Segundo o "Correio da Manhã", "perto de uma centena de reformados da Groundforce – empresa do Grupo TAP que se encarrega do tratamento das bagagens (handling) – está a receber cartas da Segurança Social a ordenar a devolução do valor das pré-reformas e reformas pagas, em alguns casos, há mais de seis meses. Trata-se de uma situação que está, ao que o CM apurou, a deixar desesperados alguns dos visados, sobretudo os que não têm condições para devolver as verbas a que, defendem, têm direito. O Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social garantiu que já tomou conhecimento da situação e procura agora uma solução para aquilo que considera um erro. As cartas foram recebidas por 94 funcionários em situação de pré--reforma e reforma que questionam a legitimidade desta decisão. O Instituto da Segurança Social alega que os visados não têm direito às pensões de velhice porque não estão abrangidos pelas condições, para as quais requereram. Ora as condições invocadas pelos trabalhadores para pedirem reformas ou aspré-reformas, a maioria das quais deu entrada nos serviços da Segurança Social em 2007, constam de uma decisão do Conselho de Ministros, aquando da privatização da operação de handling da transportadora aérea".
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