Os portugueses não são masoquistas, têm é falta de alternativas. Preferem o certo ao incerto, porque para pior já basta assim. Os resultados da última sondagem da Universidade Católica para o DN traduzem esse vazio e essa opção. Os cidadãos insistem em dividir os seus votos pelo Bloco Central, os causadores da crise em que vivemos e os protagonistas do recente espetáculo político que proporcionaram ao País e aos mercados. Filomena Martins, DN de Lisboa, hoje