instituto das Contas Públicas do Chipre.Um director de uma empresa belga em Nicósia mostrou-se também muito preocupado com as medidas que vão ser aplicadas às empresas."Eu não sei se tudo isto vai afectar a minha companhia, mas se a medida se aplicar às empresas, para nós vai ser a falência", afirmou o homem de negócios estrangeiro na capital do Chipre."A situação é grave, mas não é trágica. Não há motivo para o pânico", disse entretanto o porta-voz do Governo Christos Stylianides.
Nicolas Papadopoulos, deputado do Diko (partido de centro direita que apoiou a eleição do chefe de Estado), já se manifestou contra o acordo, que classificou de "desastroso" para o sistema bancário, que "é um pilar da economia do país"."Antes eu já pensava que qualquer solução era má para o Chipre, mas isto é um pesadelo", disse o deputado em entrevista hoje à rádio estatal."Quero que o Governo me explique porque é que este acordo é a melhor solução", acrescentou o deputado de direita."Os britânicos e os russos vão pensar duas vezes antes de voltarem a entrar em solo cipriota", escreveu um cidadão do Chipre na internet, citado pela France Presse e que, como muitos outros, se mostra muito preocupado com a situação.O Chipre pediu ajuda à UE em Junho de 2012, depois de problemas detectados nos dois principais bancos do país, que acabaram por pedir ajuda governamental na sequência da crise que afecta a Grécia.Nicósia passa assim a ser o quinto país da Zona Euro a beneficiar de um programa de ajuda internacional."Nós não penalizamos o Chipre" disse Jeroen Dijsselbloem, responsável pelo Eurogrupo."Nós estamos ao lado do Governo cipriota e é este pacote de medidas que vai permitir a reestruturação do sector bancário" do Chipre, acrescentou"
sábado, março 16, 2013
Presidente do Chipre tenta apaziguar opinião pública!
Li no site da SIC que "o presidente do Chipre, Nicos Anastasiades, tentou hoje apaziguar os cipriotas indignados pelo pagamento de impostos sobre depósitos bancários que vai ser aplicado na sequência do resgate financeiro ao país. Enquanto começam a surgir apelos para protestos e manifestações, o presidente anunciou que vai falar ao país no domingo para defender o acordo que já admitiu ser "penoso", mas que foi a única forma de salvar o setor bancário do "colapso".
"Ou escolhíamos o cenário catastrófico da desordem ou o penoso, mas controlado, plano de gestão da crise que vai definitivamente acabar com a incerteza e que vai conseguir fazer arrancar a economia", afirmou hoje o presidente do Chipre, em comunicado. Anastasiades disse também que milhares de pequenos empresários poderiam entrar em falência devido a problemas de liquidez se não fosse aplicado este acordo com características sem precedentes num plano de resgate da União Europeia. "Como resultado (caso não fosse aplicado o acordo) o setor dos serviços poderia entrar em colapso e poderia verificar-se a possibilidade de saída do euro", disse ainda o Chefe de Estado. Os aforradores cipriotas reagiram com consternação ao anúncio do acordo, que prevê, entre outras medidas, que os depósitos com mais de 100.000 euros irão pagar um imposto extraordinário de 9.9 %, que cai para 6,7 % no caso das quantias depositadas serem inferiores, enquanto as empresas terão a sua carga fiscal agravada até 12,5 %. O líder da oposição, George Lillikas, já convocou um protesto para terça-feira, sublinhando que o presidente que foi eleito em fevereiro "traiu a vontade do povo". Entretanto, o Banco do Chipre, a maior instituição financeiro do país, já comunicou que as "preocupações da opinião pública são absolutamente compreensivas e justificadas". Segundo a France Presse, os ministros estão agora a trabalhar no projeto-lei que vai ter de ser levado a votação parlamentar antes da abertura dos bancos na terça-feira (segunda-feira é feriada no Chipre). De acordo com a agência CNA (estatal), os deputados vão votar o plano num debate de emergência no domingo".
Eurogrupo acorda resgate de 10 mil milhões de euros ao Chipre
Os ministros da economia e das finanças da zona euro acordaram o resgate financeiro ao Chipre. Depois de várias horas de negociações, o eurogrupo decidiu que o montante vai atingir os 10 mil milhões de euros. Do plano de resgate incluem medidas de consolidação fiscal, reformas estruturais e privatizações.
segunda-feira, fevereiro 25, 2013
Chipre: novo presidente quer um acordo com a «troika»
Segundo o espanhol ABC, "el líder conservador y elegido nuevo presidente de Chipre, Nikos Anastasiadis, apeló hoy a la formación de un Gobierno de unidad nacional y aseguró ante sus seguidores que una de sus prioridades es firmar un acuerdo con la «troika» cuanto antes. «Invito a todas las fuerzas políticas y a los ciudadanos a abrir, a través de un Gobierno de unidad nacional, un nuevo y prometedor camino, caracterizado por la unidad y la cohesión, y ante todo con fe en un futuro mejor para nuestro país», aseguró el futuro jefe de Estado y de Gobierno chipriota en el polideportivo Eleftheria de Nicosia. Anastasiadis, que en la segunda vuelta electoral de hoy obtuvo el 57,48 %, prometió a los socios europeos completar cuanto antes el memorándum sobre el rescate, aunque avisó de que este deberá «salvaguardar a los grupos vulnerables, la cohesión social y las relaciones laborales».Anastasiadis afirmó que su Gobierno llevará a cabo un ambicioso programa de reformas estructurales tanto en el Estado como en la economía «Mientras nos enfrentamos a un gran desafío, queremos a Europa de nuestro lado. Por nuestra parte, estamos comprometidos a ser absolutamente consistentes y honrar todas nuestras obligaciones. Chipre pertenece a Europa. Restauraremos nuestra credibilidad en el escenario europeo e internacional», añadió. Respecto a su política internacional, Anastasiadis dijo que buscará la «cooperación constructiva con todos los estados», aunque uno de sus primeros actos será pedir la entrada en el programa Asociación para la Paz de la OTAN, en el que participan estados no miembros de la Alianza Atlántica. Por otro lado, la «cooperación con Grecia a todos los niveles, volverá a ser una vez de total prioridad política». En cuanto al llamado 'problema de Chipre', una isla dividida desde la ocupación en 1974 de la parte norte por fuerzas turcas, mostró su «sincera intención de buscar una solución». «Lo más importante es una solución justa del asunto chipriota, que sea aceptada por grecochipriotas y turcochipriotas y que restablezca la Justicia», afirmó en una comparecencia previa en la sede del partido aliado DIKO"
quinta-feira, janeiro 31, 2013
Com bloqueio no resgate europeu, Chipre pede empréstimo por mais tempo à Rússia!!!
Escreve o jornalista do Jornal de Negócios, Diogo Cavaleiro que "o Ministro cipriota das Finanças quer que a Rússia estenda a maturidade de um empréstimo por seis anos.A dificuldade nas negociações para um resgate europeu ao género da troika, como o recebido por Portugal e Irlanda, está a levar a pequena ilha do Chipre a procurar uma maior ajuda por parte da Rússia. Foi nos Países Baixos que o ministro cipriota das Finanças, Vassos Shiarly, afirmou que pediu um prolongamento da maturidade de um empréstimo da Rússia de 2,5 mil milhões de euros. Actualmente, o vencimento do título de dívida está previsto para 2016 mas o Chipre propõe reembolsá-lo em 2022, segundo conta a Reuters. “Temos estado em contacto com eles [Rússia]. Os indícios apontam todos, e também o esperamos, para que estas extensões venham a tornar a nossa dívida sustentável”, afirmou o ministro numa comissão parlamentar nos Países Baixos. Shiarly marcou presença naquele parlamento para responder a questões relativas ao resgate a efectuar pela União Europeia. Além da assistência russa, a ilha do Mediterrâneo pediu ajuda externa à Comissão Europeia e ao Fundo Monetário Internacional para conseguir enfrentar as dificuldades financeiras, de que os bancos são um dos principais afectados. Contudo, a sua concretização tem sido difícil. Em primeiro lugar, as estimativas apontam para um empréstimo financeiro na ordem dos 17 mil milhões de euros. A questão é que este valor corresponde à riqueza que o país produz num ano, o que levanta dúvidas sobre a sua sustentabilidade. Depois, há, igualmente, a incerteza relativa ao valor sistémico do país, ou seja, se o seu incumprimento iria prejudicar o desempenho dos restantes países da Comissão Europeia. O que o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, veio dizer é que não há um risco sistémico para a Zona Euro, tendo sido contrariado por Mario Draghi. Para o presidente do BCE, uma falência cipriota iria colocar em causa o regresso aos mercados da Irlanda e de Portugal. A acrescentar a isso, como conta a Reuters, há ainda suspeitas sobre a utilização dos bancos do Chipre, os principais alvos do resgate, para crimes de branqueamento de capitais e pela sua relação próxima com a Rússia, algo que dificulta o entendimento para o resgate europeu ao risco"
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