Li aqui que "a Espanha terá mais de 2,8 milhões de desempregados no final deste ano, um valor que já não se registava desde 1996, revela hoje um estudo que confirma a tendência de "estagnação" na criação de emprego no país. O estudo do mercado laboral foi feito pela Analistas Financeiros Internacionais (AFI) e pela confederação patronal das empresas de trabalho temporário (AGETT) sustenta inda que este não é, definitivamente, um ano "normal" em termos de emprego.Notam igualmente que o padrão de crescimento do desemprego, antes dominado pelo aumento da população activa, mudou, com o número de desempregados a crescer como consequência da destruição de empregos.As duas entidades alertam que "não há fim na destruição de emprego", estimando que as quedas levarão a população activa para níveis de há dois anos, novamente abaixo dos 20 milhões de trabalhadores entre o final do ano e início de 2009. Como consequência da "queda livre" do emprego, os serviços públicos de emprego atravessarão "sérios apuros financeiros". O estudo nota ainda os importantes crescimentos do desemprego no sector terciário, de serviços, considerado o 'suporte' da economia espanhola, com a indústria a registar perdas cada vez mais intensas, acumulando seis meses de crescimentos negativos".quinta-feira, setembro 11, 2008
Espanha deverá terminar o ano com níveis de desemprego de 1996
Li aqui que "a Espanha terá mais de 2,8 milhões de desempregados no final deste ano, um valor que já não se registava desde 1996, revela hoje um estudo que confirma a tendência de "estagnação" na criação de emprego no país. O estudo do mercado laboral foi feito pela Analistas Financeiros Internacionais (AFI) e pela confederação patronal das empresas de trabalho temporário (AGETT) sustenta inda que este não é, definitivamente, um ano "normal" em termos de emprego.Notam igualmente que o padrão de crescimento do desemprego, antes dominado pelo aumento da população activa, mudou, com o número de desempregados a crescer como consequência da destruição de empregos.As duas entidades alertam que "não há fim na destruição de emprego", estimando que as quedas levarão a população activa para níveis de há dois anos, novamente abaixo dos 20 milhões de trabalhadores entre o final do ano e início de 2009. Como consequência da "queda livre" do emprego, os serviços públicos de emprego atravessarão "sérios apuros financeiros". O estudo nota ainda os importantes crescimentos do desemprego no sector terciário, de serviços, considerado o 'suporte' da economia espanhola, com a indústria a registar perdas cada vez mais intensas, acumulando seis meses de crescimentos negativos".
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário