O Tribuna da Madeira volta esta semana, segundo me apercebi pela primeira página disponível online, a dedicar especial atenção à RTP-Madeira. Mais do que o aguardar pelo desvendar todos os "episódios" de uma novela curiosa, incluindo os "episódios" que ocorrem dentro da empresa e os "recados" ou as "encomendas" passadas para o exterior, a que não estão estranhas movimentações de alguns grupos, e frustrações de indivíduos que esperariam ser convidados para posições de destaque na nova nomenclatura, mesmo que tenham um par de anos de "casa", etc - o que recomendaria ao TM era que nos contasse a história toda. Sem se deixar enrolar pelos "recados" de um certo indivíduo do PS, que também ambicionava um tacho, e que chegou a queixar-se a um jornalista de um jornal local, sob o anonimato, que Lisboa não nomeava socialistas locais para, o mesmo que reclama contra a RTP-Madeira porque queria aparecer todos os dias ou ter programas como no passado em que era só ele a falar sem contraditório, num digno exemplo do que é "debate". Espero que o TM procure saber afinal se o PS local - quem? - esteve ou não sempre ao corrente das opções tomadas e se deram ou não a sua anuência a este modelo que, repito, é uma opção da empresa em relação ao qual o Governo Regional foi informado, não teve qualquer capacidade de decisão. São esses pequenos..."pormenores" interessantes para se conhecer as causas de certos "arrufos" e como nem sobre estas questões os socialistas locais se entendem. Salvo se já mudaram também os jogos internos de poder e as influências pessoais no seio do PS local, o que não deixa de ser interessante de aprofundar.
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