sexta-feira, novembro 12, 2010

Seis chefes para uma funcionária

Segundo a jornalista do Correio da Manhã, Raquel Oliveira que “a Autoridade Metropolitana de Transportes (AMT) de Lisboa, que tem atribuições em matéria de planeamento, organização e financiamento do transporte público de passageiros, tem praticamente só dirigentes. Um ano e meio após entrar em funcionamento, a AMT conta com quatro elementos do conselho executivo, dois directores (de Contratualização e Planeamento) e uma assistente, confirmou ao CM o presidente da AMT, Carlos Correia. Dotada de um orçamento de cerca de quatro milhões de euros (um milhão para funcionamento e três de PIDDAC), a autoridade previa a contratação de mais técnicos mas dificuldades várias, nomeadamente de encontrar profissionais na área dos transportes, deixaram as vagas em aberto. Para o próximo ano, e com um orçamento de três milhões de euros, a AMT deverá contratar "mais dois elementos: um chefe de divisão e um assistente administrativo", adiantou ao CM o presidente da AMT. Segundo este responsável, apesar de não ter actividade visível, a AMT de Lisboa tem estado a trabalhar na "integração administrativa, tarifária e modal" dos transportes urbanos. A instituição prepara-se para "lançar ainda este ano o estudo para o financiamento do sistema de transportes da AMT", no âmbito da integração administrativa, e um estudo para o "estabelecimento de um sistema metropolitano de interfaces", concretizou Carlos Correia. Outra das áreas de trabalho é o alargamento do sistema zapping a outros operadores”.

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