A federação de interesses na área socialista é cada vez mais difícil de fazer e o secretário-geral do PS está escudado em vários bons argumentos: no único ato eleitoral em que participou como chefe (as autárquicas) saiu ganhador; as sondagens são um sinal de alarme, mas não mais; e está demasiado fresco na memória nacional o resultado da governação de Sócrates. Fatores bastantes para se considerar desculpado na falta de um discurso suficientemente galvanizador das hostes - 02 Fev, 2014, Fernando Santos, Jornal de Notícias