O governo comprometeu-se com a troika a aprovar novas medidas de austeridade, se tal for necessário, para cumprir as metas do défice. O compromisso consta de uma carta, assinada pelo ministro das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal, dirigida ao FMI, à Comissão Europeia e ao Banco Central Europeu. Na carta, que acompanha os documentos da sexta avaliação ao programa de ajustamento, o governo nunca usa o termo austeridade. Mas diz claramente que está pronto a adoptar novas medidas, se forem necessárias, para atingir os objectivos do programa, que estabelece um défice de quatro e meio por cento este ano. No debate quinzenal no parlamento, o primeiro-ministro tinha já reafirmado a posição do governo (veja aqui o video da RTP)