sábado, outubro 01, 2022

Costa espera privatização da TAP nos próximos 12 meses e admite que Estado possa perder dinheiro

 

No debate parlamentar, o primeiro-ministro admitiu ainda que o Estado possa perder dinheiro com a privatização da empresa. O primeiro-ministro disse esta quinta-feira esperar que a privatização da TAP ocorra nos próximos doze meses, afirmando que “só se fosse irresponsável” é que garantiria que o Estado não irá perder dinheiro na transação, mas “espera que não”. Na segunda ronda do debate sobre política geral com o primeiro-ministro no parlamento, o deputado Carlos Guimarães Pinto perguntou a António Costa se pode confirmar que a privatização da TAP “é uma possibilidade em cima da mesa para os próximos doze meses”. “Espero que sim, é isso que está planeado, espero que sim”, respondeu o primeiro-ministro. Guimarães Pinto sublinhou que, quando o Estado alemão vendeu a companhia aérea germânica Lufthansa, recebeu “mais de 770 milhões de euros do que tinha colocado”, perguntando de seguida a Costa se “considera a possibilidade de receber, pela privatização da TAP, um valor abaixo daquele que os contribuintes lá injetaram”.

Ucrânia: Imprensa oficial chinesa muda de tom após Putin ameaçar com uso de armas nucleares



A decisão do líder russo, Vladimir Putin, de mobilizar até 300.000 tropas na reserva e de ameaçar com o uso de armas nucleares na Ucrânia suscitaram uma mudança de tom na imprensa chinesa sobre o conflito. Hu Xijin, um proeminente comentador chinês e ex-editor-chefe do Global Times, jornal oficial do Partido Comunista da China, escreveu esta semana que, embora o uso de armas nucleares desse à Rússia vantagem na Ucrânia, também comprometeria o Tratado de Não -Proliferação de Armas Nucleares e a paz mundial. “Não importa se a culpa é dos Estados Unidos ou do Ocidente, a Rússia não deve levar a situação ao limite de ‘vida ou morte’. A humanidade está em paz e para manter essa paz é necessário algum espaço de manobra e compromissos”, apontou. Jin Canrong, professor na Escola de Estudos Internacionais da Universidade Renmin, em Pequim, disse que Putin deve refletir profundamente sobre o uso de armas nucleares. “Seria um desastre para o mundo”, apontou.

Em agosto, a taxa de desemprego situou-se em 6,0% e a taxa de subutilização do trabalho em 11,5% - Agosto de 2022

• A população ativa (5 189,9 mil pessoas) aumentou 0,2% em relação a junho de 2022, 0,1% relativamente a abril do mesmo ano e 0,4% por comparação com julho de 2021.

• A população empregada (4 879,8 mil) aumentou em relação ao mês anterior (0,2%) e ao mesmo mês do ano anterior (1,1%), mas diminuiu em 1,8 mil pessoas em relação a três meses antes (a que corresponde uma relação relativa praticamente nula).

• A população desempregada (310,1 mil) manteve-se praticamente inalterada em relação a junho, aumentou 1,8% em relação a abril e diminuiu 9,0% em relação a julho de 2021.

• A taxa de desemprego situou-se em 6,0%, valor igual ao do mês anterior, superior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao de três meses antes e inferior em 0,6 p.p. ao de um ano antes.

• A população inativa (2 470,6 mil) diminuiu em relação aos três períodos de comparação, respetivamente: 0,4%, 0,2% e 1,6%.

• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,5%, valor inferior ao mês precedente em 0,1 p.p. e ao de um ano antes em 0,9 p.p., mas superior em 0,1 p.p. ao de três meses antes.

Agosto de 2022:

• A população ativa (5 196,9 mil) aumentou 0,1% em relação a julho, 0,3% relativamente a maio e 0,7% por comparação com agosto de 2021.

• A população empregada (4 884,4 mil) observou também acréscimos em relação aos três períodos de comparação: 0,1%, 0,3% e 1,0%, respetivamente.

• A população desempregada (312,5 mil) aumentou em relação ao mês anterior (0,8%) e a três meses antes (0,4%), tendo diminuído 4,3% relativamente a agosto de 2021.

• A taxa de desemprego situou-se em 6,0%, valor idêntico ao de julho e maio de 2022 e inferior ao do mês homólogo de 2021 (0,3 p.p.).

• A população inativa (2 461,8 mil) diminuiu em relação aos três períodos de comparação, respetivamente: 0,4%, 0,7% e 2,2%.

• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,4%, menos 0,1 p.p. do que no mês anterior e do que três meses antes e menos 0,7 p.p. do que no mesmo mês do ano anterior  (INE)

Ucrânia: cerca de um quinto dos portugueses acredita que NATO e Rússia vão envolver-se num conflito direto, aponta sondagem



A NATO deve continuar a dar ajuda militar à Ucrânia, segundo revelou esta quinta-feira uma sondagem da Aximage para o ‘JN’, ‘DN’ e ‘TSF’: dois terços do portugueses (67%) concordam com o apoio prestado, ao passo que cerca de metade (49%) acredita na vitória dos ucranianos. Para os inquiridos, a guerra vai polongar-se no tempo (45%) ou escalar para um conflito direto entre a aliança atlântica e a Rússia (21%). No entanto, há 7% que receiam que termine com uma guerra nuclear. O conflito na Ucrânia promete estender-se no tempo, segundo a maioria dos portugueses: apenas 15% acreditam que o desfecho está próximo, seja por um acordo entre as partes (9%) ou porque a Ucrânia termine por ceder territórios à Rússia (6%). Mas há outras possibilidades: pelo menos dois em cada 10 portugueses acredita que vai haver um conflito direto entre a NATO e a Rússia, sobretudo entre as mulheres, com mais 7 pontos percentuais do que os homens. São também mais pessimistas no caso de uma guerra nuclear (mais quatro pontos percentuais do que os homens) – um terço das mulheres (33%) prevê uma escalada tanto na amplitude como nos efeitos da guerra. São também as mulheres que mais discordam (23%) da entrega de armas a Kiev quando comparado com os homens (15%). Por último, o apoio militar ocidental aos ucranianos é o sentimento nacional prevalecente, com apenas 15% dos portugueses a discordar.

quinta-feira, setembro 29, 2022

PSD foi “a reboque” do Chega e do PS. E precisa de arrumar uma bancada “ferida de morte”

Em dois dias consecutivos, Montenegro teve de vir desmentir uma aproximação ao partido de Ventura e viu-se comprometido “para futuro” com a solução a adotar para o aeroporto. Deputados do PSD não escondem o “desconforto” e esta quinta-feira Miranda Sarmento tem novo teste frente ao primeiro-ministro. “Já chega de andarmos com o Chega ao colo! E a oposição ao Governo não se faz?” O desabafo parte de um deputado do PSD que não gostou de receber, tal como os restantes colegas de bancada, um email do seu líder parlamentar para votar favoravelmente Rui Paulo Sousa, o terceiro nome indicado pelo Chega para a vice-presidência da Assembleia da República. Ainda para mais, quando se sabia que à terceira não seria de vez, pois o PS, que dispõe de maioria absoluta, já tinha deixado claro que votaria contra. O email seguiu na manhã de quinta-feira, horas antes de uma votação condenada à partida, e não surtiu efeito: além da barreira socialista e da restante esquerda parlamentar, pelo menos um terço dos deputados sociais-democratas não seguiram a indicação de Joaquim Miranda Sarmento, concertada com o presidente do partido. No dia seguinte, Luís Montenegro, acompanhado pelo vice-presidente Miguel Pinto Luz, reuniu-se com o primeiro-ministro e o ministro das Infraestruturas para se fechar um acordo sobre o novo aeroporto de Lisboa.

Sondagem: Mulheres mais pessimistas com evolução da guerra na Ucrânia

 

Um terço das inquiridas prevê escalada para conflito direto entre NATO e Rússia (24%) ou uso de armas nucleares (9%). Dois terços dos portugueses (67%) defendem que os países da NATO devem continuar a dar ajuda militar à Ucrânia e cerca de metade (49%) acredita na vitória dos ucranianos, de acordo com uma sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. A guerra, no entanto, vai prolongar-se no tempo (45%), ou escalar para um conflito direto entre Rússia e NATO (21%). Para uma minoria, será pior ainda: 7% dos inquiridos temem que termine numa guerra nuclear. Quando se pergunta aos portugueses sobre as suas expectativas de evolução do conflito, fica evidente que estão em clara maioria os que adivinham que a guerra, que já leva sete meses, será longa. Apenas uns escassos 15% acreditam que o desfecho será breve, seja porque haverá um acordo entre as duas partes (9%), seja porque a Ucrânia cederá território à Rússia (6%).

Sondagem: Governo passou do céu ao inferno em seis meses

PSD ainda não capitaliza as opiniões negativas sobre o Executivo. Chega e Ventura a subir. Jerónimo tem a maior queda entre os líderes partidários. Foi uma lua de mel intensa que levou a uma separação muito rápida. Em apenas seis meses — de março, quando o Expresso publicou o estudo pós-eleitoral e o Governo tomou posse, a setembro —, o Executivo liderado por António Costa passou da sua melhor avaliação de desempenho para a pior dos últimos três anos. Essa mudança, contudo, ainda não se reflete nas indicações de voto, que conti­nuam a ser lideradas pelo PS, com o PSD a recuperar muito pouco em relação ao resultado eleitoral de janeiro. De acordo com a sondagem feita pelo ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC, mais de metade dos portugueses consideram que o desempenho do Governo é “mau” (35%) ou “muito mau” (13%). Apenas 1% respondeu “muito bom”, enquanto 41% consideram que o desempenho é “bom”. Quando se cruzam as linhas entre os que avaliam o trabalho do Governo como “muito bom/bom” e os que o avaliam como “muito mau/mau”, é ainda mais fácil ver como a lua de mel existiu e durou tão pouco. Em março, dois meses depois das eleições e mês em que o Governo finalmente tomou posse, 65% dos inquiridos faziam uma avaliação positiva do Executivo. Era a melhor avaliação desta série de estudos, 10 pontos percentuais acima da segunda melhor, que tinha sido registada em abril de 2021.

Madeira, Açores e Canárias juntos no combate à poluição luminosa

 

Madeira, Açores e Canárias estão a criar em conjunto planos diretores municipais de iluminação pública para combater a poluição luminosa. A novidade foi avançada numa conferência promovida pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, no Caniço, que contou a participação de investigadores dos três arquipélagos. A medida faz parte do projeto Life Natura Night, que tem como objetivo reduzir a poluição luminosa que afeta as áreas protegidas da Macaronésia.

Cotrim de Figueiredo denuncia «esquadra chinesa» na Madeira

 

No debate na Assembleia da República, o deputado João Cotrim de Figueiredo (IL), denunciou que há esquadras chinesas a atuar em Portugal para repatriar cidadãos, uma delas na Madeira. “Há duas municipalidades chinesas, e possivelmente não são as únicas, que instalaram dezenas de esquadras informais de polícia em vários países do mundo para monitorizar, investigar e repatriar sob coação cidadãos de origem chinesa residentes nesses países. Três dessas esquadras informais estarão instaladas em Portugal, nas regiões de Lisboa, Porto e Madeira, onde conduzem essas atividades ilícitas sem conhecimento das autoridades portuguesas”, revelou o deputado liberal João Cotrim de Figueiredo. Segundo o mesmo, há “indícios de que estas esquadras se articulam com a rede do designado Departamento Frente Unida do Partido Comunista chinês, que é responsável pela propaganda favorável aos interesses da China comunista por todo o mundo. Portanto, temos alegações gravíssimas, quer do ponto de vista dos direitos humanos, pessoas com residência em Portugal que sob ameaça são repatriadas à força”. Uma questão, levantada pelo deputado, de fora da esfera de conhecimento de António Costa, que revelou não ter “nenhum conhecimento e, seguramente, os serviços também não têm, caso contrário já me teriam dado.”

ESTUDO PÓS-ELEITORAL: Nunca tantos portugueses decidiram o voto no dia da eleição

Estudo do ISCTE-ICS mostra recorde de decisão na última hora. Há 6% de eleitores PS arrependidos, mas são mais no PSD e BE. Nos últimos 20 anos, desde que há registo de estudos pós-eleitorais, nunca os portugueses guardaram tanto para o último dia a sua decisão quanto ao sentido de voto: foram 14% nestas últimas eleições, um valor que ganha peso se comparado com as anteriores legislativas. Até agora, o recorde tinha sido registado em 2005, quando 8% decidiram à última hora em quem votar, e desde então que a percentagem vinha a descer: foi de 3% em 2011 e de 5% em 2015. Estes são dados do estudo feito pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) e do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) para o Expresso e SIC e que tem por base uma sondagem cujo trabalho de campo decorreu entre os dias 11 de fevereiro e 7 de março de 2022 — com trabalho de campo realizado pela GfK Metris. Agora, como nessa ida eleição de 2005, a decisão à última hora favoreceu o PS. Ao que conta o relatório do estudo, 28% dos que afirmam ter decidido no próprio dia da eleição votaram no PS, quase três vezes mais do que os que votaram no PSD (11%), e muito acima dos 6% que escolheram o Chega, 5% o BE, 3% a CDU e 2% a IL. Ao todo, 9% dos votos que o PS teve (mais de 2,3 milhões) terão sido de indecisos até à última hora, sem eles não haveria maioria absoluta.

Há 98% de probabilidades de haver uma recessão global


As luzes de alerta estão a piscar na economia global, à medida que a inflação elevada, os aumentos drásticos das taxas de juro e a guerra na Ucrânia mostram o seu preço. Existe atualmente uma probabilidade de 98,1% de haver uma recessão global, de acordo com um modelo de probabilidades gerido pela Ned Davis Research. Os únicos outros momentos em que esse modelo de recessão mostrou probabilidades tão elevadas aconteceram durante graves recessões económicas, mais recentemente em 2020, e durante a crise financeira global de 2008 e 2009. “Isto indica que o risco de uma recessão global grave durante algum tempo em 2023 está a aumentar", escreveram os economistas da Ned Davis Research, num relatório de sexta-feira passada. À medida que os bancos centrais aumentam os seus esforços para controlar a inflação, os economistas e investidores estão a ficar com perspetivas cada vez mais sombrias.

Maduro acusa EUA e Europa de "suicídio económico" para punir a Rússia

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou os Estados Unidos e a Europa de optarem pelo "suicídio económico" com o propósito de punir Moscovo pela invasão da Ucrânia. “Na Europa anunciam uma recessão da economia, porque a Europa e os Estados Unidos optaram pelo suicídio económico, tentando matar a Rússia”, disse o governante, durante um ato público transmitido pela televisão estatal venezuelana.

Maduro previu que “se anuncia uma grande recessão mundial”, numa altura em que a Venezuela “bate o recorde mundial de crescimento económico da economia real, não petrolífera”, que disse ser superior a 20% no atual trimestre. “Há que estudar as repercussões da recessão mundial sobre a economia da América Latina e da Venezuela”, frisou. “A Europa e os Estados Unidos decretaram o suicídio económico e social das suas sociedades, das suas economias, para prejudicar, para acabar com a Rússia”, disse o Presidente da Venezuela.

O melhor onze de sempre de Portugal para a Globe Soccer Awards? Não concordo totalmente

A Globe Soccer Awards publicou o melhor onze de sempre de Portugal. A dupla de ataque, como seria de esperar, fica entregue a Cristiano Ronaldo e Eusébio e há mais dois jogadores da década de 60 na equipa ideal. O que acha desta seleção nacional portuguesa? Trocava alguém? Eu sim, trocava

Dionísio Pestana já passou sete crises e espera no seu grupo atingir receitas-recorde de 500 milhões de euros em 2022

 

“Nunca desistrir e ter sempre um plano B”, é a fórmula do maior hoteleiro português para “sobreviver a crises”, apesar de reconhecer que está “preocupado com o que aí vem”. “É preciso ter sempre um plano B, ter confiança e nunca desistir”, enfatizou Dionísio Pestana, fundador e presidente do maior grupo hoteleiro português, na cimeira em Lisboa promovida pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP).

Ao longo dos 50 anos do grupo Pestana, “já passámos por sete crises” e “quando se fala da inflação poder atingir 4%, eu já vivi tempos após o 25 de abril em que estava a 20%”, realçou.

“O modelo repete-se, quando o investimento está feito e se começa a consolidar, vem uma crise”, explicita Dionísio Pestana. “Acredito que é preciso ter sempre um plano B, com tesourarias alternativas se algo corre mal”. A crise da covid foi forte “e houve uma altura em que tivemos 100 hotéis fechados, com cinco mil trabalhadores à espera de salário, e conseguimos”. Em 2022, Dionísio Pestana espera atingir no seu grupo com 107 hotéis “um ano recorde, com 500 milhões de euros de receitas”. Com a atual crise aberta com a guerra na Ucrânia, Dionísio Pestana diz-se “preocupado com o que aí vem”, mas também “confortável com a solidez” do seu grupo (Expresso, texto da jornalista Conceição Antunes)

Crise energética. Regressa o teletrabalho e desligam-se as luzes

 


O Governo já tem preparadas as medidas para poupar energia. O Natal vai este ano ter menos luz, e serão impostos limites de temperatura nos edifícios da administração pública, com janelas e portas fechadas. O Governo vai voltar a recomendar o teletrabalho.

Combate à crise. Centeno alerta para efeitos negativos


Mário Centeno alerta para os efeitos negativos que medidas como apoios às famílias e corte de impostos podem ter. O governador do Banco de Portugal dá como exemplo o que aconteceu e está a acontecer noutros países.

Previsões do BCE. Marcelo preocupado com declarações de Lagarde

 

Christine Lagarde afirmou que a situação vai piorar antes de melhorar. Marcelo Rebelo de Sousa está apreensivo com as reações das economias e mercados financeiros.

Salário mínimo nacional vai perder poder de compra

 

Os trabalhadores que recebem o salário mínimo vão perder poder de compra, pela primeira vez, desde 2013. A evolução da taxa de inflação e a incerteza económica fazem com que os aumentos salariais anunciados tenham menos impacto nas contas dos portugueses.

Presidente do Banco Central Europeu critica política económica de Portugal

 

A presidente do Banco Central Europeu avisou que a situação económica vai piorar antes de melhorar. Christine Lagarde disse que as medidas orçamentais de cada Estado têm de ser temporárias e focadas nas famílias mais vulneráveis. O BCE criticou governos, como o português, por terem adotado medidas transversais.

Liga das Nações: quem vai à «final four», quem sobe e quem desce

Terminou a fase de grupos da Liga das Nações e já está tudo decidido quanto ao acesso à «final four», subidas e descidas de divisão e manutenções. Com os desfechos desta noite, no grupo 2 da Liga A, a Espanha garantiu em Portugal a última vaga na «final four» e a Suíça assegurou a manutenção na principal divisão. A República Checa desce à Liga B. Na Liga B, a Escócia e a Sérvia garantiram a subida à Liga A, depois de levarem a melhor na decisão direta com Ucrânia e Noruega, respetivamente. Já a Irlanda e a Eslovénia garantiram a manutenção e, assim, Arménia e Suécia descem à Liga C. Na Liga C, Kosovo e Irlanda do Norte garantiram a permanência e Chipre junta-se ao lote de quatro seleções que vai disputar o play-off para não descer à Liga D.

TUDO O QUE FICOU DECIDIDO:

QUALIFICADOS PARA A «FINAL FOUR»:

Croácia (A1), Espanha (A2), Itália (A3), Países Baixos (A4)

PROMOVIDOS:

Da Liga B à Liga A: Escócia (B1), Israel (B2), Bósnia (B3), Sérvia (B4)

Da Liga C à Liga B: Turquia (C1), Grécia (C2), Cazaquistão (C3), Geórgia (C4)

Da Liga D à Liga C: Letónia (D1), Estónia (D2)

DESPROMOVIDOS

Da Liga A à Liga B: Áustria (A1), República Checa (A2), Inglaterra (A3), País de Gales (A4)

Da Liga B à Liga C: Arménia (B1), Rússia (B2)*, Roménia (B3), Suécia (B4)

Vão disputar o play-off para não descer à Liga D: Lituânia (C1), Chipre (C2), Bielorrússia (C3), Gibraltar (C4)

*Automaticamente despromovida na sequência da suspensão aplicada pela UEFA às equipas russas (Maisfutebol)