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sábado, março 15, 2025

sábado, fevereiro 08, 2025

Chega: Os 15 deputados e dirigentes com problemas com a Justiça e Fisco

Nas últimas semanas, o partido de André Ventura foi atingido pelo caso de Miguel Arruda (furto de malas), José Paulo Sousa (taxa crime de álcool) e Nuno Pardal Ribeiro (prostituição de menores). Recorde todos os casos. "Limpar Portugal" era um dos slogans da campanha do Chega nas legislaturas de 2024. Porém, tem sido recordado por outra razão: o surgimento sucessivo de deputados e dirigentes do partido liderado por André Ventura com problemas com a Justiça. Em reação ao caso de Nuno Pardal Ribeiro, acusado de prostituição de menores, Ventura afirmou no dia 6 de fevereiro que as penas que o partido defende para os corruptos e "bandidos" são as mesmas que defende para os casos dentro do partido. Tal inclui a castração química para casos de pedofilia ou abuso de menores. O caso de Nuno Pardal Ribeiro foi revelado no dia 6. O deputado da Câmara Municipal de Lisboa foi acusado de prostituição de menores agravada por ter tipo envolvimentos sexuais com um jovem de 15 anos. Desde então, pediu a renúncia ao mandato e ficou sem uma avença que tinha com a Câmara de Loures. 

Tornou-se também público o caso de José Paulo Sousa, deputado da Assembleia Regional dos Açores apanhado a conduzir sob o efeito de álcool. Quando foi testado na operação STOP, encontrava-se com uma taxa de 2,25 gramas de álcool por litro de sangue, considerado taxa crime.

"Saudação nazi" ou "indicação de sentido de voto"? A nova polémica de Miguel Arruda no Parlamento

Depois ser o único a votar contra o voto de pesar pela morte de Maria Teresa Horta, o ex-Chega causou confusão ao fazer um gesto parecido à saudação nazi, como acusou o Livre. Arruda refuta acusação. De volta ao Parlamento após um período de baixa psiquiátrica, Miguel Arruda foi, esta sexta-feira, o centro das atenções durante o período das votações no plenário. Primeiro, foi o único deputado a ser contra o voto de pesar de Maria Teresa Horta. E, depois, durante as votações seguintes, o deputado não-inscrito (que deixou o Chega após a polémica com o alegado roubo de malas em aeroportos) levantou o braço, repetidamente, num gesto semelhante a uma saudação nazi. A indicação foi feita por Rui Tavares, deputado do Livre, que o sinalizou ao presidente em exercício, o socialista Marcos Perestrello. Numa interpelação à mesa, o também porta-voz do Livre disse que Arruda fez, pelo menos duas vezes, "de forma consciente e deliberada", o "gesto da saudação fascista, nazi ou romana" enquanto votava. Além disso, acrescentou em jeito de alerta, que se se normalizam "saudações nazis no Parlamento então não resta mais nada para normalizar". "A minha consciência como democrata, historiador e europeu não me deixa passar em claro uma situação destas", disse Rui Tavares. Em resposta, Marcos Perestrello disse não se ter apercebido desse gesto. Mas vincou que "é realmente condenável", caso se confirme que era, efetivamente, uma "saudação nazi".

De acordo com Miguel Arruda, que pediu a palavra após a acusação, o gesto servia "só" para "sinalizar o sentido de voto desse modo". "Há vários líderes a fazerem o mesmo, até de esquerda", disse o deputado não-inscrito. Esta resposta não convenceu Rui Tavares, que disse ser difícil acreditar "num deputado que quando confrontado com ter sido apanhado em flagrante a roubar malas em vídeos diz que é inteligência artificial". No passado, Miguel Arruda argumentou, após a polémica do roubo das malas, que as imagens em que consta a apropriar-se de bagagens no aeroporto podem ter sido "manipuladas" com recurso a esta tecnologia. No passado, Miguel Arruda já tinha feito declarações polémicas, nomeadamente por fazer apologia ao Estado Novo e pelas relações com neonazis, considerando que Mário Machado (líder do grupo nacionalista 1143) é "com certeza um preso político" após ter sido condenado por um tweet em que apelava à "prostituição forçada" de mulheres de esquerda. No final de janeiro, numa conversa com uma dupla de humoristas conhecida como Jovem Conservador de Direita, Arruda disse pertencer "ao Mário" - com os comediantes a clarificarem se se tratava de Mário Machado. Ao Expresso, o deputado não-inscrito negaria depois essa relação, dizendo que "foi uma paródia" (DN-Lisboa, texto do jornalista Rui Miguel Godinho). Veja o video aqui

quinta-feira, fevereiro 06, 2025

Furto de malas, prostituição de menores e álcool ao volante: os casos que atingem o Chega

Não têm sido dias fáceis para o partido de André Ventura que no último mês somou mais três polémicas ao seu cadastro. Multiplicam-se os casos de dirigentes a braços com a Justiça e que mancham a imagem de um partido que não quer nos seus quadros "bandidos". O caso mais recente é o do deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, mas também vice-presidente da distrital do partido na capital, Nuno Pardal Ribeiro, que foi recentemente acusado pelo Ministério Público de prostituição de menores. A vítima é um rapaz de 15 anos com quem manteve encontros sexuais em 2023 e a quem terá pagado por sexo oral. Pardal Ribeiro não nega os factos, mas diz que desconhecia a idade do menor, tendo, entretanto, renunciado ao cargo.

Um dia antes de ser conhecida esta acusação, foi tornado público que José Paulo Sousa, deputado do Chega na Assembleia Regional dos Açores, foi parado a 2 de fevereiro pela PSP e acusou uma taxa de alcoolemia de 2,25 g/l, o que configura crime. No Facebook, o dirigente manifestou “profundo arrependimento” por, “após uma noite de convívio com amigos e conhecidos”, ter tomado a “decisão errada de conduzir de volta a casa”, na ilha das Flores.

Outro caso badalado recentemente foi o do deputado Miguel Arruda, alvo de buscas nas casas de Lisboa e de Ponta Delgada por suspeitas de furtar malas nos aeroportos nacionais. Diz-se inocente e que as malas são suas, mas não consegue explicar as imagens de videovigilância que alegadamente existem e que o apanham a furtar as malas. Desvinculou-se do Chega e passou a deputado não inscrito, mas meteu baixa médica por motivos psicológicos.

Miguel Arruda já indicou nomes para o gabinete parlamentar, o que significa que não vai renunciar como deputado

Um dos escolhidos por Miguel Arruda para o gabinete parlamentar é militante do Chega e fez parte da lista ao Conselho Nacional de Israel Pontes, que integra uma corrente crítica de Ventura. O deputado eleito pelo Chega (CH) e agora não inscrito, Miguel Arruda, durante a sessão plenária na Assembleia da República, em Lisboa, 24 de janeiro de 2025. Miguel Arruda é suspeito de ter furtado malas dos aeroportos de Lisboa e Ponta Delgada. Miguel Arruda, deputado não-inscrito eleito pelo Chega, vai mesmo regressar à Assembleia da República e já indicou os dois nomes que vão fazer parte do gabinete parlamentar a que tem direito por ter saído da bancada do partido liderado por André Ventura. De acordo com os despachos de nomeação de funcionários a que o Observador teve acesso, Miguel Arruda escolheu Pedro Alexandre de Magalhães Moura e Cátia Alexandra Paulos Teixeira para secretários do gabinete como deputado não-inscrito, com efeitos a partir do dia 4 de fevereiro de 2025, inclusive. Desta forma, os dois trabalhadores do gabinete de Arruda começaram a prestar serviços esta terça-feira, numa altura em que o deputado ainda está de baixa psiquiátrica. O Observador sabe que essa justificação médica foi assinada pelo médico a 28 de janeiro, pelo que os dez dias acabam esta quinta-feira, 6 de fevereiro.

Chega: Arruda meteu baixa de dez dias por “doença natural”

A SÁBADO teve acesso à baixa do Hospital do Divino Espírito Santo. Arruda enviou-a a Pacheco de Amorim e isolou-se na ilha. O deputado, que usa um pin da Mocidade Portuguesa, não sabe quando volta. A vida de Miguel Arruda na última semana não tem sido fácil. Suspeito de furtar malas nos aeroportos de Lisboa e Ponta Delgada, o deputado eleito pelo Chega foi pressionado pelo partido para renunciar ao mandato e terá entrado em colisão com alguns colegas de bancada. “Como sabem, as coisas não foram pacíficas, não posso responder pelo meu grupo parlamentar e pelo que possa acontecer nesta sessão plenária”, afirmou em plenário o líder parlamentar Pedro Pinto, que o queria sentado longe da bancada do Chega. No fim, antecipando-se, Miguel Arruda passou a deputado não inscrito e, mentalmente assoberbado, isolado em São Miguel, mas com apoio de amigos e família, que lhe levaram medicamentos e comida, arranjou uma baixa médica (Sabado)

Deputado do Chega-Açores apanhado a conduzir com 2,25 g/l de álcool no sangue

O deputado do Chega Açores, José Paulo Sousa, foi apanhado a conduzir com 2,25 g/l de álcool no sangue, ao ser intercetado numa operação STOP da PSP, na ilha das Flores, nos Açores. A percentagem de álcool já diz respeito a uma situação de crime. Segundo o Açoriano Oriental, o deputado assumiu o caso numa publicação na rede social Facebook, depois de o mesmo jornal ter confrontado o Chega Açores com a ocorrência. "Venho expressar, de forma clara e sincera, o meu profundo arrependimento pelo erro grave que cometi na madrugada de 2 de fevereiro. Fui intercetado numa operação de STOP pela Polícia de Segurança Pública e, ao perceber a seriedade do que estava a acontecer, a culpa e o arrependimento tomaram conta de mim. Após uma noite de convívio com amigos e conhecidos, tomei a decisão errada de conduzir de volta a casa. Reconheço agora que, naquele momento, não soube avaliar a gravidade da minha atitude e falhei ao não perceber o risco que coloquei a mim e aos outros utilizadores da via pública. Foi uma escolha irracional, da qual me envergonho", escreveu José Paulo Sousa. Uma fonte do partido revelou, ao Açoriano Oriental, ter sido apanhado de surpresa pela situação e indicou que o caso seria analisado na reunião do grupo parlamentar, na próxima segunda-feira. Recorde-se de que a um condutor que acuse uma taxa igual ou superior a 0,8 g/l e inferior a 1,2 g/l, pode ficar proibido de conduzir entre os 2 meses e os 2 anos. Já numa situação de crime, com um nível de álcool igual ou superior a 1,2 g/l, a carta de condução pode ser apreendida por um período entre os 3 meses e os 3 anos (Correio da Manhã)

Dirigente do Chega acusado de prostituição de menores renuncia ao mandato

Nuno Pardal Ribeiro, deputado da Assembleia Municipal de Lisboa e vice-presidente da distrital de Lisboa do Chega, foi acusado pelo Ministério Público (MP) de dois crimes de prostituição de menores agravados. Entretanto, anunciou a sua renúncia ao mandato na Assembleia Municipal, avança o Observador. A notícia foi avançada esta manhã pelo Expresso, na sua versão online. 

De acordo com o semanário, o deputado do Chega, de 51 anos, praticou "sexo oral 'mútuo'" com um rapaz de 15 anos, a troco de 20 euros. Nuno Pardal e o jovem conheceram-se no Grindr, uma aplicação usada para convívio entre homossexuais, passando depois a comunicar via Whatsapp, relata o Expresso com base na acusação do Ministério Público. No dia 11 de julho de 2023, após um encontro junto a uma estação de comboios, os dois seguiram no carro do homem em direção a um pinhal. Durante o trajeto, o conselheiro nacional do Chega perguntou ao rapaz que idade tinha e este respondeu 15, segundo a acusação.

quarta-feira, fevereiro 05, 2025

Caso Arruda do Chega: Correios do Parlamento usados para vender roupa de malas furtadas nos aeroportos

Miguel Arruda usava CTT da Assembleia da República para ter desconto nos selos no envio das roupas que vendia online. Miguel Arruda, o ex-deputado do Chega agora de baixa psiquiátrica, depois de se saber que era investigado por furto de malas de viagem nos aeroportos de Lisboa e de Ponta Delgada, usou o posto dos CTT na Assembleia da República para vender a roupa alegadamente furtada. Era no seu gabinete, também no Parlamento, que guardava muitas das malas e a roupa, depois vendida online, através dos correios. Arruda usava os CTT da Assembleia e beneficiava até de descontos nos selos e envelopes, por se tratar de um deputado (Correio da Manhã)

quarta-feira, abril 10, 2024

Depois não sabem votos do Chega: Ventura foi o político com mais tempo de antena nas televisões em março. Esteve no ar mais 2h30 do que Montenegro

O líder do Chega esteve quase nove horas no ar, nos telejornais da RTP, SIC e TVI. No mês das eleições legislativas, André Ventura foi o dirigente partidário com mais tempo de antena nos telejornais da RTP, SIC e TVI. Apesar de o Chega ter sido a terceira força política mais votada no dia 10 de março, Ventura liderou por larga margem, no que diz respeito ao espaço concedido pelas televisões.

No total, o líder do Chega esteve no ar durante oito horas e 56 minutos, mais uma hora e meia do que Pedro Nuno Santos, secretário-geral do Partido Socialista e líder da oposição, e mais duas horas e meia do que Luís Montenegro, presidente do Partido Social Democrata e recém-eleito primeiro-ministro de Portugal. Os dados foram enviados à EXAME pela Marktest, com base na informação retirada do serviço da Mediamonitor.

A SIC foi a televisão que deu mais tempo de antena a André Ventura

A SIC foi a televisão que deu mais tempo de antena a André Ventura, no mês de março, com três horas e 13 minutos. Segue-se a TVI, com três horas e quatro minutos e a RTP com duas horas e 38 minutos. Já a RTP foi a estação em que Pedro Nuno Santos (2h47) e Luís Montenegro (2h43) mais tempo de antena tiveram e a TVI a que menos tempo deu a estes dirigentes políticos (2h04 para ambos).

Se analisarmos o número de notícias e não o tempo de antena, a TVI foi quem mais tempo de ecrã deu ao dirigente do Chega, com 58 peças televisivas. Na lista de figuras políticas com mais tempo de antena segue-se o ex-primeiro ministro António Costa (05h16), o dirigente da CDU, Paulo Raimundo (04h39), a líder do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua (04h27), Rui Rocha, líder da IL (04h02), Rui Tavares, do Livre (03h30) e Inês Sousa Real, do PAN (03h19).

RTP dá menos notícias de PNS na campanha eleitoral

Se o foco estiver apenas no período da campanha eleitoral, que decorreu entre os dias 25 de fevereiro e 8 de março, a pole position dos políticos com mais tempo de antena sofre algumas alterações. Pedro Nuno Santos foi o rosto que mais vezes apareceu nos ecrãs dos três canais generalistas (seis horas e três minutos), sendo que a RTP, o único canal público dos três, foi o que deu menos notícias sobre o dirigente socialista. No segundo lugar aparece Luis Montenegro, com cinco horas e nove minutos e só depois André Ventura, com quatro horas e 27 minutos.

Se olharmos para o primeiro trimestre, Pedro Nuno Santos surge como o maior protagonista, seguido de André Ventura e Luís Montenegro. Os dados excluem os canais de notícias das três estações televisivas (RTP3, Sic Notícias e CNN Portugal). Outra análise mostra também que a RTP e a SIC foram as que mais minutos reservaram para as notícias sobre a campanha eleitoral, com 12 horas e 27 minutos. A TVI deu apenas 9 horas e 28 minutos. Se alargarmos a análise a todo o mês de março, esta diferença é ainda superior: RTP (19h21), SIC (17h31) e TVI (13h11) (Visão/Exame, texto do jornalista Gonçalo Almeida)

domingo, julho 10, 2022

Por acaso o PSD-M ouviu o que Ventura disse na CNN-P sobre as regionais de 2023?

Mesmo ressalvando os habituais exageros e mentiras de André Ventura do Chega,  a minha dúvida é saber se a malta do PSD-M, que deve acompanhar estas coisas, por acaso foi informada ou ouviu as declarações do líder da extrema-direita na CNN-Portugal, que garantiu que na Madeira em 2023 o PSD-M só terá um governo se ele for apoiado pelo Chega, a exemplo dos Açores? Claro que estas declarações valem o que valem e que até Outubro de 2023 muita água vai correr debaixo das pontes. 

Sabendo que a prioridade são as potenciais ameaças decorrentes que factos que o poder não controla - caso de um potencial agravamento da crise económica e social dos masdeirenses,  devido ao adicionar de motivos novos, caso do agravamento das prestações bancárias, sobre-endividamento das famílias e dos rácios de pobreza forçada devido à queda de rendimentos e falta de trabalho, instabilidade nas empresas, aumento das taxas de juro defendido pelo BCE, continuação da inflação a valores intoleráveis, ausência de aumentos salariais que possam atenuar esse impacto social bastante negativo, etc - e não a apologia de expulsões que deixam no ar muitas interrogações e dúvidas sobre as causas destas motivações recentres e novas que apenas alimentarão estes projectos radicais que queremos à margem do poder... Entrevista de Ventura à CNN-Portugal aqui

domingo, janeiro 16, 2022

Ex-militantes do Chega comparam partido a uma seita


O Chega não teve ações de campanha no sábado, mas o dia ficou marcado pelas críticas de ex-militantes ao partido.   Vários ex-militantes, que ajudaram a fundar o partido, comparam o Chega a uma seita e dizem ter sido enganados.   Em exclusivo à SIC, acusam ainda André Ventura de silenciar a concorrência interna e de fomentar o culto da personalidade. (SIC-Notícias)