O sr. CP perde o seu tempo. Em primeiro lugar não lhe reconheço qualquer direito a me dar lições de ética ou seja do que for e a que nível for. Em segundo lugar não será o deputado que me impedirá de fazer o que faço com a particularidade de fazer o que me compete bem, no plano profissional com isenção e rigor. Em terceiro lugar o senhor deputado CP porque é “independente” não pode falar pelo partido que representa. Eu para além do que faço profissionalmente sou dirigente partidário, fui deputado regional antes do senhor CP sequer imaginar que estaria onde está e escrevo, bem ou mal, concorde ou não, há muitos anos. Portanto os comentários que aqui coloco, neste blogue são pessoais, repito, pessoais, tal como os do sr. CP são, porque não o vejo a falar como dirigente do PS, tal como não conheço nenhum blogue oficial de um deputado igual ao seu. Abri uma excepção para lhe repetir, uma vez mais, que não admito, mas é que não lhe admito mesmo, nem lições de moral, nem juízos de valor, nem manipulação de situações. Não misture as coisas. Já viu o que seria fazer extrapolações, por exemplo, envolvendo o seu estatuto de deputado com a sua actividade profissional? Não recebo lições suas de qualquer espécie. Se porventura tem problemas a resolver – entenda-se, problemas políticos, ajustes de contas, etc - resolva-os com quem entender, com quem de direito. Comigo não será de certeza. E deixe-me da mão. Este blogue é do Filipe Malheiro que, antes de ser Chefe de Gabinete do Presidente da Assembleia é cidadão livre. Mas que é também um cidadão na política, com uma opção tomada inequivocamente e que é dirigente de um partido. Não trago para este espaço nada que contrarie os meus deveres éticos. Não é o sr. CP que me vem agora ensinar deontologia e ética. Quero lá saber se os chefes de gabinete de quem quer que seja ou quem o sr. CP quiser enumerar, têm ou não blogues!? O que é que eu tenho a ver com isso? Eu tenho. Estamos entendidos? Quanto ao relacionamento pessoal, de facto tem razão, não existe, nunca existiu nunca falei consigo e vice-versa. Fiquemos assim. Creia que me estou nas tintas para o que diga ou não a meu respeito, assim como não me interessa para nada tudo o que dizem a seu respeito. Porque não me interessa para nada. O deputado CP a mim não me diz rigorosamente nada. Nem ele a mim. Nem no plano político, nem pessoal, nem ético, nem profissional. Gosto de debater política e partidos com pessoas que assumem as suas opções, não com “independentes”. E não me chame funcionário porque pensa que me ofende, porque engana-se. Não sou funcionário em lado nenhum. Se descesse ao seu nível do insulto hábil, dir-lhe-ia que sou tão funcionário como o sr. CP. Ou acha que por ser deputado, agora, é mais que eu ou de quem quer que seja?
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