segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Futebol, o dever do esclarecimento

Em vez de se porem com explicações tontas ou com declarações que nada dizem, os dirigentes do Nacional a começar pelo seu Presidente, têm a obrigação de esclarecer os madeirenses, porque todos assistiram ao que se passou, das causas do acto impensável do treinador jugoslavo do Nacional. Creio que não estou a exagerar se disser que tudo o que se passeou naquele Estádio – e que nada tem a ver com o que se passa noutros estádios – tem que ter uma explicação. A Região Autónoma não pode olhar para casos deste e cruzar os braços, achando piada. Depois é preciso moral. E neste momento, até ao esclarecimento de tudo, o Nacional perdeu toda a moral para falar seja do que for. Obviamente que não ponho as mãos no fogo pelo sr. Cajuda e pela sua hipocrisia. Basta ver a carinha de anjolas com rabo escondido, quando interpelado pelos jornalistas: "não fiz nada", "não sei o que se passou", "nunca vi nada disto", etc.! Realmente o sr. Cajuda é um "exemplo" para os treinadores, diga-se em abono da verdade. Mas que neste caso não tomou a iniciativa. Mas inocente não está. Não acredito. Rui Alves e Jakonovik precisam de vir esclarecer e urgentemente o assunto em conferência de imprensa, antes que a especulação deturpe tudo e a justiça desportiva, que será implacável, para o treinador e o clube, prejudique a todos.

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