O líder do PS-Madeira e vice-presidente da Assembleia da República terá confidenciado aos seus colaboradores mais directos que está a ser "traído" por movimentações no seio do partido, com origem no grupo parlamentar e conotações externas, e movidas por interesses que nada têm a ver com o partido e com as suas bases. Segundo apurei hoje, Serrão pretende apelar à revolta das bases contra determinadas situações, responsabiliza também pelos resultados eleitorais não apenas a sua pessoa mas outros dirigentes que desonestamente sacodem a água-do-capote e admite a possibilidade de terem existido algumas situações de falta de empenho durante a campanha eleitoral. Jacinto Serrão, que não vai ocupar no imediato o lugar em São Bento está a ponderar a possibilidade de encomendar um estudo de opinião externo ao partido, com sugestão de vários nomes para que seja depois tomada uma decisão relativamente às eleições regionais de Outubro.
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