sexta-feira, dezembro 10, 2010

Sondagem: maioria acredita que Portugal terá de pedir ajuda financeira internacional

Segundo a SIC, "a maioria dos portugueses acredita que Portugal deve e vai ter de pedir ajuda internacional para resolver a actual crise, revela um estudo da Eurosondagem feito para a SIC, Expresso e Rádio Renascença. A maioria dos portugueses acha que Portugal vai ter te pedir ajuda à União Europeia e ao FMI para enfrentar a actual crise. Aliás, para a maioria dos inquiridos da Eurosondagem, Portugal deve mesmo pedir ajuda. São menos os que entendem que se deve antes tentar resolver os problemas internamente. A opinião maioritária dos inquiridos deste estudo é a de que a ajuda internacional pode ajudar-nos a sair mais rapidamente da crise. Seja como for, certo é que a maioria esmagadora dos portugueses considera que o país não deve sair da zona EURO e voltar a ter moeda própria. À porta de mais um Natal embrulhado em crise, a maioria dos portugueses vai guardar o subsídio para tempos piores. São menos aqueles que o vão usar para pagar dívidas ou para comprar presentes. Neste Natal, a maioria dos inquiridos da Eurosondagem vai dar os mesmos ou menos presentes. São poucos os que decidiram que não vão dar nenhuns ou que vão dar mais presentes. Por último, a maioria esmagadora dos portugueses participou nos últimos meses em acções ou campanhas de solidariedade para com aqueles que sofrem neste maiores dificuldades económicas.
Ficha técnica
Estudo de Opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 02 a 07 de Dezembro de 2010. O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte – 20,3%; A.M. do Porto – 14,7%; Centro – 29,1%; A.M. de Lisboa – 26,1%; Sul – 9,8%), e aleatória no que concerne ao Sexo e Faixa Etária, de onde resultou Feminino (51,8%), Masculino (48,2%) e 18/30 anos (19,9%), 31/59 anos (49,0%) e 60 anos ou mais (31,1%), num total de 1.032 entrevistas telefónicas validadas, que correspondem a uma taxa de resposta de 78,8%. O objecto da sondagem foi a intenção de voto para eleições legislativas, a actuação de órgãos de soberania e líderes partidários, e questões de âmbito político e social da actualidade. O resultado projectado da intenção de voto, é calculado mediante um exercício meramente matemático, presumindo que os 21,6% respondentes “Ns/Nr” se abstêm. O erro máximo da Amostra é de 3,05%, para um grau de probabilidade de 95,0%. O Responsável Técnico da Eurosondagem - Rui Oliveira Costa"

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