Já aqui referi, por diversas vezes, que nada tenho contra Pedro Telhado Pereira, reitor da UMa, que até admito que possa ter cometido erros de gestão, que não conhecesse determinados factos, e que como qualquer outra pessoa com responsabilidades, tenha falhado. Já referi também que não emito juízos de valor sobre ele, nem questiono a sua competência enquanto docente universitário. Nada disso está em causa e as pessoas devem aprender a separar as águas. Mas tal como referi neste blogue um dia destes, PTP tomou determinadas atitudes, que me surpreenderam negativamente, e que indiciaram também uma questão de carácter que eu, até prova em contrário, não valorizei. Alguma vez PTP me viu escrever ou leu que tivesse questionado o seu exercício do cargo de reitor da UMa, socorrendo-me ou confundindo questões que ultrapassassem os limites do enquadramento da diferença de pontos de vistas que caracteriza esta discussão? Era o que me faltava. Vem isto a propósito do facto de me ter constado, aliás compreensivelmente, que PTP terá confidenciado num círculo restrito de colaboradores, que avaliou inicialmente o problema da acta do DGE de uma forma superficial mas que acabou por ficar refém de uma situação que o pode “crucificar", enquanto os intervenientes andam escondidos, não dão a cara e porventura já andam até a congeminar nos bastidores a sua queda. O reitor da UMa, se recuar no tempo, sabe que tudo começou por esse documento – que a discussão depois acabou por originar uma serie de outras questões – e que nunca publiquei a acta que foi ponto de partida da minha abordagem, pelo simples facto de que entendi não o fazer. Quando o reitor da UMa, provocatoriamente, respondeu da forma que o fez, obviamente que tudo mudou, e para demonstrar que estava a referir-me a factos, a situações concretas, e que não estava a inventar nada, partir para uma espécie de plano B. A minha pouco me importam estas situações na instituição, porque já começam a ser tantas que temo que quanto mais tempo demorarem os estatutos e se promover rapidamente o processo eleitoral, pior será. Sem moralismos, até porque conheço vários dos seus actuais membros, são estes factos todos que a Associação Académica tem necessariamente a obrigação de perceber, de procurar informar-se e de saber encontrar as respostas em defesa dos alunos e da Universidade. Vaidades, ambições, ânsias de protagonismo, tudo isso tem que fica à porta. E podem crer que neste momento acredito que existem situações muito mais importantes com os copos…
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