segunda-feira, abril 13, 2009

Açores e os barcos: estavam à espera de quê?

Afinal os Açores estavam à espera de quê? Bastava ler esta notícia para perceber que alguma coisa iria correr mal: "Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) têm um passivo de entre 35 a 40 milhões de euros, anunciou o novo presidente do Conselho de Administração da empresa, Jorge Rolo. O anúncio foi feito no decorrer de uma visita do ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, aos ENVC, onde presidiu à assinatura de contratos para a construção de navios e lanchas para a Marinha, no valor de 500 milhões de euros. Severiano Teixeira evocou a importância económica e social dos ENVC para a região, ao dar emprego a cerca de 900 trabalhadores, e sublinhou a necessidade de a empresa se modernizar para responder aos "tempos difíceis, de incerteza e de crise" que se vivem actualmente. Para o ministro, a resposta dos ENVC "passa, obrigatoriamente, por três C's: confiança, competitividade e credibilidade". "Os ENVC têm todas as condições para terem sucesso. Estou absolutamente confiante que vão ganhar o futuro", referiu Severiano Teixeira. O governante disse ainda que os contratos hoje assinados com a empresa de construção naval de Viana do Castelo significam um voto de confiança na capacidade dos ENVC, uma mensagem que ganha particular acuidade depois das notícias do fim-de-semana sobre os alegados problemas e remendos num ferry-boat que ali está a ser construído por encomenda do Governo Regional dos Açores". Uma notícia que foi divulgada no passado dia 17 de Março...

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